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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

DESENHANDO o motivo por que não pode haver milagres na missa nova!

Estava me preparando para rezar o terço, hoje pela manhã, e meu Anjo me iluminou com uma ideia clara de como se pode explicar, aos mais recalcitrantes, que não é possível haver milagres na missa nova.  




É de se enfatizar que, na verdade, já foram oferecidos sólidos argumentos doutrinários e do Magistério da Igreja... mas, sabem como é, há pessoas que são obtusas e outras que teriam que ter uma certa humildade para reconhecer o erro e dar a mão à palmatória. Enfim... 

Um dos argumentos já apresentados é o de que um milagre na missa nova incentivaria as pessoas a ficarem na Igreja conciliar. O outro lado, cheio de teólogos de fim-de-semana, manipulou até mesmo São Tomás de Aquino para defender absurdamente o ponto absurdamente contrário, de que um milagre na missa nova não as incentivaria a ficar na igreja conciliar... kkkkk São uns pândegos! 

Então, vamos ao desenho de hoje.  





Veio-me à mente a tragédia que aconteceu em Rouen, na França, na qual o Padre Jacques Hamel foi degolado por um muçulmano (aqui) e içado a mártir, inclusive por muitos “tradicionalistas”. 

E, como o Padre Cardozo teve oportunidade de dizer em alguns sermões e na entrevista que logo publicaremos, só pode ser mártir quem morre por ódio à Fé Católica. Mas tem que ser católico!!!  

Óbvio, não?  

Bom, é claro que todos nós desejamos vivamente que, nos últimos momentos, Deus tenha dado a esse pobre homem a graça da conversão, para poder morrer católico e ganhar a coroa de mártir. Mas, se nos basearmos apenas em desejos e anseios... até mesmo de Lutero deveríamos dizer o mesmo. Contudo, és-nos lícito pensar que não, o Padre Jaques não é mártir. Sobretudo por causa da vida pregressa da desafortunada vítima da sanha islâmica. O pobre, provavelmente inspirado e encorajado pelo ecumenismo/interreligiosidade pregados pelo CVII, abrigava essas cobras no peito, a ponto de lhes doar, há uns dezesseis anos, um terreno para construírem uma mesquita. Pois bem, minha mãe dizia que “quem dorme com criança, acorda molhado”... Dito e feito: foi sacrificado ao ídolo islâmico, sem dó nem piedade. 

Formando, assim, o pensamento correto, podemos dizer, sem medo de errar, que o padre não morreu mártir

Mas o ponto que quero salientar não é este, e, sim, a enxurrada de conversões que esse “martírio” provocou, inclusive por parte de pessoas supostamente islâmicas, como o jornalista iraniano Sohrab Ahmari, que declarou publicamente sua conversão ao “Catolicismo Romano”, por causa da morte do Padre Jaques (aqui). 

Vemos, assim, na prática, que todo milagre ou martírio na Igreja conciliar leva a querer ser daquela Igreja, e não a fugir dela. E isso é... LÓGICO! Como 2+2 é igual a 4. 

Assim, amiguinhos, deixem de tonterias, e gastem seu tempo estudando o catecismo (como este), ou lendo qualquer bom livro católico, e parem de perder tempo e fé com leituras blasfemas, heréticas e eróticas, aconselhadas por pessoas que disseminam confusão e trevas, ao invés de confirmar o rebanho na Fé. 

Fora da Igreja não há salvação, não há milagres, não há martírio. Refutem isso! 

Fiquem com Deus e Nossa Senhora. 

Giulia d'Amore 


 

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