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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Catecismo Anticomunista - Dom Geraldo Sigaud - IV

CATECISMO ANTICOMUNISTA

D. Geraldo de Proença Sigaud



IV. A ESSÊNCIA DO HOMEM É SER TRABALHADOR



28. Qual é a definição do homem?
Para o católico: o homem é um animal racional, dotado de personalidade e de direitos.
Para o comunista: o homem é um animal trabalhador.

29. Qual é o papel do trabalho na vida?
Para o católico; o trabalho é meio de conseguir certos recursos que possibilitam ao homem gozar dos bens que Deus criou para ele. O trabalho existe para o homem.
Segundo o comunismo, o homem existe para o trabalho. O trabalho é o fim da vida.

30. Se o homem é um animal trabalhador, deve ele trabalhar sempre?
Para a seita comunista quem não trabalha não é homem. Quanto mais o homem trabalha, mais homem é. Assim, ele pode mudar a sua própria natureza, vivendo somente para o trabalho.

31. Então o homem não tem uma natureza estável, que Deus lhe deu?
Segundo a doutrina católica, tem. Deus constituiu a natureza humana imutável.
Para o comunista, uma lei universal levou a matéria até a forma humana. Esta forma está em evolução. É o homem que dá a si mesmo a sua natureza, mediante o trabalho. O homem é o criador de si próprio.

32. Quem deve, então, ser adorado?
Para o católico, Deus deve ser adorado, porque é o Criador do céu e da terra.
O comunista recusa adoração a Deus. Em vez de adorar ao Criador, ele adora o Estado comunista e totalitário.

CONTINUA... 

Fonte: D. Geraldo de Proença Sigaud, S.V.D., Arcebispo de Diamantina, Catecismo Anticomunista, 3ª. Ed. Editora Vera Cruz. São Paulo, 1963. 


Visto em: http://www.sacralidade.com/igreja2010/0314.catecismo_anticomunista.html.


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terça-feira, 4 de junho de 2013

Missas de sempre em Minas Gerais - Junho 2013


http://farfalline.blogspot.com.br/p/missas-no-brasil.html


  Para ver os locais de Missas no Brasil
clique aqui.

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CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO II

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora. 




A crise na Fraternidade


Conferência de Pe. Olivier Rioult, FSSPX[1]
12 de maio de 2013



O texto da conferência foi publicado pelo site francês Avec l'Immaculée.

Os grifos em vermelho, os negritos e as notas são do site francês.

A tradução e o layout são nossos[2].





 

CAPÍTULO II


Comecemos:


“A propósito da resposta que enviei no dia 17 de abril a Roma (...), tenho a impressão que a coisa esteja indo bem. Para os nossos, eu penso que será necessário explica-la devidamente, porque há (neste documento) declarações que são tão em cima do muro que se alguém estiver mal disposto ou se estiver de óculos pretos ou cor-de-rosa, poderá ser lido de um jeito ou de outro. Então, é preciso que se lhes explique que esta carta não muda absolutamente em nada a nossa posição [a vós fiéis e professoras dominicanas que não sabeis que o que ledes não quer dizer o que ledes, mas aquilo que eu quero que penseis]. Mas se alguém quiser lê-la de forma errada, acabará por compreendê-la de forma errada. [É a confissão de que foi preparado um documento ambíguo!!!???]” (Mons. Fellay, Brignoles, 4 de maio de 2012 – in “Nouvelles de Chrétienté”, n. 135[6]).

É triste dizê-lo, mas esta passagem do discurso de Mons. Fellay em Brignoles, no dia 4 de maio de 2012, ilustra bem o drama que vivemos: Mons. Fellay fala ambiguamente! E se o censurarmos por isso, ele se escandaliza e nos acusa de haver posto os óculos pretos, ao invés de por os cor-de-rosa.

Para separar o verdadeiro do falso, vejamos para os textos e apresentemos alguns exemplos.



Recentemente, na Carta aos Amigos e Benfeitores n º 80[7], de março de 2013, Mons. Fellay escreveu:

“(...) no plano doutrinal permanecemos no ponto de partida, tal como estava nos anos 70. Lamentavelmente não podemos fazer mais do que (...)reconhecer a atualidade da análise de Dom Lefebvre, (...), que não variou nas décadas seguintes ao Concílio até a sua morte. (...) mesmo reconhecendo que a crise que sacode a Igreja também tem causas externas; é o próprio Concílio o agente principal de sua autodestruição. (...) Estamos, pois, na Páscoa de 2013 e a situação da Igreja continua praticamente inalterada”.

Está claro, não? Não é preciso temer: Mons. Fellay pensa corretamente!

Não! Esta bela declaração chega um pouco atrasada e de nada vale, porque:


Em junho de 2012: DICI-Lorans publica:
“com a palavra, Mons. Bernard Fellay, para saber do próprio Superior geral (...) como ele considere uma solução canônica que sobreviesse antes de uma solução doutrinária [Dom Lorans não diz “sem”, embora seja esse o caso] (...) As suas respostas, inspiradas pela prudência sobrenatural, dão uma análise da situação enraizada no real” (2)[8]. [Dom Alain Lorans: campeão da manipulação midiática de estilo jornalístico da pior espécie: quanto maior mais é crível].

Mons. Fellay:
“O que mudou é que Roma não coloca mais a aceitação total do Vaticano II como uma condição para a solução canônica[9]. Hoje, em Roma, alguns[10] acreditam que (...) a Igreja é mais do que o Concílio. (...) Essa tomada de consciência pode nos ajudar a entender o que realmente acontece: nós somos chamados para ajudar a levar aos outros o tesouro da Tradição[11] (...). O fato é que é a atitude da Igreja oficial que mudou[12], não nós[13]. (...) Podemos até nos perguntar o por que desta mudança. Nós continuamos a discordar doutrinariamente, mas o Papa quer nos reconhecer! Porque? [Por que Mons. Fellay assinou uma declaração inaceitável na qual se aceita, não apenas o Concílio à luz da Tradição, mas também a Tradição à luz do Concílio]. A resposta é: hoje há problemas extremamente importantes na Igreja. É preciso tratar esses problemas. É necessário deixar de lado os problemas secundários[14] e ocupar-se dos problemas maiores[15]. É preciso ler nas entrelinhas para entender [torna-se cada vez mais complicado: cor-de-rosa, preto, ... nas entrelinhas]. (...) As autoridades oficiais não querem reconhecer os erros do Concílio. Elas nunca o dirão explicitamente. No entanto, se lermos nas entrelinhas[16], podemos ver[17] que desejam remediar alguns desses erros”.


Continua... CAPÍTULO III


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS (ORIGINAIS)2 – DICI n. 256, 8 de junho de 2012.

NOTAS DE TRADUÇÃO
[6] Aqui o PDF da revista “Nouvelles de Chrétienté” N. 135, pp. 10-15.
[7] A Carta aos Amigos e Benfeitores n. 80, online. O PDF.
[8] DICI 256: Entrevista de Dom Bernard Fellay sobre o estado atual das relações entre Fraternidade São Pio X e Roma. Aqui o PDF em Português.
[9] Como assim? Quem disse isso para dom Fellay? Os “amigos em Roma”? Roma jamais voltou atrás quanto a isso.
[10] Se com “alguns” se referisse ao Papa, poderia até ser, mas sabemos bem que não foi bem assim. Sabemos bem que, mais uma vez, monsenhor foi enganado em sua “ingenuidade”.
[11] Nem sei o que pensar. A “ingenuidade” de monsenhor não tem limites! Vergonha alheia, é o que sinto!
[12] Hummm. Exatamente quando e onde houve essa mudança alvissareira?
[13] Mas que parece que foram vocês que mudaram, parece! Pois o discurso “atual” de Menzingen é bem diferente do discurso de Ecône dos tempos do Fundador.
[14] Agora os dogmas e as heresias, a Doutrina da Igreja como um todo se tornou “problemas secundários”?
[15] Que seriam, Excelência?... Monsenhor é realmente de uma fantasia impressionante.
[16] É um complicado e hercúleo exercício de exegese, ler nas entrelinhas, porque, como no caso dos óculos cor-de-rosa/escuros, dependendo de uma série infindável de variantes, o resultado pode ir do “felizardo” para o “grotesco”.
[17] Exatamente qual expressão de Roma lhe pareceu, nas entrelinhas, que significasse isso, Excelência? Roma nunca mudou o discurso, sempre exigiu a plena “conversão” dos “lefebvrianos” (SIC!) com a plena aceitação de tudo o que significa ser “Igreja Conciliar”. Porque é disso que se trata “aquela” Roma. Não é a Roma Eterna, Católica. Isso até uma criança vê. Mesmo sem envergar óculos algum!






"A verdade pede fundamentalmente uma coisa para ser julgada: é ser ouvida". - Bossuet
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Catecismo Anticomunista - Dom Geraldo Sigaud - III

CATECISMO ANTICOMUNISTA

D. Geraldo de Proença Sigaud


III. PONTOS BÁSICOS DA DIVERGÊNCIA ENTRE COMUNISMO E CATOLICISMO



17. Então a divergência entre a seita comunista e o Catolicismo se verifica só no campo religioso?
Não. Além do campo religioso, há muitos outros campos em que as divergências entre a seita comunista e o Catolicismo são irredutíveis.

18. Em que outros pontos fundamentais existe esta divergência radical?
Esta divergência existe em todos os pontos. Mas ela é mais fundamental em relação à verdade e à moral, à família, à propriedade e à desigualdade social.

19. Que ensina o comunismo a respeito da verdade?
Ensina a Igreja que Deus criou o mundo e criou a alma humana, que é inteligente. A alma conhece a verdade das coisas. Ela afirma que uma coisa é idêntica a si mesma, dizendo o que é, é; o que não é, não é.
O comunismo ensina que não há verdade. Uma coisa pode ser e não ser, ao mesmo tempo. Uma coisa é ela e o contrário dela.

20. Então o comunismo não admite a verdade?
Não. Para o comunista não interessa que uma afirmação corresponda à realidade ou não. Para ele, “verdade” é o que ajuda a fazer a Revolução. A mesma afirmação pode ser hoje e amanhã, sucessivamente, “verdade” e “mentira”, de acordo com a conveniência do Partido. Assim, houve tempo em que Stalin era um herói para a seita comunista. Hoje é um bandido declarado. Não há verdade objetiva.

21. Que outra grande divergência existe entre o comunismo e o Catolicismo?
O Catolicismo ensina que Deus é absolutamente santo. E por isto, as ações humanas que estão de acordo com Deus são boas; e as que vão contra a ordem que Ele estabeleceu são más.
O comunismo, que é materialista, ensina que não existe moral. Quando uma ação é útil ao Partido, é boa; quando prejudica o Partido, é má.

22. Dê um exemplo.
Para o católico as boas relações dos filhos com os pais constituem um bem.
Para o comunista, essas boas relações podem ser um bem, e podem ser um mal. Se os pais se opõem à Revolução, o filho deve odiá-los, denunciá-los, e, se for preciso, depor nos processos contra eles e até matá-los. Se os pais trabalham para a Revolução, o filho deve mostrar-lhes amor e colaborar com eles.

23. Poderia dar outro exemplo?
Outro exemplo seria o seguinte. Se o Brasil entrar em guerra contra a Rússia, o comunismo ensina que os brasileiros deverão trair sua Pátria, trabalhar para que os nossos soldados sejam derrotados e o Brasil dominado pelos soviéticos. Mas, se por desgraça o Brasil passar a aliado da Rússia, os brasileiros deverão mudar de orientação e lutar pela vitória do Brasil.
Em resumo: é bom o que ajuda a Revolução, é mau o que a combate ou prejudica.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

CRISE NA FSSPX - CAPÍTULO I

Como prometido, publico a excelente conferência do Rev. Pe. Rioult em capítulos, para seres melhor refletidos e considerados, sobretudo por aqueles que tem preguiça de ler texto longo, ou textos mais complexos. Meus comentários iniciais não são imprescindíveis e, portanto, ficarão no texto completo. Os números em rosa são as notas de tradução; em verde, os comentários da tradutora.



“A Fraternidade está prestes a mudar por culpa de seus maus líderes. Seus embustes e os seus fracassos têm sido comprovados o suficiente. Não é mais o momento de escrever, mas de agir. A política de Menzingen é desonesta e liberal. Esta situação perdurou demais, ela deve cessar e cessará”



A crise na Fraternidade



Conferência de Pe. Olivier Rioult, FSSPX[1]
12 de maio de 2013



O texto da conferência foi publicado pelo site francês Avec l'Immaculée.

Os grifos em vermelho, os negritos e as notas são do site francês.

A tradução e o layout são nossos[2].



CAPÍTULO I


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Nota de adesão

Pe. Jean Michel Faure, um dos membros do Capítulo de 2012, vendo-se impossibilitado de vir à minha conferência, enviou algumas linhas:

Transmiti-lhe as minhas felicitações e meu apoio. Eu entrei em Ecône em 1972 e conheci muito bem Mons. Lefebvre. Não tenho dúvida de que ele aprovaria a decisão de Pe. Rioult, que é também a minha.
Em união de oração.
Pe. Jean Michel Faure

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Queridos amigos,

Hoje, quero lhes explicar o sofrimento dos padres da Fraternidade. 

Vou lhes expor fatos dolorosos, mas, por caridade, não me acusem de ser violento; são as coisas que lhes descreverei que o são. É a situação que vivemos na Fraternidade que é violenta, eu não o sou mesmo; eu simplesmente a vejo, a denuncio, lamento e sofro por isso.

Por que voltar a falar dos eventos dolorosos, que já passaram, ao invés de permitir que se feche a ferida, uma vez que Mons. Fellay não assinou?

Porque estes eventos passados são gravíssimos e, principalmente, porque eles perduram até hoje.

Mas, antes de enfrentar o assunto, duas preciosas colocações sobre a caridade da verdade de Dom Felix Sardá y Salvany, extraídas de seu livro “Le libéralisme est un péché” [O liberalismo é um pecado] [um livro que deve ser lido![4]] (1).


1 “Não se comete nenhum pecado contra a caridade ao chamar de “mal” ao mal, e de “maus” as autores, defensores e discípulos do mal. O lobo sempre foi chamado simplesmente de lobo, e chamando-o assim nunca se pensou em fazer mal ao rebanho e ao seu mestre”.
2 “As ideias não se sustentam, de alguma forma, por si sós, não se difundem nem se propagam sozinhas (...) Os autores e os propagadores das doutrinas heréticas são soldados. Suas armas são o livro, o jornal, o discurso público, a influência pessoal. (...) A primeira coisa a se fazer, a mais eficaz, é eliminar o agente infectante. Convém, em seguida, remover toda a autoridade e todo crédito do livro, do jornal, do discurso público do inimigo, mas convém também, em alguns casos, fazer o mesmo com sua pessoa; sim, com a sua pessoa, que é, incontestavelmente, o elemento principal de batalha. Assim, em certos casos, é lícito revelar ao público as suas infâmias, ridicularizar seus hábitos, arrastar seu nome na lama. Sim, leitor, isso é permitido, permitido em prosa, em versos, em caricatura, em um tom sério ou brincalhão, com todos os meios e procedimentos que possam ser inventados. O que importa apenas é não se colocar a mentira a serviço da justiça”.

“Mas Mons. Fellay e os seus [de Pe. Rioult] confrades acordistas não são hereges”.

Claro, é óbvio, mas escutai essas reflexões do Papa Pio IX:
“Nestes tempos de confusão e de desordem, não é incomum ver uns cristãos, uns católicos, e até mesmo no clero secular e nos claustros, que têm sempre nos lábios palavras medidas, de reconciliação, de negociação. Pois bem! Eu não hesito em dizer: esses homens estão no erro, e eu não os considero inimigos menos perigosos para a Igreja. Nós vivemos em uma atmosfera corrupta, pestilencial; saibamos nos preservar; não nos deixemos envenenar pelas falsas doutrinas que tudo perdem sob o pretexto de salvar tudo”.

Os liberais, gente conciliante, são, portanto, inimigos da Igreja, que tudo perdem sob o pretexto de salvar tudo! Lembremo-nos disso!

Para destacar a violência que reina hoje na Fraternidade, é necessário analisar os textos, e para isso é indispensável algum material: olhos para ler e ouvidos para ouvir, uma inteligência para compreender o sentido das palavras e, acima de tudo, um par de óculos cor-de-rosa[5], um par preto e um par normal...



Continua... CAPÍTULO II


Fonte: Non Possumus.
Tradução (do Italiano): Giulia d'Amore di Ugento.
Sem revisão final.

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NOTAS (ORIGINAIS)
1 - Le libéralisme est un péché [O liberalismo é um pecado], caps. 22, 23 e 27.

NOTAS DE TRADUÇÃO
[1] Padre Rioult é este.
[2] A tradução para o italiano e o layout são do Una Vox.
[3] O PDF em Português.
[4] O Liberalismo é Pecado – Dr. D. Félix Sardá y Salvany. Livro de 1949 - 183 Págs – Baixe o PDF aqui ou aqui.
[5] Remete ao célebre discurso de dom Fellay, onde faz alusão ao uso de óculos cor-de-rosa. Retomado, depois, por dom Tissier. Mencionado na Carta dos 37 Padres e bem criticado pelo Irmão Joaquim Daniel Maria de Sant’Ana, entre outras coisas.

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