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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

A CONDENAÇÃO DA IDEOLOGIA SIONISTA PELA IGREJA E MAXIMILIANO KRAH

Então, se não é de hoje que a Igreja condena o sionismo, eu pergunto a meus botões o que faz o líder da Neo-FSSPX de braços dados com um sionista de carteirinha? E, mais, por quê entregou o dinheiro da obra fundada por Mons. Lefebvre a esse tipo? E, ainda, por quê os padres e fiéis que seguem na Neo-FSSPX sequer se incomodam com isso? O que há com vocês, criaturas? 

Vamos ao texto.

"Os judeus não têm nenhum direito de soberania sobre a Terra Santa"
SS Bento XV.
O Estado Judeu da antiguidade, depois da destruição do Templo e a dispersão do povo pelo Império Romano, foi destruído por Deus como castigo dos pecados do povo hebreu. Por isso, para a Igreja, somente o Messias de Deus, durante sua segunda vinda, poderá restabelecer o reino de Israel e aos judeus em sua terra.
É assim que a Igreja rechaça, por razões teológicas, a ideia de um Estado Judeu, tal qual foi constituído segundo as modalidades de sua criação pelos sionistas, ou seja, pelos homens e não pela vontade divina. Isso explica porque São Pio X, em 1904, declarou firmemente a Theodor Herzl, fundador da ideologia sionista: “Nós não poderemos impedir aos judeus de irem a Jerusalém, porém jamais poderemos incentivá-los. O solo de Jerusalém não foi sempre sagrado, até ser santificado pela vida de Jesus. Os judeus não reconheceram a Nosso Senhor, e nós não poderemos reconhecer ao povo judeu. Non possumus” (São Pio X, 25 de janeiro de 1904, Cidade do Vaticano).

Esta posição foi depois retomada e reafirmada por Bento XV, que de maneira extremamente explicita destacou: “Os judeus não têm nenhum direito de soberania sobre a terra santa” (Nota de rodapé da declaração de Balfour, 1917).
Além disso, Bento XV, em una alocução do Consistório em 10 de março de 1919, expressou claramente sua ansiedade em relação ao plano que devia criar na Palestina uma situação privilegiada em favor dos judeus, e “entregar” os monumentos cristãos aos não cristãos. Em 13 de junho de 1921, ficou alarmado pelo fato de que “os judeus se encontram na Palestina em posição de preponderância e de privilegio”. Mais tarde, insistiu fortemente para que os direitos da Igreja Católica na Palestina fossem escrupulosamente salvaguardados (13 de junho de 1921). 

[É nesse contexto que, em abril e maio de 1922, o Patriarca Latino de Jerusalém, Monsenhor Barlassina, retornou a Roma, e preparou uma preleção muito estimada na qual dizia o que se segue:]
A intenção do sionismo é a conquista da Palestina. Para alcançar seus fins, os sionistas recorrem a qualquer meio. Protegidos pelas autoridades britânica, eles são, na realidade, os senhores da Palestina, fazendo leis, impondo sua vontade a toda a população. Os católicos, os muçulmanos, e inclusive os Israelitas ortodoxos são submetidos a violações inomináveis... têm a sua disposição grandes somas de dinheiro enviado pelas organizações sionistas… principalmente as dos Estados Unidos e da Grã Bretanha. Com este dinheiro, eles compram as terras dos muçulmanos arruinados pela guerra, fundam escolas e às vezes corrompem a consciência moral… Como o provam relatórios fundados, a intenção dos sionistas é de expropriar, pouco a pouco, aos árabes e aos cristãos... Para aumentar o número de seus correligionários, organizam a imigração para a Palestina de judeus russos, quase todos bolcheviques. Não menos fatal é a obra de imoralidade dos Sionistas desde que se converteram em senhores da Palestina, esta se estendeu terrivelmente em sua terra, banhada pelo Sangue de Jesus Cristo. Bordeis foram abertos em Jerusalém, Haifa, Nazareth… mulheres de má vida pululam em todas as partes e doenças vergonhosas se espalham. Atualmente, qual é a condição dos católicos na Palestina? Subversiva, mas sistematicamente, os sionistas os afligem com todas as vexações possíveis”.  Civilta Cattolica, vol. 2, 1922, pp. 461-462.
Depois da segunda guerra mundial, enquanto se assistia a uma instalação massiva dos judeus na Palestina em condições escandalosas em relação aos moradores locais, de novo o Papa Pio XII dez não menos de sete intervenções em Encíclicas, discursos e mensagens sobre a questão de Jerusalém, destacando que “Os lugares Santos devem ser preservados, os fiéis devem ter livre acesso sem perigo, e os cristãos tem o direito de exercer um controle absoluto sobre seus lugares de oração” (Auspicia Quaedam, 1 mayo 1948).
Vemos que a Igreja pré-conciliar em sua sabedoria, apesar das garantia que Theodor Herzl deu a São Pio X, em relação ao estatuto dos Lugares santos, opôs o famoso non possumus que foi a resposta católica tradicional em sua atitude diante do sionismo e o Estado de Israel; uma atitude antissionista baseada na rejeição teológica de um retorno dos judeus a sua terra ancestral obtido sem a ajuda da Divina Providencia, mas pela utilização de meios inaceitáveis e métodos em completa contradição com as leis de Deus, cujas terríveis consequências não cessaram de produzir frutos perversos de efeitos duradouros.
Extrato deste artículo de "LA QUESTION".
Vemos, de fato, que, apesar da doutrina clara da Igreja a esse respeito, Monsenhor Fellay [que nem deveria ter se aproximado] não se distanciou do sionista Maximiliano Krah, o qual maneja as finanças da FSSPX e apoia indiscutivelmente o Estado de Israel:
Em uma entrevista ao Remnant, Krah afirmou:
 “…. Eu no tenho nenhum problema em dizer que tenho uma atitude positiva em relação ao estado de Israel…”
Em seu Facebook, Krah curte organização organización "Yesh Sikuy":



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Maximilian Krah - foto estampada em seu perfil no Facebook

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2 comentários:

  1. Mas que homem esquisito é esse? Parece efeminado.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Este senhor é Maximilian Krah, o todopoderoso assessor de dom Fellay.
      Obrigada por chamar a atenção para o fato de que a foto não foi identificada. E para dar veracidade à informação informarei tb o Facebook do tipo: https://www.facebook.com/maximilian.krah.

      Excluir

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