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quinta-feira, 30 de maio de 2013

PADRE RIOULT: Chegou a hora de agir!


“A Fraternidade está prestes a mudar por culpa de seus maus líderes. Seus embustes e os seus fracassos têm sido comprovados o suficiente. Não é mais o momento de escrever, mas de agir. A política de Menzingen é desonesta e liberal. Esta situação perdurou demais, ela deve cessar e cessará”...

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Editado: 31/05/2013 - 05:43, para atualizar a informação.

O equivocado levantamento das excomunhões indevidamente pedido pela própria FSSPX

OPERAÇÃO MEMÓRIA: Para refrescar a memória dos que sofrem de amnésia profunda e também para dar suporte a um texto que publicarei ainda hoje e que é uma bomba!!!



O equivocado levantamento das excomunhões indevidamente pedido pela própria FSSPX



24/01/2009 – Carta do Superior Geral sobre o levantamento das excomunhões
Publicado em set 19, 2009

Caríssimos fiéis,

Como anunciei no comunicado à imprensa, "a excomunhão dos bispos sagrados por S. E. R. Dom Marcel Lefebvre no dia 30 de junho de 1988 que tinha sido declarada pela Sagrada Congregação para os Bispos por um decreto do dia 1º de julho de 1988 e que nós sempre contestamos, foi retirada por outro decreto da mesma Sagrada Congregação no dia 21 de janeiro de 2009, por mandato do papa Bento XVI". Era a intenção de orações que eu lhes tinha confiado em Lourdes, no dia da festa de Cristo Rei de 2008. Os senhores responderam muito além de nossas esperanças, pois que um milhão setecentos e três mil terços foram recitados para obter pela intercessão de Nossa Senhora o fim do opróbrio que pesava, na pessoa dos bispos da Fraternidade, sobre todos aqueles que estão unidos de perto ou de longe à Tradição. Saibamos agradecer à Santíssima Virgem que inspirou ao Santo Padre este ato unilateral, bondoso e corajoso. Asseguremos-lhe nossa fervente oração.

Graças a este gesto, os católicos do mundo inteiro unidos à Tradição não serão mais injustamente estigmatizados e condenados por ter mantido a Fé de seus pais. A Tradição católica não está mais excomungada. Apesar de que ela nunca o esteve em si, ela muito freqüente e cruelmente o esteve de fato. Do mesmo modo que a missa tridentina jamais esteve ab-rogada em si, como foi felizmente lembrado pelo Santo Padre pelo Motu Proprio Summorum pontificum do dia 7 de julho de 2007.

O decreto do dia 21 de janeiro cita a carta do dia 15 de dezembro passado ao Cardeal Castrillón Hoyos na qual eu expressava nosso apego "à Igreja de N. S. Jesus Cristo que é a Igreja Católica" e reafirmando nossa aceitação de seu ensinamento bimilenar e nossa Fé na primazia de Pedro. Eu recordava como sofremos pela situação atual da Igreja onde este ensinamento e esta primazia são humilhados, e acrescentava: "Estamos prontos para escrever com nosso sangue o Credo, para assinar o juramento anti-modernista, a profissão de Fé de Pio IV, nós aceitamos e fazemos nossos todos os concílios até o Vaticano II a respeito do qual temos nossas reservas." Em tudo isso, temos a convicção de permanecer fiéis à linha de conduta traçada por nosso fundador, Dom Marcel Lefebvre, de quem esperamos uma próxima reabilitação.

Também desejamos abordar estas "conversações" que o decreto reconhecia como necessárias sobre as questões doutrinais que se opõem ao magistério de sempre. Não podemos senão verificar a crise sem precedentes que sacode a Igreja de hoje: crise de vocações, crise da prática religiosa, do catecismo, e da freqüência dos sacramentos… Antes de nós, Paulo VI falava de uma infiltração da "fumaça de satanás" e de uma "auto demolição" da Igreja. João Paulo II não hesitou em dizer que o catolicismo na Europa estava em estado de uma "apostasia silenciosa". Pouco antes de sua eleição ao Soberano Pontificado, Bento XVI, ele mesmo, comparava a Igreja a "uma barca na que entrava água por todos os lados". Também nós queremos, nestas "conversações" com as autoridades romanas, examinar as causas profundas da situação presente e, apresentando o remédio adequado, chegar a uma restauração sólida da Igreja.

Queridos fiéis, a Igreja está nas mãos de nossa Mãe, a Santíssima Virgem Maria. Nós nos confiamos a Ela. Nós lhe pedimos a liberdade da missa de sempre, em todos os lugares e para todos. Nós lhe pedimos o levantamento do decreto de excomunhão. Nós lhe pedimos em nossas orações, a Ela que é a Sede da Sabedoria, estes necessários esclarecimentos doutrinais que as almas atribuladas têm tanta necessidade.

Menzingen, 24 de janeiro de 2009
+Bernard Fellay

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A festa de Corpus Christi

A festa de Corpus Christi e a presença real



O nome da festa de Corpus Christi descreve bem o que ela significa: a celebração da presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na sagrada eucaristia. Se estamos nos preparando para celebrar essa festa, cumpri-nos falar um pouco sobre a importância da mesma.

Este é o momento, todo especial, para reforçarmos a santa doutrina da presença real de Cristo sob as aparências do pão e do vinho. Podemos começar citando as Sagradas Escrituras. Nelas encontramos provas mais do que suficientes da presença real de Cristo Nosso Senhor na Sagrada Eucaristia.

O capítulo VI do Evangelho de São João descreve a oportunidade em que Nosso Senhor dá a conhecer a seus discípulos essa doutrina:

“Eu sou o pão vivo descido do Céu. Quem comer deste pão viverá para sempre, e o pão que eu lhe darei é a minha carne para salvação do mundo.  Discutiam entre si os judeus, dizendo: Como pode este dar-nos a comer sua carne? E Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeira bebida… Este é o pão que desceu do céu; não é como o pão que vossos pais comeram e, não obstante, morreram. Quem come deste pão viverá para sempre… Muitos dos seus discípulos disseram: São duras essas palavras! Quem as pode suportar? Conhecendo Jesus que os seus discípulos murmuravam por isso, disse-lhes: As palavras que Eu vos disse são espírito e vida; mas há alguns de vós que não crêem… Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e não mais os seguiam.” (Jo 6,51-67) 
Não há como negar, diante de palavras tão claras, que Nosso Senhor prometeu dar sua carne em alimento aos fiéis. E essa promessa foi cumprida durante a Última Ceia:

Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu a seus discípulos dizendo: “Tomai e comei, isto é meu corpo”. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo:” Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados” (Mt 26,26-28)

E muitos outros trechos das Sagradas Escrituras poderiam ser citados ainda, mas basta-nos lembrar a advertência que São Paulo fez sobre aqueles que comungam indignamente, causando sua própria condenação (1Cor 11,27-29). Se não se tratasse realmente do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, não haveria sentido a advertência do Apóstolo.

Nesse mistério tão grandioso, Deus se dignou dar em alimento espiritual aos homens, de maneira tão distante dos sentidos, mas tão próxima pela Fé.

Mas essa Fé inabalável que nos ensina a Santa Mãe Igreja foi abandonada pelos “reformadores” do século XVI. Eles preferiram acreditar nos seus sentidos a acreditar nas promessas de Deus.

O concílio de Trento, para resguardar a Fé cristã, declarou infalivelmente a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia:

874. Ensina primeiramente o santo Concílio e confessa aberta e simplesmente que no augusto sacramento da Santa Eucaristia, depois da consagração do pão e do vinho, debaixo das espécies destas coisas sensíveis, se encerra Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, verdadeira, real e substancialmente [cân. l ]. Nem repugnam entre si estas coisas: que o mesmo Nosso Senhor esteja sempre sentado à mão direita do Pai no céu, conforme o seu modo natural de existir, e assim a sua substância esteja presente entre nós em muitos outros lugares sacramentalmente com aquele modo de existir, que nós apenas podemos exprimir em palavras, e com a razão iluminada pela fé podemos conhecer e devemos firmemente crer ser possível a Deus. Pelo que, todos os nossos predecessores que viveram na verdadeira Igreja de Cristo, sempre que trataram deste sacramento, reconheceram abertamente que Nosso Redentor instituiu este admirável sacramento na última ceia quando, depois de benzer o pão e o vinho, testificou com palavras distintas e claras que ele lhes dava o seu próprio corpo e sangue. Estas palavras relatadas pelos santos Evangelistas (Mt 26, 26 ss; Mc 14, 22 ss; Lc 22, 19 ss) e repetidas depois por S. Paulo (l Cor 11, 23) têm seu sentido próprio e claro, no qual também os Padres as compreenderam. Pelo que seria sem dúvida alguma detestável crime torcê-las ou levá-las a uma figura ou símbolo, como fizeram alguns homens maus e rixosos que negam a real presença do Corpo e sangue de Cristo contra o universal sentir da Igreja que, sendo coluna e base da verdade (l Tim 3, 15), detesta como satânica esta doutrina, excogitada por esses homens ímpios e, com sentimento de gratidão, reconhece este incomparável beneficio de Cristo.

Sagrado Concílio de Trento, cânon 874

No século XX, no entanto, algo de muito “estranho” aconteceu. A missa nova, de Paulo VI, foi feita com a “ajuda” de seis pastores protestantes, que não crêem na presença real de Nosso Senhor.  Isso é realmente um absurdo, um escândalo que não pode ser escondido pelos defensores da missa nova. Não foi sem motivos que o novo rito perdeu muito do caráter sacrificial e se assemelhou a um banquete, de acordo com as idéias protestantes, e em confronto com a santa doutrina católica.

Uma das mudanças mais graves nesse sentido foi permitir-se ao sacerdote ficar de costas para o altar. Nessa nova configuração, o que se vê são várias pessoas reunidas em torno de uma mesa: a assembléia de um lado, o padre do outro. Como se estivéssemos em um banquete, e não na renovação do Sacrifício da Santa Cruz.

Ah, é claro que aqueles sapientíssimos “doutores”, os que costumam inventar absurdas excomunhões para quem não aceita a missa protestantizada, dirão de peito estufado: mas a missa nova também pode ser rezada com o padre de frente para o altar!

Mas, serenamente, podemos responder-lhes, derrubando-os do pedestal em que eles se colocam: não adianta “permitir” o certo se se permite também o errado. Nenhuma lei pode ser boa se apenas “permite” o certo. Toda lei, toda regra, tem o objetivo de impedir o erro. Além do mais, o concílio vaticano II e a missa nova foram extremamente perniciosos por isso mesmo: eles abriram brechas para serem futuramente exploradas. Se os erros fossem abertamente ensinados, causariam a reação imediata. Mas justamente por se abrirem várias brechas, algumas sutis, outras nem tanto, é que puderam ser infiltrados os erros absurdos que vemos hoje em dia.

O uso do latim, por exemplo, é outro caso típico. É verdade que alguns trechos do Vaticano II até exortam a utilização do latim. Mas outros, incluindo o decreto da missa nova, permitem o uso do vernáculo. Assim, quando algum “doutor” quer defender a “ortodoxia” do concílio, ele cita os trechos em que o latim é exaltado. Na prática, porém, as brechas abertas foram mais do que suficientes para os modernistas as explorarem, utilizando-se exclusivamente do vernáculo. Aliás, muito mal traduzido, em uma tradução cujos erros não podemos atribuir senão a uma vontade deliberada de perverter a liturgia e todo seu significado.

O maior dos motivos que temos para restaurar a Santa Missa Tridentina, pois, é darmos a Deus a glória que Ele merece, em um culto que deixa inequívoco o caráter de sacrifício; a Missa plena de respeito, de decoro e de louvor diante da presença real de Nosso Senhor; a Missa em que não fazemos barulho, mas silêncio respeitoso quando se renova, de forma incruenta, o Santo Sacrifício do Calvário. A festa de Corpus Christi deve nos lembrar que, não somente nesse dia, mas em toda Santa Missa, Cristo Nosso Senhor está real e substancialmente presente na Sagrada Eucaristia. Por isso, não devemos aceitar uma missa por que ela é “mais animada” ou “mais festiva” para o povo. Devemos desejar a Santa Missa na sua forma mais digna e que maior honra possa dar a Deus. Não é o momento de “festa” ou de “reunião de amigos”. É o momento mais sublime que podemos imaginar em nossas vidas: Deus mesmo se entrega a nós, escondido dos sentidos sob as aparências de pão e vinho, mas revelado e crido pela Fé, divina e católica.


Fonte: https://intribulationepatientes.wordpress.com/2008/05/21/a-festa-de-corpus-christi-e-a-presenca-real.



Bula que criou a Festa: https://farfalline.blogspot.com/2020/06/Corpus-Christi.html. 


LITURGIA: 

Corpus Christi. Tudo é branco no que tange ao augusto Sacramento. Os ornamentos sacerdotais têm de ser, nesse dia, da cor. Além do mais, essa festa não é mais do que a solene instituição da Eucaristia, estabelecida na quinta-feira santa. E como Jesus tinha se vestido de branco nesse dia, convém que esta circunstância seja lembrada pelo padre que utiliza a mesma cor. (in "CORES E ORNAMENTOS NA LITURGIA": http://farfalline.blogspot.com/2015/06/cores-e-ornamentos-na-liturgia.html). 

 

INDULGÊNCIA DO CORDÃO DE SÃO JOSÉ: 

Dias nos quais se lucram indulgências plenárias trazendo consigo o cordão: Nas festas da Páscoa, da Ascensão, de Pentecostes e na festa de Corpus Christi. (Fonte).


Veja mais sobre a festa aqui: https://farfalline.blogspot.com/2018/05/o-assunto-e-Corpus-Christi.html. 

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quarta-feira, 29 de maio de 2013

REFLEXÕES: Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

Pode parecer que este artigo fuja ao assunto do blog, mas não foge não. Entra na tag de "Notícias e Atualidades", e nos interessa de modo particular porque entre os católicos há também os que compraram essa ideia estapafúrdia e, infelizmente, muitos "propagadores de boa vontade" (SIC!). Por trás da Agenda Verde há muita história mal contada e muito dinheiro sujo: que entra (lucro com o Mercado Verde) e que sai (vendendo a ideia e comprando as consciências). Que a tal agenda faz parte das diretrizes da NOM é de fácil compreensão, uma vez que o conceito, os jargão e os alvos são os mesmos das demais agendas, como a gay, por exemplo, ou da religião única (liberdade religiosa), "independente do deus que você siga", o que é o mesmo que dizer "sem deus algum" e, principalmente: sem "Deus". Da NOM sai o dinheiro para vender o peixe. Por outro lado, há uma parcela enorme entre os "verdes" de gente que não passa de um 171, querendo ganhar dinheiro fácil. Muito dinheiro e muito fácil. A "Indústria Verde" abrange uma gama variada de atividades e públicos-alvo: na TV vai desde filmes e séries, das mais descaradamente verdes até aquelas que falam disso en passant, até os desenhos animados para as crianças, a parcela da população que lhe dá lucro atual e futuro. Fora da TV (e da propaganda verde), há toda a indústria de consumo "preocupada" com a "mãe Terra", um "ser" que, quando convém, está nas últimas e preci$a de ajuda e, quando é preci$o, é a mais viva e forte criatura: roupas, calçados, livros, alimentos, adote aqui e adote ali, imposto sobre o consumo de carbono... Contam, claramente, com a falta de conhecimento das "vítimas" e também com a sua fraqueza de espírito e sua completa ausência de fé.

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Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas

por Walter Williams



Os ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas. 

Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida.  Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas.  O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção.  O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.

Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária.  Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: "Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. ... Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável".

Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.

O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.

Em seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e diretor do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrando o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana já foi replicado".  Não apenas isso: em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde.

O Dr. Henry Miller, membro sênior da Hoover Institution, e Gregory Konko, membro sênior da Competitive Enterprise Institute, escreveram em seu artigo no revista Forbes, "Rachel Carson's Deadly Fantasies", que o banimento do DDT foi responsável pela perda de "dezenas de milhões de vidas humanas, majoritariamente crianças em países pobres e tropicais.  Tudo isso em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de rapina.  Esta continua sendo uma das mais monumentais tragédias humanas do século passado."

Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres.  

Mesmo se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas pelo DDT estivessem exageradas por um fator de dois, Rachel Carson e sua cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.

Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.  Só na África, milhões continuam morrendo de malária e de outras doenças.  Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul.  Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero.  Após o banimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar.  Por que então o banimento não é revogado?

Porque este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.  Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.  Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica".  

Jeff Hoffman, representante ambientalista, escreveu no site grist.org que "A Malária era, na realidade, uma medida natural de controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional em alguns locais onde ele havia erradicado a malária.  Basicamente, por que seres humanos devem ter prioridade sobre as outras formas de vida? . . . Não vejo ninguém respeitando os mosquitos aqui nesta seção de comentários."  

O livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas úteis.

A organização mundial da Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200 milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente.  A maior parte das vítimas da malária são crianças africanas.  Pessoas que defendem a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos e de asiáticos.  O filantropo Bill Gates arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter suas credenciais acadêmicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o uso do DDT.  Notavelmente, todos os políticos — principalmente os negros, que deveriam se sensibilizar com seus irmãos africanos — compartilham esta visão.

A morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista.  O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, em seu best-seller de 1968, The Population Bomb, previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que "já na década de 1970 ... centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país".  Ehrlich via a Inglaterra em uma situação ainda mais desesperadora, e dizendo que "Se eu fosse um apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro que a Inglaterra deixará de existir até o ano 2000".

No primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: "Dentro de dez anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas.  Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do fedor de peixe morto".  Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje sendo um dos favoritos da mídia e do mundo acadêmico.

E há ainda as insensatezes previstas pelos governos.  Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e Energia americano] previu que as reservas de petróleo do país durariam apenas mais 10 anos.  Em 1939, o Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o petróleo americano duraria mais 13 anos.  Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth, disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550 bilhões de barrias.  Com este relatório em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que "Até o final da próxima década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o mundo".  E acrescentou: "Todo o petróleo e todo o gás natural de que dependemos para 75% de nossa energia estão acabando."

Quanto a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government Accountability Office [braço auditor do Congresso americano] em conjunto com especialistas do setor privado estima que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do Green River nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperada, isso já "seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no mundo".  Trata-se de uma estimativa de 3 trilhões de barris, mais do que a OPEP possui em suas reservas.  Mas não se preocupe.  Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são frequentemente convidados pela mídia para emitir suas opiniões.

Nossa contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo ambientalistas fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT, implantassem políticas públicas assassinas em nome da "economia de energia" — como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam fatais.

Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta.  Algumas pessoas estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas.  Isto é um juízo errôneo.  Os ambientalistas foram extremamente bem-sucedidos em impor sua agenda.  Somos nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por termos permitido que os governos acatassem suas ordens.






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Pensamentos de Santa Maria Madalena de Pazzi

PENSAMENTOS DE SANTA MARIA MADALENA DE PAZZI




“Verdadeiramente és admirável, ó Verbo de Deus, no Espírito Santo, fazendo com que ele se infunda de tal modo na alma, que ela se una a Deus, conheça a Deus, e em nada se alegre fora de Deus”.

“Ó almas criadas de amor e por amor, porque não amais o Amor?”.

“Ó Amor não amado, nem conhecido. Ó Amor, faz com que todas as criaturas te amem, Amor”

“Vem, Espírito Santo. Venha a unidade do Pai e do bem-querer do Verbo. Tu, Espírito da Verdade, és o prêmio dos santos, o refrigério dos corações, a luz das trevas, a riqueza
dos pobres, o tesouro dos que amam, a saciedade dos famintos, o alívio dos peregrinos; tu és, enfim, Aquele que contém em si todos os tesouros. Vem, tu que, descendo em Maria, realizaste a encarnação do Verbo, e realiza em nós, pela graça, o que nela realizaste pela graça e pela natureza”.

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