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domingo, 20 de setembro de 2015

DE UM TIRANO PARA OUTRO

O Papa é um monarca, representante de Deu na Terra, é o Doce Cristo na Terra. Mas não é um tirano. Não deve ser. A Igreja Católica está longe de ser uma democracia -  pois não há democracia na Religião - mas também não é uma tirania! Tirânicas são as falsas religiões inventadas pelos homens à imagem e semelhança de cada patético fundador. E mais, na Igreja, o poder não emana do povo, nem em seu nome é exercido. O poder na Igreja é de Deus. O Papa detém o poder justamente por representar a Deus. E, por isso mesmo, não pode - no sentido de que não é possível que assim seja, independente da vontade dele - usar o poder para transgredir, modificar ou "reinterpretar" a Lei divina a seu bel prazer. Sobretudo CONTRA o que Deus estabeleceu. E dai que quando se vê um Papa tratando respeitosamente um TIRANO, ASSASSINO, ABORTISTA, IMORAL, ATEU é de se questionar o que está acontecendo.   

Antes que se comece com a entoada de minha falta de caridade, de meu "discurso de ódio", de registrar que aqui não se trata de amor e ódio, Fidel não é o "homem (que) descia de Jerusalém a Jericó, e caiu nas mãos de salteadores que, depois de o despirem e espancarem, se retiraram, deixando-o meio morto" (S. Lucas 10,30-37) para que Francisco banque com ele o bom samaritano. O discurso do "dar a outra face" (que não tem a ver com caridade, mas com justiça) é uma OBRIGAÇÃO que temos diante das ofensas PESSOAIS. Aqui não se trata de opção, o cristão DEVE perdoar. Sete vezes sete. Mas quando se ofende a Deus... que outra face podemos dar se a face estapeada não é a nossa? Para as ofensa a Deus... a espada! Sete vezes sete. Dai que neste ponto me lembram que, na hora da morte, do alto da Cruz, Cristo "implorou" a Deus perdão para aqueles que o matavam, porque "não sabiam o que estavam fazendo" (S. Lucas 23,34). Verdade! Mas aqui eu tenho três questões a propor: 

1. A quem se referia Cristo? Aos judeus ou aos soldados romanos?  

2. Eles não sabiam o que estavam fazendo. E Francisco... também não sabe? E Fidel? E o Lula e a Dilma? Somente Deus conhece o coração humano, mas seria mesmo juízo temerário tirar uma conclusão com base no que dizem e fazem as pessoas? 

3. Cristo pediu. Mas qual foi a resposta de Deus? No meu modestíssimo, humilíssimo e ignaríssimo parecer, a resposta de Deus está em S. Matheus 27,51: "E eis que o véu do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo".  

Assim, é de se refletir a respeito da diferença que há entre ofender ao próximo (criatura) e ofender a Deus (Criador), levando em consideração que neste último caso foi preciso Jesus Cristo nascer, padecer e morrer - e de que morte! - para reparar esta ofensa que foi e é infinita. Colocar Criador e criatura no mesmo patamar... não é sensato nem prudente. 

Portanto, com a licença (ou não) dos pacifistas de plantão, que apelam para a caridade para justificar mais esse ato não católico de Francisco, lembremo-nos de que o erro não tem direitos. Se Fidel tivesse se arrependido contritamente, se convertido e reparado o mal que fez, eu seria a primeira a acolhê-lo fraternalmente. Mas sabemos bem que nada mudou. NADA MUDOU. A não ser para pior. Porque o mal saiu de Cuba e se alastrou pelo Continente todo. Até nos EUA, que tem um presidente que deixa claro o que pensa. Em sendo assim, nada tendo mudado, não tendo Fidel se convertido, por que motivo Francisco o trata com tanta reverência? A pergunta parece meramente retórica, visto que sabemos que Francisco não é católico, mas há que se ver a big picture. Francisco não dá ponto sem nó

Por fim, eu e toda a Cristandade gostaríamos que Francisco se empenhasse assim em prol dos cristãos que continuam a morrer - e de que morte! - aos milhares, nas mãos dos muçulmanos. Ou em prol do matrimônio cristão e das família cristã, da moralidade cristã, das escolas cristãs. Coisas afeitas justamente a um Papa. E que deixasse o meio ambiente para os que praticam jardinagem.

Giulia d'Amore

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DE UM TIRANO PARA OUTRO




“Agradeço a todos os que se esmeraram para preparar esta visita pastoral. E gostaria de pedir-lhe, Senhor Presidente, que transmita meus SENTIMENTOS DE ESPECIAL CONSIDERAÇÃO E RESPEITO a seu irmão Fidel”.

(Francisco ao dirigir-se, neste sábado, 19 de setembro, dia de Nossa Senhora de La Salette, ao tirano Raúl Castro, dirigiu estas palavras de tamanha consideração e respeito para com um dos maiores criminais e tiranos que o Comunismo teve, intrinsecamente perverso e anticristão. http://www.news.va/es/news/el-mundo-necesita-reconciliacion-en-esta-atmosfera.) 




clique na imagem para reler:
FRANCISCO, A CRUZ BLASFEMA, A IGREJA, O CICLONE

Fonte: http://syllabus-errorum.blogspot.com.br/2015/09/de-un-tirano-otro.html.  

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