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sexta-feira, 25 de novembro de 2016

A Missa com indulto ou Missa do Motu Proprio

Vale a pena publicar esta análise sobre a "Missa Motu Proprio" que achei em meus e-mail, mas a fonte indicada não existe mais: http://www.crisidellachiesa.com/articoli/liturgia/non_solo_nostalgia/non_solo_nostalgia.htm. Se for o autor ou souber quem é, por gentileza, nos avise. 


A Missa com indulto ou Missa do Motu Proprio. 


Os católicos, que rejeitam os erros do CVII e a nova Missa mantêm vivo o rito antigo de 1969. Mas, em algumas cidades, a partir de 1984, certos Bispos têm procurado ganhar a simpatia dos "tradicionalistas" permitindo (sicque, nas suas dioceses, se possa celebrar regularmente o antigo rito "de maneira oficial". Estas Missas são comumente chamadas de "Missas com indulto" ou "Missas do Motu Proprio". Graças ao indulto (sic), muitos católicos têm podido assistir ao (simulacro do) antigo rito ou vê-lo pela primeira vez. Isto é sem dúvida um grande passo adiante (sic). Mas existem sérios problemas com a Missa com indulto:

- As hóstias retiradas do Tabernáculo, consagradas em modo duvidoso e/ou sacrílego com o novo rito, poderiam (e o são!) ser distribuídas durante a comunhão. 

- O celebrante (ou o bispo do qual recebeu a permissão) poderia ter sido ordenado segundo os novos ritos, que possuem validez altamente duvidosa.  

- As hóstias consagradas e recolocadas no Tabernáculo, durante o rito antigo, poderiam ser distribuídas nas mãos dos fiéis durante a Missa nova

- Poderíamos citar tantos outros problemas análogos. 

Numa última análise, deduzimos que a Missa com o indulto é somente um truque (uma concessão) para neutralizar a resistência contra a Missa nova e o Vaticano II. 

A Missa nova, como podemos observar, é cheia de erros doutrinais e é sacrílega, mas os padres e fiéis que promovem tais Missas (com indulto), para obter a aprovação do seu Bispo, devem se comprometer a calar sobre os males e os erros do novo rito e do Concílio. Este comportamento resulta muito mais evidente em alguns membros da "cúpula" do Vaticano, os quais permitem o rito tradicional sob certas condições. Estes "diretores" obrigam o sacerdote que celebra a aderir às reformas do CVII, assim como promovem o seu adequamento aos valores litúrgicos, disciplinares e doutrinais indicados pelo Concílio. A Missa é assim degradada a um mero exercício de nostalgia, de estética, de antiquariato, de preferência e de doce sentimentalismo. Por outro lado, como a Missa das crianças, a das meninas no Altar ("coroinhas") e com a Comunhão na mão, o grande banquete conciliar pode, deste modo, oferecer uma opção a mais entre os tantos quitutes considerados bons e onde tudo é uma questão de gosto pessoal. Os católicos que vão à "Missa com indulto" podem deste modo sentar à direita (o setor da "Alta Igreja") no grande parlamento ecumênico do CVII.

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