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terça-feira, 11 de outubro de 2016

SEDEVACANTISMO, breve lição para honestos cristãos!

Este post não pretende tratar do tema com profundidade, mas apenas esclarecer alguns pontos que o católico comum, que não finge ser teólogo, possa compreender para se tranquilizar e cuidar de sua própria santificação, ao invés de seguir “vozes” frenéticas e aleivosas. Tentei ser sucinta, mas a breve biografia de São Bellarmino atrapalhou meus planos... rsrs 




ETIMOLOGIA: O termo “sedevacantismo” vem da junção de duas palavras latinas: “sede” (cadeira) e “vacante” (vazia), e significa “a Sé está vacante”, pois a “cadeira” em questão é a dos bispos. Refere-se, de modo particular, ao período de vacância da Santa Sé que vai da morte de um Papa à eleição/entronização de seu sucessor.  

No decorrer dos séculos, a Igreja obviamente teve períodos de Sé vacante, alguns bem longos, como, por exemplo, o que deu origem à palavra “conclave” — do latim “cum clave”, ou seja, “com chave” — para designar seja a sala como a reunião para a eleição de um novo Papa. Aconteceu em 1271, quando os moradores da cidade de Viterbo (Itália), cansados depois de anos de indecisões dos 19 cardeais para escolherem o novo Papa, após a morte (29/11/1268) de Clemente IV, os trancaram “a chave” no salão do palácio papal, abrindo um vão no teto, para obrigá-los a se decidirem. A escolha recaiu em Tedaldo Visconti, que veio a se tornar o Papa Gregório X. O período de vacância durou 2 anos, 10 meses e 3 dias (quase três anos). Mas houve outros casos:   

- De 4 de abril de 1292 a 5 de julho de 1294 (2 anos, 3 meses e 1 dia), entre a morte de Nicolau IV e a eleição de Celestino V.  
- De 20 de abril de 1314 a 2 de agosto de 1316 (2 anos, 3 meses e 13 dias), entre a morte de Clemente V e a eleição de João XXII
- De 4 de julho de 1415 a 11 de novembro de 1417 (2 anos, 5 meses e 7 dias), entre a morte de Gregório XII e a eleição de Martinho V

Vê-se, assim, que a “Sé vacante” não é uma anormalidade, um bicho de sete cabeças, que faça gritar ao escândalo só por mencioná-la. E não é, em si mesma, uma aberração ou uma heresia. Toda vez que morre um Papa e até a entronização do novo Papa, a Igreja está efetiva e inquestionavelmente “sem Papa” e, no entanto, não lhe falta nada, nem sequer a “visibilidade”. A Igreja não acaba porque não tem um Papa... (deeeeer!). 

Ademais — e é o mais importante nessa questão!!!a Igreja ainda não se pronunciou a respeito disso; portanto, aderir (ou não) ao sedevacantismo não é errado, nem é pecado. Não é Dogma de Fé!, como, por exemplo, o é o Primeiro Mandamento que uns e outros violam quando cultuam os superiores como se fossem deuses

Por que a questão do sedevacantismo tornou-se polêmica?  

Tornou-se polêmica porque, a partir e por causa do Concílio Vaticano II, passou-se a questionar se os Papas são ou não são Papas por causa das heresias que têm propagado. Bom, há questões mais profundas aí, das quais, como já disse, não tratarei aqui, como os tipos e correntes de sedevacantismo, e os desvios que podem ocorrer, como no caso de conclaves ilegítimos e o surgimento de seitas. 

Mas há experts em Doutrina realmente relevantes, na Igreja, que defendam o sedevacantismo?  

Há, sim: São Roberto Bellarmino, Sylvius, Pietro Ballerini, Wernz-Vidal, Cardeal Billot, o dominicano Guérard des Lauriers (que auxiliou Pio XII na formulação do Dogma da Assunção e sobre o qual Mons. De Castro Mayer depositava sua confiança em assuntos doutrinários), entre outros. 

Há quem possa alegar que eles não são “Magistério da Igreja”...  

De fato, é verdade, mas também é verdade que a Igreja nunca os calou.  

Só para citarmos um exemplo, vejamos o caso de São Bellarmino. Não vão me dizer que ele era um “Zé das Couves”, ou um teólogo de internet! Por favor!!! Entre os muitos encargos, honorificência e reconhecimentos, ele, além de cardeal:  
  1. fez parte da comissão que revisou a “Vulgata” (Doutrina! Doutrina! Doutrina!), por ordem do Concílio de Trento;  
  2. foi consultor teólogo do Santo Ofício (Doutrina! Doutrina! Doutrina!) e teólogo da Sagrada Penitenciária (Doutrina! Doutrina! Doutrina!)
  3. em 17 de março de 1599, ao ser nomeado Cardeal (cuja honra o Santo inutilmente recusou), com o título de “Santa Maria in Via”, o Papa Clemente VIII declarou a motivação: “La Chiesa di Dio non ha un soggetto di pari valore nell'ambito della scienza” (A Igreja de Deus não tem um sujeito de valor comparável no âmbito da ciência);  
  4. nos conclaves por ocasião da morte de Clemente VIII e, depois, de Leão XI, o nome de Bellarmino foi fortemente cogitado, inclusive por aquele que veio a ser eleito Papa, com o nome de Paulo V, o Cardeal Cesar Barônio, e cuja eleição o próprio Santo defendia. Ser papável não é para qualquer um;   
  5. foi Camerlengo do Sacro Colégio Pontifício (Doutrina! Doutrina! Doutrina!); 
  6. foi Prefeito da “Congregatio pro sacri ritibus et caeremoniis” (Congregação dos RitosDoutrina! Doutrina! Doutrina!); 
  7. foi Prefeito da “Congregatio pro Indice Librorum Prohibitorum” (Congregação do Index – Doutrina! Doutrina! Doutrina!);  
  8. duas obras dele, a “Doutrina Cristã Breve” e a “Declaração mais copiosa da Doutrina Cristã” (Doutrina! Doutrina! Doutrina!), foram adotadas pela Igreja como Catecismos oficiais por séculos, até o advento do Catecismo de São Pio X;  
  9. foi um escritor profuso, deixando obras catequéticas, espirituais, exegéticas e de outros gêneros.  
  10. Bellarmino, que morreu em 1621, foi beatificado (13 de maio de 1923) e logo canonizado (29 de junho de 1930), por Pio XI.  
Daí quem me pergunto: a Igreja canonizaria um herege?... Sei lá, me parece que não. Que vos parece?  

Importa frisar que ele não se autodenominava teólogo, nem se autolouvava aos quatro ventos: foi um custo para o Papa Clemente VIII convencê-lo a se tornar cardeal, tamanha era a sua humildade; diferentemente de uns e outros que se estapeiam por causa de uma mitra e acabam tergiversando sobre a Doutrina por isso. Se é que me entendem... Bom, pelo breve curriculum que postei aqui, dá para perceber que “alguma coisinha” ele sabia de Doutrina, não é? LOL. Falando sério, ele era verdadeiramente conhecedor da Doutrina, e não mero mico de circo adestrado que segue ordens de um bispo sem os três “s”; principalmente, o “s” de sabedoria. 

A grande questão a respeito do tema me parece ser quem teria poder ou autoridade para declarar a Sé vacante por heresia do Pontífice reinante. É de bom senso – se não de lei – que somente um igual ou superior pode “condenar” outro. No caso de um Papa herege, somente um igual (outro Papa) ou superior (o próprio Deus) poderia declará-lo herege e destitui-lo. Será que preciso desenhar isso?... 

Por outro lado, quem apenas constata que um Papa é herege não é sedevacantista, porque esta constatação não é um juízo de valor ou de condenação. “Constatar” não é “declarar herege um Papa”, nem é “destitui-lo”. Parece-me óbvio. 

Tranquilizem-se, portanto! E, se alguém quiser se aprofundar no tema, pode fazê-lo, visto que, como já dito, a Igreja ainda não se manifestou a respeito do tema e, portanto, ainda é lícito fazê-lo. Tome, contudo, o cuidado para não se afastar da Doutrina da Igreja, porque as ramificações desse tema são muitas e perigosas para a saúde da alma. Reservo-me o direito de me abster de fazê-lo eu mesma porque não disponho de tempo suficiente para um estudo mais aprofundado. Friso, e friso bem, que para conhecer o tema não é necessário um diplominha de teólogo de internet, basta fazer uso da razão que Deus nos deu. Também me abstenho de fazê-lo porque eu não perco tempo alimentando a vã curiosidade, e sobre o assunto sei o quanto me basta para não perder a Fé. Sigo o Catecismo. 

Por que tratei desse assunto, ainda que de maneira tão superficial?  

Eu pretendia apenas dar uma ideia do que se trata àquelas boas almas que são bombardeadas com inverdades sobre o tema, por pessoas intelectual e moralmente desonestas, que tratam os sedevacantistas como hereges e/ou imputam o rótulo de sedevacantista a quem apenas declara o óbvio. O que pretendem esses “impolutos” é enganar as almas e injuriar os bons Padres fiéis à Doutrina. Gratuitamente? Não. As intenções ocultas e pérfidas só Deus conhece, mas eu, em meu modesto parecer, acho que tem a ver com a corrida rumo à plena comunhão. Uns querem até pegar o primeiro avião... 

Lembro que, em 2012, fomos acusados de sedevacantismo (releia aqui) só porque discordávamos do então Superior Geral da FSSPX, Bernard Fellay. Hoje, somos acusados de eclesiovacantismo (kkk! Outro nome pomposo e vazio para sedevacantismo; releia aqui) por denunciar as asneiras e heresias de Richard Williamson. Mera coincidência? Não. São as mesmas acusações, surgidas pelo mesmo motivo: o culto à personalidade (violação ao Primeiro Mandamento) de superiores que traíram o legado do fundador, Mons. Lefebvre, e a própria Fé Católica. 

Concluo afirmando que ainda não vejo motivos para me declarar sedevacantista simplesmente porque eu não tenho nem poder nem autoridade para declarar vacante a Sé Apostólica. Contudo, com base no Catecismo da Fé Católica, acessível e obrigatório a todos os católicos, eu posso constatar por mim mesma que, por exemplo, Francisco não é católico. Se é ou não é Papa, é coisa lá dele com Deus

Giulia d’Amore.  

PS: Aviso aos navegantes que não prestaram atenção da última vez que concluí um editorial quando disse que o leitor que discorda da linha de pensamento ou conduta do Pale Ideas não é obrigado a lê-lo. Continua desobrigado! Assim, não gastem teclado com comentários que sequer serão lidos. Obrigada. De nada. 


7 comentários:

  1. Olá Giulia. Obrigado pelo esclarecimento. Conheci na internet alguns sites que dizem que a Santa Igreja está sem papa desde a época do Vaticano II. Enfim, é o que eu digo sempre: se tivesse obedecido Nossa Senhora de Fátima, nada de confusão teria acontecido na Santa Igreja. São tantas aparições, opiniões, canonizações suspeitas, "grupos de oração", movimentos, sites... que fazem é confundir mais o juizo da gente do que esclarecer. A humanidade está cheia de problemas pra resolver. Não precisamos de mais problemas e sim de alguém mandado por Deus Nosso Senhor e Nossa Senhora, sua Mãe Santíssima, que de dentro da Santa Igreja Católica oriente a humanidade a trilhar um só caminho, uma só fé, um só pensamento, uma só opinião e uma só verdade. É o que eu penso. Peço desculpas se meu pensamento for errado.

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    1. Prezado sr. José Antônio, a ideia de “um só caminho, uma só fé, um só pensamento, uma só opinião e uma só verdade” é para tempos melhores, que não são os nossos. Vivemos tempos de confusão e dúvidas. Devemos, pois, buscar a LUZ. E a luz, para nós, católicos de banco de igreja, que não somos metidos a teólogos, está no Catecismo da Igreja. E o último Catecismo válido é o de São Pio X (no menu superior, em DOWNLOADS & LINKS, pode encontrar tanto o PDF quanto o link para comprar o catecismo de papel), pois o catecismo atual, pós-Concílio Vaticano II está eivado de erros e confusões. E quando digo “erros”, me refiro às heresias. Quem tem um sólido catecismo não se deixa nem confundir nem espantar com tantos escândalos, “aparições, opiniões, canonizações suspeitas, "grupos de oração", movimentos, sites”, essas “vozes” que gritam aqui e ali com a intenção verdadeira de criar confusão e perder as almas. Quem tem um sólido catecismo tem a alma em paz. E as ideias claras.

      Eu, de verdade, não sei se esses Papas pós-CVII são ou não são Papas, mas, de verdade, eu quero que sejam, Porque como Papas deverão responder diante de Deus por seus erros e por induzir tantas almas ao erro e condená-las à perdição eterna. Porque, senão, seria fácil para eles se respondessem como “não Papas”, pois a responsabilidade seria bem menor.

      Contudo, isso não faz diferença em minha vida, como católica, porque eu sei – e me basta – que eles não são católicos e, por isso, não lhes obedeço. A obediência, como já tive oportunidade de dizer aqui no Pale Ideas, não é absoluta, pois ela própria é subordinada à verdade. E a verdade é Deus. Se um Papa não obedece a Deus, quem lhe obedece está pecando, não apenas contra o 4º Mandamento, mas sobretudo contra o Primeiro, hierarquicamente mais importante. Quando nosso pai nos manda pecar, não devemos obedecer, porque obedecendo-o estamos desobedecendo a Deus. Eu já li alhures, várias vezes, “católicos” dizendo que com o Papa iriam até o Inferno. Que façam bom proveito, eu não! Eu sigo o Papa enquanto e conquanto ele me leve ao Paraíso. Essa é a função dele.

      De fato, a desobediência ao pedido de Nossa Senhora em Fátima acarretou inúmeras consequências negativas para o mundo e a Cristandade. Nós, como católicos simples, devemos obedecer-lhe naquilo que nos cabe, ou seja, rezando o Terço (o Terço dela, não as invencionices que têm surgido) todos os dias. Quando não tem a Santa Missa Católica, de frente para Deus, em latim, Tridentina (não a do Motu Proprio), a Missa de Sempre, devemos santificar os domingos e dias santos (como hoje) rezando e fazendo as leituras do dia; sozinhos, com a família ou reunindo-nos em comunidades. A assistência à missa nova, essa que é rezada nas igrejas hoje, de costas para Deus, em vernáculo (em Português, para o Brasil) não é salutar para as almas porque, ao longo do tempo, irá fazer perder a Fé. E não é isso que tem havido nos últimos 50 anos? As igrejas esvaziando, os seminários esvaziando, um sem número de abusos litúrgicos e de todo tipo, inclusive sexuais, os Sacramentos sendo dados cada vez mais publicamente a toda sorte de pecadores públicos e impenitentes: divorciados, homossexuais, adúlteros, devassos. Já se “casam” divorciados e gays, não se espante com isso. Em alguns casos, não se faz mais ocultamente, e até se postam as fotos, “orgulhosamente” nos Facebook. Tudo isso é fruto do descumprimento do pedido de Nossa Senhora em Fátima. O próprio Vaticano II o é.

      Eu desejaria vivamente que tivéssemos um Papa católico a nos guiar nessa noite infinitamente escura e turbulenta, mas não temos. Os poucos homens de Igreja, fantásticos guerreiros da Fé, estão se tornando cada vez mais raros.

      Com Nosso Senhor Jesus Cristo (em S. Lucas 18,8), me pergunto: Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na terra?

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    2. Não sei se você é a querida Giulia com quem tenho a alegria de conversar pelos comentários do Pale Ideas, mas concordo com o que você disse especialmente sobre Nossa Senhora de Fátima. Ela pediu o terço mariano e hoje em dia tem tantos terços que o mais antigo e o mais indulgenciado: o da Mãe de Deus, é negligenciado ou mal rezado. Terço do Amor, Terço das Santas Chagas, Terço da Misericórdia, Terço disso e daquilo e muitos nós não sabemos se são aprovados ou não. Vou confessar uma graça que recebi um dia desses: lendo o segredo do rosário de São Luís de Montfort percebi que o Terço Mariano serve pra qualquer ocasião (adoração ao Santíssimo, novena dos santos, oração da manhã e da noite, etc). Não sei porque o livro de Montfort não é divulgado. Se fosse todos iam aprender sobre o poder quase infinito das orações que contem o Santo Rosário, fora as lições que os mistérios ensinam. Obrigado pela atenção. Saúde pra Giulia.

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    3. Desculpe-me, eu não assinei desta vez, sou eu, sim, a Giulia. Geralmente, sou eu que respondo aos comentários.

      A questão dos variados terços – alguns de “aparições” estranhas e não reconhecida – é a que melhor ilustra a confusão que reina hoje. Mal damos conta de rezar o que devemos rezar, vem uma miríade de orações novas para nos afastar cada vez mais da verdadeira piedade. O Terço ensinado por Nossa Senhora contém em si tudo que precisamos para pedir, meditar, agradecer...

      Os livros de São Luís de Montfort são bastante conhecidos nos meios tradicionalistas, e precisariam mesmo ser melhor divulgados, seria um grande bem para as almas. O Segredo do Rosário é um dos que deveriam estar sempre em nossa mesinha de cabeceira, entre um livro e outro, toda noite.

      Obrigada por suas gentis palavras, saúde e firmeza de Fé para o senhor tb, prezado sr. José Antônio. Meus obséquios à sua querida mãe.

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    4. Olá amiga Giulia. Que bom que foi você que respondeu. Surgiu-me uma dúvida que com sua sabedoria dada por Nossa Senhora a você poderia ser esclarecida. Aqui no Ceará tem-se o costume de rezar a jaculatória: "Mãe de Deus derramai sobre a humanidade inteira as graças eficazes da Vossa Chama de Amor agora e na hora de nossa morte, amém" depois da jaculatória de Nosso Senhor ensinada por Nossa Senhora em Fátima. Acontece que ninguém sabe dizer de onde veio essa oração e se ela tem aprovação da Santa Igreja. Tenho medo de estar botando "oração" de origem duvidosa no Santo Terço. Poderia me informar de onde vem essa jaculatória e se é certo reza-la? Obrigado pelos obséquios a minha mãe. Deus abençoe a sua mãe também.

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    5. Prezado sr. José Antônio, essa jaculatória vem de um terço ligado a uma aparição chamada “A Chama de Amor do Imaculado Coração de Maria”, na Hungria, entre 1961 e 1981, a certa Elizabeth Kindelmann, que morreu em 1985. Esta “aparição” não é aprovada pela Igreja, apesar de afirmarem o contrário nos sites deles. Eu li, brevemente, alguns trechos dessas “revelações” e fiquei perplexa em ver que Nossa Senhora, em 1961, prestes a se efetivar um dos concílios mais funestos da História da Humanidade, nada fale a respeito e fique se entretendo com uma pirotecnia flamejante para consolar exclusivamente àquela senhora húngara.

      Eu quero me organizar para, pelo menos uma vez ao mês, me dedicar a falar sobre as Aparições autênticas, para honrar Nossa Senhora e divulgar seu Santo Nome. Reze, caro sr. José Antônio, para que eu consiga.

      Obrigada pelas bênçãos de Deus para minha mãe; ela já está diante d’Ele há dez anos.

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    6. Obrigado pelo esclarecimento Giulia. Se a aparição não é aprovada pela Santa Igreja, porque eles mentem dizendo que é o contrário? Outra coisa, se não é aprovada porque divulgam? A Santa Igreja está mesmo repleta de inimigos internos e externos... Lamentável! Conte com minhas orações Giulia. Já ontem mesmo (13/10/2016) na hora santa te guardei pelas Mãos Imaculadas de Maria Santíssima no Getsâmani aos pés de Jesus Agonizante para que Ele te abençoasse e cuidasse cada vez mais de você. Continue rezando por mim e pela minha mãe também. P.S.: Fale também das falsas aparições para alertar as pessoas sobre esses engôdos da serpente infernal que nada mais quer do que afastar-nos da Virgem Maria, das suas verdadeiras aparições e principalmente de Nosso Senhor Jesus Cristo. É bom que haja na internet alguém que denuncie e/ou alerte sobre essa gente picareta que usa de Nossa Senhora e Nosso Senhor para enganar os outros.

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