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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Condenado por "abortofobia"

Esta noite, lembrem-se de rezar pelos Mártires da atualidade, que nem sempre sofrem violência física, mas injustiças, calúnias e perseguição... sempre! Este homem, Xavier Dor, cometeu na França o crime de obstruir o aborto apenas porque presenteou a uma mulher grávida com um par de sapatinhos de bebê para dissuadi-la de fazer um aborto. A que ponto chegamos! 

A sentença chegou no mesmo dia em que Francisco Bergoglio recebia no Vaticano o Presidente da França, um pecador público, um adúltero renitente, que não esconde os "casos amorosos" nem mesmo a relação adúltera que vive com a Primeira Dama da França. Aliás, casamento nunca fez parte de seus planos de vida. A mídia ressaltou a "cara feia" que Francisco fez ao recebê-lo e apertar a sua mão, com pose para fotos. Ok, mas "cara feia" não basta, Santidade! Eu sei que por algum motivo bizarro crê mesmo que não tem poderes para julgar ninguém... mas "cara feia" pode? Onde fica sua (falsa) caridade modernista? 

Enfim, ainda por cima houve troca de presentes (protocolar, dizem), onde a "cara feia" deixou lugar a um sorriso de satisfação. Qual é o preço de nossa alma? Um livro?... Enquanto isso, na França, um bom homem católico que luta em favor da vida e vai além das palavras fáceis pondo em risco sua vida, sua liberdade e sua própria honra, vai ter que cumprir a sentença da Justiça Revolucionária Francesa.




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FRANÇA: DÁ DE PRESENTE DOIS SAPATINHOS DE RECÉM-NASCIDO A UMA MULHER GRÁVIDA E É CONDENADO POR “ABORTOFOBIA”

(em italiano)
 .
Dr. Xavier  Dor,  84  anni,  dovrà  pagare  una  multa  di  10.000  euro,  rischiava  anche  un  mese  di galera.

Proprio nelle ore in cui il Santo  Padre  Francesco riceveva in Vaticano il  Presidente  François Hollande, dalla Francia giungeva la notizia della condanna penale di Xavier Dor, noto combattente pro life transalpino che si era reso “colpevole” di regalare a una donna incinta un paio di scarpette per dissuaderla dall’aborto..

Lo stato francese ha introdotto nella legge Weil del 1975 la nuova figura del “reato di intralcio all’aborto”, “le délit d’entrave”. Chi lo commette dimostra di essere “abortofobo”, evidente traslazione concettuale delle leggi sull’omofobia, che possono essere estese teoricamente a qualsiasi condotta “deviante” di pro life e di cattolici intransigenti.

Con le modifiche alla legge Weil – che in Francia ogni anno miete 220.000 vittime prima della nascita – l’aborto viene dichiarato esplicitamente “un diritto di tutte le donne che non desiderano portare a termine la gravidanza”.

In base al “reato di intralcio all’aborto”, ora i pro life francesi possono essere processati e condannati anche solo per le attività di informazione e dissuasione in ospedale, per aver indicato alla donna un numero di telefono oppure averle indotte a riflettere su che cos’è l’aborto.

Non solo: in base a questa legge vengono criminalizzati anche coloro che organizzano e partecipano a Marce per la Vita, oppure hanno siti web antiabortisti. La pena massima prevista dalla legge è di 2 anni di prigione e 30 mila euro di sanzione.


Fonte: Comitato Verità e Vita http://www.comitatoveritaevita.it - Comunicato Stampa n. 147



Leia mais sobre o aborto: http://farfalline.blogspot.com.br/p/aborto.html


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