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terça-feira, 3 de julho de 2012

Mons. de Galarreta em Albano: é preciso fechar a "caixa de pandora"...

O site italiano NON POSSUM reproduz a reflexão de Dom de Galarreta sobre a proposta romana proferida por ele em Albano, em 2011:
 

Mons. Alfonso de Galarreta: "Pelo bem da Fraternidade e da Tradição, é preciso tornar a fechar o mais rápido possível a 'caixa de Pandora', para evitar o descrédito e a demolição da autoridade, para evitar as contestações, as discórdias, talvez sem volta"


Vou tentar traduzir brevemente e publicar aqui. Mas... é fácil de entender, se você quiser se arriscar!

Apenas para reflexão:
"Como indicava Mons. Lefebvre depois das consagrações: será preciso esperar, infelizmente, que a situação deles se agrave... até que estejam prontos para abandonar o Vaticano II."
G.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Legado de Mons. Lefebvre

Último número de "LA TRADIZIONE CATTOLICA"... A vinte anos da morte de Monsenhor Lefebvre.



 
"... Que coisa mais bela Nosso Senhor legou à humanidade, que coisa mais preciosa, mais santa (...) quando morria na Cruz? Foi o Sacrifício de si mesmo (...). A Missa é o “tesouro – o maior, o mais rico – que Nosso Senhor concedeu” à humanidade. (...) A Missa é "tudo para Deus". Por isso vos digo: pela glória da Santíssima Trindade, pelo amor de Nosso Senhor Jesus Cristo, pela devoção à Santíssima Virgem Maria, pelo amor à Igreja, pelo amor ao Papa, pelo amor aos Bispos, aos Sacerdotes, a todos os fieis, pela salvação do mundo (...) guardai o testamento de Jesus Cristo, guardai o Sacrifício de Nosso Senhor! Conservai a Missa de Sempre! (...)" (Mons. Marcel Lefebvre)


Esperamos que todos os membros da Fraternidade São Pio X nunca esqueçam o que diz abaixo Mons. Fellay...


SEM MONS. LEFEBVRE NÃO HÁ FRATERNIDADE SÃO PIO X

Olhemos um pouco mais de perto esta nossa Fraternidade. Há algo evidente: falar da Fraternidade, falar do que ela faz, falar de suas intenções, significa falar necessariamente de uma pessoa, de nosso caro e venerado Fundador, Mons. Marcel Lefebvre. Se ele não tivesse existido, não haveria Fraternidade alguma, nós não existiríamos. Esta obra da Igreja existe porque ele a fundou, e não só isso: toda a nossa batalha pela Igreja é regida pelas suas diretrizes, por um espírito que recebemos de Mons. Lefebvre.  É claro que ele foi um homem suscitado pela Divina Providência para esta época. Por isso, Deus o dotou de um número impressionante de talentos e de dons. Em primeiro lugar, lhe permitiu de compreender que na Igreja havia um problema, uma crise. Deus também lhe deu a capacidade de mostrar os meios para sair dela, e qual era o antídoto. A Fraternidade, depois de quarenta anos, vive dessas indicações que nos foram dadas por Mons. Lefebvre.
A coisa mais extraordinária é que as indicações que nos deixou – seja para explicar o que acontece na Igreja, seja para mostrar quais são os meios que precisamos usar para sair disso –, esta visão da Igreja é tão profunda que após quarenta anos se pode ler o que diz e aplicá-lo como se o estivesse dizendo agora. Isto significa que tal visão é tão elevada que de alguma maneira supera o tempo; vale para a nossa época e, mesmo assim, é suficientemente acima dos elementos particulares e contingentes de uma época que pode nos mostrar o que é preciso fazer. Colocado o problema, eis a solução!
A Fraternidade é um legado. Até nisso há um liame com a Igreja. A Igreja é uma tradição, no sentido de que de geração em geração é transmitido aos pósteros o que Nosso Senhor Jesus Cristo confiou aos Apóstolos. Isso é, de fato, a tradição: a transmissão de um depósito, de um tesouro que se chama “depósito revelado”, que Deus confiou aos homens para salvação deles próprios. Na nossa Fraternidade ouve-se repetir exatamente a mesma coisa, um eco fiel, não algo de diferente, porque nós estamos na Igreja.
Mons. Lefebvre dizia, e quis que fosse escrito em sua lápide: “Transmiti o que recebi” (I Cor 11, 23). Nós recebemos e ainda vivemos hoje este tesouro. Se vocês estão aqui hoje é porque vocês também receberam este tesouro, e, se nós contamos hoje quarenta anos de existência, significa que por quarenta anos esta transmissão foi mantida. O que fazemos – e Monsenhor insistiu muito sobre este ponto – não deve ser outra coisa do que aquilo que faz a Igreja.
Quando nos falava do espírito que deve animar a Fraternidade; quando lhe perguntávamos qual devesse ser este espírito, ele respondia que ela (Fraternidade) não quer ter um espírito próprio, mas o da Igreja. Considerando a Igreja, vemos o que domina nela e o que a move. Este mesmo espírito deve ser o que move a Fraternidade. Agora na Igreja tem o combate e a defesa da Fé. Mas isto não basta. Não é tudo. Vocês mesmos compreendem bem como as pessoas que nos olham de fora veem elementos negativos: a defesa da Fé, a condenação dos erros, o combate ou mesmo a guerra… e geralmente param aí. Seria bom que olhassem um pouco melhor, e veriam que estes elementos são bem reais, mas não são o fim nem o cumprimento da Fraternidade. O fim é a santidade. É verdadeiramente belo e extraordinário considerar esta finalidade em uma época como a nossa, na qual a santidade é ridicularizada em toda parte. Época em que as proteções e os auxílios que ofereciam as leis dos Estados para a moral e a defesa da lei natural desapareceram. Tudo ruiu, tudo foi afundado na podridão... pois bem, em um tal ambiente, em tal naufrágio, é verdadeiramente extraordinário ver que esta pequena Fraternidade, atacada por todos os lados, consegue, de alguma forma, fazer brilhar a luz de Deus, que é a luz da Fé, dando aos homens a coragem de resistir no meio de tudo isso, para viver uma vida que agrada a Deus, uma vida na graça. É algo absolutamente extraordinário que de milagroso. Hoje devemos, realmente, dar graças a Deus. Dar graças a Deus por ter-nos dado um Mons. Lefebvre.

NONPOSSUMUS
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

domingo, 28 de agosto de 2011

Monsignor Marcel lefebvre, quarenta anos a serviço da Verdadeira Igreja Apostólica Romana

Do blog NON POSSUMUS, um artigo-homenagem sobre Mons. Lefebvre e sua vida a serviço da Verdadeira Igreja Apóstolica Romana. Em italiano.

Monsignor Marcel Lefebvre, quaranta anni a servizio della vera Chiesa Apostolica Romana...

http://www.therecord.com.au/site/images/stories/lefebvre.gif


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domingo, 10 de julho de 2011

Escândalo de Assis mais uma vez!

 
"Por causa da injustiça gritante e do abuso de poder, chegamos ao compromisso com o materialismo ateu, negador dos direitos de Deus. Este é o castigo preanunciado em Fátima [...] todos os padres que defendem a possibilidade de um diálogo com os negadores de Deus e com os poderes lucíferos do mundo enlouqueceram, perderam a Fé, não creem mais no Evangelho! Assim fazendo traem a palavra de Deus, porque Cristo veio trazer na Terra perpetua aliança somente aos homens de coração, mas não se aliou com os homens sedentos de poder e de domínio sobre os irmãos [...] o rebanho é disperso quando os pastores se aliam com inimigos da Verdade de Cristo. Todas as formas de poder que se fazem surdas à vontade de Deus são lobos ferozes que renovam a Paixão de Cristo e fazem verter Lágrimas a Nossa Senhora". (Santo Padre Pio).

No artigo:

Descrevemos a inutilidade das proclamações de paz invocadas pelos governantes da Igreja hodierna; agora em outubro de 2011, esses Prelados, do Papa para baixo, lançaram uma reiteração daquela jornada de oração relativista com as falsas religiões desta terra de 1986. Em seguida, depois de nossas considerações, podemos ler um pronunciamento do Cardeal de Estado Vaticano Tarcisio Bertone, um dos coveiros[2] da Mensagem de Fátima junto com Ratzinger, hoje Papa, o Cardeal Sodano e o Cardeal Hoyos.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Non Possum: sobre os colóquios


 
Antes de ler este interessante artigo, seria oportuno ouvir e ler o que Mons. Lefebvre disse ao Cardeal Ratzinger... 

Trecho de homilia de Dom Lefebvre (com subtítulos em italiano), registrada no dia 04 de outubro de 1987. O fundador da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, falando do então Cardeal Ratzinger, diz claramente que com ele nunca se poderia chegar a um acordo, porque Ratzinger trabalha pela DESCRISTIANIZAÇÃO da Igreja. 


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O bordão de junho: A regularização canônica da FSSPX

de Belvecchio 

E chegamos perto da festa dos SS. Pedro e Paulo.
 
Em geral, a partir do final de junho, muitas estruturas eclesiásticas se concedem uma espécie de descanso. Prelados, funcionários e seminaristas saem de férias, ou quase. Uma espécie de desaceleração das incumbências anuais.
 

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