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quinta-feira, 26 de julho de 2012

Museu das Almas do Purgatório

O sermão de Padre Cardozo do 8° Domingo depois de Pentecostes (vide abaixo) me inspirou a pesquisar sobre o Museu das Almas do Purgatório, em Roma.

Museu das Almas do Purgatório

Este insólito museu está localizado na Igreja do Sagrado Coração do Sufrágio, no Lungotevere Prati, 18, em Roma. O estilo neogótico da construção, projetada pelo arquiteto Giuseppe Gualandi, tem algo de fascinante e, ao mesmo tempo, espectral, e lhe garantiu a definição de "Pequeno Duomo de Milão". A igreja foi edificada em um terreno edificável comprado, em 1893, pelo padre Victor Jouet, da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração, fundada por Jean Jules Chevalier em 1854. A construção levou 23 anos, estendendo-se de 1983 a 1917. 

Em 15 de Setembro de 1897, deu-se um incêndio no interior do edifício; depois de apagado o fogo, o padre Jouet reconheceu em uma mancha desenhada pelo fogo na parede um rosto padecente. O episódio foi documentado com uma fotografia que está guardada no interior da igreja e deu lugar ao Museu das Almas do Purgatório, que substituiu a pequena capela de Nossa Senhora de Rosário. O pároco convenceu-se de que se tratava da alma de um falecido que se encontrava no Purgatório, mas que queria entrar em contato com os vivos. Com esta convicção na cabeça, Padre Jouet começou a procurar outras aparições desse tipo. Ele prosseguiu com suas pesquisas através de longas viagens na Itália e na Europa, e recolheu várias relíquias que pareciam dar credibilidade à sua opinião.


Vários objetos "tocados" pelas almas dos mortos se encontram no museu. A estrutura, entre outras coisas, tem também a reputação de lugar "maldito". As relíquias, cerca de uma dúzia, são todas acompanhadas por uma rica documentação. Entre outros, há a impressão digital feita em fogo sobre uma almofada, deixada na noite entre 5 e 6 de junho de 1894, pelo fantasma da Irmã Maria de São Luís Gonzaga enquanto aparecia à Irmã Margarida do Sagrado Coração quando esta se encontrava em sua cama. O fantasma da mulher tinha uma expressão desesperada e estava cercado por sombras negras. A falecida contou que estava no Purgatório porque em vida ela havia pecado gravemente por ter desejado morrer por causa do indescritível sofrimento que lhe causara a tuberculose; mas, após o encorajamento da Madre Superiora, confiou-se tranquilamente à vontade de Deus; poucos dias depois, na manhã de 5 de junho, ela morreu em paz: contudo, deveria passar 20 anos no Purgatório; o fantasma pediu, então, orações para acelerar a passagem para o Paraiso. O fantasma reapareceu nos dias 20 e 25 de Junho à mesma irmã para agradecer suas orações e deu-lhe algumas mensagens espirituais antes de subir para o Céu.

Outro testemunho presente no museu é representado pelas impressões digitais de um sacerdote falecido na manga da veste de uma monja, sobre a mesinha de trabalho dela e em uma folha de papel. O evento em questão aconteceu em 01 de novembro de 1731. Na igreja do mosteiro de São Francisco, em Todi, a Madre Abadessa Isabella Fornari assistia à Missa que o Padre Isidoro Gazala estava celebrando em sufrágio de Padre Panzini, falecido abade Olivetano de Mântua. O religioso quis deixar um sinal de sua passagem e comunicar desta forma que ele ainda estava no Purgatório.

Outra relíquia diz respeito às misteriosas aparições da Sra. Leleux a seu filho Joseph, em Wodecq, na Bélgica, em 1789, vinte e sete anos após sua morte. Durante esta aparição, a mãe deixou sua marca na manga da camisa de seu filho, mas antes havia se manifestado durante as onze noites anteriores, atormentando seu filho, lembrando-lhe de celebrar missas para sua alma e implorando-lhe de abandonar a sua vida dissoluta. A mulher alcançou seu objetivo. Seu filho fundou uma congregação religiosa e morreu em odor de santidade em 1825.

Em 21 de dezembro de 1838, Joseph Stitz estava lendo um livro de orações quando uma mão ficou estampada sobre as páginas. O sujeito afirmou sentir uma estranha presença no quarto, uma rajada de ar gelado e uma voz: era a voz de seu irmão falecido recentemente, que lhe pedia para rezar algumas Missas para encurtar sua estada no Purgatório. Há ainda outros exemplos deste tipo no museu.

O Padre Jouet fundou a Associação do Sagrado Coração de Jesus para o sufrágio das Almas do Purgatório.

Para visitar o Museu, basta ir a Roma, Lungotevere Prati, 18, das 9 às 12:30 e das 17 às 19.

Esses fenômenos não dizem respeito às teorias heréticas espíritas sobre a comunicação com os mortos, que a Igreja condena. Esses fatos são fatos excepcionais permitidos pela Divina Providência




ALGUMAS FOTOS. Clique para ampliar e ver melhor.

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Fonte de pesquisa: WEB
Tradução: Giulia d'Amore


Sermão do 8° Domingo depois de Pentecostes 

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É uma grande caridade rezar por aqueles que não podem nos recompensar.



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