Bom dia, amigo leitor. Há um tempo tenho deixado de escrever, e nem é por falta de assunto, mas por excesso de afazeres mesmo. Deo gratias! Mas, hoje, resolvi gastar uns minutinhos para falar de algo que venho observando, há algum tempo, na Desistência brasileira: há problemas no paraíso novafriburgense...
Há dissensões entre as cabeças coroadas que lideram a “Tradição” que está misteriosamente unida à Igreja cismática do CVII...
Há outras questões, mas o pivô, desta vez, é o Bolsonaro. Ou melhor votar ou não votar nele? Ser ou não ser?...
E, assim, de um lado, temos os “anátemas tomasinos” para quem votar no Mito, de outro, os “anátemas nouguerianos” para quem não votar...
As cabecinhas dos sapos desistentes irão bugar?... Ou vão acordar?
O MONGE OU O MESTRE?...
Há dissensões entre as cabeças coroadas que lideram a “Tradição” que está misteriosamente unida à Igreja cismática do CVII...
Há outras questões, mas o pivô, desta vez, é o Bolsonaro. Ou melhor votar ou não votar nele? Ser ou não ser?...
E, assim, de um lado, temos os “anátemas tomasinos” para quem votar no Mito, de outro, os “anátemas nouguerianos” para quem não votar...
As cabecinhas dos sapos desistentes irão bugar?... Ou vão acordar?
Bom, en passant, de dizer que, desta vez, o maior teólogo de todo o Cosmos tem razão. Os argumentos dele estão corretos, não só à luz da Doutrina Católica, mas também por uma mera questão de bom senso: se não for no Bolsonaro, votar em quem? Cadê o Salazar brasileiro? Cadê o Garcia Moreno brasileiro? Well, como sabemos que as técnicas de clonagem não estão tão avançadas para fazer parir um deles até outubro (levando em conta ainda toda a legislação eleitoral e seus prazos), e por que a reencarnação não existe... devemos nos contentar com o Bolsonaro. É o melhor nome para impedir que a Esquerda implemente totalmente as deliberações do Foro de São Paulo. E, inclusive, que o criminoso condenado Lula volte e seja entronizado para sempre, como Castro, Chave, Maduro...
“Ain, basta anular ou votar em branco... eu ouvi dizer que, se todos fizessem isso, anularia a eleição...”. Abiguinho, deixa eu desenhar para você: isto é MENTIRA. E em diversos níveis e graus. Vamos por parte:
1. A legislação eleitoral brasileira é clara: Constituição Federal de 1988, em seu art. 77, parágrafo 2º, diz que é eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos. Ou seja, NÃO FAZEM DIFERENÇA NA ELEIÇÃO. Deixe de ser um papagaio preguiçoso e leia! Não seja refém das informações mastigadas pelos outros: http://www.tre-df.jus.br/imprensa/noticias-tre-df/2014/Agosto/votos-nulos-e-brancos-nao-anulam-o-pleito. É do TRE.
2. Só “ad argumentandum”, ainda que isso fosse possível, a verdade é que, até outubro, sem uma enérgica campanha a favor, seria impossível reunir um número expressivo de votos nulos ou brancos para causar qualquer impacto que pudesse hipoteticamente anular a eleição. Frisando que NÃO É POSSÍVEL ANULAR AS ELEIÇÕES POR VOTOS BRANCOS OU NULOS.
3. Não votar no Bolsonaro significa votar na Esquerda. Quem votar em branco ou anular o voto(*) estará favorecendo a Esquerda. E disso, Abiguinho. terá que prestar contas a Deus.
(*) Abro um outro parêntese: o mesmo vale para os votos “inúteis”, ou seja, votar em candidatos supostamente “bons” e “não de esquerda” (Fidelix, Amoedo e quem mais se queira). Isso, simplesmente, porque seria um DESPERDÍCIO de votos, por isso “inúteis”. A vez é do Bolsonaro.
















