24 de outubro
São Rafael, Arcanjo
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El arcángel San Rafael y Tobías, óleo sobre tela, Martín de Vos, siglo XVI. Catedral Metropolitana de México barroco
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Padre Richa, jesuíta, em um livreto publicado em 1751, dizia que havia em Florença uma mosteiro de religiosas beneditinas muito devotas de São Rafael. O confessor do mosteiro, o carmelita Padre Alvizzo, também tinha muita confiança no Arcanjo. Essas boas religiosas tiveram que sofrer uma grande provação relativa nada menos do que a sua reputação. A questão chegou à Santa Sé, e as religiosas estavam amarguradas. Um dia, por volta da cinco da tarde, ouvir bater fortemente à porta do mosteiro. A irmã porteiro foi abrir e se deparou com um jovem peregrino que pedia a esmola, dizendo: “Vou a Roma e lá vos ajudarei, à minha volta vos trarei boas notícias. Rezai, enquanto isso, por nove dia os salmos “Os Céus narram a glória de Deus” (Salmo 129) e “De Profundis” (Salmo 130), acendendo nove velas de cera branca em honra aos nove coros angélicos.
O confessor havia sido consolado por uma visão de São Rafael, e todas as monjas obedeceram com solicitude. Um dia, depois de algum tempo, era um domingo 1º de outubro, por volta das seis da tarde, a abadessa se encontrava com algumas religiosas quando um jovem os alcançou rapidamente e lhe disse: boas notícias. E foi embora.
De fato, o problema havia sido resolvido, e as irmãs estavam livres de preocupações. Como prova de gratidão, a abadessa Margarida Macci fez representar em um quadro a São Rafael vestido como peregrino conforme lhes aparecera.
As religiosas estabeleceram de rezar todas as noites, após as completas, os salmos recomendados pelo Arcanjo. Além disso, por nove dias consecutivos antes da festa dos Santos Arcanjos, 29 de setembro, acendem nove velas de cera branca em honra dos nove coros de anjos.