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terça-feira, 31 de maio de 2011

A mão que apaga e a voz que adormece

“A mão que apaga e a voz que adormece”


Paulo Roberto Campos

Neste blog já postamos várias matérias sobre a iníqua aprovação do “Supremo Absurdo” (vide post abaixo: “Contrariando a Constituição, STF reconhece ‘união estável’ entre pessoas do mesmo sexo”), mas ainda não tratamos de um aspecto crucial relativo à decisão do Supremo Tribunal Federal, emitida no dia 5 de maio p.p.


Tal aspecto — ó tristeza! — é lamentável, vergonhoso, trágico: a ausência de uma condenação, ou pelo menos de uma palavra firme da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) repudiando a aprovação de um comportamento tão oposto ao ensinamento do Magistério infalível da Igreja!


Não tenho palavras adequadas para exprimir a perplexidade e tristeza que causou em muitos meios católicos esta falta de reatividade dos pastores em defesa de suas ovelhas ameaçadas por leis tão opostas às Leis de Deus.


Esperava que até o fim deste mês de maio surgisse ao menos uma voz de dentro da CNBB ecoando, de modo claro e firme, a doutrina católica contrária ao homossexualismo. Chegamos ao último dia do mês... e... nada de nada! Infelizmente!


Como não tenho a palavra certa para exprimir os sentimentos de perplexidade e tristeza, recorro a uma frase que os expressa muito bem, embora não esteja seguro quanto ao seu autor — se não me engano, o célebre escritor e jornalista francês Louis Veuillot (1813–1883): “A mão que apaga e a voz que adormece!” Assim ele qualificava certos líderes que deveriam promover sadias reações contra os inimigos da Fé, mas que pelo contrário não faziam senão adormecê-las.




O artigo abaixo explicita bem a situação na qual nos encontramos após a aprovação do “Supremo Absurdo”. Convém muito divulgá-lo, para não permitir que a “chama se apague” e suscitar boas reações das “vozes que ainda não se adormeceram” em defesa do ensinamento tradicional da Igreja, contrário às aberrações morais.



Juízes ativistas e a ideologia homossexual:
o “ópio dos intelectuais”

Luiz Sérgio Solimeo


“Um fantasma ronda a Europa — o fantasma do comunismo”, assim começava o Manifesto Comunista de Marx e Engels, em 1848. Adaptado para os dias de hoje, poderíamos dizer: “Um fantasma ronda o mundo — o fantasma da ideologia homossexual”.

A ideologia homossexual o novo “ópio dos intelectuais”
Com efeito, assim como o comunismo exerceu uma atração quase mágica sobre os intelectuais do Ocidente, a ponto de ser qualificado como O Ópio dos Intelectuais, o mesmo parece estar se dando agora com a ideologia homossexual, muito afim com os pressupostos filosóficos do marxismo.

Ao que parece, sob efeito desse novo ópio dos intelectuais, os juízes da Suprema Corte do Brasil, imitando seus colegas de outras plagas, legalizaram, por via judicial, a união homossexual e abriram o caminho para o chamado “casamento” entre duplas do mesmo sexo.

Interpretando a Constituição à luz da ideologia
Nos dias 4 e 5 de maio últimos, por unanimidade, os juizes da mais alta corte brasileira decidiram dar uma nova interpretação a dois artigos da Constituição do país, fazendo com que tais artigos legitimassem a união homossexual.

O Art. 226, § 3º da Constituição Federal estatuía: “Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento”. Já o Art. 1.723 declarava: “É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família”.

Segundo a nova interpretação, a expressão “entidade familiar” em tais dispositivos não deve mais ser entendida de modo a definir tão-somente a união estável entre homem e mulher, com o fim de fundar uma família, mas também a “união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo”. A partir de agora, as uniões homossexuais devem ser reconhecidas “segundo as mesmas regras e com as mesmas consequências da união estável heteroafetiva”.

A abrindo o caminho para o “casamento” homossexual
Como ressaltou o Pe. Lodi da Cruz, benemérito lutador em defesa da família contra o aborto e o homosseuxalismo, “Uma das consequências imediatas do reconhecimento da ‘união estável’ entre pessoas do mesmo sexo é que tal união poderá ser convertida em casamento, conforme o artigo 1726 do Código Civil: ‘A união estável poderá converter-se em casamento, mediante pedido dos companheiros ao juiz e assento no Registro Civil’. De um só golpe, portanto, o Supremo Tribunal Federal reconhece a ‘união estável’ e o ‘casamento’ de homossexuais!”

A reação moderada da Conferência dos Bispos
A decisão do Supremo Tribunal Federal, que golpeou a fundo princípios básicos da moral natural e da Doutrina Católica, ocorreu justamente durante a assembléia anual da Conferência dos Bispos do Brasil. No entanto, essa questão de suprema importância, não estava na pauta da assembléia para ser discutida pelos bispos.

No final da reunião, a entidade episcopal publicou um comunicado lamentando a decisão e lembrando a doutrina católica sobre o casamento. Mas, infelizmente, o fez num tom frio e burocrático, sem convocar os católicos à luta para restaurar a correta interpretação da Constituição. Estranhamente, tampouco fez menção ao pecado que representa uma união homossexual, a fortiori uma “união estável”, tenha ela o nome de “parceria”, “união civil, “casamento” ou o que quer que seja. Tomando o terrível golpe contra o casamento e a instituição da família como um fato consumado, a nota da Conferência episcopal termina com uma vaga promessa dos bispos de “renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa”.

É bem evidente que a posição da Conferência dos Bispos não representa o pensamento de inúmeros membros do Episcopado nacional, os quais têm tomado posição mais combativa.

“Não fazer nenhuma cruzada”
Durante a mesma reunião, como de praxe, alguns bispos foram designados diariamente para falar com a imprensa. Questionados a respeito da decisão do Supremo Tribunal, suas declarações manifestaram a mesma falta de combatividade, chegando mesmo a serem ambíguas em relação à legitimidade das uniões homossexuais.

Assim, por exemplo o bispo diocesano de Camaçari (BA), dom João Carlos Petrini, embora tenha criticado a posição do Supremo, declarou que os bispos “não vão fazer nenhuma cruzada” contra a decisão judicial, mas continuarão a defender o conceito deles de família.

Também por essa ocasião, o arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, deu a entender aos repórteres que não era contrário à “união homossexual” mas apenas ao “casamento” homossexual. Relata um jornal: “Para ele, ‘faz parte do direito da pessoa humana’ ter acesso a heranças e outros benefícios, como prevê a manifestação dos ministros, mas ‘outra coisa é formar a família humana, dentro do que nós vemos que faz parte do direito natural’”. Ainda segundo a mesma publicação ele teria acrescentado: “Nós somos a favor da vida, somos contra qualquer discriminação. Somos contra as pessoas viverem, assim, umas contra as outras”.

“Só não chamem de ‘casamento’!”
Mais explícito ainda na aceitação da iníqua decisão judicial foi dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo de Nova Friburgo (RJ), que declarou: “Uma coisa é a união civil. A outra é o casamento, que é um sacramento da Igreja. O direito de duas pessoas constituírem patrimônio é consenso, mas não devemos chamar isso de casamento”.

“Teólogo da libertação” apoia “casamento” homossexual
O padre carmelita frei Gilvander Moreira, de Belo Horizonte, professor de Teologia adepto da Teologia da Libertação, fez declarações escandalosas. Perguntado como ele tinha reagido à decisão dos juízes respondeu:

“Com alegria, pois é uma vitória dos movimentos e dos grupos que historicamente vêm lutando pelo direito à liberdade sexual homossexual. … Há famílias tradicionais; famílias só com mãe e filhos … famílias só ‘marido e mulher’, sem filhos. Por que não pode haver também famílias homossexuais?”

Uma pesquisa, em 16/17 de maio, no site da Conferência dos Bispos, no site de sua Ordem e em outros sites noticiosos, não constatou nenhuma punição, nem mesmo repreensão, ao referido religioso.

Pelo contrário, um dos juizes-legisladores saudou efusivamente a escandalosa declaração do frade carmelita, teólogo da libertação, o qual foi aplaudido por representantes do movimento homossexual.

Preparando a “lei da mordaça”
A intervenção ditatorial dos juizes ativistas, legislando a partir da tribuna, vem favorecer a aprovação pelo Congresso de uma lei que estabelece a ditadura homossexual no Brasil. Trata-se da chamada “lei da mordaça” que está para ser votada nestes dias no Senado, e que visa coibir e penalizar manifestações contrárias à prática homossexual em locais públicos e privados, qualificando-as de crime de homofobia. Este é equiparado, para efeitos legais e de punição, ao crime de racismo, crime inafiançável e imprescritível, sujeito à pena de reclusão.

“Resistir fortes na fé”
Em que pese a força do poderoso partido homossexual, bem como a intoxicação de vastos setores por esse novo ópio dos intelectuais — a ideologia homossexual — e, sobretudo, a falta de liderança daqueles que deviam ser os primeiros a conclamar a uma luta, dentro dos ditames da lei e da moral, contra a implantação do total amoralismo num País católico, nós, com a ajuda divina, devemos seguir o conselho de São Pedro e resistir fortes na fé.

Que a isso nos ajude a Santíssima Virgem que, em Fátima, prometeu a vitória de seu Imaculado Coração.
“Sede sóbrios e vigiai. Vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar. Resisti-lhe fortes na fé. Vós sabeis que os vossos irmãos, que estão espalhados pelo mundo, sofrem os mesmos padecimentos que vós”. (1 Pet 5:8-9).
____________
[1] Cf. Raymond Aron, O Ópio dos Intelectuais, Unb, 1980.
[2] Cf. TFP Committee on American Issues, Defending A Higher Law – Why We Must Resist Same-Sex “Marriage” and the Homosexual Movement, (The American Society For the Defense of Tradition Family and Property, Spring Grove, Penn., 2004, pp. 15-20.
[3] Um dos juízes, embora favorável à medida, estava impedido de se pronunciar, por razões técnicas.
[4] Cf. Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Supremo absurdo – Contrariando o texto da Constituição, STF reconhece “união estável” entre pessoas do mesmo sexo. 12, maio, 2011, at http://www.ipco.org.br/home/noticias/supremo-absurdo.
[5] Idem.
[6] Informa Carolina Iskandarian, do G1-SP: “Polêmico, o assunto foi abordado por jornalistas na entrevista, por volta de 15h30, em que quatro bispos estavam presentes. O porta-voz do evento e arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, tomou o microfone e lembrou que o tema ‘não é assunto da assembleia’ e não está na pauta do encontro, que vai até o dia 13 de maio”. (http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/bispos-criticam-uniao-gay-em-dia-de-votacao-do-tema-no-stf.html).
[7] Nota da CNBB a respeito da decisão do Supremo Tribunal Federal quanto à união entre pessoas do mesmo sexo, at http://www.cnbb.org.br/site/eventos/assembleia-geral/6533-nota-da-cnbb-a-respeito-da-decisao-do-supremo-tribunal-federal-quanto-a-uniao-entre-pessoas-do-mesmo-sexo.
[8] G1 São Paulo, ‘Não vamos fazer nenhuma cruzada’, diz bispo em SP sobre união gay, 06/05/2011 18h14 – Atualizado em 06/05/2011 18h51, http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/nao-vamos-fazer-nenhuma-cruzada-diz-bispo-em-sp-sobre-uniao-gay.html.
[9] Idem.
[10] Carolina Iskandarian, G1 SP, em Aparecida, 05/05/2011 17h26 – Atualizado em 05/05/2011 17h41 Bispos criticam união gay em dia de votação do tema no STF, http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/05/bispos-criticam-uniao-gay-em-dia-de-votacao-do-tema-no-stf.html.
[11] Chico Otávio, Por que não famílias homossexuais? Padre contraria CNBB e elogia Supremo por legalizar união de casais gays no Brasil, Publicada em 12/05/2011 às 23h42m, http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/12/padre-contraria-cnbb-elogia-supremo-por-legalizar-uniao-de-casais-gays-no-brasil-924449881.asp
[12] Evandro Éboli, Ayres Britto elogia padre Gilvander por sua defesa da união homoafetiva, “O Globo” 13/05/2011, http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/13/ayres-britto-elogia-padre-gilvander-por-sua-defesa-da-uniao-homoafetiva-924460768.asp#ixzz1Md3qXXbG.
[13] Cf. Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, Senado adia votação do PLC 122/2006: a lâmina da guilhotina permanece suspensa, 13, maio, 2011, at http://www.ipco.org.br/home/noticias/senado-adia-votacao-do-plc-1222006-a-lamina-da-guilhotina-permanece-suspensa ; Luiz Sérgio Solimeo, The World Watches as Brazil Advances Toward a Homosexual Dictatorship, July 24, 2008, at http://www.tfp.org/tfp-home/news-commentary/the-world-watches-as-brazil-advances-toward-a-homosexual-dictatorship.html

 




O que eu quero?

O QUE EU QUERO?


¿QUÉ QUIERO YO?
O QUE EU QUERO?


¿Qué quiero, mi Jesús? — Quiero quererte,
Quiero, cuanto hay en mí, del todo darte,
Sin tener más placer, que el de agradarte,
Sin tener más temor que el de ofenderte.

Quiero olvidarlo todo y conocerte,
Quiero dejarlo todo por buscarte,
Quiero perderlo todo por hallarte,
Quiero ignorarlo todo por saberte.

Quiero, amable Jesús, quiero abismarme
En ese dulce abismo de tu herida,
Y en sus divinas llamas abrasarme.

Quiero, en Aquél que quiero, transformarme;
Morir a mí, para vivir su vida,
Perderme en Tí, Jesús, y no encontrarme.


O que eu quero, meu Jesus? Quero querer-Te,
Quero, do que há em mim, tudo dar-Te,
Sem ter mais prazer que o de agradar-Te,
Sem ter mais temor do que ofender-Te.

Quero esquecer tudo e conhecer-Te,
Quero deixar tudo por buscar-Te,
Quero perder tudo por encontrar-Te,
Quero ignorar tudo por saber-Te.

Quero, amável Jesus, quero abismar-me
Nesse doce abismo de tua ferida,
E em tuas divinas chamas abrasar-me.

Quero, nAquele que quero, transformar-me;
Morrer-me, para viver Sua vida,
Perder-me em Ti, Jesus, e não encontrar-me.


R. M. Andreu, S. J.

FONTE: CATOLICIDAD
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

segunda-feira, 30 de maio de 2011

PRAYER FOR THE CANONIZATION OF HIS GRACE ARCHBISHOP MARCEL LEFEBVRE

O blog é meu, e eu publico o que eu quiser! 
Se alguém discorda sobre a santidade deste herói da Fé, bem... reclame "prum" bispo modernista!
PRAYER FOR THE CANONIZATION 
OF HIS GRACE ARCHBISHOP MARCEL LEFEBVRE 


O Jesus, Eternal High Priest,
who didst deign to raise Thy faithful servant Marcel Lefebvre to the Episcopal dignity and to grant him the grace of being a fearless defender of the Holy Mass, of the Catholic Priesthood, of Thy Holy Church, and of the Holy See, of being a courageous apostle of Thy Kingdom on earth, of being a devoted servant of Thy holy Mother, and of being a shining example of charity, of humility and of all virtues; bestow upon us now, by his merits, the graces we beseech of Thee, so that, assured of his efficacious intercession with Thee, we may one day see him raised to the honours of our altars. Amen.




Eu já havia publicado outra prece, em italiano: AQUI




COMENTÁRIOS PÚBLICOS, LOGO ABAIXO.
EM PRIVADO AQUI

domingo, 29 de maio de 2011

“Sua Santidade, nomeie para nós bispos melhores”

Acompanhando as últimas notícias na Europa, traduzi esta carta interessante do clero francês, manifestando-se sobre as mais recentes nomeações da Congregação para os Bispos. O que nos faz refletir sobre a atuação morna (ou fria, congelante) do clero brasileiro, como que indicando sua satisfação com a equipe episcopal brasileira, sem exceções! Imitamos o mundo somente no que tem de pior... 


GdA




 “Sua Santidade, nomeie para nós bispos melhores”

S. Em. Rev.ma. Cardeal Karl Lehmann, arcebispo de Mainz



Vinte e um padres franceses escreveram uma carta ao Cardeal Ouellet para, respeitosamente, expressar seu grito de dor diante das nomeações episcopais que se colocam na mais incompreensível continuidade com a amostra episcopal que nas últimas décadas arrastou o catolicismo francês, solidamente radicado e vivo até a década de 50, no estado atual da falência e decocção. O último bispo nomeado, Fonlupt, não apenas é um adepto de casamentos entre divorciados e absolvições coletivas e de pastoral tipo kolkhoz, mas também é o autor de escritos anti-eucarísticos, como temos documentado.


O original da carta está devidamente assinada, mas as assinaturas são omitidas aqui. Por óbvia prudência: a instituição “liberal” nas conferências episcopais é ferozmente iliberal e intolerante com quem não pensa da mesma maneira. E foi decidido não permitir que os seminaristas assinem nada, atentos ao fato de que o apelo dos seminaristas ambrosianos ao Papa, para a extensão da aplicação do Motu Proprio à diocese de Milão levou à convocação de todos “in sala mensa”, ao anúncio de atrozes represálias indiscriminadas (à moda Kappler) se os responsáveis não se autodenunciassem e a uma severa reprimenda no site oficial da arquidiocese.


Na verdade, o estado extremamente decepcionante da classe episcopal não é, infelizmente, um privilégio apenas francês, e boa parte do mundo sofre (incluindo a minha diocese), mesmo que, a partir de João Paulo II, mas com o empenho intermitente, se tenha tentado consertar a situação; com resultados discretos ou bom em alguns países - por exemplo, nos Estados Unidos e Austrália, também na Holanda, onde, no entanto, há religiosos - que do bispo não dependem – que fazem seus estragos: basta ver os salesianos e os dominicanos - e, pouco ou nada, em outros. É notícia destes últimos dias que o Cardeal de Mainz, Lehmann (na foto), por muitos anos presidente da Conferência Episcopal Alemã, declarou ser uma “tolice” conferir o Crisma no rito antigo. A média dos bispos da Alemanha, Áustria, Suíça, França é apta a manicômio para lunáticos; na Itália e Espanha, onde não caímos tão baixo, a média ainda é de qualquer maneira medíocre e de desoladora estagnação.


A primeira preocupação deste site sempre foi pela escolha de bons bispos e por isso procuramos acompanhar as nomeações, antes mesmo de falar de liturgia. Porque é dos recursos humanos que depende a sorte de uma empresa; e, certamente, se a Igreja fosse um empresa, já teria falido há muito tempo. O fato de que a barca avance apesar de certos remadores é a prova histórica da assistência divina. Mas bem que a Congregação para os Bispos podia facilitar a tarefa à Providência.


Enrico






A Sua Eminência o Cardeal Ouellet,

Prefeito da Congregação para os Bispos


Eminência,


Gostaríamos de informar-lhe que a maioria dos sacerdotes e dos católicos na França não compreendem as atuais nomeações episcopais.


Em nosso país, há três ou quatro décadas, o Catolicismo encolheu e continua encolhendo drasticamente (queda continuada da prática dominical, do número de sacerdotes, de religiosos e de catequizados, de vocações, etc.). Não é impossível que, em breve, a Santa Sé seja forçada a transformar algumas dioceses francesas em administrações apostólicas, dado o número insignificante de sacerdotes em atividade.


No entanto, este Catolicismo adoecido não está morto. Transformado pela terrível provação da secularização, tem ainda – mas por quanto tempo? - a capacidade de revitalizar-se em sua condição de minoria: escotismo; escolas verdadeiramente católicas; movimentos; peregrinações; muitas novas comunidades; comunidades tradicionais jovens e vivas; novas gerações de sacerdotes verdadeiramente missionários; seminaristas diocesanos e muitas vocações potenciais, do tipo “geração Bento XVI”; possibilidades litúrgicas e vocacionais oferecidas pelo Motu Proprio Summorum Pontificum; jovens famílias cristãs; grupos muito ativos de defesa da vida. Este Catolicismo quer fechar um capítulo mortífero: abusos litúrgicos; pregação desastrosa sobre a moral matrimonial; um latente complexo anti-romano; práticas sacramentais desviantes (bênçãos de novos “casamentos” de recasados divorciados, absolvições coletivas); catequese de duvidosa catolicidade sobre a Eucaristia, etc.


Neste contexto, as nomeações episcopais são incompreensíveis. Muitos bispos da França estão em crescente desconexão com relação a esse novo Catolicismo. E é uma enorme decepção ver que alguns dos nomeados hoje, sob o Papa Bento XVI, é como se se reproduzissem por cooptação e têm ainda um espírito da “geração de 68”, mais ou menos reorientada, enquanto o restante é escolhido pela necessidade de encontrar um impossível consenso, entre homens de uma extrema timidez reformadora.


Os sacerdotes, os religiosos os clérigos que representamos desejam que isto seja feito para uma sociedade que está cada vez mais indiferente ao anúncio claro do Evangelho. Eles também são motivados por um genuíno desejo de reconciliação e paz entre todos os católicos da França, que sabem que são, hoje em dia, uma pequena minoria. Mas, para implementar uma novo pastoral, é necessário escolher novos pastores. Acontece que os sacerdotes de 50-60 anos, que têm um perfil pastoral, psicológico e intelectual sólido, que atende às necessidades vitais do novo Catolicismo francês, já são numerosos.


Eminência, a salvação do Catolicismo francês depende da nomeação dos bispos que respondam às suas reais exigências e verdadeiras expectativas.


Manifestamos o nosso profundo e religioso respeito por Vossa Eminência, e lhe rogamos de transmitir ao nosso Santo Padre, o Papa, a expressão do afeto devoto e respeitoso dos seus filhos fiéis, sacerdotes de Jesus Cristo.

FONTE: MESSAINLATINO.IT
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento

Ato de Consagração ao Sagrado Coração de Jesus

Hoje, eu encontrei uma oração interessante no Missal, que esclarece qualquer dúvida que possamos ter, em nossos corações, sobre os protestantes, os hereges, os cismáticos, os tíbios, os idólatras, os muçulmanos, os judeus. E, sobretudo, em última análise, sobre o ecumenismo. 

Um Papa já esclareceu o que é a Verdade ao pedir a Deus pela conversão de quem deve ser converter e pela volta à Casa Paterna - a Igreja Católica - daqueles que dela se afastaram.

Vale a pena lembrar a oração.

Salve Maria e Jesus!
GdA





 
Ato de Consagração 
ao Sagrado Coração de Jesus



Dulcíssimo Jesus, Redentor do gênero humano, lançai os vossos olhares sobre nós, humildemente prostrados diante de vosso altar. Nós somos e queremos ser vossos; e para que possamos viver mais intimamente unidos a Vós, cada um de nós neste dia se consagra espontaneamente ao Vosso Sacratíssimo Coração.



Muitos nunca Vos conheceram; muitos desprezaram os vossos mandamentos e Vos renegaram. Benigníssimo Jesus, tende piedade de uns e de outros e trazei-os todos ao Vosso Sagrado Coração.



Senhor, sede o Rei não somente dos fiéis que nunca de Vós se afastaram, mas também dos filhos pródigos que Vos abandonaram; fazei que eles tornem quanto antes à casa paterna, para que não pereçam de miséria e de fome. Sede o Rei dos que vivem iludidos no erro, ou separados de Vós pela discórdia; trazei-os ao porto da verdade e à unidade de fé, a fim de que em breve haja um só rebanho e um só pastor.



Sede o Rei de todos aqueles que estão sepultados nas trevas da idolatria e do islamismo, e não recuseis conduzi-los todos à luz e ao Reino de Deus.



Volvei, enfim, um olhar de misericórdia aos filhos do que foi outrora vosso povo escolhido; desça também sobre eles, um batismo de redenção e de vida, aquele sangue que um dia sobre si invocaram.



Senhor, conservai incólume a vossa Igreja, e dai-lhe uma liberdade segura e sem peias; concedei ordem e paz a todos; fazei que de um a outro polo do mundo ressoe uma só voz: Louvado seja o Coração divino que nos trouxe a salvação! A Ele honra e glória por todos os séculos dos séculos. Amém.



(S. S. Pio XI, em 11 de dez. de 1925)




sábado, 28 de maio de 2011

DOWNLOADS


estamos trabalhando para melhor atendê-lo

Por tempo indeterminado, veja aqui.

Como se santificar

Regulamento de Vida para uma pessoa se santificar no meio do mundo

Extraído e adaptado das obras de Santo Afonso Maria de Ligório

Santo Afonso Maria de Ligório


De manhã:
1) Levantar-se a uma hora certa, como por exemplo, às 5 horas ou às 5:30, e nunca alterar a hora sem causa justa;
2) Oferecer, logo que acordar, o coração a Deus, fazer o sinal da cruz e vestir-se prontamente e com modéstia; depois rezar de joelhos três Ave-Marias em honra do Coração Imaculado da Santíssima Virgem Maria para obter uma grande pureza de coração, de corpo e espírito;
3) Fazer a oração e meditação da manhã durante meia hora, ou ao menos por espaço de um quarto de hora.
4) Assistir à Santa Missa todas as vezes que puder.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Documentos de todos os católicos

Textos originais de mais de 23000 documentos dos Sumos Pontífices, dos Concílios, dos Santos Padres, dos Doutores da Igreja, que floresceram desde o início dos tempos até Papa Bento XVI, nas principais línguas europeias.

Eu me proponho a traduzi-los para o Português, aos poucos, sobretudo os principais documentos da Fé Católica.




Omnium Paparum, Conciliorum, Ss Patrum, Doctorum Scriptorumque Ecclesiae qui ab Aevo Apostolico ad usque Benedicti XVI Tempora Floruerunt.



Sancto Alberto Magno Patrono Plorante ac Beata Semper Virgine Maria Intercedente, Spiritus Sancte, Veritatis Deus, Hunc Locum a Malo Defendere Digneris. 

             0033-0067- Petrus, Sanctus, Martyr
             0067-0076- Linus, Sanctus
             0076-0088- Anacletus I, Sanctus
             0088-0097- Clemens I, Sanctus, Martyr
             0097-0105- Evaristus, Sanctus, Martyr
             0105-0115- Alexander I, Sanctus, Martyr
             0115-0125- Sixtus I, Sanctus
             0125-0136- Telesphorus, Sanctus, Martyr
             0136-0140- Hyginus, Sanctus
             0140-0155- Pius I, Sanctus, Martyr
             0155-0166- Anicetus, Sanctus
             0166-0175- Soterius, Sanctus
             0175-0189- Eleutherius, Sanctus, Martyr
             0189-0199- Victor I, Sanctus, Martyr
             0199-0217- Zephyrinus, Sanctus, Martyr
             0217-0222- Callixtus I, Sanctus
             0222-0230- Urbanus I, Sanctus
             0230-0235- Pontianus, Sanctus, Martyr
             0235-0236- Anterus, Sanctus
             0236-0250- Fabianus, Sanctus, Martyr
             0251-0253- Cornelius, Sanctus, Martyr
             0253-0254- Lucius I, Sanctus
             0254-0257- Stephanus I, Sanctus
             0257-0258- Sixtus II, Sanctus, Martyr
             0260-0268- Dionysius, Sanctus
             0269-0274- Felix I, Sanctus, Martyr
             0275-0283- Eutychianus, Sanctus
             0283-0296- Caius, Sanctus
             0296-0304- Marcellinus, Sanctus
             0308-0309- Marcellus I, Sanctus
             0309-0310- Eusebius, Sanctus
             0311-0314- Miltiades (Melchiades), Sanctus
             0314-0335- Silvester I, Sanctus
             0335-0336- Marcus, Sanctus
             0337-0352- Iulius I, Sanctus
             0352-0366- Liberius, Sanctus
             0366-0383- Damasus I, Sanctus
             0384-0399- Siricius, Sanctus
             0399-0401- Anastasius I, Sanctus
             0401-0417- Innocentius I, Sanctus
             0417-0418- Zosimus, Sanctus
             0418-0422- Bonifacius I, Sanctus
             0422-0432- Caelestinus I, Sanctus
             0432-0440- Sixtus III, Sanctus
             0440-0461- Leo I, Magnus, Sanctus
             0461-0468- Hilarius, Sanctus
             0468-0483- Simplicius, Sanctus
             0483-0492- Felix III, Sanctus
             0492-0496- Gelasius I, Sanctus
             0496-0498- Anastasius II, Sanctus
             0498-0514- Symmachus, Sanctus
             0514-0523- Hormisdas, Sanctus
             0523-0526- Ioannes I, Sanctus, Martyr
             0526-0530- Felix IV, Sanctus
             0530-0532- Bonifacius II
             0533-0535- Ioannes II
             0535-0536- Agapetus I, Sanctus
             0536-0537- Silverius, Sanctus, Martyr
             0537-0555- Vigilius
             0556-0561- Pelagius I
             0561-0574- Ioannes III
             0575-0579- Benedictus I
             0579-0590- Pelagius II
             0590-0604- Gregorius I, Magnus, Sanctus
             0604-0606- Sabinianus
             0607-0607- Bonifacius III
             0608-0615- Bonifacius IV, Sanctus
             0615-0618- Adeodatus I, Sanctus
             0619-0625- Bonifacius V
             0625-0638- Honorius I
             0640-0640- Severinus
             0640-0642- Ioannes IV
             0642-0649- Theodorus I
             0649-0655- Martinus I, Sanctus, Martyr
             0655-0657- Eugenius I, Sanctus
             0657-0672- Vitalianus, Sanctus
             0672-0676- Adeodatus II
             0676-0678- Donus
             0678-0681- Agatho, Sanctus
             0682-0683- Leo II, Sanctus
             0684-0685- Benedictus II, Sanctus
             0685-0686- Ioannes V
             0686-0687- Conon
             0687-0701- Sergius I, Sanctus
             0701-0705- Ioannes VI
             0705-0709- Ioannes VII
             0709-0709- Sisinnius
             0709-0715- Constantinus
             0715-0731- Gregorius II, Sanctus
             0731-0741- Gregorius III, Sanctus
             0741-0752- Zacharias, Sanctus
             0752-0752- Stephanus II
             0752-0757- Stephanus III
             0757-0767- Paulus I, Sanctus
             0767-0772- Stephanus IV
             0772-0795- Hadrianus I
             0795-0816- Leo III, Sanctus
             0816-0817- Stephanus V
             0817-0824- Paschalis I, Sanctus
             0824-0827- Eugenius II
             0827-0827- Valentinus
             0827-0844- Gregorius IV
             0844-0847- Sergius II
             0847-0855- Leo IV, Sanctus
             0855-0858- Benedictus III
             0858-0867- Nicholaus I, Magnus, Sanctus
             0867-0872- Hadrianus II
             0872-0882- Ioannes VIII
             0882-0884- Marinus I
             0884-0885- Hadrianus III, Sanctus
             0885-0891- Stephanus VI
             0891-0896- Formosus
             0896-0896- Bonifacius VI
             0896-0897- Stephanus VII
             0897-0897- Romanus
             0897-0897- Theodorus II
             0898-0900- Ioannes IX
             0900-0903- Benedictus IV
             0903-0903- Leo V
             0903-0904- Christophorus
             0904-0911- Sergius III
             0911-0913- Anastasius III
             0913-0914- Lando
             0914-0928- Ioannes X
             0928-0929- Leo VI
             0929-0931- Stephanus VIII
             0931-0935- Ioannes XI
             0936-0939- Leo VII
             0939-0942- Stephanus IX
             0942-0946- Marinus II
             0946-0955- Agapetus II
             0955-0963- Ioannes XII
             0963-0964- Leo VIII
             0964-0964- Benedictus V
             0965-0965- Leo VIII
             0965-0972- Ioannes XIII
             0973-0974- Benedictus VI
             0974-0983- Benedictus VII
             0983-0984- Ioannes XIV
             0985-0996- Ioannes XV
             0996-0999- Gregorius V
             0999-1003- Silvester II
             1003-1003- Ioannes XVII
             1003-1009- Ioannes XVIII
             1009-1012- Sergius IV
             1012-1024- Benedictus VIII
             1024-1032- Ioannes XIX
             1032-1045- Benedictus IX
             1045-1045- Silvester III
             1045-1046- Gregorius VI
             1046-1047- Clemens II
             1047-1048- Benedictus IX
             1048-1048- Damasus II
             1049-1054- Leo IX, Sanctus
             1055-1057- Victor II
             1057-1058- Stephanus X
             1059-1061- Nicholaus II
             1061-1073- Alexander II
             1073-1085- Gregorius VII, Sanctus
             1086-1087- Victor III, Beatus
             1088-1099- Urbanus II, Beatus
             1099-1118- Paschalis II
             1118-1119- Gelasius II
             1119-1124- Callixtus II
             1124-1130- Honorius II
             1130-1143- Innocentius II
             1143-1144- Caelestinus II
             1144-1145- Lucius II
             1145-1153- Eugenius III, Beatus
             1153-1154- Anastasius IV
             1154-1159- Hadrianus IV
             1159-1181- Alexander III
             1181-1185- Lucius III
             1185-1187- Urbanus III
             1187-1187- Gregorius VIII
             1187-1191- Clemens III
             1191-1198- Coelestinus III
             1198-1216- Innocentius III
             1216-1227- Honorius III
             1227-1241- Gregorius VIIII
             1241-1241- Caelestinus IV
             1243-1254- Innocentius IV
             1254-1261- Alexander IV
             1261-1264- Urbanus IV
             1265-1268- Clemens IV
             1271-1276- Gregorius X, Beatus
             1276-1276- Hadrianus V
             1276-1276- Innocentius V, Beatus
             1276-1277- Ioannes XXI
             1277-1280- Nicholaus III
             1281-1285- Martinus IV
             1285-1287- Honorius IV
             1288-1292- Nicholaus IV
             1294-1294- Celestinus V, Sanctus
             1294-1303- Bonifacius VIII
             1303-1304- Benedictus XI, Beatus
             1305-1314- Clemens V
             1316-1334- Ioannes XXII
             1334-1342- Benedictus XII, Venerabilis
             1342-1352- Clemens VI
             1352-1362- Innocentius VI
             1362-1370- Urbanus V, Beatus
             1370-1378- Gregorius XI
             1378-1389- Urbanus VI
             1389-1404- Bonifacius IX
             1404-1406- Innocentius VII
             1406-1415- Gregorius XII
             1417-1431- Martinus V
             1431-1447- Eugenius IV
             1447-1455- Nicholaus V
             1455-1458- Callistus III
             1458-1464- Pius II
             1464-1471- Paulus II
             1471-1484- Sixtus IV
             1484-1492- Innocentius VIII
             1492-1503- Alessandrus VI
             1503-1503- Pius III
             1503-1513- Iulius II
             1513-1521- Leo X
             1522-1523- Hadrianus VI
             1523-1534- Clemens VII
             1534-1549- Paulus III
             1550-1555- Iulius III
             1555-1555- Marcellus II
             1555-1559- Paulus IV
             1559-1565- Pius IV
             1566-1572- Pius V, Sanctus
             1572-1585- Gregorius XIII
             1585-1590- Sixtus V
             1590-1590- Urbanus VII
             1590-1591- Gregorius XIV
             1591-1591- Innocentius IX
             1592-1605- Clemens VIII
             1605-1605- Leo XI
             1605-1621- Paulus V
             1621-1623- Gregorius XV
             1623-1644- Urbanus VIII
             1644-1655- Innocentius X
             1655-1667- Alessander VII
             1667-1669- Clemens IX
             1670-1676- Clemens X
             1676-1689- Innocentius XI, Beatus
             1689-1691- Alexander VIII
             1691-1700- Innocentius XII
             1700-1721- Clemens XI
             1721-1724- Innocentius XIII
             1724-1730- Benedictus XIII
             1730-1740- Clemens XII
             1740-1758- Benedictus XIV
             1758-1769- Clemens XIII
             1769-1774- Clemens XIV
             1775-1799- Pius VI
             1800-1823- Pius VII
             1823-1829- Leo XII
             1829-1830- Pius VIII
             1831-1846- Gregorius XVI
             1846-1878- Pius IX, Sanctus
             1878-1903- Leo XIII
             1903-1914- Pius X, Sanctus
             1914-1922- Benedictus XV
             1922-1939- Pius XI
             1939-1958- Pius XII, Venerabiis
             1958-1963- Ioannes XXIII, Beatus
             1963-1978- Paulus VI, Servus Dei
             1978-1978- Ioannes Paulus I, Servus Dei
             1978-2005- Ioannes Paulus II
             2005-hodie- Benedictus XVI
             9999-9990- Sancta Sedes
             9999-9995- Antipapae
             9999-9996- Pontificorum Vitae
             9999-9997- Pontificorum Acta, Decretalia, Bullae Brevesque
             9999-9999- Enchiridion Symbolorum seu Denzinger 


Si est ex hominibus consilium hoc aut opus hoc, dissolvetur; si vero ex Deo est, non poteritis dissolvere.
Οτι εαν η εξ ανθρωπων η βουλη αυτη η το εργον τουτο καταλυθησεται ει δε εκ θεου εστιν ου δυνασθε καταλυσαι. 

Cooperatorum Veritatis Societas
© 2006 Cooperatorum Veritatis Societas quoad hanc editionem iura omnia asservantur.
Litterula per inscriptionem electronicam:     Cooperatorum Veritatis Societas
«Ubi Petrus, ibi Ecclesia, ibi Deus» Ambrosius ... «Amici Veri Ecclesiae Traditionalistae Sunt.» Divus Pius X Papa: «Notre Charge Apostolique»




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