Pesquisar este blog

Mostrando postagens com marcador Islã: avanço sobre o Ocidente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Islã: avanço sobre o Ocidente. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Discurso de São Francisco de Assis ao Sultão Malek al-Kamil

…per la sete del martiro
nella presenza del Soldan superba
predicò Cristo e l’altri che ‘l seguiro
(Dante Alighieri, Paradiso XI, 100-102).
 

“Se tu, com o teu povo, queres te converter a Cristo, eu ficarei de muito bom grado convosco. Se, ao contrário, exitas em abandonar a lei de Maomé pela Fé de Cristo, dê ordem de acender um fogo, o maior possível: eu, com os teus sacerdotes, entrarei no fogo e, assim, ao menos, poderás conhecer qual Fé, com o devido discernimento, se deve reputar mais certa e mais santa” (…) “Se me quiser prometer, em teu nome e do teu povo, que passáreis à religião de Cristo quando eu sair do fogo, entrarei no fogo sozinho. Se serei queimado, isso seja imputado aos meus pecados; se, ao invés, a potência divina far-me-á sair são e salvo, reconhecereis Cristo, potência de Deus e sabedoria de Deus, como o verdadeiro Deus e Senhor, Salvador de todos”. Mas o Sultão lhe respondeu que não ousava aceitar este desafio por temor de uma sedição popular. Todavia, lhe ofereceu muitos dons preciosos; mas o homem de Deus, ávido não de coisas mundanas, mas da salvação das almas, os desprezou todos como barro. 

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Há véus e véus, há ocasiões e ocasiões...

Véus...


Bom, que tudo que Melânia Trump faz é examinado com lente de aumento e... criticado, isso já sabemos, e não precisamos necessariamente concordar com ela, apesar de sua beleza estonteante. Mas esta semana houve dois fatos emblemáticos e que nos servem de reflexão. Ela teve duas ocasiões de cobrir sua cabeça com um véu, mas decidiu fazê-lo apenas em uma.  



VÉU ISLÂMICO? NÃO, OBRIGADA! 


No dia 20 de maio, o Presidente dos EUA, Donald Trump, começou uma visita a alguns países, levando consigo a “First Lady”, Melânia, e a filha dele e o genro judeus, Ivanka e Jared Kushner. Isso já foi, de per si, um feito à parte, porque é proibida por lei a entrada de judeus na Arábia Saudita, primeiro país visitado, e o rei Salman bin Abdulaziz Al Saud teve que recebê-los com pompas e circunstâncias. Bom, alguém poderia alegar que é simples protocolo, mas não posso deixar de considerar que Israel tem um Presidente e nunca foi recebido, protocolarmente ou não... 

O rei Al Saud precisou amargar outros “desaforos” protocolares, tudo em nome dos benditos & bem vindos 200 bilhões de dólares em negócios fechados com Trump. Entre esses “desaforos”, o principal é o de que as mulheres da comitiva presidencial decidiram não cobrir a cabeça, nem vestir-se como beduínas no deserto, diferentemente de todas as outras mulheres norte-americanas que nas últimas décadas se dobraram a essa exigência, que eu não sei dizer se é protocolar ou não.  


Sem véu, de calças, bem ocidental...

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Francisco, o blasfemo.



Para Francisco, o Islã tem a mesma ideia de Jesus ao querer conquistar o Ocidente: https://noticias.gospelprime.com.br/papa-defende-isla-mesma-ideia-de-jesus/

“A ideia de conquista é inerente à alma do Islã, é verdade. Mas isso poderia ser visto como a mesma ideia de conquista presente no fim do Evangelho de Mateus, onde Jesus envia seus discípulos a todas as nações”.

Sim, é igualzinho! Jesus também mandou cortar a garganta de todos os que se opusessem à Sua doutrina e estuprar as mulheres e crianças para fazer uma limpeza étnica. SQN. 

Enquanto isso, enquanto Francisco se banqueteia, todo caridade, com os inimigos de Cristo, os cristãos caem como moscas nas mãos dos "da paz"!!! 

Blasfemo!   


E prestem atenção que a mesma mão que acaricia os hereges de todo tipo (Islã também é heresia já condenada pela Igreja), Fellay se ajoelha para beijar

E vão catar coquinho as gralhas que gritam: "Sedevacantista! Sedevacantista!" só porque eu constato a verdade. Falsos tradicionalistas, hipócritas e corruptos, que vivem vomitando tomismo e não se escandalizam quando OFENDEM a Deus. Raça de víboras, sepulcros caiados! Com os vendilhões do Templo, Nosso Senhor teve mais doçura do que terá com vocês, "legalistas"! Esses hipócritas são tão similares aos Sola Scriptura que dá para sentir o fedor de Lutero no bafo! 

Que a mão de Deus não tarde, geração ímpia! 

Giulia d'Amore  



Antes de comentar, aqui ou acolá, leiam abaixo, até compreender o significado:  


"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

O que diz o Alcorão sobre os cristãos

O que diz o Alcorão sobre os cristãos 

.
Em numerosos versículos, o Corão (ou Alcorão) fulmina os que acreditam na Santíssima Trindade e na divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo como “ímpios”, “idólatras” e “blasfemos” que devem ser reduzidos a um estado de humilhação – a dhimma – ou exterminados. Senão, vejamos:
“Sim, aqueles que dizem: ‘Deus é o terceiro de três’ são ímpios (...) Se não renunciarem ao que dizem, um terrível castigo cairá sobre eles” (V, 73);

“Sim, aqueles que dizem ‘Deus é o Messias, filho de Maria’, são ímpios” (V, 72);

“Combatei contra aqueles que não acreditam em Alá, que julgam lícito aquilo que Alá e seu profeta declararam ilícito, assim como contra aqueles dos povos do Livro, que não praticam a religião verdadeira, até que paguem o tributo, humilhados e com suas próprias mãos” (IX, 29);

“Combatei-os (...) até que não exista outra religião senão a de Alá” (VIII, 39);

“Fazei-os prisioneiros! Sitiai-os! Armai emboscadas contra eles!” (IX, 5);

“Nenhum profeta pôde fazer prisioneiros sem antes ter praticado massacres na terra” (VIII, 67);

“Não afrouxeis e não pedi a paz enquanto sejais os mais fortes” (XLVII, 35).


João Paulo II beijando o livro que condena os cristãos,

Os povos do Livro!

Se alguém é muçulmano é nisso que crê. Este é o seu credo. Portanto, não há vários tipos de muçulmanos. Por mais frouxo que seja em relação à Fé (e isso não existe no Islã), o Alcorão é o credo e a vida de um muçulmano. A outra opção é a morte, uma vez que o muçulmano que trai a fé não é meramente excomungado ou expulso, mas executado. Seu carrasco pode ser um estranho, mas pode ser também seu pai, sua mãe, seu irmão. 

domingo, 15 de novembro de 2015

O retorno dos islâmicos: Infieis Raivosos

Infieis Raivosos


Quando a Europa tinha a Fé, podia vencer as hordas muçulmanas, mas agora? -  uma grande retirada.

Já que o resto hesitante de Cristandade enfrenta hoje uma invasão muçulmana organizada pelos milenares inimigos de Deus, tornada possível pelos miseráveis políticos e meios de comunicações vis das nações ocidentais, é bom recordar quantas vezes, em épocas passadas, a Cristandade esteve ameaçada pelas invasões Muçulmanas, e como a Cristandade, desde então, se defendeu voltando-se para Deus.
No verão de 1683, um enorme exército muçulmano, de aproximadamente 150 a 300 mil soldados, sitiou Viena e ameaçou engolir a Europa, desde o Sudeste. Os Muçulmanos inclusive vislumbraram capturar Roma, para a glória do Islã [vide aqui].
Com a ajuda de um santo Capuchinho, Frei Marco de Aviano, o Papa Inocente XI teve êxito em formar um exército Cristão de várias nações Europeias para socorrer Viena. 
Eis a oração do Capuchinho pouco antes da batalha:
“Ó Senhor Deus dos Exércitos, Eis nos prostrados aos pés de Vossa Majestade para obter perdão de nossos pecados. Bem sabemos como temos merecido que os infiéis tomassem as armar para nos oprimir, porque as iniquidades cometidas por nós todos os dias contra Vossa bondade com justiça  provocaram Vossa ira. Ó grande Deus, do fundo do nosso coração Vos pedimos que nos perdoeis; nós execramos o pecado porque Vós o aborreceis; dói-nos ter frequentemente irritado Vossa suprema bondade. Por amor a Vós morreríamos mil vezes antes de cometer o menor ato que Vos desagrade. Venha em nossa ajuda, ó Senhor, com Vossa graça, e não deixeis que vossos servos rompam o pacto que fizemos convosco apenas. Tenha piedade de nós, tenha piedade de Vossa Igreja que a fúria e força dos infiéis estão agora mesmo preparando-se para oprimir. Mesmo que seja por nossa própria culpa que eles tenham invadido a serenidade destas  nações Cristãs e ainda que todo mal venha sobre nós não é outra que a consequência da nossa própria maldade, ainda assim, seja propício a nós, ó Deus de toda bondade, e não desprezeis o trabalho de Vossas próprias mãos. Lembre-se como, para salvar-nos da escravidão de Satanás, o Senhor derramastes todo Vosso Precioso Sangue.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Nigéria: Boko Haram declara califado e corta mãos de infiéis

O Islã avança. Na Nigéria, que veio a ser notícia por causa de repetidos sequestros de jovens CATÓLICAS - mais de 500, segundo fontes oficiais, sendo que, de uma única vez, sequestraram quase 300 meninas, algumas das quais conseguiram escapar - que foram estupradas e vendidas como escravas sexuais, finalmente o Boko Haram mostra sua verdadeira cara. Depois de fingir aceitar uma trégua - que só os beneficiou e durante a qual sequestraram mais 50 meninas - agora declaram o Estado Islâmico e executa quem se opõe a eles. E o Ocidente faz de conta que nada está acontecendo. 


Nigéria: Boko Haram declara califado e corta mãos de infiéis 


Terroristas estão na cidade de Mubi, com 250 mil habitantes, e aplicam a lei islâmica aos "desobedientes".  

O grupo terrorista Boko Haram declarou um califado islâmico na cidade de Mubi, no nordeste da Nigéria, e cortou as mãos de dez pessoas que descumpriram sua interpretação da lei islâmica, informou nesta terça-feira a imprensa local.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O outro 11 de Setembro (1683)

O outro 11 de Setembro (1683) 


   
Houve, na história, outro 11 de setembro, no qual o Islã atacou terras cristãs. Este outro 11 de setembro talvez seja tão ou mais importante que o 11 de setembro de 2001. Em julho de 1683, 150 mil turcos otomanos de fé islâmica, liderados por Kara Mustafa e ajudados por protestantes húngaros, cercaram Viena e começaram a provocar fome aos habitantes da cidade. A ideia era vencer a capital do Império de Habsburgo, do Rei Leopoldo I, pela fome e pelo cansaço. Leopoldo I era defensor da contrarreforma, e os protestantes de partes da Hungria eram contra o Rei.

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

O califado no século XXI quer ir de Lisboa ao Paquistão

É um plano ambicioso: o mapa difundido nas redes sociais por radicais islâmicos mostra as ambições de um califado do século XXI, que iria da Ibéria ao Vale do Indo.


A mancha estende-se dos Pirinéus aos confins dos Himalaias. Vai do Cabo Finisterra ao sul do Quénia. Dos arredores de Viena ao Punjab. O mapa difundido nas redes sociais Facebook e Twitter por aparentes apoiantes do Estado Islâmico mostra toda a extensão do califado tal como o imaginam daqui por alguns anos. Por enquanto, os jihadistas do ISIS só dominam o norte do Iraque e uma parte do leste da Síria, mas os projetos dos fundamentalistas são grandiosos – mesmo que não tenham reais possibilidades de concretização.

Muitos destes “soldados de deus” são jovens que saíram diretamente das madrassas para o deserto, mas sem se esquecerem de levar consigo os smartphones e sem desligarem as suas contas nas redes sociais. Alguns foram educados nos subúrbios de cidades europeias, mas a sua inspiração é a mesma de Osama Bin Laden: recuperar para o Islão todas as terras que em tempos foram dominadas por muçulmanos e, por isso, integravam o califado. Desde o Al-Andalus – a Ibéria muçulmana, a Bin Laden se referia com frequência – até ao vale do Indo.

Originalmente a palavra “califado” significa em árabe a forma de escolha de um líder (o Califa) para os muçulmanos. Esse Califa é visto como o sucessor do profeta Maomé e líder máximo dos muçulmanos.

O primeiro Califado data do tempo e das conquistas de Maomé e atingiu a sua máxima expansão com os Omíadas, que governavam a partir de Damasco. A sede do Califado passaria depois para Bagdad, com os Abássidas, a seguir para o Cairo, com os Fatimidas, e finalmente para Istambul, com os Otomanos.

A expansão do califado desde Maomé (mais escuro)
até aos Omíadas (mais claro) (mapa Wikipedia)

Nunca voltaria, contudo, a ter a extensão máxima atingida com os Omíadas, mesmo considerando a sua extensão à Grécia, aos Balcãs e à Crimeia durante o tempo otomano, quando os exércitos do sultão chegaram por duas vezes às portas de Viena. Acabaria por ser abolido pelo líder nacionalista e secular Mustafa Kamal Ataturk, em 1924, altura em que a Turquia moderna foi fundada.

O mapa divulgado pelos radicais representa um califado que nunca existiu como um todo – mas retrata todos os territórios que alguma vez estiveram sob domínio muçulmano. O seu projeto é reunificar todos esses territórios, incluindo as terras de Portugal e Espanha onde, durante alguns séculos, existiu o Califado de Al-Andalus.

Algumas das fronteiras internas desenhadas neste mapa, sobretudo no Grande Médio Oriente, seguem vagamente as divisões administrativas existentes no tempo do Império Otomano, divisões essas que não foram respeitadas pelo acordo de Sykes-Picot que traçou as novas fronteiras da regiões, dividindo-a, a seguir à I Guerra Mundial, em zonas de influência francesa e britânica. As fronteiras atuais derivam desses acordos, que são contestados pelos jihadistas, pois, na sua opinião, traduzem “a vontade de dividir os muçulmanos e limitar a possibilidade de um novo califado”. Não por acaso, o “califado” que o líder do ISIS, o temível Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou depois da ofensiva relâmpago dos seus exércitos não respeita as fronteiras nem do Iraque, nem da Síria.

Na altura da proclamação do califado moderno pelo ISIS, alguns especialistas referiram que se tratava do evento mais importante e com maior impacto do jihadismo internacional, desde o 11 de Setembro. A difusão deste mapa, pintado com as cores negras do ISIS, mostra como os planos dos radicais – mesmo que não formalmente do Estado Islâmico – são ambiciosos.
 

Fonte: http://observador.pt/2014/08/12/um-califado-seculo-xxi/


Nada impede, depois, que o Califado queira estender seus domínios sobre o resto do mundo.  

A presença dos muçulmanos no mundo atual (Wikipedia):
clique para ampliar
O Califado está ligado aos sunitas, que são maioria: 90% dos muçulmanos.  


Este outro mapa, mostra os números no resto do mundo: 


clique para aumentar

clique para aumentar


terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Os Cruzados foram o braço misericordioso do Deus todo-poderoso

Só para que não percamos a noção das coisas por ignorância acerca dos fatos. As Cruzadas foram um bem para a Humanidade. Sem elas, certamente hoje estaríamos ajoelhando cinco vezes ao dia, virados para a Meca, para adorar outro que não DEUS, verdadeiro. Louvado seja Deus que permitiu que Santos homens lutassem também por nós. Hoje, com a Igreja reduzida a uma mera instituição religiosa, igual a outra qualquer das inúmeras que são oferecidas para atender às mais variadas sensibilidades espirituais, assistimos de camarote ao avanço do Islã sobre o Ocidente, tendo já recuperado o domínio sobre o Oriente Médio e se fortalecendo mais e mais na Ásia: onde está a fornecer, todos os dias, mais e mais Mártires, cujo sangue grita aos Céus. Que Deus, em sua infinita Bondade, se digne em nos enviar CRUZADOS, para completar a obra dos primeiros. 

Viva Cristo Rei!

G.

Monge armênio Hovannés: os Cruzados foram o braço misericordioso do Deus todo-poderoso


.
Chegada dos cruzados a Antioquia,
Sébastien Mamerot, Les Passages d’Outremer, Fr 5594, BnF
O monge armênio Hovannés [João], que morava em Antioquia durante o sítio cruzado, assistiu à sua subsequente invasão ao sítio maometano e, por fim à libertação final num combate humanamente inexplicável, deixou uma crônica bastante pormenorizada de como aconteceram esses fatos:
“... Naquele ano [Nota: fala das operações militares do ano 1098] o Senhor visitou o seu povo, segundo está escrito: “Eu não vos abandonarei nem me afastarei de vós”.

“O braço todo poderoso de Deus foi o nosso guia.

“Eles [os Cruzados] trouxeram o estandarte da Cruz de Cristo e depois de ostentá-lo pelo mar, massacraram uma multidão de infiéis e puseram os outros a fugir pela terra.

“Eles tomaram a cidade de Nicéia e a sitiaram por cinco meses.

“Depois vieram ao nosso país na região da Cilícia e da Síria, e atacaram, postando-se em volta da metrópole de Antioquia.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A Igreja e o Islã - mais um testemunho

Para Bergoglio I, um pouco de MEMOREX de História da Igreja e da Fé Católica. 



Gerard d’Avesnes: herói até o holocausto vergou os muçulmanos

 

Ruínas da fortaleza de Arsur
Ruínas da fortaleza de Arsur
Após a conquista de Jerusalém, na primeira Cruzada, os principais chefes cristãos escolheram rei o Duque de Lorena, Godofredo de Bouillon.

Era um cavaleiro intrépido, famoso pela sua coragem, e a quem mais se devia a vitória.


Quando lhe perguntavam de onde vinha a força para cortar um homem ao meio só com um golpe, ele dizia que suas mãos nunca se tinham manchado com pecados de impureza.

Ao ser eleito rei de Jerusalém, recusou dizendo que “não queria ser coroado com ouro onde Jesus o fora com espinhos”. Aceitou somente o título de Barão e Defensor do Santo Sepulcro.

A cidade muçulmana de Arsur se rebelou. O exército cristão veio então cercá-la com torres rolantes e aríetes.

Os muçulmanos, percebendo que teriam de capitular, tomaram um refém, Gerard d’Avesnes, e o amarraram a um mastro no alto das muralhas.

Assim o cavaleiro seria morto pelas armas cristãs, ou, se o cerco continuasse, pelo sofrimento.



O heroísmo de Gerard d’Avesnes tocou até os muçulmanos
O heroísmo de Gerard d’Avesnes tocou até os muçulmanos
O Duque de Lorena aproximou-se então do lugar do suplício, e disse ao cavaleiro: “Eu não vos posso salvar. Morrei, pois, ilustre e bravo cavaleiro, com a resignação de um herói cristão. Morrei para a salvação dos vossos irmãos e para a glória de Jesus Cristo”.

As palavras de Godofredo deram ânimo a Gerard d’Avesnes, não só para morrer, mas para mais ainda: quis, mesmo depois de morto, continuar de algum modo a luta pela causa da Igreja. Para isto recomendou que suas armas e seu cavalo fossem entregues ao Santo Sepulcro.

A batalha continuou, mas Godofredo de Bouillon não conseguiu tomar a cidade.

Pareceu então que Deus não recompensara a generosidade tão grande de seus filhos, e que o sacrifício de Gerard d’Avesnes fora infrutífero.

Um dia, porém, Gerard d’Avesnes entrou em Jerusalém montado num belíssimo cavalo branco.

Impressionados pelo heroísmo de Godofredo de Bouillon e do supliciado, os muçulmanos haviam-no retirado do madeiro, e mais tarde o libertaram.

Deus, que nunca abandona seus filhos e não se deixa vencer em generosidade, tinha conseguido mover o coração dos infiéis, fazendo-os reconhecer com admiração a grandeza dos cristãos.

+
Inscreva-se para receber as publicações do Pale Ideas: Delivered by FeedBurner.

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

"O sangue enche as nossas estradas, os nossos olhos, o nosso coração"!

Traduzirei assim que possível, não queria deixar passar batida essa carta das irmãs trapistas na Síria, à espera de ajuda e denunciando a ação do Maligno. Enquanto isso, o Bispo de Roma envia parabéns pelo fim do Ramadã aos que matam essas religiosas e os cristãos na Síria e no Egito e em todo o mundo. Essa carta nos faz lembrar de outra, já publicada aqui, das Pequenas Irmãs de Bagdá, de 2010.


Carta das quatro irmãs trapistas na Síria:

«O sangue enche as nossas estradas, os nossos olhos, o nosso coração»



Agosto 30, 201
3

«Vediamo la gente intorno a noi e pensiamo: “Domani hanno deciso di bombardarci”».


Oggi non abbiamo parole, se non quelle dei salmi che la preghiera liturgica ci mette sulle labbra in questi giorni: «Minaccia la belva dei canneti, il branco dei tori con i vitelli dei popoli… o Dio disperdi i popoli che amano la guerra…». «Il Signore dal cielo ha guardato la terra, per ascoltare il gemito del prigioniero, per liberare i condannati a morte»… «ascolta o Dio la voce del mio lamento, dal terrore del nemico preserva la mia vita; proteggimi dalla congiura degli empi, dal tumulto dei malvagi. Affilano la loro lingua come spada, scagliano come frecce parole amare… Si ostinano nel fare il male, si accordano per nascondere tranelli, dicono: “Chi li potrà vedere? meditano iniquità, attuano le loro trame. Un baratro è l’uomo, e il suo cuore un abisso”. Lodate il mio Dio con i timpani, cantate al Signore con cembali, elevate a lui l’accordo del salmo e della lode, esaltate e invocate il suo nome. POICHE’ IL SIGNORE E’ IL DIO CHE STRONCA LE GUERRE. “Signore, grande sei tu e glorioso, mirabile nella tua potenza e invincibile”».

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Os "irmãos mais velhos" defendendo o Islã!

Padre Giulio Tam
Nossos "irmãos mais velhos na fé" – como carinhosamente os denomina o crédulo líder da Neo-FSSPX, a exemplo de JPII – demonstram que têm uma ignorância histórica e de História.

Ao comentar o 90º aniversário da “Marcha sobre Roma”, que é comemorado todos os anos em Predappio, a cidade natal de Benito Mussolini, e seu túmulo, os sionistas não perderam a oportunidade de recriminar seu desde sempre maior inimigo: a Tradição da Igreja, na pessoa do Padre Giulio Maria Tam, presente no evento e que alertou, como muitos outros o estão fazendo, inclusive ex-muçulmanos[1], quanto ao perigo do avanço do Islã sobre a Europa. Mais uma vez.

Da outra vez, tínhamos um Papa, Pio V, declarado Santo pela Igreja, que os deteve por séculos, através do combate a mão armada: as Cruzadas.

E agora? Quem nos defenderá se o Papa atual confraterniza com o inimigo e até reza com ele em suas mesquitas? Hoje, em Roma, há uma mesquita porque o Vaticano autorizou sua construção. Se o Papa o quisesse, não haveria, porque o Prefeito de Roma, mesmo sendo de esquerda, não agiria sem consultá-lo.

Os “grandes irmãos”, que agora visitam fraternalmente a mesquita de Roma, farisaicamente recriminam Mussolini. Segundo Ray Moseley, que escreveu o livro “O Conde Ciano, sombra de Mussolini” (Globo Livros, R$ 49,90), o Duce pretendia construir, já em 1939, em Roma, uma grande mesquita para os seis milhões de albaneses muçulmanos que fugiram da Albânia que o próprio Mussolini invadira. Quem os entende? 

Hoje todos eles confraternizam: Roma, Israel e o Islã. Para onde caminhamos?

Vamos à notícia.



Uma multidão de italianos marca o aniversário da ascensão de Mussolini ao poder

Aproximadamente mil fascistas marcham através da cidade natal do ditador, antes de ouvir um discurso xenófobo anti-Islã.


29 de outubro de 2012, 11:51 pm

ROMA (ITA) — Centenas[2] convergiram para a cidade italiana natal de Benito Mussolini, a fim de marcar o 90 º aniversário da "Marcha sobre Roma", que levou o ditador fascista ao poder.

A multidão em Predappio gritava "Duce, Duce" e fez a saudação fascista durante a marcha de domingo. Os hard-core fascistas comemoram o aniversário todos os anos, em homenagem à terra natal de Mussolini e também seu túmulo[3], na cidade do norte da Itália.

Notícias estimam que, para marcar o aniversário de domingo, mais de 1.000 obstinados fascistas desfilaram pelas ruas de Predappio. Muitos usavam as históricas camisas pretas fascistas, o fez[4] e as botas, e ostentavam símbolos fascistas, bandeiras e insígnias.

Giulio Maria Tam, um padre excomungado[5] que é seguidor do dissidente Arcebispo tradicionalista Marcel Lefebvre, dirigiu-se à multidão com um discurso ardente e xenófobo[6] onde[7] denunciou o Islã e pediu ajuda divina na "batalha" para defender a Itália dos imigrantes.




[1] Como o mais novo célebre convertido à Fé católica: o eurodeputado Magdi Cristiano Allam. Dele, leiam: “Ponto de chegada de un longo caminho. Decisivo encontro com o Papa” (em espanhol).
[2] Não eram milhares? – NdTª.
[3] Mussolini e Clara Petacci, sua amante, foram covardemente trucidados, depois de terem se rendido e estarem desarmados. Foram, depois, pendurados de cabeça para baixo, para uma ulterior humilhação pública. Essa mesma foto (vide abaixo) serviu, depois, para denunciar a corrupção que se alastrou na política italiana, em particular no centro e centro-esquerda. Wlater Chiari, um grande ator italiano, disse, em 1975, que, dos bolsos de Mussolini, quando foi pendurado, não caiu um só centavo, e que o mesmo não se poderia dizer dos novos governantes italianos. Isso é fato.
[4] Fez é um chapéu de uso militar, usado pelos fascistas. Vide foto abaixo.
[5] Continuam mentirosos os nossos “irmãos mais velhos”, uma vez que nenhum padre da FSSPX foi jamais excomungado, assim como nenhum fiel. A excomunhão alcançou, apenas, os quatro bispos – Dom Williamson, Dom Tissier, Dom De Galarreta e Dom Fellay – e Mons. Lefebvre e Mons. De Castro Mayer. E se tivesse vindo de autoridade católica, ainda assim seria anulável, posto que  a “desobediência” foi de cunho administrativo, não doutrinário.
[6] Xenofobia é o medo irracional, aversão ou a profunda antipatia em relação aos estrangeiros; a desconfiança em relação a pessoas estranhas ao meio daquele que as julga, ou que vêm de fora do seu país. Isto posto, o católico que, ao defender a Fé que lhe foi ensinada por Nosso Senhor Jesus Cristo, denuncia o avanço de um grupo que, historicamente, trouxe consigo o terror social, não é xenófobo, mas prudente. Afinal, o mundo é testemunha das atrocidades que os muçulmanos vêm cometendo há séculos e particularmente em nossos dias, como o martírio silencioso dos cristãos no Médio Oriente e na Ásia como um todo. Os “irmãos mais velhos” costumam chamar a esse genocídio indevidamente de “Holocausto”. Mas isso só vale para eles. Para os outros... não!
[7] Bom, aqui não temos o texto de Padre Tam, que é um Sacerdote piedoso. Assim, somos reféns das palavras dos “irmãos mais velhos”. Lembrem-se, seremos julgados por cada palavra que dissermos!

Fotos

clique nelas para ampliá-las 


 











 


Sobre a Beata Margarida Clitherow, clique no link.


*

Leitores