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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Carpaccio: arte & culinária

O carpaccio é uma iguaria fina servida nas melhores festas e restaurantes mais sofisticados, e, ultimamente, começa a ser consumido também por toda parte. A origem desse prato é disputada entre duas cidades italianas: Veneza e Milão. Particularmente, estou propensa a crer mais na versão veneziana, depois explico melhor. 

Aqui as versões: 

1) De acordo com Arrigo Cipriani, atual dono do "Harry's Bar", em Veneza, o carpaccio foi inventado pelo cozinheiro do bar à época, porque uma senhora, a Condessa Amalia Nani Mocenigo, por ordem médicas, pois sofria de anemia, se via obrigada a alimentar-se de carne crua, mas não consegui engolir a carne em pedaços. Assim, pensou-se em fatiar a carne em lâminas bem finas para que a sensação desagradável fosse melhorada. O prato foi servido com um molho de mostarda, para disfarçar mais ainda o gosto. Deu certo. O carpaccio é uma delícia, com ou sem molho.
O nome se deve ao fundador e dono do "Harry's Bar" à época, Giuseppe Cipriani, que se inspirou nas telas do pintor veneziano Vittore Carpaccio, que estavam sendo expostas em Veneza à época, particularmente por causa da cor vermelho sangue que era costumeiramente usada pelo artista.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Santa Ursula e suas companheiras, Mártires

21 de outubro 

Santa Ursula e suas companheiras

Mártires


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Uma "Passio" do século X narra a história de uma jovem de excepcional beleza, Úrsula, filha de um soberano bretão - Dionotus - que se havia consagrado secretamente a Deus, mas foi pedida em casamento pelo príncipe pagão Ereo. A recusa dela provocaria uma guerra e também por isso, aconselhada por um anjo, em uma visão que teve em sonho, pedi para esperar por três anos uma resposta, para melhor compreender a vontade do Senhor e na esperança que o prometido esposo se convertesse ao Cristianismo e mudasse de ideia. Vencido o prazo, ainda exortada por um mensageiro divino, Úrsula tomou consigo onze mil companheiras e enfrentou a viagem de navio. Algumas versões dizem que o noivo estava com elas. A comitiva atravessou o mar da Inglaterra até o continente, em uma frota de onze navios, depois, por causa de uma tempestade, acabou subindo pelo Rio Reno até Colônia (Alemanha) e sucessivamente Basileia (Suíça), de onde seguiram a pé em uma devota e multicolorida procissão até Roma. 

Ainda segundo essa "Passio", em Roma, Úrsula e suas companheiras foram acolhidas pelo Papa "Siríaco", um personagem ainda não individualizado. O noivo, que nesse meio termo havia se convertido, também foi a Roma. Um ano depois, voltando à pátria, passaram novamente por Colônia, que, nesse meio termo, havia sido tomada por Átila, o rei dos Hunos. Aqui as onze mil virgens, exortadas por Úrsula, foram imediatamente trucidadas pela fúria dos bárbaros, em um só dia, enquanto o famigerado rei, encantado com a beleza de Úrsula, a poupou para casar-se com ela em troca de sua vida. Úrsula recusou e Atila mandou matá-la com flechas. Com ela, segundo uma versão tardia, teria perecido também o Papa Siríaco, que a teria acompanhado em sua viagem de volta à Inglaterra.

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