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quinta-feira, 15 de junho de 2017

Festa de Corpus Christi no Brasil


FESTA DE CORPUS CHRISTI NO BRASIL


Fatos históricos e curiosidades:  

A primeira solenidade de Corpus Christi foi realizada no Brasil em 1549, na cidade de Salvador/BA. A procissão foi realizada na rua que dá acesso à atual Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, que à época era uma primitiva ermida erigida com a ajuda pessoal do recém-chegado 1º Governador Thomé de Sousa, quando da fundação da cidade, em 1549.  

Thomé de Souza, fixando-se na Baía de Todos os Santos, realizou a fundação da cidade de Salvador, como a primeira Capital do Brasil. Nesse mesmo tempo, criou os cargos de capitão-mor, ouvidor-mor e provedor-mor. Todos estes, incumbidos de auxiliar nas ações administrativas, militares e judiciais da colônia. Logo em seguida, mostrando a perfeita união entre Estado e Igreja, criou o primeiro Bispado do Brasil, chefiado por Dom Pero Fernandes Sardinha. Já em sua chegada à colônia, Tomé de Sousa trouxe uma leva de Padres Jesuítas destinados à conversão religiosa dos nativos. Além disso, preocupou-se com a dinamização do processo colonizador ao realizar a fundação de Câmaras Municipais e incentivar a plantação de cana-de-açúcar pelo território. 

segunda-feira, 30 de junho de 2014

30 de junho: COMEMORAÇÃO DE SÃO PAULO, APÓSTOLO


30 de junho


COMEMORAÇÃO DE SÃO PAULO, APÓSTOLO




São Paulo nasceu entre o ano 5 e 10 da era cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião dos seus pais, sem recusar os contatos com a vida e a cultura do Império Romano.

Os pais deram-lhe o nome de Saul (nome do primeiro rei dos judeus) e o apelido Paulo. O nome Saul passou para Saulo porque assim era este nome em grego. Mais tarde, a partir da sua primeira viagem missionária no mundo greco-romano, Paulo usa exclusivamente o sobrenome latino Paulus.

Recebeu a sua primeira educação religiosa em Tarso tendo por base o Pentateuco e a lei de Moisés. A partir do ano 25 d.C. vai para Jerusalém onde frequenta as aulas de Gamaliel, mestre de grande prestígio, aprofundando com ele o conhecimento do Pentateuco escrito e oral.

Aprende a falar e a escrever aramaico, hebraico, grego e latim. Pode falar publicamente em grego ao tribuno romano, em hebraico à multidão em Jerusalém (Act 21,37.40) e catequizar hebreus, gregos e romanos.

domingo, 29 de junho de 2014

29 de junho: FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

29 de junho

São Pedro e São Paulo



Dia 29 de junho é Dia de São Pedro e de São Paulo.  É uma festa celebrada pela Igreja em honra ao Martírio, em Roma, dos Apóstolos São Pedro e São Paulo. A data em homenagem a São Pedro é umas das festas mais comemorados entre as festas Juninas pelo Brasil, tal como o Dia de São João.

Origem do Dia de São Pedro e São Paulo
A celebração tem origem muito antiga, e ocorre no dia 29 de junho pois é a data do aniversário da morte e do translado das relíquias dos santos.



A solenidade dos apóstolos romanos já era celebrada pela Depositio Martyrum de 354, no dia 29 de junho, quando São Paulo era festejado em seu túmulo na via Ostiense e São Pedro, na catacumba da via Ápia (porque a Basílica vaticana estava em construção). 

quinta-feira, 19 de junho de 2014

FESTA DE CORPUS CHRISTI


Festa de Corpus Christi


Na festa de Corpus Christi, católicos fiéis do mundo todo celebram o “Corpo de Cristo”. Mas, o que exatamente significa isso e por que esse feriado não é comemorado sempre no mesmo dia, em todos os anos?  

A festa de Corpus Christi celebra a presença do Corpo e Sangue de Cristo, e é um dos Sacramentos da Eucaristia. Segundo a Tradição, na quinta-feira santa, dia que antecedeu a sua morte, Jesus Cristo reuniu os seus apóstolos para a Última Ceia, quando disse: “Isto é o meu corpo (apontando para o pão), e isto é o meu sangue (apontando para o vinho)”.  Os católicos do mundo todo agradecem, então, o dom da Eucaristia, no qual creem que Deus está presente e é o alimento espiritual da alma.


A celebração da data teve início em 1193, por iniciativa da religiosa belga Juliana de Cornellon, que disse ter visto a Virgem Maria pedindo para que ela realizasse uma grande festa com o intuito de honrar o Corpo de Jesus na Eucaristia.  Anos mais tarde, em 1264, o papa Urbano IV consagrou a festa (que já acontecia)  à Igreja Universal. Através da publicação da bula Transiturus de hoc Mundo, o papa Urbano IV decretou a celebração como sendo oficial e com a tríplice finalidade: honrar Jesus Cristo, pedir perdão a Jesus pelo que foi feito a ele e protestar contra aqueles que negavam a presença de Deus na hóstia sagrada. 

"Sebbene l'Eucaristia ogni giorno venga solennemente celebrata, riteniamo giusto che, almeno una volta l'anno, se ne faccia più onorata e solenne memoria. Le altre cose infatti di cui facciamo memoria, noi le afferriamo con lo spirito e con la mente, ma non otteniamo per questo la loro reale presenza. Invece, in questa sacramentale commemorazione del Cristo, anche se sotto altra forma, Gesù Cristo è presente con noi nella propria sostanza. Mentre stava infatti per ascendere al cielo disse: "Ecco io sono con voi tutti i giorni fino alla fine del mondo (Mt 28,20)" (bula Transiturus de hoc Mundo).

Durante a Missa,  no momento em que o Sacerdote proclama as palavras “Isto é o meu corpo e isto é o meu sangue”, ocorre o ato da transubstanciação, por meio do qual a substância do pão (hóstia) e do vinho se transforma no Corpo e Sangue de Cristo.  

Além da Missa, outro ponto forte da celebração de Corpus Christi é a procissão. Em muitas cidades é costume enfeitar as ruas por onde os fiéis passarão. Para tanto, são confeccionados tapetes coloridos e feitos com os mais variados materiais como papel, serragem colorida, isopor, tampinhas de garrafas, flores, folhas e vidro moído. Nesse tapete são confeccionados desenhos que lembram a figura de Jesus, o cálice e o pão.

No Brasil, algumas procissões são famosas, como a da cidade histórica de Ouro Preto, em Minas Gerais, que foi inclusive a primeira cidade brasileira a enfeitar as ruas nessa data. As cidades do interior do Brasil são as que mais se destacam no “quesito” procissões. Matão, no interior de São Paulo, realiza uma das procissões mais famosas do Brasil. Destaque também para as procissões de Castelo (ES), São José do Rio Preto (SP), Rodeio (SC), Cabo Frio (RJ), entre outras.


E quando se comemora Corpus Christi?

O feriado de Corpus Christi é uma das festividades móveis que giram em torno da Páscoa. A Páscoa é comemorada no primeiro domingo depois da lua cheia de 21 de março. Veja como funcionam essas festividades móveis que são calculadas a partir da Páscoa:

- Quaresma: período que compreende os 40 dias que antecedem a Páscoa;

- Domingo de Ramos:  domingo que antecede o domingo de Páscoa;
- Pentecostes: celebrado após 50 dias do domingo de Páscoa;
- Corpus Christi: celebrado na quinta-feira após o domingo de Pentecostes.


clique para ampliar

Liturgia composta por São Tomás de Aquino a pedido do papa Urbano IV para acompanhar a bula "Transiturus de hoc mundo": PDF.
 

* * * 

INDULGÊNCIA DO CORDÃO DE SÃO JOSÉ:


Dias nos quais se lucram indulgências plenárias trazendo consigo o cordão: Nas festas da Páscoa, da Ascensão, de Pentecostes e na festa de Corpus Christi. (Fonte).


Veja mais sobre a festa aqui: https://farfalline.blogspot.com/2018/05/o-assunto-e-Corpus-Christi.html. 


domingo, 15 de junho de 2014

Festa da Santíssima Trindade

FESTA DA SANTÍSSIMA TRINDADE



A festa da Santíssima Trindade tem por objeto o mistério mais impenetrável da nossa fé.

A verdade de fé que esta festa celebra é a seguinte: só há um Deus e esse Deus é em três pessoas: O Pai é Deus, o Filho é deus, o Espírito Santo é Deus. No entanto não há três deuses, mas um só Deus eterno, infinito, incompreensível. O Pai não é mais Deus que o Filho e  o Espírito Santo. O Pai é a primeira Pessoa divina; o Filho é a segunda, gerado eternamente da substância do Pai; o Espírito Santo é a terceira Pessoa divina, procedendo eternamente do Pai e do Filho. 


Este profundo mistério não pode ser penetrado por nenhuma criatura. Contentar-nos-emos em nos inclinar humildemente e dizer: Senhor, nós cremos; auxiliai a nossa fé tão fraca!

Colocando esta festa no primeiro domingo depois de Pentecostes, quer a Igreja lembrar-nos que cada domingo é propriamente uma festa da Santíssima Trindade. Devemos lembrar-nos em cada domingo, com reconhecimento, dos benefícios que a Santíssima Trindade nos concedeu. O Pai nos criou e nos chamou. O Filho nos resgatou. O domingo é o “dia do Senhor”, o dia da sua Ressurreição. O Espírito Santo nos santificou, fez de nós seus templos; foi num domingo que o Espírito Santo desceu sobre a Igreja nascente. O domingo é, portanto, um dia da Santíssima Trindade.


Fonte: http://regisaeculorumimmortali.wordpress.com/2012/06/03/festa-da-santissima-trindade/.

domingo, 8 de junho de 2014

FESTA DE PENTECOSTES


Durante a Última Ceia,  Jesus promete a  seus apóstolos o seguinte: “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco. O Espírito da  verdade, quem o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque ficará convosco e estará em vós.” (Jo 14, 16-17)

Mais adiante lhes diz:  “Disse-vos estas coisas, permanecendo convosco. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar tudo o que vos tenho dito” (Jo 14, 25-26)

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Sobre a Festa de Todos os Santos

Dia de Todos os Santos - 1º de novembro

"Vi uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas. Estavam de pé diante do Trono e diante do Cordeiro, de vestes brancas e palmas na mão."


Todos os Santos
Padova, Itália, Igreja de São Gaetano
A visão narrada por São João Evangelista, no Apocalipse, fala dos Santos aos quais é dedicado o dia de hoje: Festum omnium sanctorum. 

A Enciclopédia Católica define o Dia de Todos os Santos como uma festa em “honra a todos os santos, conhecidos e desconhecidos”. Segundo a Doutrina Católica, o Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados (processo regularizado, iniciado no Século V, para o apuramento da heroicidade de vida cristã de alguém aclamado pelo povo e através do qual pode ser chamado universalmente de Beato ou Santo, e pelo qual se institui um dia e o tipo e lugar para as celebrações, normalmente com referência especial na Missa), portanto não têm um dia específico de culto.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A festa de Corpus Christi

A festa de Corpus Christi e a presença real



O nome da festa de Corpus Christi descreve bem o que ela significa: a celebração da presença real de Nosso Senhor Jesus Cristo na sagrada eucaristia. Se estamos nos preparando para celebrar essa festa, cumpri-nos falar um pouco sobre a importância da mesma.

Este é o momento, todo especial, para reforçarmos a santa doutrina da presença real de Cristo sob as aparências do pão e do vinho. Podemos começar citando as Sagradas Escrituras. Nelas encontramos provas mais do que suficientes da presença real de Cristo Nosso Senhor na Sagrada Eucaristia.

O capítulo VI do Evangelho de São João descreve a oportunidade em que Nosso Senhor dá a conhecer a seus discípulos essa doutrina:

“Eu sou o pão vivo descido do Céu. Quem comer deste pão viverá para sempre, e o pão que eu lhe darei é a minha carne para salvação do mundo.  Discutiam entre si os judeus, dizendo: Como pode este dar-nos a comer sua carne? E Jesus lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. Aquele que come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeira comida e o meu sangue verdadeira bebida… Este é o pão que desceu do céu; não é como o pão que vossos pais comeram e, não obstante, morreram. Quem come deste pão viverá para sempre… Muitos dos seus discípulos disseram: São duras essas palavras! Quem as pode suportar? Conhecendo Jesus que os seus discípulos murmuravam por isso, disse-lhes: As palavras que Eu vos disse são espírito e vida; mas há alguns de vós que não crêem… Desde então, muitos dos seus discípulos se retiraram e não mais os seguiam.” (Jo 6,51-67) 
Não há como negar, diante de palavras tão claras, que Nosso Senhor prometeu dar sua carne em alimento aos fiéis. E essa promessa foi cumprida durante a Última Ceia:

Durante a refeição, Jesus tomou o pão, benzeu-o, partiu-o e o deu a seus discípulos dizendo: “Tomai e comei, isto é meu corpo”. Tomou depois o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo:” Bebei dele todos, porque isto é meu sangue, o sangue da Nova Aliança, derramado por muitos homens em remissão dos pecados” (Mt 26,26-28)

E muitos outros trechos das Sagradas Escrituras poderiam ser citados ainda, mas basta-nos lembrar a advertência que São Paulo fez sobre aqueles que comungam indignamente, causando sua própria condenação (1Cor 11,27-29). Se não se tratasse realmente do Corpo e Sangue de Nosso Senhor, não haveria sentido a advertência do Apóstolo.

Nesse mistério tão grandioso, Deus se dignou dar em alimento espiritual aos homens, de maneira tão distante dos sentidos, mas tão próxima pela Fé.

Mas essa Fé inabalável que nos ensina a Santa Mãe Igreja foi abandonada pelos “reformadores” do século XVI. Eles preferiram acreditar nos seus sentidos a acreditar nas promessas de Deus.

O concílio de Trento, para resguardar a Fé cristã, declarou infalivelmente a presença de Nosso Senhor Jesus Cristo na Sagrada Eucaristia:

874. Ensina primeiramente o santo Concílio e confessa aberta e simplesmente que no augusto sacramento da Santa Eucaristia, depois da consagração do pão e do vinho, debaixo das espécies destas coisas sensíveis, se encerra Nosso Senhor Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, verdadeira, real e substancialmente [cân. l ]. Nem repugnam entre si estas coisas: que o mesmo Nosso Senhor esteja sempre sentado à mão direita do Pai no céu, conforme o seu modo natural de existir, e assim a sua substância esteja presente entre nós em muitos outros lugares sacramentalmente com aquele modo de existir, que nós apenas podemos exprimir em palavras, e com a razão iluminada pela fé podemos conhecer e devemos firmemente crer ser possível a Deus. Pelo que, todos os nossos predecessores que viveram na verdadeira Igreja de Cristo, sempre que trataram deste sacramento, reconheceram abertamente que Nosso Redentor instituiu este admirável sacramento na última ceia quando, depois de benzer o pão e o vinho, testificou com palavras distintas e claras que ele lhes dava o seu próprio corpo e sangue. Estas palavras relatadas pelos santos Evangelistas (Mt 26, 26 ss; Mc 14, 22 ss; Lc 22, 19 ss) e repetidas depois por S. Paulo (l Cor 11, 23) têm seu sentido próprio e claro, no qual também os Padres as compreenderam. Pelo que seria sem dúvida alguma detestável crime torcê-las ou levá-las a uma figura ou símbolo, como fizeram alguns homens maus e rixosos que negam a real presença do Corpo e sangue de Cristo contra o universal sentir da Igreja que, sendo coluna e base da verdade (l Tim 3, 15), detesta como satânica esta doutrina, excogitada por esses homens ímpios e, com sentimento de gratidão, reconhece este incomparável beneficio de Cristo.

Sagrado Concílio de Trento, cânon 874

No século XX, no entanto, algo de muito “estranho” aconteceu. A missa nova, de Paulo VI, foi feita com a “ajuda” de seis pastores protestantes, que não crêem na presença real de Nosso Senhor.  Isso é realmente um absurdo, um escândalo que não pode ser escondido pelos defensores da missa nova. Não foi sem motivos que o novo rito perdeu muito do caráter sacrificial e se assemelhou a um banquete, de acordo com as idéias protestantes, e em confronto com a santa doutrina católica.

Uma das mudanças mais graves nesse sentido foi permitir-se ao sacerdote ficar de costas para o altar. Nessa nova configuração, o que se vê são várias pessoas reunidas em torno de uma mesa: a assembléia de um lado, o padre do outro. Como se estivéssemos em um banquete, e não na renovação do Sacrifício da Santa Cruz.

Ah, é claro que aqueles sapientíssimos “doutores”, os que costumam inventar absurdas excomunhões para quem não aceita a missa protestantizada, dirão de peito estufado: mas a missa nova também pode ser rezada com o padre de frente para o altar!

Mas, serenamente, podemos responder-lhes, derrubando-os do pedestal em que eles se colocam: não adianta “permitir” o certo se se permite também o errado. Nenhuma lei pode ser boa se apenas “permite” o certo. Toda lei, toda regra, tem o objetivo de impedir o erro. Além do mais, o concílio vaticano II e a missa nova foram extremamente perniciosos por isso mesmo: eles abriram brechas para serem futuramente exploradas. Se os erros fossem abertamente ensinados, causariam a reação imediata. Mas justamente por se abrirem várias brechas, algumas sutis, outras nem tanto, é que puderam ser infiltrados os erros absurdos que vemos hoje em dia.

O uso do latim, por exemplo, é outro caso típico. É verdade que alguns trechos do Vaticano II até exortam a utilização do latim. Mas outros, incluindo o decreto da missa nova, permitem o uso do vernáculo. Assim, quando algum “doutor” quer defender a “ortodoxia” do concílio, ele cita os trechos em que o latim é exaltado. Na prática, porém, as brechas abertas foram mais do que suficientes para os modernistas as explorarem, utilizando-se exclusivamente do vernáculo. Aliás, muito mal traduzido, em uma tradução cujos erros não podemos atribuir senão a uma vontade deliberada de perverter a liturgia e todo seu significado.

O maior dos motivos que temos para restaurar a Santa Missa Tridentina, pois, é darmos a Deus a glória que Ele merece, em um culto que deixa inequívoco o caráter de sacrifício; a Missa plena de respeito, de decoro e de louvor diante da presença real de Nosso Senhor; a Missa em que não fazemos barulho, mas silêncio respeitoso quando se renova, de forma incruenta, o Santo Sacrifício do Calvário. A festa de Corpus Christi deve nos lembrar que, não somente nesse dia, mas em toda Santa Missa, Cristo Nosso Senhor está real e substancialmente presente na Sagrada Eucaristia. Por isso, não devemos aceitar uma missa por que ela é “mais animada” ou “mais festiva” para o povo. Devemos desejar a Santa Missa na sua forma mais digna e que maior honra possa dar a Deus. Não é o momento de “festa” ou de “reunião de amigos”. É o momento mais sublime que podemos imaginar em nossas vidas: Deus mesmo se entrega a nós, escondido dos sentidos sob as aparências de pão e vinho, mas revelado e crido pela Fé, divina e católica.


Fonte: https://intribulationepatientes.wordpress.com/2008/05/21/a-festa-de-corpus-christi-e-a-presenca-real.



Bula que criou a Festa: https://farfalline.blogspot.com/2020/06/Corpus-Christi.html. 


LITURGIA: 

Corpus Christi. Tudo é branco no que tange ao augusto Sacramento. Os ornamentos sacerdotais têm de ser, nesse dia, da cor. Além do mais, essa festa não é mais do que a solene instituição da Eucaristia, estabelecida na quinta-feira santa. E como Jesus tinha se vestido de branco nesse dia, convém que esta circunstância seja lembrada pelo padre que utiliza a mesma cor. (in "CORES E ORNAMENTOS NA LITURGIA": http://farfalline.blogspot.com/2015/06/cores-e-ornamentos-na-liturgia.html). 

 

INDULGÊNCIA DO CORDÃO DE SÃO JOSÉ: 

Dias nos quais se lucram indulgências plenárias trazendo consigo o cordão: Nas festas da Páscoa, da Ascensão, de Pentecostes e na festa de Corpus Christi. (Fonte).


Veja mais sobre a festa aqui: https://farfalline.blogspot.com/2018/05/o-assunto-e-Corpus-Christi.html. 

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