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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

As heresias de Maria Valtorta

será traduzido quando possível.




por Anselmo de la Cruz.

 

APRECIACIÓN GENERAL

La obra de María Valtorta presenta tantas irregularidades que es difícil entender como es que ha podido tener aceptación en los medios católicos, aún tradicionalistas, al parecer. En general, por las herejías que sustenta- y otras cuestiones negativas adyacentes- no comprendemos como pudo ser aceptada por sacerdotes de formación antigua, como un Romualdo Miglirini asistente espiritual de Valtorta, y un Fray Juan de Escobar, avalador de las ediciones de la obra, por lo menos de 1976.
O bien no leyeron éstos detenidamente los escritos de María Valtorta –lo cual es difícil de suponer, dada la seriedad de la cuestión-, o actuaron – y actúa como Escobar- como cómplices de la propagación de una obra que presenta gravísimos errores en materia de fe. Sea como fuere. En la obra de Valtorta hay un misterio de complejidad con la herejía, que envuelve en particular últimamente a los "comentaristas" de la obra que evidentemente son postconciliares, y que en notas al pie de las páginas insertan comentarios haciendo notar la coincidencia de muchas doctrinas de María Valtorta con los errores del Vaticano II .

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

A história da heresia do Gnosticismo

A história da heresia do Gnosticismo


Tela Universum (C. Flammarion, Holzschnitt, Paris 1888). Contém uma síntese das idéias gnósticas a respeito do conhecimento acerca do universoAo contrário dos ebionitas, muito apegados às tradições judaicas, os gnósticos em geral eram pagãos que, aceitando a fé cristã, nela queriam introduzir suas concepções pessoais, suas teorias filosóficas, suas quimeras passadas.

A palavra Gnose, vinda do grego, significa: Conhecimento ou Ciência. Os gnósticos se julgavam pensadores originais que não se podiam dobrar à fé dos simples fiéis. Durante os primeiros séculos da Igreja, houve um verdadeiro formigar de heresias de inspiração gnóstica. Seria inútil referir aqui, detalhadamente, todos os sonhos dessas seitas distantes. Limitemo-nos a dar uma idéia geral. Dois problemas parecem ter chamado a atenção dos gnósticos: o problema da criação e o problema do mal. Aliás, são dois problemas intimamente ligados. Pois, se Deus criou o mundo, donde vem o mal? Se não criou o mal, como pode ser considerado Criador único das coisas.

Sobre o tema, os gnósticos construíram sistemas audaciosos. Segundo eles, além do reino da luz, que é o de Deus, devemos distinguir o das trevas que é o da Matéria eterna e das trevas. Entre o Deus-Abismo, como costumavam falar, e o organizador da Matéria, que chamavam de Demiurgo, deve ter havido grande número de graduações, que chamavam de Eons. E a maioria das seitas juntava um Eon masculino com um Eon feminino. O Demiurgo, auto do nosso mundo material, segundo eles, era ou o último dos Eons, o mais afastado do Deus-Abismo, ou um Demônio que arrebatara uma centelha da Plenitude divina -- o Pleroma -- a fim de com ela animar a matéria.

Para os gnósticos, tal origem do mudo explica a diversidade dos espíritos humanos: distinguiam entre os Gnósticos ou Espirituais, eles mesmos, os instruídos, em quem a matéria é dominada pelo Espírito de Deus; os Cristãos Ordinários, em quem Matéria e Espírito estão mais ou menos equilibrados; e os Pagãos ou Materiais -- Hílicos; nos quais a matéria leva, decididamente, a melhor sobre o Espírito.

Aplicando os próprios sistemas à fé cristã, os Gnósticos costumavam fazer de Cristo um Eon enviado por Deus. Esse Eon se apoderou do homem Jesus no momento em que foi batizado no Jordão. Daí em diante teve por missão levar os homens à verdadeira Gnose, que é o Evangelho, para libertar os homens da matéria. Foi assim que, graças a Ele, se operou a Redenção. Quando o Evangelho tiver completado sua obra sobre a terra, todas as parcelas de espírito divino, aprisionadas na matéria, voltarão à Plenitude de Deus -- Pleroma divino. E o reino das trevas ficará para sempre nas trevas. 

Na exposição agora feita, há várias idéias que ressurgiram em nossos dias tanto entre os teósofos como entre os espíritas.

A Igreja primitiva precisou da maravilhosa assistência do Espírito Santo para não submergir, desde o início, nessas especulações aventureiras e pretensiosas. O Gnosticismo prestou um serviço providencial à Igreja. Obrigou os fiéis a cerrar fileiras em torno dos pastores e principalmente em torno do bispo, representante de Cristo e sucessor dos apóstolos, em cada Igreja particular².

PRINCIPAIS CHEFES GNÓSTICOS

Costuma-se dizer que o gnosticismo remonta a Simão Mago, de quem se fala nos Atos dos Apóstolos, aquele que propôs comprar dos Apóstolos o poder de fazer descer o Espírito Santo sobre os fiéis, como os vira fazer. Depois dele, fala-se num certo Cerinto, que foi combatido pelos Apóstolos, especialmente por São João Evangelista.

Mas são figuras um tanto exploradas pela lenda. Em seguida, se desenvolveram duas correntes gnósticas, uma na Síria, mais positiva³ e prática, a outra em Alexandria, mais especulativa e aventureira. A primeira Gnose tem poucos nomes conhecidos. A segunda, ao contrário, teve alguns chefes de talento, refutados pelos Padres. Foi o que nos permitiu conhecer-lhes os sistemas. Citemos apenas Valentim, Carpócrates e Márcio.

Valentim, de origem egípcia, parece ter pregado suas idéias em Roma, entre 135 e 160. Várias vezes foi excomungado e expulso da Igreja. Acabou retirando-se para Chipre, onde fundou seita bastante florescente.

Carpócrates parece ter dado o primeiro lugar ao problema moral. Pois, entre os gnósticos, alguns viam na matéria a sede de todo mal e por isso pretendiam proibir o casamento como coisa impura. Chamaram-no de encratitas ou continentes. Carpócrates e os discípulos, ao contrário, garantiam que tudo o que se realiza na matéria é insignificante sob o ponto de vista da alma. Preludiando o quietismo, de que Lutero não será isento, e que veremos afirmar-se com Molinos no século XVII, dava como indiferentes todas as desordens da sensualidade. Possuía um filho, Epifânio, que morreu jovem e cheio de vícios. Mandou que o honrassem como um deus dentro da seita. Carpócrates e Epifânio, contemporâneos de Valentim, são também, um pouco, os antepassados do comunismo [grifo nosso].

Márcio deve ser separado dos outros gnósticos. Originário de Sínope, no Ponto, veio a Roma pelos anos 135-140 e foi recebido na Igreja. Dez anos mais tarde, rompia ruidosamente e fundava uma seita perniciosa que duraria muito tempo. Sua doutrina essencial era a que chamava de Antítese. Efetivamente, um tanto ao modo de Lutero mais tarde, opunha o Antigo Testamento, obra do Deus justo, ao Novo Testamento, obra do Deus bom. Lutero contraporá também Lei e Evangelho. A Lei condena e o Evangelho salva.

OS OFITAS

Entre as seitas gnósticas, houve algumas que cultuaram a Serpente do Paraíso, assim como hoje há quem cultue Satanás, Príncipe deste mundo. São conhecidos pelo nome de Ofitas, ou adoradores da Serpente. A razão que davam ao culto é essa: segundo a Bíblia, a Serpente foi a primeira que se revoltou contra o Demiurgo criador deste mundo de miséria em que estamos e a primeira que propusera aos homens a "ciência do bem e do mal". Parece ter sido em seitas dessa espécie que os Livros apócrifos, que não passam de caricaturas dos Livros Sagrados da nossa Bíblia, fora mais estimados 4.

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¹ - Artigo adaptado para o acordo ortográfico da língua portuguesa de 1990.
² - A premissa que o autor trabalha é a de que o papel das heresias, para confirmar o bom espírito de fé e sapiência dos Cristãos, fora preponderante e até certo ponto bom para as almas.
³ - Talvez aqui queira dizer empírica, em contraste com a frase seguinte e segundo a compreensão semântica da época do autor do livro.
4
- CRISTIANI, Monsenhor. Breve história das heresias / tradução de José Aleixo Dellagnelo - São Pauo: Flamboyant, 1962, pp. 08-12.
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Trecho extraído do site do Apostolado Católico Arauto da Verdade©, 29/10/12.

sábado, 8 de setembro de 2012

Cisma modernista?


Um texto para reflexão. Nem tudo que está escrito nele coincide com o que penso.

Cisma modernista?



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Periodicamente, ouço falar da possibilidade de que se efetue um cisma por parte dos modernistas. A bem da verdade, os modernistas estão já, de fato, "fora da Igreja", pois o vigente Código de Direito Canônico[1] sanciona com a excomunhão "latae sententiae" aqueles que abraçam a heresia, e nós sabemos que os modernistas negam a Ressureição de Cristo, a natureza sacrifical da Missa, a Presença Real, a Virgindade perpétua de Nossa Senhora, a eternidade[2] do Inferno, a existência do Purgatório, a infalibilidade do Papa quando proclama um dogma de Fé etc. Portanto, são heréticos excomungados há um bom tempo. O que é grave é que, às vezes, essas heresias são afirmadas até nos púlpitos.

Contudo, no que diz respeito a um formal “cisma modernista”, não penso que acontecerá. Eis o porquê: o modernismo é como um parasita, para viver precisa permanecer agarrado à Igreja, sem a qual morreria. Se os modernistas fizessem o cisma, seriam poucos a segui-los, e seus templos ficariam quase desertos, um pouco como está acontecendo nas comunidades eclesiais protestantes de velho estilo[3]. Ou pensemos em Milingo, o qual, mesmo que não classificável nas fileiras dos clássicos modernistas (é um tipo “sui generis”), fundou uma Igreja toda dele. Quiçá, talvez alguém poderia esperar que muitos padres, desejosos de se casarem, viriam a deixar a Igreja Católica para aderir à Igreja de Milingo, e, no entanto, o bispo africano se encontrou com poucos sequazes.

Não sei se na Igreja persistirá o cisma "de facto", ou se se passará ao cisma formal. De qualquer maneira, somente Deus pode nos salvar dessa horrível praga do modernismo[4]. Rezemos pela conversão dos adeptos da "síntese de todas as heresias".

Fonte: Cordialiter.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento



[1] Pós-conciliar, claro, mas ainda assim condena a heresia – NdTª.
[2] E até, e frequentemente, a existência do Inferno – NdTª.
[3] E em alguns ambientes pseudo ou ex-tradicionalistas. – NdTª.
[4] Ou podem se voltar à Tradição, por exemplo. Afinal, se se devesse ficar apenas rezando, sem agir, bastava sentar na calçada e esperar pela ajuda Divina! – NdTª.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

IDOLATRIA

B. Pe. Paolo Manna

Milhões de homens se prostram todos os dias para adorar os ídolos


O espetáculo se faz ainda mais desolador se provamos a olharmos nessas profundas trevas para percebermos algo sobre o estado de abandono, de embrutecimento e de infelicidade no qual jazem essa massa imensa de pobres almas.

No lugar do verdadeiro Deus, a quem se adora?

Milhões e milhões de homens se prostram todos os ias para adorar os ídolos mais fantásticos e monstruosos.

Os seus sacerdotes são dignos representantes de tais deuses. Os descreve o Espírito Santo pela boca de S. Paulo: “Cheios de injustiça, perversidade, avidez, malícia, cheios de inveja, de homicídio, de disputa, de enganos, soberbos, jactancioso, inventores de más ações” (Rom. 1,29-30).

E o que dizer do estado de degradação no qual todas aquelas imensas povoações jazem? “O culto aos ídolos nefandos é causa, princípio e fim de todo mal” (Sabedoria 14,27).

Contemplando tais e tantas misérias nas terras dos infiéis, o coração do Missionário se acende de zelo e piedade; experimenta o que experimentou S. Paulo em Atenas, que “sentia-se dentro da alma amargurado ao ver a cidade cheia de ídolos” (Atos, 17,16).

O coração do divino Redentor se comoveu “ao ver aquela multidão, teve por ela compaixão, por que estava cansadas e exaustas, como ovelhas sem pastor. Então, disse aos seus discípulos ‘A colheita é grande, mas poucos os operários” (Mat. 9,36-37).

Ó, se refletissem os Sacerdotes em qual estado jaz tamanha grande parte do gênero humano; se enxergassem os horrores e as abominações da idolatria, das superstições mais aviltantes!

Se se pensasse um pouco mais ao que solenemente diz o Apóstolo: “Foi revelado que os gentios são coerdeiros, concorporais e co-partícipes da promessa feita por Jesus Cristo em seu Evangelho” (Ef. 3,5), talvez muito mais se moveriam para socorrê-los, muita mais almas seriam regeneradas e salvas, e muitos males seriam aliviados.

“Uma das principais razões por que não muitos se consagram ao Apostolado é a pouca reflexão que se faz, por parte do clero dos países católicos, ao compassivo estado daquelas nações que não receberam a verdade da Santa Religião. Muitos dos sacerdotes, nascidos e educados na unidade da Fé, não se encontram em circunstâncias que lhes permitam sentir ao vivo aquele ‘heartbreak” que provoca a visão da matança espiritual feita pelas trevas da ignorância e das numerosa heresias.

Ó, se soubessem o dom de Deus que lhes foi dado, de terem nascido na abundância das riquezas espirituais, de sentar-se diariamente à Mesa Eucarística, de frequentar quando bem quiserem a casa do Senhor, de ter sempre à mãos os divinos remédios para curar as enfermidades da almas, de usufruir quando bem entenderem dos mistérios todos da bondade e da grandeza do Salvador, certamente muitos sentiriam acender no coração deles um zelo mais eficaz, e, não contentes de simplesmente compadecer-se de longe pela miséria dos outros, colocaria as  mãos à obra, mémores daquele mandamento de Cristo: “Ide, instrui as gentes” (Mat. 28,19).

Excerto retirado de “Operaii autem pauci” – Reflexões sobre vocação para as Missões Extrangeiras” escrito por Padre Paolo Manna¹ e publicado em 1909.
Tradução: Giulia d'Amore di Ugento.
¹ Biografia do Beato Pe. Paolo Manna (1872-1952), missionário em Myanmar, era Superior Geral do Pontifício Instituto das Missões Estrangeiras e Fundador (1916) da Pontifícia União Missionária.


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segunda-feira, 23 de julho de 2012

Frutos do Humanismo

Anedota Búlgara

Era uma vez um czar naturalista
que caçava homens.
Quando lhe disseram que também se caçam borboletas e andorinhas,
ficou muito espantado
e achou uma barbaridade.

Carlos Drummond de Andrade


segunda-feira, 9 de julho de 2012

Mgr. Tissier de Mallerais declara Ratzinger nestoriano e não está disposto a assinar nada ambiguo

Penso que não seja de difícil compreensão.

MONS. TISSIER DE MALLERAIS EN SAINT-NICOLAS-DU-CHARDONNET

Mons. Tissier de París, Domingo, 03 de junio 2012

“No creo que por el hecho de que Roma nos ofrece hoy un acuerdo, una posición oficial en la Iglesia, debemos dejar de proclamar estas verdades, evidentemente, más fuerte, y que contradicen al Concilio.”

«En el nombre de Espíritu Padre, Hijo y Espíritu Santo, Amén».
«Toda potestad me es dada en el cielo y en la tierra. Por tanto, id, y haced discípulos a todas las naciones, bautizándolos en el nombre del Padre, y del Hijo, y del Espíritu Santo».
Ésta es la misión de la Iglesia y la misión de la Fraternidad de San Pío X. Y la fe que tenemos está en el poder de Nuestro Señor Jesucristo, en el poder de Cristo Rey y Cristo Sacerdote. Esto es lo que nos motiva desde nuestra fundación. Llevamos a cabo esta batalla por Cristo Sacerdote, por su sacerdocio, por sus sacerdotes, y Cristo Rey, por una civilización católica, por un Estado católico. Vamos a seguir luchando queridos fieles, al igual que los santos de los primeros siglos de la Iglesia contra las herejías que amenazaban la fe católica como las hay ahora.
Tenemos que hacer una comparación entre la herejía arriana, en contra de la Santísima Trinidad, la herejía contra el sacerdocio actual y el Reinado de Jesucristo. Iniciaremos ésta comparación con la exposición de tres herejías de la antigüedad, que fueron ganadas por los santos y sacerdotes.
Primero el arrianismo. Arrio, un sacerdote de Alejandría, en Egipto, se levantó contra el dogma católico, al declarar:  “¡No! El Verbo no es Dios, el Hijo no es igual al Padre, el Verbo de Dios no es una criatura”, y cita a San Pablo fuera de lugar diciendo que Él es el primogénito de todas las criaturas. San Pablo escribió que Jesús es el primogénito de toda criatura, teniendo en cuenta el plan de Dios, Dios lo ha visto por primera vez en su plan de la creación. Ha visto a su Hijo encarnado. Arrio dice “¡No, es indigno de que Dios se haga carne! He encontrado una nueva doctrina de la Palabra es Dios”. Entonces te encuentras con un Concilio, uno de verdad, el de Nicea que sirve para condenar a Arrio y declarar que la Palabra de Dios está en todo igual al Padre, (en un solo Señor Jesucristo, Hijo unigénito de Dios, engendrado por el Padre, de la sustancia del Padre), El Verbo es consubstancial con el Padre, como decimos todos los domingos en el Credo: consubstantialem Patri.
El Verbo, El Hijo de Dios es consustancial al Padre. Juntos forman una sustancia, un solo Dios y esta palabra filosófica en aquél entonces no existía en la Biblia y los Padres del Concilio dudaron en adoptar, ya que venía de la filosofía y del paganismo. Esto podría llevar a pensar en algo completamente descabellado, como el hecho de que Dios el Padre y el Hijo no son más que representaciones de una sola persona. Por lo tanto Dios no es una persona que tome de vez en cuando la máscara del Padre o el Hijo.
Incluso San Atanasio también tuvo dificultades para tomar la palabra consustancial, pero fue finalmente aprobada, y se sirvió del Concilio de Nicea para luchar por contra el arrianismo y sufrió por ello. San Atanasio fue enviado al exilio, se refugió en el desierto, por la fe en la Santísima Trinidad, para defender la igualdad absoluta del Padre y del Hijo, para defender la divinidad de la Palabra de Dios.
Así es como debemos luchar también queridos fieles, la lucha contra los herejes arrianos fue sin piedad. San Atanasio era la fuerza que en gran medida ayudó a derrotar a la herejía arriana. Por lo tanto, no hay que parar la pelea que va a durar, en mi opinión, veinte años por la crisis que experimentamos hoy en día, es una grave crisis, una crisis muy larga. La Historia de la Iglesia nos muestra que todas las grandes crisis han durado setenta años como el arrianismo o el Gran Cisma.
Así que probablemente la crisis conciliar podría durar hasta setenta años, así que tenemos que esperar otros treinta años. No llevamos prisa para ganar. Lo conseguiremos, porque Jesús ha dado todo el poder a su Iglesia y lo creemos.
La segunda herejía fue contraída a través de la herejía nestoriana. Nestorio, obispo, patriarca de Constantinopla, declara que el decir «el Verbo se hizo carne», Verbum caro factum est, es un escándalo. “Decir que Dios se une a un cuerpo, es decir, al cuerpo de Jesús es un escándalo. Dios es espíritu puro, no puede unirse a un cuerpo”. “Esta es una filosofía repugnante, y yo, Nestorio, he encontrado otra solución. Jesús, el hombre Jesús, por sus méritos merece la divinidad”.
Así, Jesús “se convirtió en” Dios. Entonces Jesús es Dios. Decir que Jesús es Dios es perfectamente correcto. Pero, ¿podemos decir que Nestorio profesaba la fe católica? Él dice que Jesús es Dios, pero ¿cómo? Decimos que Dios fue quien se hizo hombre. “Jesús el hombre, se convirtió en Dios” ¿Quizá sea católica esta afirmación? Por supuesto que no. Es herejía.
Por desgracia, eso es lo que un cierto profesor de Ratisbona, hace cuarenta años, enseñó en sus conferencias, diciendo que Jesús iba más lejos fuera de sí mismo, a través de su caridad …, va más allá de sí mismo al unirse a todos, esta es una herejía, que se parecía a la nestoriana. Así que debemos tener cuidado, queridos fieles al profesar la fe católica como es debido. No basta con decir que Jesús es Dios, debemos afirmar que Dios se encarnó. Dios se hizo hombre. Ese es el misterio de la Encarnación.
Luego estaban los santos como San Cirilo de Alejandría, que luchó contra este error, porque si Jesús no es Dios, entonces es un hombre, por lo tanto la Santísima Virgen dio a luz a un hombre. Sería que la Santísima Virgen no es la Madre de Dios. ¡Santa María Madre de Dios, ruega Señora por nosotros!, no, no puede ser verdad, la Santísima Virgen es Madre de Jesucristo hombre.
Afirmar esto se trata de herejía, una ofensa a la Virgen. ¿Cómo negar su maternidad divina? San Cirilo se levantó contra él, y con ella el Concilio de Éfeso, diciendo que la Santísima Virgen es verdaderamente la Madre de Dios que dio a luz a Aquel que es Dios desde toda la eternidad, el Hombre-Dios, Cristo Jesús.
María la santísima madre de Dios y hombre, la Madre de Dios, su Hijo es la segunda persona de la Santísima Trinidad, el Hijo de Dios. San Cirilo fue un santo que no dudó en refutar las herejías y por lo tanto, también fue perseguido. Él dijo que él refutó por la fe católica.
Así que vamos a explicar ahora, queridos fieles,  refutaremos la libertad religiosa, y explicar la fe católica. La libertad religiosa, es la que quiere respetar a todos aquellos que profesan los errores religiosos. Ella -la libertad religiosa- quiere que el Estado deje en libertad de propagar todos los errores, a todas las religiones falsas, en el nombre de la dignidad humana. Nosotros decimos que no. Que Jesucristo debe reinar, que ha de reinar en los corazones y públicamente debe reinar en el estado. El Estado debe ser católico. Nos dirigimos a refutar el error de esta falsa dignidad, la libertad de todas las religiones falsas y que el Estado debe respetar. Esto es imposible y falso. En su lugar, debemos afirmar la verdad, que sólo Cristo tiene el derecho a reinar públicamente y en el Estado.
Esto es lo que hacemos, siguiendo el ejemplo de san Cirilo de Alejandría. No creo que por el hecho de que Roma nos ofrece hoy un acuerdo, una posición oficial en la Iglesia, no debemos dejar de proclamar estas verdades, evidentemente, lo haremos más fuerte, y contradiciendo al Concilio. No debemos renunciar a la lucha contra el Concilio y sus errores.
El tercer ejemplo que voy a hacer es la herejía de los Pneumatomachianos. Después del Concilio de Éfeso, las gentes afirmaban que el Espíritu Santo no es Dios, nuestra tercera herejía: “El Padre es Dios, el Hijo es Dios, pero el Espíritu Santo, no lo es. El Espíritu Santo es una criatura. ¿La prueba? El hecho de que Jesús le envió: “el Paráclito, el Espíritu de la Verdad que le enviaremos cuando estoy con el Padre”. Si Jesús manda a alguien significa que es una criatura. ” Aquí está el error de los Pneumatomachianos.
Por lo tanto, queridos hijos, ¿no es verdad que el Espíritu Santo no es Dios? Espero que estén listos para protestar y profesar su fe. Sí, el Espíritu Santo es Dios, el Padre y el Hijo. Hacemos la señal de la cruz en el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo para demostrar que Dios son las tres personas divinas. “En el nombre del Padre,” sólo hay un nombre, el del Padre, el Hijo y el Espíritu Santo. Un solo Dios en Tres Personas. El Espíritu Santo es Dios.
Así que San Basilio de Cesarea en el Ponto, se levantó para protestar contra este error y dijo: “El Espíritu Santo es verdaderamente Dios, debemos adorarlo como al Padre y al Hijo”. Él ha luchado y triunfado sobre este error. La solución de la crisis se dió después de tal vez veinte o treinta años, San Basilio vio que el hereje Pneumatomachi, empezó a convertirse, (sería bueno ahora que los Conciliares empiecen a convertirse, pero no es el caso. Ninguno. Ni Roma, ni las diócesis. Nadie.) al ver que comenzaron a regresar a la fe católica se decidió en no insistir, ni obligándolos a decir que el Espíritu Santo es Dios, porque esto los habría hecho dudar.
A continuación, hizo uso de una fórmula más suave, diciendo que el Espíritu Santo es adorado con el Padre y el Hijo, y recibe la misma gloria del Padre y del Hijo: “Debemos adorar al Espíritu Santo como el Padre y el Hijo, tenemos que dar la misma gloria al Espíritu Santo que al Padre y al Hijo”. Más sutil, pero que así, se profesaban en la fe católica, sin equívocos. Si vamos a adorar al Espíritu Santo, es porque es Dios y si tenemos en la misma gloria al Espíritu Santo igual que al Padre y al Hijo, es porque el Espíritu Santo es Dios.
San Basilio no utilizó palabras ambiguas sobre los herejes, para que volvieran a Iglesia. Exigió que la fe católica fuera profesada, pero con una fórmula más ligera. Hizo uso de la prudencia, cosa muy buena, pero para que profesaran la verdadera fe.
No estaba dispuesto a firmar textos ambiguos. Eso es lo que debemos hacer hoy. Rechazaremos las fórmulas ambiguas, no dejaremos de condenar el error y profesaremos adecuadamente la fe católica. Cuando haya un Concilio dentro de veinticinco años se arrepentirán del Concilio pasado, porque verán que de seguir así seremos testigos del desastre en los seminarios, estarán completamente vacíos, las iglesias en ruinas, la apostasía y la inmoralidad en todas partes, entonces querrán hacer penitencia, y reconocer los errores. Cuando en la Iglesia comiencen a mostrar arrepentimiento, entonces podremos utilizar fórmulas para ayudarles a regresar de modo más moderado, ¡pero no ahora!, ya que la crisis está actualmente haciendo estragos en su totalidad. Ahora tenemos que proclamar y condenar los errores del Concilio, especialmente la negación de la realeza de Cristo, el rechazo de Cristo Rey.
Así que, queridos fieles, es nuestro plan de batalla. No nos engañemos nosotros mismos, no nos hagamos ilusiones, la crisis está lejos de terminar. Debemos organizarnos y luchar por un largo tiempo para perseverar y continuar profesando la fe católica plenamente, con plena confianza en el poder de nuestro Señor Jesucristo.
“Me dieron todo el poder en el cielo y en la tierra, id por el mundo, predicando la verdad, predicando la Santísima Trinidad, a Cristo Rey, predicando, predicando a Cristo Sumo Sacerdote, también a mi Madre Divina, que tiene todas las gracias, que distribuye todas las gracias. Y gracias a ustedes que va a triunfar sobre mis enemigos, es gracias a ustedes que se formen íntegramente en la fe católica, en mi Iglesia.
Confiemos en nuestra Madre, Virgen Inmaculada, en su fe. Que la Virgen Santa nos guarde la fe en su inmaculada santidad.

En el nombre del Padre, del Hijo y del Espíritu Santo, Amén.


Fonte

segunda-feira, 30 de abril de 2012

VASSULA RYDEN

Considerando que há muitos católicos caindo neste 'golpe' (e em outro), levados em parte por boa fé, em parte por negligência espiritual - e em que pese se tratar de documento da Igreja do CVII, a verdade não muda: Vassula Ryden é uma herege (ao final dados pessoais e links) - publico aqui esta declaração da

CONGREGAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ

NOTIFICAÇÃO SOBRE OS ESCRITOS E AS OBRAS DA SENHORA VASSULA RYDEN *


Muitos bispos, sacerdotes, religiosos, religiosas e leigos se dirigem a esta Congregação para ter um juízo autorizado sobre a atividade da Senhora Vassula Ryden, greco-ortodoxa, residente na Suíça, que está a difundir nos ambientes católicos do mundo inteiro, com a sua palavra e com os seus escritos, mensagens atribuídas a presumíveis revelações celestes.

Um exame atento e sereno da inteira questão, realizado por esta Congregação em ordem a «pôr à prova as inspirações para verificar se provêm verdadeiramente de Deus» (cf. 1 Jo. 4, 1), fez notar – ao lado de aspectos positivos – um conjunto de elementos fundamentais, que devem ser considerados negativos à luz da doutrina católica.

Além de evidenciar o carácter suspeito das modalidades com que acontecem essas presumíveis revelações, é imperioso ressaltar alguns erros doutrinais nelas contidos.

Entre outras coisas, com uma linguagem ambígua fala-se da Pessoa da Santíssima Trindade, até confundir os específicos nomes e funções das Pessoas Divinas. Preanuncia-se nessas presumíveis revelações um iminente período de predomínio do Anticristo no seio da Igreja. Profetiza-se em chave milenarista uma intervenção resolutiva e gloriosa de Deus, que estaria para instaurar sobre a terra, antes ainda da vinda definitiva de Cristo, uma era de paz e de bem-estar universal Anuncia-se, além disso, o futuro próximo de uma Igreja que seria uma espécie de comunidade pancristã, em contraste com a doutrina católica.

O fato de nos escritos posteriores da Senhora Ryden os mencionados erros já não aparecerem é sinal de que as presumíveis «mensagens celestes» são apenas fruto de meditações privadas.

Além disso, a Senhora Ryden, participando habitualmente nos sacramentos da Igreja católica, embora seja greco-ortodoxa, suscita em diversos ambientes da Igreja católica não pouca admiração, parece pôr-se acima de qualquer jurisdição eclesiástica e de todas as regras canónicas e cria, de fato, uma desordem ecuménica, que irrita não poucas autoridades, ministros e fiéis da sua própria Igreja, colocando-se fora da disciplina eclesiástica da mesma.

Considerando que, não obstante alguns aspectos positivos, o efeito das atividades exercidas por Vassula Ryden é negativo, esta Congregação solicita a intervenção dos Bispos, a fim de que informem adequadamente os seus fiéis, e não seja concedido nenhum espaço no âmbito das próprias dioceses à difusão das suas ideias. Convida, por fim, todos os fiéis a não considerarem como sobrenaturais os escritos e as intervenções da Senhora Vassula Ryden, e a conservarem a pureza dá fé que o Senhor confiou à Igreja.

Cidade do Vaticano, 6 de Outubro de 1995.
 
Joseph Card. Ratzinger
Prefeito



Tarcisio Bertone, S.D.B.
Arcebispo Emérito de Vercelli
Secretário



* L’Osservatore Romano, Edição semanal, N. 43, 28 de Outubro de 1995, Pág. 12 (528) = AAS 88 (1996) 956-957. 


Dados pessoais de Vassula Ryden: 
Estado civil: Casada na Igreja Ortodoxa. Divorciada e “re-casada” em segundas núpcias com um protestante luterano
Filhos: 2 filhos do primeiro casamento. O segundo casamento foi seco.
Estado do Processo Canônico: Condenada 2 vezes pela Congregação da Doutrina da Fé, em 1995 e 2007. Também foi condenada pela Igreja Ortodoxa. 
Principais Objetivos: Divulgar falsas doutrinas + Criar divisão entre os católicos + Promover um falso ecumenismo + Falsas profecias + Falsos ensinamentos + Falsas devoções + Criar o cansaço quanto à espera das profecias sobre os Novos Céus e Nova Terra + Minar a credulidade nas profecias verdadeiras sobre os Novos Céus e Nova Terra.
 
Vide mais detalhadamente: http://www.amen-etm.org/FichadaVassula.htm. 

Outro link a respeito dela e das heresias dela: 
https://gloria.tv/article/dYnpxPLzzEsP1TLaxk9MyKf8U FALSA VIDENTE VASSULA RYDEN. FALSO VIDENTE ORTODOXA.

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