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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A CONDENAÇÃO DA IDEOLOGIA SIONISTA PELA IGREJA E MAXIMILIANO KRAH

Então, se não é de hoje que a Igreja condena o sionismo, eu pergunto a meus botões o que faz o líder da Neo-FSSPX de braços dados com um sionista de carteirinha? E, mais, por quê entregou o dinheiro da obra fundada por Mons. Lefebvre a esse tipo? E, ainda, por quê os padres e fiéis que seguem na Neo-FSSPX sequer se incomodam com isso? O que há com vocês, criaturas? 

Vamos ao texto.

"Os judeus não têm nenhum direito de soberania sobre a Terra Santa"
SS Bento XV.
O Estado Judeu da antiguidade, depois da destruição do Templo e a dispersão do povo pelo Império Romano, foi destruído por Deus como castigo dos pecados do povo hebreu. Por isso, para a Igreja, somente o Messias de Deus, durante sua segunda vinda, poderá restabelecer o reino de Israel e aos judeus em sua terra.
É assim que a Igreja rechaça, por razões teológicas, a ideia de um Estado Judeu, tal qual foi constituído segundo as modalidades de sua criação pelos sionistas, ou seja, pelos homens e não pela vontade divina. Isso explica porque São Pio X, em 1904, declarou firmemente a Theodor Herzl, fundador da ideologia sionista: “Nós não poderemos impedir aos judeus de irem a Jerusalém, porém jamais poderemos incentivá-los. O solo de Jerusalém não foi sempre sagrado, até ser santificado pela vida de Jesus. Os judeus não reconheceram a Nosso Senhor, e nós não poderemos reconhecer ao povo judeu. Non possumus” (São Pio X, 25 de janeiro de 1904, Cidade do Vaticano).

sábado, 14 de dezembro de 2013

Arquivo Krahgate. Reflexões de Dom Curzio Nitoglia

OPERAÇÃO MEMÓRIA: just in case...

O CASO KRAH

Fatos e documentos ou mentiras e calúnias?


Massimilian Krah
     Mons. R. Williamson

O caso Williamson-Nahrath 2010

1) Em meados de novembro 2010, o bispo Richard Williamson decide de se fazer defender da acusação de revisionismo pelo advogado Wolfram Nahrath. Então, pede a seu primeiro defensor, o advogado Matthias Lossmann, se ele aceitaria defendê-lo junto com Nahrath. Lossman rejeita a proposta e Mons. Williamson retira-lhe o encargo.

2) Em 18 de novembro, o advogado Nahrath informa via fax à juíza Eisvogel que o advogado Lossmann renunciou ao encargo e que será ele (Nahrath) que defenderá Mons. Williamson.

3) Apenas 32 minutos após o envio da mensagem - por fax – de Nahrath à Dra. Eisvogel, a redação do semanal Der Spiegel liga ao advogado Nahrath e lhe pede explicações sobre sua futura defesa legal do de Mons. Williamson.

4) No dia 19 de novembro, o mesmo Der Spiegel publica a notícia segundo a qual o advogado Nahrath é um representante político do partido neonazista alemão, motivo pelo qual Mons. Williamson seria um filo-nazista. Na verdade, o partido nazista alemão é ilegal desde 1945, e Nahrath faz parte do Partido Nacional e Democrático (NPD), um partido de extrema direita, mas não nazista. Portanto

quinta-feira, 21 de junho de 2018

O NOME DA ROSA...

Que há num simples nome? O que chamamos rosa, sob uma outra designação teria igual perfume. De "Romeu e Julieta", ato II, cena II. De William Shakespeare  

De fato, o que é um nome? Pode haver virtudes e até mesmo santidade inclusive em alguém que tivesse, por exemplo, a desdita de portar o nome Lutero, após ter recebido a graça de se converter à verdadeira Fé de Nosso Senhor... Não pode?   

Mas... quem porta um sobrenome como Rothschild e faz uma "doação" vultuosa a uma obra supostamente católica através de um sionista declarado, nos deixa, no mínimo, em dúvida. E negligenciar a busca da verdade em uma situação dessas soa a cumplicidade ou, no mínimo, a omissão culpável. 


A notícia que tem aparecido na mídia mundial dá conta de que certa viúva "de Rothschild", do ramo austríaco, teria doado em herança uma soma de diversos dígitos — €90.000.000 (aproximadamente R$390.000,00) — à "obra" de Fellay, o filo-sionista e traidor do legado de Monsenhor Lefebvre.  

Para registro, tal obra não merece ostentar o nome que lhe foi dado pelo Fundador — Fraternidade Sacerdotal São Pio X - FSSPX (ou SSPX) — e, por causa disso, eu chamo efetivamente de Neofrat.  
Essa ligação com os Rothschild pode ter vindo à tona agora, mas não é recente. Não tem como. Os personagem envolvidos nessa pantomima se entrelaçam, de alguma forma e em algum lugar, com essa família aparentemente todo-poderosa, seja em negócios lícitos como em negociatas ou "filantropia". O nome desse clã, que tem parentescos e ramificações por todo o mundo, está ligado à Nova Ordem Mundial, ao tráfico sexual de adultos e crianças, ao financiamento da prática e da liberalização do aborto e demais crimes contra a vida em vários países, à Agenda LGBT e outras contra a família como instituição divina, a crimes nunca solucionados... Um dos links abaixo (em negrito) fala a respeito da ligação com os Clintons e a pedofilia, por exemplo. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Da intolerância dos tolerantes: celeuma por causa de um enterro!!!

Morreu um ex-Capitão da SS na Itália. E o mundo se levantou para apedrejar um cadáver por seus supostos pecados do passado. Deve ser um mundo sem pecado para ousar atirar a primeira pedra. E todas as demais. Nenhum País - noticiaram os telejornais ontem à noite - quis receber o corpo para sepultamento, nem mesmo a Alemanha, terra natal, que argumentou que isso era um problema da família. (????) 

Há de se imaginar que a Igreja, compassiva e Mãe, viesse em seu socorro, como ensina a parábola do bom Samaritano, e tomasse a si a tarefa de enterrar o corpo dessa pobre criatura... Mas não! O Vaticano, ainda segundo a mídia, às igrejas de Roma de recebê-lo. Afinal, o que iriam pensar os "irmãos mais velhos" (como os chama inclusive dom Fellay), disso? 

* No final, leiam a última entrevista do Capitão, onde fala da força do Sionismo.


A VERGONHA DE SER TOLERANTE


por Giulia d'Amore

Pelo que se depreende das notícias nos jornais italianos, a vontade da família era que os funerais se dessem em Albano Laziale, na Capela São Pio X. O prefeito local proibiu porque, segundo alega uma entidade local de vítimas dos nazistas, é a cidade de uma das vítimas do Capitão Eric Priebke. Mas o prefeito de Roma, Ignazio Marino, deu uma contraordem (não imagino com que poderes), e o carro fúnebre seguiu para lá. E começou a balbúrdia: um bando de "tolerantes e politicamente corretos" investiu contra o carro fúnebre a caminho do Priorado da Fraternidade São Pio X e descarregou nele uma raiva telecomandada pelos sionistas, com socos, chutes e cusparadas.

sábado, 14 de novembro de 2015

Ursula Haverbeck. Alemã de 87 anos é condenada à prisão por negar o Holocausto

Notícia importante, entre tantas outras desimportantes que saíram na mídia esta semana: 

Ursula Haverbeck. Alemã de 87 anos é condenada à prisão por negar o holocausto


Idosa foi sentenciada a 10 meses de prisão em Hamburgo. Ela declarou que genocídio de judeus foi 'maior mentira e mais duradoura'.
Da France Presse

Um tribunal alemão sentenciou uma octogenária a 10 meses de prisão por ter declarado que o holocausto era "a maior mentira" da história, informou a imprensa alemã nesta sexta-feira (13).
Ursula Haverbeck, de 87 anos, declarou em abril, durante o julgamento do ex-contador do campo de extermínio de Auschwitz, Oskar Gröning, que o genocídio dos judeus foi "a maior mentira e a mais duradoura" na história do mundo.
O tribunal de Hamburgo (norte) condenou na quinta-feira a ré por "incitar o ódio", após uma audiência na qual reafirmou suas palavras e acusou a justiça de condenar aqueles que questionam o holocausto, "perpetuando uma mentira".
Haverbeck, que anunciou que vai apelar da decisão, também argumenta que o campo de Auschwitz, símbolo do genocídio perpetrado pelos nazistas, nunca foi um campo de extermínio.
A idosa, apresentada pelo jornal Tageszeitung como a "grande dama" dos negacionistas alemães, já havia sido condenada em várias ocasiões por fazer declarações semelhantes.
No entanto, é a primeira vez que ela recebe uma sentença de prisão.
Em seu site, Haverbeck se apresenta como "uma representante do revisionismo histórico" e se orgulha de ser uma "lutadora destemida a favor da verdade".
Ela é viúva de Werner Georg Haverbeck, um militante da extrema-direita, que morreu em 1999. Juntos, eles fundaram em 1963 o Collegium Humanum em Vlotho (centro da Alemanha), uma instituição educacional considerada um ninho de negacionistas, que foi fechada em 2008.
Cerca de 1,1 milhão de pessoas, incluindo um milhão de judeus, foram mortas entre 1940 e 1945 em Auschwitz-Birkenau, o campo libertado pelas tropas soviéticas em janeiro de 1945. Ao todo, os nazistas exterminaram seis milhões de judeus. [Questionável, uma vez que já é público é notório que a Cruz Vermelha se viu obrigada a retificar os estratosféricos número por ter sido posta a nu no Wikileaks, que devassou seus registros e reduziu os números para mais ou menos 300.000 (algumas fontes falam em exatos 271.301) mortos nos campos nazistas. Bom, é um número grande, sim, mas bem menor que os indefensáveis seis milhões. Certa vez eu ouvi, em um documentário da TV (em um canal do History Channel) a respeito de uns abajures que teriam sido feitos de pele humana (e que o documentário desmentiu cabalmente), alguém questionando porque, com a tecnologia que temos hoje em dia, não se buscam e se solidificam as provas contra o Nazismo, para comprovar definitivamente tudo que foi denunciado desde o fim da 2ª Guerra Mundial. É, eu também me pergunto isso.]

quinta-feira, 5 de junho de 2025

As estrelas do escudo carmelita e a “tariqa” imaginária

As estrelas do escudo carmelita e a “tariqa” imaginária


 



Por causa de rumores sobre o significado e origem das três estrelas do escudo carmelita e, no mesmo balaio, pelas injurias à memória de Santa Teresa de Ávila, resolvi fazer uma pesquisa a respeito, e a verdade é sempre simples e bela

Os rumores vêm sempre de desocupados que dissipam o tempo na internet ao invés de cumprir os deveres de estado e de devoção. A última novidade é que as estrelas do escudo carmelita seriam “estrelas de Davi” e que, portanto, são sionistas/maçônicas, assim como a Ordem do Carmelo. Este rumor vem de um “maçom” que “esclareceu” alguns católicos… Outro rumor diz: “Eu não tenho nada contra Nossa Senhora do Carmo, nem os carmelitas normais, mas venerar Teresa de Ávila é suicídio espiritual, ela segue toda a mística das Tariqas da Babilônia, e ainda por cima foi no século XVI, século que começou a infiltração na Igreja por meio da renascença.” (Em 18/05/2025.)  

Sic! Este último rumor vem lá das bandas dos asseclas do “professor” Sapucaia e do “padre” Guidoni… 

Como ambos tratam da Ordem do Carmelo, vou juntar em um artigo só.

Bom, a ORIGEM dos rumores já entrega a verdade: SÃO FALSOS. Um vem de um maçom, outro de um desocupado. O que causa espanto é que se dê ouvidos a um e a outro. Onde foi parar o bom senso? Mas vamos lá!


1. Sobre as estrelas do escudo carmelita. 

Aqui, o assunto é breve. De fato, são as chamadas “estrelas de Davi”, as quais, junto com a Cruz de Jerusalém que as encima, relembram as ORIGENS da Ordem na Terra Santa, como todos sabem. O sionismo nem sequer existia quando o escudo foi criado, em 1499, quando, segundo os mais abalizados historiadores, apareceu pela primeira vez na capa de um livro sobre a vida de Santo Alberto, carmelita. 



Santa Teresa de Ávila recebe o véu e o colar da Virgem e de São José
Cristóbal de Villalpando


2. Sobre as injúrias a Santa Teresa de Ávila.

Bom, venerar Santa Teresa é próprio de todo bom católico, uma vez que foi canonizada pela Igreja: beatificada em 24 de abril de 1614, em Roma, por S.S. o Papa Paulo V, e canonizada em 12 de março de 1622, em Roma, por S.S. o Papa Gregório XV. E quem são eles? Acaso foram Antipapas? Não são reconhecidos como Papas da Igreja? 

Paulo V (1605-1621), o incontestável 233º Papa da Igreja Católica, beatificou ou canonizou diversos “santaços”, que todos veneramos e amamos. Canonizou São Carlos Borromeu e Santa Francisca Romana; e beatificou Santo Inácio de Loyola, São Filipe Néri, Santa Teresa de Ávila, São Luís de Gonzaga e São Francisco Xavier. Acaso se pode escolher quais beatificações/canonizações valem e quais não? Acaso, a Igreja erra?! A par disso, Paulo V concluiu a construção da Basílica de São Pedro, ampliou o Palácio Vaticano, reformou Santa Maria Maggiore (onde está sepultado), melhorou a Biblioteca do Vaticano, para preservar documentos papais, fundou os Arquivos Privados do Vaticano. Ainda promoveu a reforma eclesiástica e defendeu a jurisdição eclesiástica contra os governos seculares de vários Estados, particularmente o Reino de Nápoles e o da Inglaterra, a República de Veneza. Incentivou e promoveu o pintor Guido Reni, uma proeminência do Barroco italiano. Voltaremos a este assunto sobre Arte

Gregório XV (1621-1623), seu sucessor, é conhecido por várias ações, incluindo a criação da Sagrada Congregação de Propaganda Fide para a propagação da Fé, a regulamentação das eleições papais (bula “Aeterni Patris Filius”) e a canonização de vários santos: Santa Teresa de Ávila, São Francisco Xavier, Santo Inácio de Loyola, São Filipe Néri e Santo Isidoro, o Lavrador. Ele beatificou nosso Padroeiro São Pedro de Alcântara, além de Santo Alberto Magno e o Beato Ambrósio de Sena. De novo, “acertou” com uns e “errou” com outros??? No campo da Arte, levou o célebre Guercino para Roma, um marco no desenvolvimento do estilo Barroco Alto

Como se sabe, o Barroco é o estilo artístico que floresceu entre o final do século XVI e meados do século XVIII, inicialmente na Itália, difundindo-se em seguida pelos países católicos da Europa e da América, antes de atingir, em uma forma modificada, as áreas protestantes e alguns pontos do Oriente. Considerado o estilo correspondente ao Absolutismo e à Contrarreforma, distingue-se pelo esplendor exuberante. Já o Renascimento (ou Renascença), é anterior ao Barroco, um período entre meados do século XIV e o fim do século XVI. É bom lembrar disso. 

Quanto à “tariqa” babilônica. A Babilônia, uma antiga cidade e reino da Mesopotâmia, não tinha um conceito de “tariqas” como no Sufismo islâmico, que, mais apropriadamente, usa o termo. Se o energúmeno em questão usa a expressão “tariqa” para falar de um caminho espiritual, o faz por conta própria e sem fundamento algum. A principal diferença entre as duas tradições reside na sua organização e estrutura. As "tariqas" são grupos religiosos organizados, enquanto o sistema religioso babilônico era mais descentralizado e variado, com diferentes templos e práticas em diferentes cidades. Embora não houvesse uma estrutura formal como as "tariqas" do Sufismo, a religião babilónica oferecia aos indivíduos um "caminho" para a compreensão e relação com o divino. Este "caminho" envolvia a observância de rituais, o estudo de textos sagrados (como os poemas de Gilgamesh e a epopeia de Atrahasis), a comunicação com os deuses através de orações e a busca por uma compreensão do cosmos. Unir esta ideia com a práxis e a vida de Santa Teresa é um malabarismo mental que só um mentecapto pode fazer. 

Abro um parêntese para fazer um diagnóstico a respeito do motivo dessa animosidade contra SANTA Teresa de Ávila — e não é a suposta tradução de um livro por parte de certo “professor” que mal sabe o português — e me vem claro à mente, por causa de outros comentários infelizes da criatura, que se trata de aversão ao título de “Doutora da Igreja” que os modernistas lhe deram, como se isso fosse culpa da Santa… E isso me lembra outros tolos que não festejam São José Operário porque os petistas utilizam a festa para seus propósitosSic!!! O número dos imbecis é realmente infinito (Liber Ecclesiastes 1,15)!!! 

Levando em consideração todas essas informações, vamos reler a afirmação do ilustre desconhecido em busca de atenção? 
Eu não tenho nada contra Nossa Senhora do Carmo, nem os carmelitas normais, mas venerar Teresa de Ávila é suicídio espiritual, ela segue toda a mística das Tariqas da Babilônia, e ainda por cima foi no século XVI, século que começou a infiltração na Igreja por meio da renascença”. 
Não é hilário? É. Mas também é preocupante, porque esse tipo de “teólogo de botequim espalha seus venenos na internet e, INFELIZMENTE, encontra ouvidos e olhos acolhedores dessas obscenidades e até heresias. O pior é que, por causa desses tipos, toda a Tradição, e, especialmente, o Sedevacantismo é embrulhado no mesmo pacote… Servimos de chacota ao mundo por causa deles. Em si, isso seria até uma glória — o mundo zombar de nós — mas, neste caso, temo que não seja nenhum mérito. 

Lembremo-nos, ainda, que a injúria é pecado grave. Não sigamos gente que calunia e injúria gratuitamente, que usa palavras de baixo calão, que provoca discórdia e caos por onde passa! 

Cuidado, cristão!!! A curiosidade não é uma virtude. Procure ter um diretor espiritual e procure OBEDECER-LHE; peça a ele que indique as leituras necessárias e saudáveis. Nem tudo que é lícito é bom para a nossa alma, que custou o Sangue de um Deus bom. 


Abaixo, alguma “literatura”:

1. Está na internet, é de livre divulgação;
2. Reparem no número de visualizações;
3. Codinomes diferentes, o mesmo personagem. Alguns dizem que seria o próprio "professor". Pode até ser, mas não faz diferença. O que importa é PARAR de seguir os idiotas que pululam na internet, pelo bem da própria alma!!! 






O “líder”…



Fontes de pesquisa:

 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Roma, os judeus e a FSSPX

"Nós temos diante de nós pessoas que não têm nenhuma noção da Verdade. Nós seremos constrangidos daqui por diante, cada vez mais, a agir considerando esta Igreja conciliar como não sendo mais católica."( carta a Jean Madiran, 29 de janeiro de 1988.)


O que Roma diz:


Um trecho do discurso do Card. Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, ao falar na Plenária da Comissão para as relações religiosas com o Hebraísmo [leia-se Sionismo] que ocorreu no Vaticano, de 28 a 30 de outubro passados:
“Diante dos hebreus, o Santo Padre me encarregou de apresentar a questão de maneira correta: ‘Nostra aetate’ não foi minimamente colocada de novo em discussão pelo Magistério da Igreja, como o próprio Papa mais de uma vez o demonstrou com os seus discursos, os seus escritos e os seus gestos pessoais em relação ao Hebraísmo; uma reaproximação com a Fraternidade Sacerdotal São Pio X não significa absolutamente que as posições da citada Fraternidade serão aceitas ou apoiadas”. [Grifos nossos.]

E a pergunta que não quer calar: o que Dom Fellay[1] espera de Roma? Essa Roma modernista denunciada pelo Fundador da FSSPX e que ainda não se converteu?

O discurso "dela" nunca mudou: "ela" não pretende se converter a nada! Deixou bem claro isso em “seus discursos, os seus escritos e os seus gestos pessoais”, basta mencionar: Assis (I, II, III...); os “recadinhos” deixados no anticristão Muro das Lamentações (dois Papas) na Jerusalém sionista; visitação (e autorizações para construção em Roma) de sinagogas, mesquitas e templos protestantes; a defesa declarada e escancarada do ecumenismo; orações públicas e privadas com hereges; reconhecimento de mulheres-padres e mulheres-bispos (ao convidá-las a participar de reuniões católicas ou ao rezar junto com elas ou ao permanecer no mesmo recinto público com elas); pulso firme contra os “tradicionalistas” e pulso fraco com os abusos litúrgicos e doutrinários que se esparram feito um câncer no tecido santo da Igreja.

Então, o que ainda espera dessa Roma, Dom Fellay?

Ele - com todo "respeito" - já deu demasiadas provas de ser crédulo demais para ser um líder. Seria também arrogante, por crer que apenas "ele" será capaz de converter Roma “por dentro”? Por acaso pode-se entrar em um chiqueiro sem se sujar? As consequências dessa nefasta aproximação já se viram.

Crédulo (foi enganado por uma vidente e - segundo "Dumb Ox", de Ignis Ardens - por Roma) e arrogante (novamente por causa da vidente que lhe profetizou um lugar na História da Igreja), pretende superar o Fundador, onde este “falhou”. Oras, Alguém acha mesmo que a Divina Providência não tem nada a ver com tudo isso? Não são os homens que agem, mas Ela!

Os tempos não estão maduros. Paciência e oração. Dom Lefebvre foi claro: “quando chegar um Papa católico”! 

Isto é: não se vai a Roma, se espera por uma Roma católica! Simples assim. O que há de indecifrável nisso?

Giulia d'Amore di Ugento



[1] “Dom”, porque fui “lembrada” que ele merece respeito. Eu optei pelo “Dom” não por isso – afinal já diz o velho ditado popular: “quem quer respeito se dê ao respeito” – mas por que é como Bispo que ele responderá diante de Deus por tudo que que anda fazendo. Quando possível corrigirei todos os post onde, indevidamente, o chamei simplesmente de "sr.".

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Judeu nega o holocausto

Judeu nega o holocausto

Porque me denomino um Negador do Holocausto


O publicitário britânico Paul Eisen, apesar de membro da comunidade judaica, se tornou um fervoroso defensor do Revisionismo do “Holocausto”. Naturalmente devemos relevar algumas frases de seu discurso, mas ele publicou a verdade fundamental em Londres com grande coragem e dedicação. Como podemos ver a partir de suas publicações na rede, ele é um judeu correto. A 5 de dezembro de 2012, ele fez em seu Blog a seguinte revelação: “Porque eu me denomino um negador do holocausto”.
 




Minha família era formada por pessoas completamente normais – duas vezes por ano éramos judeus, como costumávamos dizer. Mas como a maioria de nós, judeus da segunda e terceira geração, bastante modernos, do norte de Londres, nosso judaísmo preenchia nossas vidas. E isso significava nesta época Sionismo e Holocausto. Minha família, amigos e eu entendíamos sob o termo Holocausto, simplesmente apenas “nunca mais”. [...] A princípio eu fazia o papel de Zadik da família (o “justo”), muito ligado a Deus e meu judaísmo (apesar de sempre conflitar com outros judeus). Então me tornei o dissidente intelectual da família. Como jovem adulto, eu me pendia de alguma forma para a esquerda sionista, mas sempre totalmente fiel ao Estado Judeu. Bem, eu desejava que Israel não se comportasse tão mal e me envergonhasse diante de meus amigos. Mas quando se tratava do Holocausto, minha fé era inabalável. Já em 1978 eu visitara o Yad Vashem. [...]

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

RESPUESTA AL PADRE SCHMIDBERGER. POR UN SACERDOTE DEL DISTRITO DE FRANCIA.

RESPUESTA AL PADRE SCHMIDBERGER. POR UN SACERDOTE DEL DISTRITO DE FRANCIA.




Entre los tristes acontecimientos que han venido ocurriendo en las últimas semanas, acontecimientos que muestran una crisis interna en la FSSPX, se encuentra el comunicado, que se ha hecho público, sobre la "expulsión" de Mons. Williamson en el distrito de Alemania y firmado por el padre Schmidberger, superior de dicho Distrito. El comunicado, ha sido prontamente respondido por un sacerdote del distrito de Francia. Veamos qué le responde este sacerdote indignado al p. Superior del distrito alemán.


RESPUESTA AL PADRE SCHMIDBERGER. POR UN SACERDOTE DEL DISTRITO DE FRANCIA.


El Padre Schmidberger tiene un gran mérito: Jamás ha escondido su deseo de ver a la Fraternidad San Pio X ponerse entre las manos de Benedicto XVI "por el mayor bien de la Iglesia". Su comunicado respecto a la expulsión del "obstáculo" Monseñor Williamson no tiene nada de sorprendente.
En un Comunicado a los amigos y benefactores del 26 de octubre de 2012, usted pretende que la expulsión de Monseñor Williamson es "el resultado de una evolución que dura ya algunos años". Ella sería producto de una "antipatía" por el consejo general que se ha transformado en una "rebelión abierta".
Padre, ¡usted es deshonesto! El 13 de febrero de 2012, a un periodista de «Die Welt» que le preguntaba "El Papa ha declarado que el no hubiera aprobado el levantamiento de la excomunión de sus cuatro obispos, si él hubiera sido informado previamente de las declaraciones de Monseñor Williamson. ¿Cuál será el provenir de Monseñor Williamson después de una eventual reintegración de la Fraternidad?" Usted respondió: "Yo no soy profeta, pero en un contexto tan importante como el establecimiento de una estructura canónica para nuestra Fraternidad, yo pienso que las conversaciones se prolongarían muy probablemente en algunas sesiones y que se hablaría de Monseñor Williamson. Además, debemos también esperar que él  respete las decisiones del superior general."
Usted no es profeta pero usted está muy bien ubicado para saber lo que quiere Monseñor Fellay y usted mismo. Ustedes quieren un acuerdo con Roma y para eso ustedes están prestos a satisfacer las exigencias del sionismo internacional y las de la Iglesia Conciliar que le está sujeta. En la misma entrevista, usted dice: "Nosotros renunciamos a la relativa libertad a la que hasta ahora hemos recurrido para la proyección internacional de nuestra obra, y la ponemos entre las manos del papa." Mientras que Monseñor Lefebvre pedía a nuestros obispos de "depositar la gracia de su episcopado" en "un sucesor de Pedro perfectamente católico" (Mgr. Lefebvre, 29 de agosto de 1987).
¿Benedicto XVI es el "sucesor de Pedro perfectamente católico"? ¿El que es también el jefe de la "Roma modernista y liberal, que continúa su obra destructiva del Reino de Nuestro Señor como lo probó en Asís (III),confirmando las tesis liberales del Vaticano II sobre la libertad religiosa"?(Mgr. Lefebvre, carta del 29 de agosto de 1987)
Como Monseñor Williamson estorbaba sus planes inicuos y la funesta propaganda sionista, usted, y Monseñor Fellay, pensaron que había que terminarlo: O Monseñor Williamson acepta enterrarse vivo o será expulsado bajo pretextos disciplinarios.

Usted cita también una declaración privada de Monseñor Williamson que no estaba destinada a hacerse pública, donde el decano de los Obispos habló de "deshacerse de Monseñor Fellay" y "de su banda". Como usted hace referencia a Monseñor Lefebvre cuando pidió a los futuros obispos "permanecer unidos bajo la dirección del Superior General". Pero dentro de su ceguera o deshonestidad, usted omite citar el pasaje completo para calumniar mejor a Monseñor Williamson acusándolo de haber insultado al superior. Este es el pasaje en cuestión:

"En fin, os conjuro a permanecer profundamente unidos a la Fraternidad de San Pío X, a permanecer profundamente unidos entre vosotros, sometidos a su Superior General, en la Fe Católica de siempre, acordándose de esta palabra de San Pablo a los Gálatas (c. I, vers. 8 y 9): "Aún si nosotros o un ángel del Cielo os anunciara un evangelio distinto del que os anunciamos, sea anatema. Como ya os lo dijimos, os lo volvemos a decir: si alguien os anunciara un evangelio distinto del que recibísteis, sea anatema". (Mgr. Lefebvre, carta del 29 de agosto de 1987)

La sumisión al Superior General es "en la Fe católica de siempre". Como usted y Monseñor Fellay quieren ponernos bajo la autoridad de un papa que peca gravemente contra la fe, entonces "anathema sit"! Lo que se puede traducir por: separémonos o "deshagámonos de Monseñor Fellay y su banda". Eso no tiene nada de injurioso.
A pesar de numerosos consejos, de exhortaciones amistosas y de advertencias, Monseñor Fellay y su banda no han querido modificar su comportamiento suicida. Monseñor Williamson tenía que hablar.
Padre, usted es tan deshonesto que, en este año 2012, usted escribió a los tres obispos, alentado por Monseñor Fellay, una carta en donde usted justifica en doce puntos las "razones" para concluir un acuerdo con esas personas con las que estamos en desacuerdo. Las respuestas que usted recibió, las tres a su manera, destruyeron colmadamente el fondo de sus pseudo-argumentos acuerdistas. Publíquelas para que su terquedad sea patente a la cara del distrito de Alemania.
Si Monseñor Williamson no es el único en oponerse de manera argumentada a sus proyectos peligrosos, si es el único que, valientemente,  apunta a la cabeza pensante de estos proyectos. Monseñor Tissier de Mallerais y Monseñor de Galarreta se han contentado al contradecir y refutar la política y las doctrinas erróneas de Menzingen pero sin nombrar a las personas responsables de esta revolución interna. Eso está bien pero es insuficiente. ¿La prueba? La entrevista reciente del padre Pfluger haciendo una profesión de fe "angelical" en cuanto a "la asistencia del Espíritu Santo para el Papa y los Obispos", ellos, para quienes la más grande tragedia de la historia de la Iglesia, a saber, el Vaticano II, después de haber sido una nueva pentecostés, ¡se ha convertido en la brújula para la Iglesia del siglo XXI!
Por lo tanto Monseñor Williamson era el único y verdadero obstáculo a sus maniobras de tal modo que fue el Contra-Notra aetate por excelencia.
Monseñor Williamson continuará hablando. Monseñor Tissier de Mallerais lo hará cuando lo juzgue apropiado, y Monseñor de Galarreta lo volverá a hacer cuando haya regresado de sus ilusiones. Este último, espera poder salvar lo esencial por la primera, imperfecta y frágil condición sine que non del capítulo. El cree que eso le impedirá a la cabeza podrida de Menzingen concluir un mal acuerdo con Benedicto XVI. El no quiere resignarse todavía a ver que la unidad de la Fraternidad de Monseñor Lefebvre ya no existe. Hay dos campos irreductibles en ella, como en el Concilio: una minoría liberal, sentimental y conciliante, antes de ser conciliares; y otra minoría católica, doctrinal e intransigente. El groso de las tropas, estando muy ocupadas para darse cuenta de lo que está en juego, prefiere someterse a la autoridad. Porque hoy en día, el que gobierna la cabeza de la Fraternidad se parece más a Paulo VI lleno de contradicciones que a un Santo Pio X luminoso y firme en el combate de la fe.
Padre, usted ha sido deshonesto. Deje de engañar a los sacerdotes y a los fieles. Comprenda su error, regrese a la sana política de nuestro fundador y deje de destruir la casa paterna.

Un Sacerdote del distrito, el 28 de octubre de 2012.

En la fiesta de Cristo Rey.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

O CORDEL DA DESISTÊNCIA

Um pouco de literatura para falar sério. Não pense que não estou acompanhando as sandices dos ralliés de todas as sensibilidades... Estou. Apenas estou sem tempo para atualizar o blog. Coisa que vou corrigir já. Aqui vai o cordel brilhantemente escrito pelo sr. Eugênio Mendes. A culpa não é de quem fala sobre, mas de quem faz coisas erradas. Não invertamos as coisas!   


Adendo, leia também: CORDEL DA DESISTÊNCIA II 




O CORDEL DA DESISTÊNCIA




*Por Eugênio Mendes





Um pequeno cordel em homenagem a insistência de Dom Williamson em defender os supostos milagres ocorridos na missa bastarda.  

Aqui estou eu novamente
este famigerado escravo
a muito tempo não escrevia
ando por ai meio bravo

de cara vou dizendo
que não sou bom no cordel
até porque sou mineiro
mas vou tentar ser bem fiel

uma história que começou
em um tempo moribundo
com um famoso conciliábulo
chamado Vaticano segundo

apareceu um grande bispo
que era chamado Marcel
escolhido por Nosso Senhor
tratou o modernismo com fel

apareceu também em Campos
um bispo chamado Leão
Castro Mayer era seu nome
foi depois tratado em vão

Marcel decidiu fazer
Em defesa de Nosso Senhor
quatro polêmicas sagrações
entre modernistas causou furor

os modernistas reagiram
com a chamada Ecclesia Dei
muitos tradicionais desistiram
esqueceram de Cristo Rei

porém os quatro bispos
deveriam seguir o legado
Foram uma grande decepção
Os quatro causaram estrago

um deles era Fellay
como líder da tradição
Não conseguiu fazer nada
Além de uma grande traição

rebelou-se então Williamson
parecia... ia defender
a fé como causa primeira
e a Cristo não iria ofender

doce ilusão a minha
acreditei enquanto podia
aos poucos fui percebendo
que era mais uma utopia

Willianson começou dizendo
atacando o sionismo
parceia muito bem
mas era só um “bom-mocismo”

a missa nova então
aos poucos defendia
era possível sustentar a fé
na missa bastarda com valentia

isso não é possível 
já dizia o bispo Marcel
que essa missa moderna
não passa de uma torre de babel

então estive pensando
na falida desistência
Oh meu Deus não entendo
porque tamanha insistência

Williamson disse uma vez
que o tal do milagrito
acontecido em missa nova
não era nada esquisito

quis fazer-me acreditar
que o fato da Argentina
era motivo de festa
pra comemorar com serpentina

mas eu não sou trouxa
Deus é sempre ordenado
não pode fazer milagre
pra me deixar enganado

sagrou mais dois bispos
que pareciam muito valentes
outra decepção
a covardia ficou latente

Dom Tomás então disse
diante da infâmia alheia
“Um bispo é um bispo” (1)
meu Deus a coisa “ta” feia

estou esquecendo de Trincado
dono do blog “tradicional”
só esquece de dizer
que é tudo liberal

a dona do tal blog
que por ai se diz "Cristera"
uma hora vai se dar conta
arrumou uma bela "duma" frieira

e Trincado andou dizendo
pra defender o famigerado
que não eram dogmáticas
as Palavras do Crucificado

e voltando aos milagritos
não preciso acreditar
nos falsos milagres em missa nova
“Cadê” o Magistério pra registrar?

o bispo de Kent disse então
houve muitas conversões
pra qual igreja pergunto?
pra qual das duas versões?

é fato que existem duas
assim disse Dom Tomás
uma verdadeira em uma falsa
quem será capaz?

de esclarecer essa séria dúvida
que talvez seja a questão
mas já deixou claro
o bispo chamado Leão

Castro Mayer já dizia
que houve um cisma então
com o tal conciliábulo
são duas igrejas, ou não?

e por isso sigo católico
não faço parte de grupo algum
quero apenas a Meu Deus
QUE EM TUDO DISSE QUE É UM (Efésios 4,5)

Viva Cristo Rei!!


(1) Pequena catequese depois da missa de 03/01/16, no Mosteiro de Santa Cruz, por mim presenciada. 

Fonte: http://missaocristorei.blogspot.com.br/2017/01/o-cordel-da-desistencia.html


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