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terça-feira, 18 de março de 2014

Evolucionismo desmascarado em 12 pontos

Para não dizerem que não falei das flores... o papo hoje é EVOLUCIONISMO. 


12 Argumentos que os evolucionistas usam para proteger a sua fé

1. A teoria da evolução é um facto

DozeQuando as nossas crenças cardinais estão a ser alvo dum ataque, é muito fácil nós seres humanos usarmos como defesa argumentos tais como: “A minha fé é um facto e a tua está errada.” É precisamente por coisas como esta que não podemos confiar no entendimento humano como forma de explicar o passado não observável – a emoção e o orgulho invariavelmente fazem-se sentir nas posições que são tomadas.

Por mais que os evolucionistas repitam o contrário, a teoria da evolução não é um facto, mas sim um enquadramento conceptual construído a partir de suposições sobre o passado -suposições essas que nunca terão evidências directas, em primeira mão e observacionais.


2. Só as pessoas sem educação é que rejeitam a teoria da evolução.



Para além da arrogância de tal declaração, esta frase não tem pés para se manter e como tal, ela tem que ser rejeitada. Basicamente, aqueles que fazem esta alegação normalmente definem como “pessoas educadas” aqueles que aceitam a teoria da evolução. Qualquer pessoa que discorda, falha neste teste, independentemente das suas qualificações científicas. (Se aceitarmos este argumento, seremos levados a concluir que Sir Isaac Newton era uma pessoa sem “educação” visto que ele era um criacionista).

Existem várias listas de pessoas academicamente bem formadas que olham para a Bíblia para as respostas sobre as nossas origens. Para além disso, podemos ressalvar a falta de formação científica por parte de Darwin (as suas qualificações eram em Teologia). Mas o que é importante reter aqui é que a formação acadêmica – ou a falta de uma – não garantem a validade das posições que as pessoas tomam em relação ao passado não observável.


3. Evidências sobrepujantes provenientes de todos os ramos da ciência confirmam a teoria da evolução.

A ironia, claro está, é que durante muitos séculos, antes do tempo de Darwin, a maioria dos cientistas mantinha a posição exactamente oposta: as “evidências” confirmavam o criacionismo. O que foi que mudou? Não foram as evidências, obviamente. O que mudou foi o ponto de partida dos cientistas (da Bíblia, a Palavra de Deus, para o humanismo, a palavra dos homens).

Os criacionistas continuam a olhar para tudo à luz da Palavra de Deus e todas as evidências estão de acordo com a descrição Bíblica das nossas origens. Na verdade, não há ponto de partida “neutro”; todas as pessoas – consciente ou inconscientemente – interpretam os “factos” segundo a sua forma particular de pensar (isto é, segundo a sua visão do mundo).


4. Duvidar da teoria da evolução é como duvidar da lei da Gravidade

Porque é que este argumento está errado? É simples de ver o porquê. Peguem num lápis e segurem-no no ar. Depois deixem-no cair no chão. Isso é a gravidade em acção. Depois disso, tentem transformar uma forma de vida unicelular numa cabra. Nós esperamos enquanto vocês fazem isso…….. Conseguiste? Não? Tal como podes ver, existe uma diferença fundamental entre a ciência operacional, que pode ser testada através de experiências duplicáveis, e a ciência histórica, que não pode ser repetida.


5. Duvidar da teoria da evolução é como acreditar que a Terra é plana

Ironicamente, a Bíblia descreve a Terra como arredondada e a pairar no espaço – muito antes disso poder ser directamente observado (Jó 26:10, Isaías 40:22). O apelo desta alegação é que ela cria um estereótipo dos criacionistas como pessoas que ficaram presas no passado. visto que a suposição comum é a de que, de modo global, as pessoas do passado acreditaram que a Terra era plana até que a ciência “provou” o contrário – o que é mentira visto só algumas poucas pessoas realmente acreditavam que a Terra é plana.

Mas mesmo que isso fosse verdade (não é), as observações directas e duplicáveis  demonstram que a Terra orbita à volta do Sol. As histórias evolutivas em torno dos fósseis não são observações directas mas sim crenças fundamentadas em suposições ainda-por-confirmar.


6. A vida existe, logo ela deve ter evoluído.

Uma conclusão não prova que as premissas são verdadeiras. Isto é, se a resposta é “quatro”, podemos chegar a este número das mais variadas formas (2+2, 5-1, 6-2, etc). Semelhantemente, os evolucionistas assumem que, uma vez que certos traços e certas espécies existem, então isso é uma evidência e favor da evolução porque é dessa forma que as coisas devem ter acontecido. No entanto, este argumento é auto-reflexivo e inútil.

Por outro lado, a Bíblia oferece um enquadramento mais sólido sobre a forma como esses animais vieram a existir.


7. A selecção natural é evolução

Muito provavelmente este é o argumento mais abusado da lista – e aquele que mais precisa de ser esclarecido. Com relativa frequência os evolucionistas enganam as pessoas mostrando-lhes uma modificação genética, que mais não é do que uma instância de selecção natural, saltando depois para a alegação de que essa modificação ”prova” que as moléculas evoluíram para seres humanos.

No entanto, isto é bastante enganador. A selecção natural, tal como confirmado pelos próprios evolucionistas, não tem o poder de gerar nada de “novo”. Os processos biológicos que já foram observados só operam sobre características que já existem de modo a que alguns membros da espécie sejam mais susceptíveis de sobreviver. Na verdade, a selecção natural é parte fundamental da cosmovisão Bíblica.


8. Design comum significa descendência comum.

A descendência comum histórica não é e nem pode ser confirmada através de observações; em vez disso, algumas observações são explicadas assumindo-se coisas sobre o passado. Pode-se acrescentar, no entanto, que estas observações têm explicações alternativas.

Arquitectura corporal comum (homologia), por exemplo, não provam uma descendência comum; isso é uma suposição. Um Designer Comum para formas corporais comuns também Se enquadra com as evidências e provavelmente de uma forma ainda melhor.


9. Camadas de sedimentos mostram milhões de anos de actividade geológica.

As camadas sedimentares mostram uma coisa: camadas sedimentares. Por outras palavras, podemos – e devemos – estudar as rochas mas a alegação de que as rochas “provam” de que a Terra deve ter milhares de milhões de anos ignora um ponto importante: tal interpretação fundamente-se numa pilha de suposições. Quando começamos com a Bíblia e examinamos as rochas dentro do paradigma do Dilúvio global, a necessidade das longas eras (milhões de anos) desaparece.


10. As mutações guiam a evolução.

Provavelmente devido aos filmes e à ficção, a ideia popular é a de que as mutações produzem evolução. Com o tempo suficiente, reza a lenda, alterações no código genético irão produzir toda a variedade de plantas e animais na Terra. O problema com esta forma de analisar os dados biológicos é que as mutações são incapazes de produzir o tipo de alteração que a evolução exige – nem de perto nem de longe.

Algumas mutações podem conferir algum tipo de vantagem ao organismo (por exemplos, baratas de ilhas ventosas que perdem as asas e a capacidade de voar), mas virtualmente todas as outras mutações vêm com um custo.


11. O Julgamento de Scopes.

Más-concepções em torno do julgamento de Scopes são bem abundantes. Normalmente, a descrição dos eventos é algo do tipo: Fundamentalistas Cristãs intolerantes prenderam um inocente professor de biologia que batalhava em favor da liberdade científica, e embora eles (os Cristãos) tenham vencido a batalha legal, eles perderam a perderam a percepção publica do debate em favor da apresentação bem fundamentada da defesa.

Graças à peça “Inherit the Wind”, esta percepção comum – mas totalmente errada – dos eventos continua a ser usada contra os criacionistas, mas a verdadeira história por trás do mito é totalmente diferente.


12. Ciência versus religião.

As histórias mediáticas prosperam com o conflito e com a intriga, e um tema comum apresenta a ciência e a religião como forças opositoras – a razão a batalhar contra a revelação Divina draconiana. Este tipo de metodologia captura a atenção das pessoas mas é totalmente ilusória.

Muitos ateus e humanistas são contra o Cristianismo Bíblico, mas o mesmo não pode ser dito da relação entre a ciência e o Cristianismo. (Afinal, a verdade da ressurreição do Salvador e a Inerrante Palavra de Deus colocam um mordaça na crença de que Deus não pode existir.) No entanto. a ciência, como uma ferramenta de pesquisa, funciona muito bem e (na verdade) ela exige a existência dum universo criado por Deus. Afinal, se Deus não existe, não há motivo para se fazer ciência.


Fonte

Visto em: http://darwinismo.wordpress.com/2014/03/15/12-argumentos-que-os-evolucionistas-usam-para-proteger-a-sua-fe/.

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