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sábado, 11 de junho de 2016

COMUNISTAS CONTRA AS CRIANÇAS, VENCEM MAIS UMA VEZ...

NOTA DE ESCLARECIMENTO E AGRADECIMENTO



Olá, quero dar um retorno sobre a votação do veto do prefeito de Campo Grande (MS) à Lei 8242/206, Lei da Escola Sem Partido, que foi apreciada ontem na Câmara dos Vereadores. Perdemos. Foi feito um acordo inconstitucional porque antidemocrático visto que a lei havia sido aprovada por maioria ampla (27 votos a favor e 2 contra), e o veto, um calhamaço de bobagens onde despontavam duas razões para vetar a lei: o clamor público e a inconstitucionalidade da lei. O “clamor público” estava consubstanciado apenas na gritaria dos movimentos de esquerda (30 entidades, diziam eles, mas no máximo 100 pessoas presentes nas votações e palestras), quando, na verdade, praticamente todos os jornais da cidade haviam feito enquetes nas quais a lei ganhou com uma média de 70% dos votos, perdendo apenas em uma, mais pela redação propositalmente dúbia, e por coincidentes 71%. Até mesmo em um site de esquerda, a lei ganhou. Quanto à inconstitucionalidade, o veto preencheu laudas com reclamações sem argumentação alguma, dando a impressão de que o autor não havia lido a lei. Seria inconstitucional se - a principal alegação - a lei tivesse inovado, criando direitos ou deveres, porque estaria avançando em uma competência que é apenas federal. Isso não aconteceu. Tudo o que está na lei, proibindo ou permitindo, está previsto em nosso ordenamento jurídico, a partir da Constituição Federal, e em todas as leis relativas ao tema. Quem ainda chama a Lei da Escola Sem Partido de Lei da Mordaça ou (1) é mentecapto ou (2) se recusa a lê-la ou (3) sabe perfeitamente do que se trata e teme perder a hegemonia que foi construída nos últimos 30 anos. 

O “acordo” 

No plenário da Câmara de Vereadores, praticamente todos os que eram contra a lei estavam com cartazes impressos de alta qualidade, denotando um investimento tremendo com isso, sem falar da utilização de massa de manobra recrutada – publicamente – nas universidades, oferecendo ônibus para o transporte. Só isso mereceria uma investigação das autoridades competentes, para saber de onde está saindo a verba para tudo isso. Eu mandei imprimir em uma gráfica 12 cartazes tamanho A3, ao custo de R$4,00 cada, que paguei de meu próprio bolso. Além disso, havia cartazes feitos a mão pela nossa equipe e por pessoas que apareceram espontaneamente atendendo aos nossos pedidos nas redes de relacionamento da internet. De registrar que o tempo todo, no plenário, ouvíamos ameaças da parte deles, os quais ameaçavam que, se o veto fosse derrubado, haveria ocupação, invasão, agressão aos vereadores.  


Por causa dessa animosidade, a Presidência da Câmara fez uma reunião com 3 representantes de classe e 3 vereadores de cada lado. Eu fui uma das que foram indicadas. 
Um parênteses para ilustrar a ação da esquerda: quando chegamos lá, eles estavam com cinco representantes, sem contar um travesti que exigia entrar e reclamava que não estavam seguindo a “metodologia dos movimentos sociais”... Por fim, ficamos cinco a cinco, graças a uma senhora católica que se apresentou e exigiu que se fizesse a contagem das partes presentes pois, se não houvesse o mesmo número, ela fazia questão de participar. Admirável. Foi quando se descobriu que a esquerda estava em maioria.  
Enfim, começou-se a reunião com o encaminhamento do Presidente de que tínhamos que ser objetivos porque o plenário estava instável, e que apresentássemos apenas propostas. A esquerda, como sempre, quis montar o palanque e começar o comício. Enfim, apareceu a primeira proposta, do vereador Siufi, um dos autores da lei, para que não se votasse o veto no dia 9, para ser votado e acolhido na próxima seção, quando também se aprovaria uma nova lei, melhorada nas questões realmente problemáticas. A esquerda, obviamente, reclamou e se firmou pela manutenção do veto. Acordo é cada parte ceder um pouco, manter o veto era ceder no que?  

Em determinado momento, algo mudou, pois, de repente, eles se calaram e ficaram até amistosos e cordatos, foi quando o Presidente disse que seria melhor encampar a proposta do vereador Siufi, de acatar o veto e em 30 dias essa mesma comissão apresentaria uma lei nova, com base nesta que estava sendo vetada; e a garantia disso era o “pacto de confiança” que selaríamos, como pessoas adultas e maduras. E foi quando percebi que algo de errado estava acontecendo, primeiro porque essa não era a proposta do vereador e, depois, e sobretudo, pela mudança repentina até mesmo das expressões corporais da esquerda: muda e obediente, mansa como carneirinho, fazendo promessas e jurando respeitar o pacto de confiança. O presidente da FETEMS prometeu até mesmo que no dia seguinte soltaria nota na imprensa louvando o acordo, como prova de boa vontade. Discordamos, mas foi inútil. Fechou-se o acordo sem nem ao menos marcar a primeira reunião da “comissão”, que “a princípio” (segundo frisou uma vereadora presente, já dando indicação que isso seria mudado posteriormente) seria composta pelas mesmas pessoas que estavam presentes. 
Em conversas paralelas, cada esquerdista já inovava: um dizia que somente quem tem filhos na escola pública poderia participar, outro que o presidente não tinha competência para formar essa comissão, e outra que se deveria chamar representantes das escolas, ouvir as Igrejas (mas as marionetes dela, no plenário, estavam com cartazes expulsando Deus da vida pública e das partes íntimas deles) etc...  
Estavam entoando o “já ganhei”. E eu já podia até ver a comemoração deles com champanhe... ou seja lá o que esse pessoal toma. Dito e feito, logo em seguida, uma vereadora que estava presente soltou uma nota comemorando mais uma vitória da luta pelos professores e blábláblá. 

No dia 9 de junho de 2016, a Constituição Federal foi mais uma vez rasgada, pisoteada, cuspida e defecada pela esquerda. E as crianças continuam vítima de ABUSO INTELECTUAL por parte dos mesmos abusadores que gracejam nas escolas públicas e privadas! Porque, não se iludam, na escola privada (e sobretudo confessional) também acontece, e o argumento de que os pais podem mudar os filhos de escola é ridículo porque muitas escolas particulares, inclusive confessionais (na maioria católicas), têm em seu staff de professores doutrinadores preparados e atuantes. E qual é o perigo disso? O perigo é que as futuras elites políticas, empresariais e de formadores de opiniões são formadas em sua grande maioria nas escolas particulares. São nossos futuros governantes, e suas jovens mentes já estão nas mãos da esquerda. 

A ardilosa desonestidade intelectual e moral da esquerda já não é segredo. Uns dias antes da apreciação do veto, tentaram criar um Conselho Municipal LGBT, o qual, uma vez criado, teria carta branca para fazer oficialmente o que já faz na prática sem permissão legal. Conseguimos adiar a votação, mas se trata de mera questão de tempo.  

Com a derrubada da lei, o caminho para a hegemonia LGBT está feito. A verdade é que a proibição de discutir gênero nas escolas já existe, a Lei da Escola Sem Partido apenas estava informando aos alunos essa realidade. E é verdade que os doutrinadores já estão falando disso com nossas crianças contra a nossa vontade. Só para se ter uma ideia, no dia 22 de junho, o Prefeito marcou uma licitação para adquirir jogos sexuais para a Secretária de Educação. Parece até que já contava com a vitória na Câmara. Não é? 

A nota é de ESCLARECIMENTO, mas também de  

AGRADECIMENTO 


a todos aqueles que se empenharam em nos ajudar, enviando e-mails aos vereadores, pedindo para derrubar o veto e promulgar logo a lei. Fizemos nossa parte, agimos dentro da legalidade e a moralidade. Não fazemos o jogo sujo deles, não usamos dinheiro público ou privado para destruir a sociedade, atacando a base dela: a família. Combatemos o bom combate.  

Ainda que maioria, somos poucos ainda os que atuamos, pois ainda estamos acordando desse torpor das últimas décadas, que permitiu a implantação do projeto de poder da esquerda - e, apesar disso, ainda ouvimos conservadores dizerem que o comunismo não existe mais!!!  

Cada dia, mais e mais se juntam a essa onda conservadora. É preciso investir mais em informação, fazer palestras, chamar os pais/responsáveis, os professores intelectualmente honestos, as autoridades. Muitos têm a impressão que estão sós, que só eles acham errado o que está acontecendo nas escolas, e têm medo – e com razão – de reagir, de se indignar efetivamente, pois temem as perseguições, as agressões dos doutrinadores e da malta que os defende.  

Devemos aproveitar toda oportunidade que tivermos para alcançar o maior número de pessoas possível, para que saibam que não estão sós, que somos a maioria (86% da população, segundo o Censo) e que temos poder de voto e ação. Somos a maioria dos eleitores e dos contribuintes.  

E não devemos esperar por um salvador da pátria. Devemos nós mesmos salvá-la. Devemos ser nós mesmos os autores da mudança, da retomada do Brasil. Não vai ser fácil, porque eles têm verba pública ilimitada para nos calar, têm a mídia nas mãos, estão infiltrados em todos os espaços da vida pública. Não vai ser fácil, mas isso não quer dizer que será impossível. 

Quem luta pela honra de Deus nunca perde. 

G. d’Amore



PT é uma das faces do comunismo no Brasil. 

Todos os partidos de esquerda são filhos de Marx


* * *


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