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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

18 de agosto - Santa Helena

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18 DE AGOSTO 

Santa Helena


Foi rainha, e a mãe do primeiro Imperador cristão, Constantino, o Grande.

Foi Constantino quem promulgou o Édito de Milão. Graças a este decreto, o Cristianismo foi considerado uma Religião que tinha os mesmos direitos das outras religiões. Foi o primeiro passo para que, anos mais tarde, outro imperador, Teodósio, convertido ao Cristianismo, tornasse o Cristianismo a religião oficial do Império Romano.

Ela nasceu em Britynia e casou-se com um general romano, Constancius I Chlorus, pelos idos de 270. Constancius tornou-se Cesar em 293. Logo divorciou-se de Helena e casou-se com a filha do imperador Maximiliano. Constantino tornou-se Imperador em 312, logo após a vitória da Ponte de Milvian, e Helena foi nomeada Augusta ou Imperatriz.

Ela se converteu para o Cristianismo e fez vários atos de caridade, construiu vários templos e igrejas em Roma e na Terra Santa. Numa das suas viagens à Terra Santa, teve visões que a ajudaram a descobrir a Cruz na qual foi crucificado Jesus. Ela parece ter morrido na Nicomédia.

O seus restos estão em um sarcófago no Museu do Vaticano. Na liturgia da Igreja, Santa Helena é mostrada como uma imperatriz, segurando a Cruz.



AINDA SOBRE SANTA HELENA:
A Cruz foi encontrada numa cisterna no dia 3 de maio, a leste do Monte Calvário. A historia de Santa Helena encontrando a Cruz é objeto de um poema muito celebrado chamado Elene de Cynelwulf.

Em 395, 65 anos após a morte de Helena, São Ambrósio de Milão fez um sermão no qual disse que Helena havia encontrado a Cruz onde Jesus tinha sido crucificado, mas também tinha encontrado aquele que ali havia sido morto, ou seja Jesus. Ela, disse São Ambrósio, tinha adorado não a madeira, mas sim o Rei que ali tinha sido pendurado e que dessa forma ela havia encontrado a imortalidade.

A descoberta de Helena é também atestada por Rufinus e Sulpicius Severus, no IV Século.

Parte da Cruz ficou em Jerusalém, e parte foi levada para Roma, e alguns fragmentos foram distribuídos para um grande número de igrejas. Isto indica que Santa Helena queria que a cruz fosse de toda a Igreja.

Santa Helena não é uma santa somente porque ela encontrou a Cruz de Cristo. Ela amava os pobres e vestia com modéstia e humildade. Euzébio escreveu que Helena passou seus últimos anos na Palestina, continuamente adorando e venerando, ao lado de todos, na igreja, humildemente vestida, igual as outras mulheres que estavam ali rezando. Mas se ela vestia-se humildemente, em contrapartida, enfeitou as igrejas com ornamentos e decorações não esquecendo das mais simples capelas e dos pequenos vilarejos.

Construiu basílicas no Monte das Oliveiras (a Eleona) e em Belém, viajando através de toda a Palestina, e era conhecida pela sua bondade com todos, pobre, soldados e prisioneiros; e muitos milagres foram a ela atribuídos.

Quando ela morreu, seu corpo foi solenemente levado de volta a Roma. A ilha do Atlântico chamada de Santa Helena tem este nome porque os marinheiros espanhóis a encontraram no dia de sua festa.

Na arte litúrgica da Igreja Católica ela é mostrada :

1) Vestida como rainha e segurando uma cruz ou
2) Indicando a localização da Cruz, ou
3) A cruz sendo revelada a ela, em seus sonhos, ou
4) Organizando e supervisionando a busca da Cruz, ou
5) Como uma lady medieval, com uma cruz e um livro como no mosaico bizantino em Hagia, Sophia e nos mosaicos gregos, ou
6) Com a cruz e os pregos, como nos mosaicos russos.

Ela é invocada contra o trovão e o fogo, e é a padroeira dos pintores e fabricantes de agulhas.

fonte: http://www.cademeusanto.com.br/santa_helena.htm



   
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