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sábado, 7 de maio de 2016

A farsa ianomami - Marxismo atacando em todos os campos

Com uma dialética toda peculiar, o marxista incute o ódio entre as classes, raças, sexos etc., colocando-se como o grande tutor das relações "imparciais, justas e democráticas". Há sempre um devedor e um credor histórico, ainda que não haja nem débito nem crédito comprovado ou plausível. É o caso dos índios "brasileiros". Quem se posta "contra" a ideia de que este País pertence aos remanescentes das tribos aborígenes é taxado de "mau", e branco, e colonialista, e explorador. Se houvesse uma dívida histórica a ser paga pelos conquistadores, deveriam começar pela Europa, que também foi, em algum momento, habitada por "aborígenes" que foram conquistados por um sem números de povos. É a História da Humanidade. Geralmente, essa conversa da dívida é acompanhada pela conversa do "índio bom", um mito para fábulas infantis. Ou o sentido de coletividade dos indígenas... outro mito. Quem conhece a realidade do dia a dia dos indígenas bem sabe que não socializam nada, tem um sentido de propriedade bem forte, afinal... porque guerreavam uns contra os outros, entre si? Os seres humanos diferem entre si por raças, sem dúvidas, mas a essência é a mesma. Ser bom ou mau, independe da raça. Tem a ver com valores. E aqui estamos no campo da Moral e não da Biologia. Pus entre aspas "brasileiros", lá no começo por uma simples razão. Pela lei brasileira, os índios são tutelados enquanto se mantém em "estado natural", mais do que justo, para não serem enganados por alguém evidentemente mais esperto. O problema é que nesta tutela estão abrangidos crimes gravíssimos, como estupro e assassinatos. Não os corriqueiros, porque acho que respondem por isso, mas os infanticídios, pela insistência de alguns "cientistas sociais" que entendem ser "cultura" matar bebês recém-nascidos só porque doentes ou gêmeos. Na verdade, eles matam crianças maiores de fome também, quando querem exigir mais "direitos" do que já possuem. Estupros... nem se fala! Alguns são famosos, como daquele índio de Brasília que estuprou uma brasileira (sem aspas, porque era mesmo brasileira) e que foi absolvido escandalosamente por causa da "cultura". Um outro dia, voltarei a falar sobre "cultura", para esclarecer o que isso realmente é. Então, os índios que não são emancipados (emancipação dos índios:Lei 6.001/73 - Art. 9º), não são verdadeiramente brasileiros porque não exercem nem cidadania nem "brasileiridade" por completo, são aculturados, são emarginados, recusam-se a viver como brasileiros. Dessa forma, são excelente recurso humano para ser massa de manobra dos comunistas, porque, por recusar a cidadania brasileira, aceitam melhor a ideia de "comuna". Aviso aos navegantes: o Comunismo não acabou. Acordem! Vamos ao texto de Maurício Vilela. 



A FARSA IANOMAMI

 
Graças a um eficiente trabalho de desinformação, a maioria das pessoas mais jovens, ao ouvir falar de militares, os imagina como pessoas tacanhas, sem cultura e focadas somente na vida militar.

Ignoram que, ao longo de séculos, os militares não só fizeram parte da elite administrativa da sociedade, como também eram parte da elite intelectual. Só para citar um exemplo, o General Golbery do Couto e Silva, que foi Chefe da Casa Civil dos governos Geisel e Figueiredo, era considerado um intelectual, um dos principais teóricos da doutrina de segurança nacional, elaborada nos anos 50 pelos militares brasileiros. Sua biblioteca particular era considerada uma das mais extensas do país.

A Biblioteca do Exército Brasileiro, fundada em 1881 e reorganizada em 1937, não se dedicou somente a editar livros de estratégia e biografias de militares, mas também a temas de interesse geral, inclusive didáticos. Infelizmente, muitos desses títulos encontram-se hoje esgotados. É o caso de um livro que merecia ser reeditado até mesmo por uma outra editora. Refiro-me a “A farsa ianomami”, lançado em 1995.






Seu autor, o coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, embora gaúcho, passou boa parte da sua vida adulta em Roraima, seja em atividades militares ou, após passar à reserva, como secretário de segurança. Amava a região e seus habitantes, tanto os indígenas quanto os não-indígenas.

O conteúdo do livro é assustador, ainda mais por não ser fruto de alguma paranoia ou teoria da conspiração, mas ser firmemente embasado com referências, autores e provas documentais.


A fotógrafa Claudia Andujar. 

O autor nos mostra de forma irrefutável que nunca houve em toda a história brasileira, desde os primeiros exploradores até Rondon, nenhuma menção a alguma “nação ianomami” e que os índios que, alegadamente, fariam parte dessa “nação” pertencem inclusive a troncos linguísticos distintos, inimigos há séculos. A denominação teria sido inventada por Cláudia Andujar, uma fotógrafa belga, que em 1973, surgiu na mídia protestando contra o “genocídio da nação ianomami”. Embora não tivesse nenhuma credencial de antropóloga, ela conseguiu convencer parte importante da mídia da existência dessa tal nação e lutar para a demarcação de um território imenso a ser habitado somente por alguns poucos milhares de índios. Um verdadeiro latifúndio. 






“Ao misturar índios de diferentes grupos na mesma reserva, o Governo federal, ao invés de preservar suas respectivas culturas, condenou-as à extinção. E não havendo mais índios a proteger, ou levam outros índios para lá, ou arranjam outra desculpa para separar Roraima aquele pedaço.”

Mas o autor ainda vai além. Ele inclui um documento de uma entidade estrangeira, a Christian Church World Council, de 1981, onde se define em termos claríssimos que a Amazônia seria importante demais para fixar nas mãos dos países onde ela está, sendo imperioso que essa região fosse inicialmente preservada da ação dos países e, posteriormente, tivesse sua administração transferida para governos europeus ou para a ONU.

Incluindo experiências pessoais, dados técnicos e vários textos extraídos de jornais e revistas da época e analisando a demarcação de uma reserva em área de fronteira (o que contrária à lei) do tamanho do estado de Santa Catarina, o livro não deixa margens para dúvidas. Também são listadas todas as riquezas minerais que existem, “coincidentemente”, na mesma região demarcada como reserva indígena.

Poucos brasileiros sabem que, ao se criar essa reserva no Governo Collor, foi proibida a entrada de brasileiros (brancos ou mestiços) a oeste do paralelo 62, embora “missionários” e outros estrangeiros frequentem regularmente a região. Como estará aquilo lá agora? Até aeroportos foram feitos dentro da reserva. Aliás, essas pistas de pouso foram criadas pelo exército brasileiro em 1958, sob o comando do coronel Menna Barreto, sem que os militares soubessem que seriam posteriormente entregues a “missionários cristãos ” americanos. O autor chegou a visitar essas pistas depois de alguns anos e se espantou com a presença da bandeira americana no lugar da brasileira…

A reserva ianomami representa quase 20% da área de Roraima. E o livro foi escrito antes da demarcação da reserva Raposa-Serra do Sol, que retirou ainda mais um pedaço do território de Roraima do controle do estado.

Num ponto do livro, o coronel Menna Barreto chega a prever a mudança de foco de parte da esquerda para a falsa questão ecológica, muito antes disso se tornar frequente.

“Chegou-se a pensar que o fim do comunismo pudesse acabar com tantos problemas. Mas os agitadores só mudaram a cor da camisa, do vermelho para o verde. Antes combatiam a ditadura, depois defendiam os índios e agora querem salvar a floresta…”

Talvez seja tarde para recuperarmos essa porção de terra. Mas é indispensável que conheçamos o que ocorreu, para não cairmos novamente nesse tipo de golpe com o uso da mídia, como se tem feito na campanha contra a usina de Belo Monte.



Por Maurício Vilela -  27 de abril de 2016


Fonte: http://olharatual.com.br/a-farsa-ianomami/.

   
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