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domingo, 28 de dezembro de 2014

O dom da pureza

O dom da pureza





Pureza, pureza, pureza!, exclamava Santa Maria Madalena de' Pazzi às suas religiosas, todas as vezes que elas se preparavam para receber a Santa Comunhão. Pureza de corpo, pureza de alma, pureza de coração, para receber o Deus de toda pureza. Digo-lhes a mesma coisa, meus caros auditores: sede puros, se quiserdes receber o Rei das almas puras; sede puros, se quiserdes abrigar em vosso coração o Rei das virgens. Pureza, pureza; sem o quê, no lugar de vos tornardes santos, vós vos tornareis sacrílegos; no lugar de crescerdes na graça de Deus, incorrereis cada vez mais em vossa desgraça.

Sabeis o que fazeis quando recebeis vosso Deus em um coração impuro, manchado pelo pecado mortal? Forçais Jesus a habitar com o demônio. Pois, quando tendes um pecado mortal na alma, o Demônio aí reina como mestre. Aí ele está como sobre seu trono, de modo que recebendo Jesus nesse estado, forçais o doce Salvador a se colocar sob os pés do Demônio, o relegais a um canto de vosso coração, como um estranho desconhecido que é desprezado.


Raios da Justiça divina, por que estais mudas? Ribombem completamente para vingar um ultraje tão atroz cometido contra o Deus de majestade! Não, aquele que recebe Deus em estado de pecado mortal não merece nenhuma compaixão, não é digno de piedade. Que crime! Um Deus aos pés do demônio! Um Deus aos pés do demônio! Ouvi-me bem. Se um homem distinto viesse até vossa casa e pedisse para passar uma noite, teríeis coragem de mandá-lo se deitar em uma cama de um leproso completamente coberto de feridas e de pus? Não obstante ousais, por uma comunhão feita em estado de pecado mortal, colocar sob os pés do Demônio o vosso Salvador, o vosso Deus! Ó! Que crime hediondo! Que desordem abominável!
Um dia Santa Margarida de Cortona, assistindo à Missa, viu, na elevação, Jesus Menino entre as mãos do padre. Porém as mãos eram horríveis, repugnantes e mais negras que o carvão, e esse padre desafortunado tinha o aspecto de um Demônio. Ao mesmo tempo, a Santa ouviu o Menino divino lhe dizer com um tom lamuriento: “Veja, veja Margarida, como sou tratado por esse miserável, assim como por centenas e milhares de outros, que me recebem em estado de pecado mortal”.  


Ah! meu doce Jesus, compreendo bem porque eles vos tratam indignamente, pois eles vos forçam a viver em companhia dos Demônios. Ó! Que crime! Que desordem horrível! Não há aqui nenhum desses pecadores sacrílegos? Ah! para pecado semelhante um Inferno será pouco demais, ele merece mil deles. E aí daquele que durante essa Santa Missão não abraçar a penitência com fervor!

Porém percebo, infelizmente!, que esses infelizes têm o coração duro demais e não estão dispostos a chorar por suas execráveis malícias. Então o façamos por eles, meus irmãos, e, prostrados diante do Santíssimo Sacramento, peçamos perdão a Jesus por tantos sacrilégios que foram cometidos na Igreja de Deus. Ah! Senhor, quantas vezes vossos fiéis, vossos próprios ministros profanaram vossos templos, vossos altares! Quantos sacrilégios horríveis são cometidos por toda parte! Que excesso de misericórdia vos é necessário para perdoar crimes tão grandes! Ah! Perdoe, Senhor, perdoe: Parce, Domine, parce.

Batamo-nos todos no peito, dizendo: Perdão, ó meu Jesus, perdão! Ei-nos aqui aos vossos pés, Senhor, aflitos, contritos, dispostos a odiar todos os nossos pecados, sem exceção, mas particularmente aqueles que cometemos ao vos ultrajar no Sacramento de vosso amor. Ó bondade, ó majestade, ó beleza infinita! Como ousamos vos ofender, estando nós obrigados a vos amar? Perdão, ó meu amável Jesus, perdão!

Porém como satisfaremos a Justiça divina por tais crimes? São João Crisóstomo diz que a boca do cristão que comunga se enche de fogo: Os quod igne spirituali repletur. De um fogo que consome e inflama: que consome a mancha de todos os pecados que cometemos e de todos os maus hábitos que contraímos. Que inflama de amor nosso coração, nossos sentidos, e todas as potências do nosso ser, e renova o homem inteiro. Mas tudo isso deve ser entendido daqueles que comungam em estado de graça, e fazem um uso adequado desse Sacramento divino. Quanto a vós, pecador, não vedes o abismo onde vos precipitardes? Ficai atento, pois o raio da Ira divina está suspenso sobre vossa cabeça: muitos doutores ensinam que o castigo mais comum cujo Deus puni os pecadores sacrílegos, tais como vós, é, sabeis qual? uma morte súbita. Ficai atento para que esse castigo terrível não vos atinja. Assim, a fim de evitar o golpe, faças a tempo uma boa confissão.

Consequentemente, a prática que vos recomendo nessa noite, e que é outrossim a mais necessária, é uma boa e santa confissão. Confessai-vos bem, meus irmãos, confessai-vos bem. Após terdes feito uma boa confissão, fareis também uma boa e santa comunhão.

São Leonardo de Porto Maurício, in: “Sermons, exortations et confèrences pour les missions”.
  

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Sermão sobre a Pureza - parte III

AMOR PURO
O grau de pureza
faz o grau de união

Sermão sobre a Pureza

S. João Maria Vianney

 
Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5, 8).

I – Quanto a pureza nos torna agradáveis a Deus.

II - O amor que os Santos tinham por esta virtude

 

III - Como esta virtude é pouco conhecida e apreciada no mundo


Ai, meus irmãos, como esta virtude é pouco conhecida no mundo, quão pouco nós a estimamos, quão pouco cuidado nós pomos em conservá-la, quão pouco zelo temos em pedi-la a Deus, pois que não a podemos ter de nós mesmos. Não, nós não conhecemos esta bela e amável virtude que ganha tão facilmente o coração de Deus, que dá um tão belo brilho a todas as nossas outras boas obras, que nos eleva acima de nós mesmos, que nos faz viver sobre a terra como os anjos no céu!...

terça-feira, 28 de maio de 2013

Sermão sobre a Pureza - parte II

PURA como MARIA
HUMILDE como MARIA

Sermão sobre a Pureza

S. João Maria Vianney

 
Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5, 8).

I – Quanto a pureza nos torna agradáveis a Deus.

 

II - O amor que os Santos tinham por esta virtude


Todos os Santos fizeram o maior caso dela e preferiram perder seus bens, sua reputação e sua própria vida a descorar esta virtude.


Nós temos um belo exemplo disto na pessoa de Santa Inês. Sua formosura e suas riquezas fizeram com que, à idade de doze anos, ela fosse procurada pelo filho do prefeito da cidade de Roma. Ela lhe fez saber que estava consagrada ao bom Deus. Ela foi presa sob o pretexto de que era cristã, mas em realidade para que consentisse nos desejos do rapaz. Ela estava de tal modo unida a Deus que nem as promessas, nem as ameaças, nem a vista dos carrascos e dos instrumentos expostos diante de si para amedrontá-la, não a fizeram mudar de sentimentos. Não tendo conseguido nada dela, seus perseguidores a carregaram de cadeias, e quiseram colocar uma argola e anéis em seu pescoço e em sua mãos; eles não puderam fazê-lo, tão débeis eram suas pequenas mãos inocentes. Ela permaneceu firme em sua resolução, no meios destes lobos enraivecidos, ela ofereceu seu corpinho aos tormentos com uma coragem que espantou aos carrascos. Arrastam-na aos pés dos ídolos; mas ela confessa bem alto que só reconhece por Deus a Jesus Cristo, e que os ídolos deles não são mais que demônios. O juiz, cruel e bárbaro, vendo que não consegue nada, crê que ela será mais sensível diante da perda daquela pureza que ela estimava tanto. Ele ameaça expô-la num lugar infame; mas ela responde com firmeza; “Vós podeis fazer-me morrer, mas não podereis jamais fazer-me perder este tesouro: o próprio Jesus Cristo é zeloso deste tesouro”. O juiz, morrendo de raiva, manda conduzi-la ao lugar das torpezas infernais. Mas Jesus Cristo, que velava por ela duma maneira particular, inspira um tão grande respeito aos guardas, que eles só a olhavam com uma espécie de pavor, e manda a Seus anjos que a protejam. Os jovens que entram naquele quarto, inflamados de um fogo impuro, vendo um anjo ao lado dela, mais belo que o sol, saem dali abrasados do amor divino. Mas o filho do prefeito, mais perverso e mais corrompido que os outros, penetra no quarto onde estava santa Inês. Sem ter consideração por todas aquelas maravilhas, ele se aproxima dela na esperança de contentar seus desejos impuros; mas o anjo que guarda a jovem mártir fere o libertino que cai morto a seus pés. Rapidamente se espalha em Roma o boato de que o filho do prefeito tinha sido morto por Inês. O pai, enfurecido, vem encontrar a santa e se entrega a tudo o que seu desespero lhe pode inspirar. Ele a chama de fúria do inferno, monstro nascido para a desolação de sua vida, pois tinha feito morrer seu filho. Santa Inês lhe responde tranqüilamente: “É que ele quis fazer-me violência, então o meu anjo lhe deu a morte”. O prefeito, um pouco acalmado, lhe diz: “pois bem, pede a teu Deus para ressuscitá-lo, para que não se diga que foste tu que o mataste”. –“Sem dúvida, diz-lhe a Santa, vós não mereceis esta graça; mas para que saibais que os cristãos nunca se vingam, mas, pelo contrário, eles pagam o mal com o bem, saí daqui, e eu vou pedir ao bom Deus por ele”. Então Inês se põe de joelhos, prostrada com a face em terra. Enquanto ela reza, seu anjo lhe aparece e lhe diz: “Tenha coragem”. No mesmo instante o corpo inanimado retoma a vida. O jovem ressuscitado pelas orações da Santa, se retira da casa, corre pelas ruas de Roma gritando: “Não, não, meus amigos, não há outro Deus que o dos cristãos, todos os deuses que nós adoramos não são mais que demônios que nos enganam e nos arrastam ao inferno”. Entretanto, apesar de um tão grande milagre, não deixaram de a condenar. Então o tenente do prefeito manda que se acenda um grande fogo, e faz lançá-la nele. Mas as chamas entreabrindo-se, não lhe fazem nenhum mal e queimam os idólatras que acudiram para serem espectadores de seus combates. O tenente, vendo que o fogo a respeitava e não lhe fazia nenhum mal, ordena que a firam com um golpe de espada na garganta, afim de lhe tirar a vida; mas o carrasco treme como se ele mesmo estivesse condenado à morte... Como os pais de Santa Inês chorassem a morte de sua filha, ela lhes aparece dizendo-lhes: “Não choreis minha morte, pelo contrário, alegrai-vos de eu Ter adquirido uma tão grande glória no Céu”.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Sermão sobre a Pureza - parte I

ELA É MEU REFÚGIO
Ó minha Mãe, recebei-me em Vossos braços

Sermão sobre a Pureza

S. João Maria Vianney

 
Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mat. 5, 8).


Nós lemos no Evangelho, que Jesus Cristo, querendo ensinar ao povo que vinha em massa, aprender dEle o que era preciso fazer para ter a vida eterna, senta-se e, abrindo a boca, lhes diz: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus.” Se nós tivéssemos um grande desejo de ver a Deus, meus irmãos, só estas palavras não seriam acaso suficientes para nos fazer compreender quanto a pureza nos torna agradáveis a Ele, e quanto ele nos é necessária? Pois, segundo Jesus Cristo, sem ela, nós não o veremos jamais! “Bem-aventurados, nos diz Jesus Cristo, os puros de coração, porque eles verão o bom Deus”. Pode-se acaso esperar maior recompensa que a que Jesus Cristo liga a esta bela e amável virtude, a saber, a posse das Três Pessoas da Santíssima Trindade, por toda a eternidade?... São Paulo, que conhecia bem o preço desta virtude, escrevendo aos Coríntios, lhes diz: “Glorificai a Deus, pois vós o levais em vossos corpos; e sede fiéis em conservá-los em grande pureza. Lembrai-vos bem, meus filhos, de que vossos membros são membros de Jesus Cristo, e que vossos corações são templos do Espírito Santo. Tomai cuidado de não os manchar pelo pecado, que é o adultério, a fornicação, e tudo aquilo que pode desonrar vossos corpo e vosso coração aos olhos de Deus, que a pureza mesma”. (I Cor, 6, 15-20) Oh! Meus irmãos, como esta virtude é bela e preciosa, não somente aos olhos dos homens e dos anjos, mas aos olhos do próprio Deus. Ele faz tanto caso dela que não cessa de a louvar naqueles que são tão felizes de a conservar. Também, esta virtude inestimável constitui o mais belo adorno da Igreja, e, por conseguinte, deveria ser a mais querida dos cristãos. Nós, meus irmãos, que no Santo Batismo fomos rociados com o Sangue adorável de Jesus Cristo, a pureza mesma; neste Sangue adorável que gerou tantas virgens de um e outro sexo; nós, a quem Jesus Cristo fez participantes de sua pureza, tornando-nos seus membros, seu templo... Mas, ai! Meus irmãos, neste infeliz século de corrupção em que vivemos, não se conhece mais esta virtude, esta celeste virtude que nos torna semelhantes aos anjos!... Sim, meus irmãos, a pureza é uma virtude que nos é necessária a todos, pois que, sem ela, ninguém verá o Bom Deus. Eu queria fazer-vos conceber desta virtude uma idéia digna de Deus, e vos mostrar, 1º. quanto ela nos torna agradáveis a Seus olhos, dando um novo grau de santidade a todas as nossas ações, e 2º. o que nós devemos fazer para conservá-la.

sábado, 13 de abril de 2013

A Virgem Maria fala ao coração das moças

A Virgem Maria fala ao coração das moças


Tu sabes, minha filha, para que fim te criou Deus? E se o sabes, como tens podido desviar-te dele tão estranhamente? Certamente te não foi dado esse corpo com sua sensibilidade, seus dons de graça e de beleza, para fazeres dele um instrumento de escândalo e de pecado. Da mesma sorte te não foi dada esta alma, com suas nobres faculdades, inteligência, memória e vontade para estudar as vaidades do século, para conceberes imagens impudicas ou frívolas, para procurares o teu bem nas criaturas em lugar de o procurares no Criador.

Ah! que culpável abuso tens feito até ao presente dos benefícios do céu! Tu bem sabes, minha querida filha, para que fim Deus te criou. É para o conheceres, amares, e servires nesta vida, e por esse meio adquerires a glória eterna que te preparou na eternidade. Poderias acaso desejar fim mais nobre e sublime? Poderia Ele, não obstante a sua omnipotência, dar-t'o melhor? Não o tem os principes mais graduados e gloriosos da corte celeste; não o tenho eu mesma. Mas de que modo tens tu correspondido à bondade de Deus? Ah! se queres que eu seja para ti uma verdadeira Mãe, mostra-te para mim uma verdadeira filha: não degeneres dos meus exemplos. Desde o primeiro instante que a minha inteligência se abriu à razão, dediquei-me logo a Deus com a veemência de um coração ardente, e a chama feliz, que neste momento m'o abrasa, não mais se extinguiu.

Desde então, o meu pensamento foi fazer a vontade de Deus e tornar-me cada vez mais digna d'Ele. Mas tu, que tens feito? Ah! o teu primeiro desejo foi agradar o mundo, a tua aplicação foi seguir-lhe as máximas e costumes. Não tens conhecido Deus senão para o ofender. Gastaste a infância, que é a mais bela idade, - a idade da inocência - em puerilidades, em preocupações que fazem corar, em desobediências a teus superiores, em desprezo por teus inferiores e iguais. Tens-te deleitado desde então com as modas e vaidades. Tens as seguido sem compreender bem o mal que te acarretam. Fizeste delas um ídolo para conseguires ser tu própria um ídolo dos outros corações. Não sentes confusão alguma à vista de uma vida tão indigna de uma virgem cristã? Não te aflige teres-te desviado tão tristemente do fim para que foste criada?

Que engano é o teu, ó querida filha, se crês achar no mundo a felicidade que sonhas, mesmo quando tudo corresse conforme os teus desejos, as riquezas e grandezas do mundo não podem fazer-te feliz. O teu coração, apto a gozar um bem imutável e infinito, coração criado para um igual bem, nunca poderá estar satisfeito gozando apenas felicidades limitadas e passageiras.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Pequeno catecismo do namoro


Tenho olhos para ver, e vejo que, infelizmente, mesmo na Tradição, não há bons modos no namoro. 

Observo moças e rapazes se encontrando sem supervisão, se visitando em cidades diferentes, como fazem os namorados mundanos. Certamente dirão que destes diferem porque sabem se comportar quando estão a sós, ou que esses encontros se dão em lugares públicos, que não há perigo. Há, sempre há! 

Basta ver o número de moças e rapazes da Tradição que não guardaram a castidade e se tornaram mães e pais ainda antes de casar. Falo daqueles que já teriam se convertido e que ainda mantém hábitos mundanos

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