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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Carpaccio: arte & culinária

O carpaccio é uma iguaria fina servida nas melhores festas e restaurantes mais sofisticados, e, ultimamente, começa a ser consumido também por toda parte. A origem desse prato é disputada entre duas cidades italianas: Veneza e Milão. Particularmente, estou propensa a crer mais na versão veneziana, depois explico melhor. 

Aqui as versões: 

1) De acordo com Arrigo Cipriani, atual dono do "Harry's Bar", em Veneza, o carpaccio foi inventado pelo cozinheiro do bar à época, porque uma senhora, a Condessa Amalia Nani Mocenigo, por ordem médicas, pois sofria de anemia, se via obrigada a alimentar-se de carne crua, mas não consegui engolir a carne em pedaços. Assim, pensou-se em fatiar a carne em lâminas bem finas para que a sensação desagradável fosse melhorada. O prato foi servido com um molho de mostarda, para disfarçar mais ainda o gosto. Deu certo. O carpaccio é uma delícia, com ou sem molho.
O nome se deve ao fundador e dono do "Harry's Bar" à época, Giuseppe Cipriani, que se inspirou nas telas do pintor veneziano Vittore Carpaccio, que estavam sendo expostas em Veneza à época, particularmente por causa da cor vermelho sangue que era costumeiramente usada pelo artista.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

SERÁ O HUMANISMO UMA RELIGIÃO?

Do livro “A Coisa”, publicado em 1929, de Gilbert Keith Chesterton


Nota: Este é aparentemente um texto de crítica literária, mas nas mãos de Chesterton ele se transforma num texto da mais refinada apologética católica. O autor identifica, agrupa e disseca um grupo poderoso e moderno de inimigos da Igreja. Ele mostra como este grupo, constituído dos intelectuais mais influentes, são hereges como o foram os protestantes do século XVI e os revolucionários do século XVIII. Mostra que a forma com que agem os hereges modernos é a mesma de seus “protótipos”, como Chesterton denomina os seus antepassados e, para terminar, ele nos brinda com a sua versão do dogma católico “Extra Ecclesiam nulla salus”.


Acabo de ler o livro “A Crítica Americana”, do Sr. Norman Foerster; espero que não seja desrespeito ao livro como um todo, que é uma série de detalhados estudos sobre pensadores americanos, se digo que sua parte principal se encontra no último capítulo; que propõe certo problema ou desafio ao pensamento moderno. O problema é se o que ele chama de humanismo pode satisfazer a humanidade. De seus outros tópicos seria fácil falar para sempre. Ele geralmente diz a coisa certa; ele às vezes diz a última palavra, naquele estilo sugestivo e provocativo que induz alguém a dizer uma palavra a mais. Em minha própria opinião sobre os autores por ele analisados, Whitman seria muito maior e Lowell muito menor. Sobre Emerson, ele parece sensível e justo; e Emerson certamente tinha distinção; mas justamente aquele tipo de árida distinção em relação a qual sempre temi ser injusto. Um puritano tentou ser pagão; e conseguiu ser um pagão que hesitava sobre se devia ir ver uma garota dançando. Todas estas questões são estimulantes, mas secundárias em relação à questão que tomarei a liberdade de abordar separadamente, e de tentar responder seriamente. Temo que respondê-la seriamente deva significar respondê-la pessoalmente. A questão é realmente se o humanismo pode desempenhar todas as funções da religião; e não posso evitar considerá-la em relação à minha própria religião. É justo dizer que o humanismo é muito diferente do humanitarismo. Seu significado, como explicado aqui, é o seguinte. A ciência e a organização modernas são, em certo sentido, excessivamente naturais. Elas nos arrebanham como animais selvagens, segundo a característica de hereditariedade e o destino tribal; elas prendem o homem à terra como uma planta, em vez de libertá-lo como um pássaro, para não dizer como um anjo. De fato, sua mais recente psicologia é mais inferior que o nível da vida. O que é subconsciente é sub-humano e, supostamente, subterrâneo: ou algo menos que terrestre. Esta luta pela cultura é, acima de tudo, uma luta pela consciência: o que alguns chamariam auto-consciência; mas, de qualquer forma, contra a mera subconsciência. Precisamos de uma reunião de coisas realmente HUMANAS; vontade que seja moral, memória que seja tradição, cultura que seja a frugalidade de nossos pais. Todavia, minha primeira obrigação é responder à questão a mim colocada; e eu a devo responder negativamente.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Padrões duplos de bons católicos usando métodos naturais de planejamento familiar (MNPF)

Família Kilmer
Católicos de Washington
Há muito tempo atrás, eu comecei a ter minhas primeiras dúvidas sobre a maneira pela qual os MNPF eram frequentemente apresentados. Lembro-me de ouvir algo assim: “Com os MNPF, os casais podem ter 99% de certeza de não ter outra criança” ou “Tão bom como a contracepção, mas sem os riscos para a saúde (dos contraceptivos)”. E isso foi dito aos jovens casais sem nenhum problema grave de saúde.

Depreende-se que os MNPF eram promovidos de forma anti-vida. Parecia que uma mentalidade contraceptiva permeava a maioria destas apresentações supostamente pró-vida, pró-família.

Eu vim a acreditar que essas atitudes em relação à vida conjugal e maternidade são realmente prejudiciais a causa pró-vida.

Neste artigo, eu gostaria de examinar algumas das maneiras mais sutis da mentalidade contraceptiva que tem permeado a sociedade, e até mesmo o pensamento de alguns católicos mais sérios.


Quando MNPF não é ter uma família...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Cronologia Universal das Mentiras e Sabotagens Protestantes

Mais uma vez, um texto para reflexão, para ler com discernimento, tendo em vista que a boa vontade do autor navega no desconhecimento da crise na Igreja. 



Por Fernando Nascimento


Uma vez protestante, ensinava Lutero: "Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

O teólogo e humanista Erasmo de Rotterdam (1467-1536), amigo contemporâneo de Lutero, assim chegou a se expressar diante da vil conduta do pai do protestantismo: "Revelarei a todos que mestre insigne és em falsificar, exagerar, maldizer e caluniar. Mas já toda gente o sabe... Na tua astúcia sabes torcer a própria retidão, desde que o teu interesse o requeira. Conheces a arte de mudar o branco em preto e de fazer das trevas luz". (Grisar, Luther, II, 452 e ss, apud Franca, IRC: 200, nota 96)


quarta-feira, 18 de setembro de 2013

INQUISIÇÃO PROTESTANTE

Para ler com o devido discernimento, levando em conta que a boa vontade do autor é ofuscada pelo desconhecimento da crise na Igreja e da co-existência da verdadeira Igreja e a igreja conciliar. Este texto é ponto de partida para ulteriores pesquisas e reflexões. Basta de mentiras protestantes. Mas não como nova mentiras, porque não devemos fazer o mal, mesmo visando a um bem, porque os fins não justificam os meios. Nunca.


Autor: Fernando Nascimento
.
. Introdução .

O artigo que segue, revela em rica bibliografia, os números de mortos e requintes de crueldade dos incomparáveis tribunais eclesiásticos protestantes. E deixará claro que as levianas acusações protestantes contra a Igreja Católica, sorrateiramente mudaram o significado da palavra “inquisição”, que quer dizer apenas: “sindicância”, “investigação”, em sinônimo de “matança de pessoas”.

terça-feira, 30 de julho de 2013

MENZINGEN E A ÉTICA EMPRESARIAL

Tradução em breve. Já falamos nesse mesmo assunto aqui.

MONSEÑOR FELLAY ABRAZA LA ÉTICA EMPRESARIAL



La noticia fue revelada por el Padre Girouard, en su sermón del 2 de junio de 2012.

Este sacerdote canadiense, resistente al viento de adhesión que barre a la FSSPX, nos ha dado cuenta de un hecho importante explicando la nueva actitud de Menzingen respecto a la Roma conciliar. ¿De qué se trata?

En octubre de 2012, nuestro sacerdote se plantó con su Superior, el padre Wegner, al ver a la Fraternidad disminuir, incluso abandonar la lucha contra el Vaticano II y contra los errores que de él salieron. Cuál no sería su estupefacción cuando el Superior le respondió en sustancia: Si, Padre, es verdad. ¡Pero es algo bueno! Yo también soy un poco responsable de eso. Entonces el Padre Wegner explica: "Cuando estuve en Holanda como Superior de Distrito, me encontré a alguien, me convertí en amigo del Presidente de una compañía... le pedí que se encargara de la Fraternidad y que hiciera la marca de la Fraternidad, porque esa compañía está especializada en el branding".

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