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quinta-feira, 18 de abril de 2019

Quinta-feira Santa - Sto. Afonso Ligório

A SEMANA SANTA DE SANTO AFONSO DE LIGÓRIO: QUINTA-FEIRA





O dia do Amor

Sciens Iesus quia venit hora eius, ut transeat ex hoc mundo as Patrem, cum dilexisset suos, qui erant in mundo, in finem dilexit eos - Sabendo Jesus que era hora de passar deste mundo ao Pai, como tinha amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (Io. 13, I).

Sumário - Embora Jesus Cristo em todo o curso de sua vida mortal nos tivesse amado ardentemente e nos tivesse dado mil provas do Seu amor infinito, todavia, quando chegou ao termo dos Seus dias, quis dar-nos a prova mais patente, pela instituição do Santíssimo Sacramento. Aí o Senhor Se faz, não só nosso constante companheiro, mas ainda nosso sustento e Se nos dá todo inteiro. Com muita razão, portanto, Santa Maria Magdalena de Pazzi chamava a Quinta-feira Santa o “dia do Amor”.

I. Um pai amoroso nunca patenteia melhor a sua ternura e o seu afeto para com os filhos do que no fim da sua vida, quando os vê em torno ao seu leito, aflitos e com os olhos em pranto, e pensa que em breve deve abandoná-los. Tira do seu coração e põe sobre os seus lábios o resto de sua vida prestes a extinguir-se, abraça aqueles queridos do seu amor, exorta-os a serem sempre bons, imprime-lhes no rosto os mais ternos beijos, e, misturando as suas lágrimas com as dos filhos, lança-lhes a bênção. Depois, manda trazer o que de mais precioso possui e, dando a cada um uma última lembrança: “Tomai”, diz, “e lembrai-vos sempre do amor que vos tenho dedicado”.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Semana Santa con la Legión Española: "El Novio de la Muerte"

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En 2015. A las diez y media ha cruzado la pasarela del buque Contramaestre Casado el primer legionario de todo el destacamento, Tercio Duque de Alba II de Ceuta, que participará este jueves por la tarde en la procesión del Cristo de la Buena Muerte en Málaga. Las fuerzas legionarias, unos doscientos efectivos, han realizado esta maniobra de desembarco a los sones de cornetas largas y tambores hondos y entre la multitud que se ha dado cita en la dársena del Muelle Uno de la capital costasoleña, desde donde se han escuchado varios "viva a la Legión" de forma espontánea en cuanto se ha cuadrado toda la representación ante el gentío.

A paso ligero La Legión ha tomado dirección este al filo de las once de la mañana para luego, al tradicional ritmo de 160 pasos por minuto, regresar sobre sus pasos y cubrir en pocos minutos la distancia entre el Puerto de Málaga y la Casa Hermandad de la Cofradía del Cristo de la Buena Muerte y Ánimas y Nuestra Señora de la Soledad en el Perchel (con un pequeño rodeo por el centro de la ciudad).

Pasadas las doce y media y con un sol radiante en el cielo malagueño han completado el tradicional traslado de la imagen de Palma Burgos desde el templo dominico que se encuentra paredaño a la casa hermandad hasta el interior de ésta, donde la imagen del crucificado ha quedado plantada sobre su trono dispuesta para la procesión de este Jueves Santo y al lado del otro trono que participará en este cortejo; el de Nuestra Señora de la Soledad, también vinculado por un hecho legendario a La Marina española.

Antes, en la explanada de Santo Domingo han sido trece caballeros legionarios los que han portado en sus hombros y a pulso sobre sus antebrazos inhiestos a esta talla de extendida devoción en Málaga. Lo han hecho entre los sones del Himno de España y luego al unísono, con la multitud que abrazaba este momento, han cantado el "Novio de la Muerte" (de Fidel Prado y letra de Juan Carlos Castro), el tema musical célebre que domina el Jueves Santo malagueño durante esta procesión. 







Si no abre, vea acá: https://youtu.be/cGCUCuOuSU4.

Junto al Crucificado se han visto los guiones, con sus corbatas conmemorativas de todos los tercios y se ha producido la habitual entrega del estandarte del Cristo de la Buena Muerte entre el tercio ceutí y el que será el protagonista del próximo desfile (en 2016); el Juan de Austria de Viator. Luego, en el acto protocolario se ha rezado un padrenuestro por los caídos en las misiones militares del ejército español.

Desde las 19.30 horas de esta tarde, La Legión también será protagonista en la procesión del Cristo de Palma Burgos (1942) por las calles de la ciudad. El vínculo de esta hermandad con la Legión se remonta a su propia fundación en 1921. Recibe el sobrenombre de Mena por el escultor original de su titular, el prestigioso artista granadino, y luego afincado en Málaga, Pedro de Mena (1587-1646).  



Aquella imagen primitiva que marcó a la Congregación sería luego quemada en los tristes acontecimientos pre-guerracivilistas de mayo de 1931 en Málaga.
 


Viva Cristo Rey!   



Fuente: http://www.elmundo.es/andalucia/malaga/2016/03/24/56f3d61446163f6f768b45cc.html. En 2015.

Vea también: 


   
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Quinta-feira Santa: Liberavit Dominus


Liberavit Dominus” é o responsório para o 2º noturno da Quinta-feira Santa. Este salmo exalta a glória de Nosso Senhor. À primeira vista, pode parecer inadequado para a atmosfera sombria da Semana Santa; no entanto, a Igreja escolheu este salmo especificamente para lembrar aos fiéis que o Senhor está passando por Sua prova para a libertação do homem. Nós somos os pobres, e Satanás é o poderoso, mas é Nosso Senhor que está prestes a nos livrar e a dominar Satanás através do valor redentor da Sua Paixão.

Esta versão de “Liberavit Dominus” foi composta pelo compositor espanhol do século 16, Padre Tomás Luis de Victoria. É, aqui, cantada pela “Schola Antiqua. Uma observação, tendo em vista que o site da Schola não libera o código para incorporação aqui, abaixo vai a interpretação dos monges de Solesmes, mas o áudio é um tanto inferior.





  

A Antífona do Salmo 71 diz: 
Liberavit Dominus pauperem a potente,
Et inopem, cui non erat adjutor.
[71,12]

Deus judicium Tuum regi da:
Et justitiam Tuam filio regis. [71,2]

Liberavit
Dominus pauperem a potente,
Et inopem, cui non erat adjutor
. [71,12]

Tradução: 
O Senhor livrou o pobre das mãos do poderoso, 
e o miserável que não tem amparo

Ó Deus, dai ao rei o Vosso poder de julgar:
e a tua justiça ao filho do rei


O Senhor livrou o pobre das mãos do poderoso, 
e o miserável que não tem amparo.

A PARTITURA  
 
 
  
BIOGRAFIA
 
Tomás Luis de Victoria (Ávila, Espanha, 1548 - Madri, Espanha, 1611), também conhecido pelo nome italiano de Tommaso Ludovico da Vittoria, foi um compositor sacro, organista e cantor espanhol. Ativo principalmente na Itália, foi o mais famoso musicista espanhol da época e entre os mais importantes compositores de música sacra na Europa; formou, com Giovanni Palestrina e Orlando di Lasso, a tríade que dominou a música quinhentista.

Teve as primeiras aulas de música como coralista de catedral. Enviado a Roma (1565) por Filipe II, a fim de se preparar para o sacerdócio no Collegium Germanicum, estudou com Palestrina, a quem sucedeu na direção musical do Seminário Romano (1573). Assumiu (1578) como assistente de são Felipe Neri a capelania da igreja de San Girolamo della Carità, e, mais tarde, passou ao serviço da imperatriz Maria, viúva de Maximiliano II da Alemanha. Entrou para o convento de las Descalzas Reales, em Madri (1584), onde se tornou mestre de capela e organista (1594) e ficaria até sua morte.

Sua produção conhecida compreende 21 missas e 44 motetes, além de magnificats, missas fúnebres, salmos, hinos e composições para a semana santa, como Improperia e Lamentações de Jeremias. Em seu último trabalho, o Réquiem em memória da imperatriz (1605), o emprego de contrastes tonais antecipa concepções harmônicas do Barroco.


Fontes:


Tradução e pesquisa: Giulia d'Amore. 

 
 
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quinta-feira, 2 de abril de 2015

Quinta-feira Santa ou de Endoenças

Quinta-feira Santa ou de Endoenças 




Quinta-feira Santa, “Feira quinta in coena Domini” (Quinta-feira da Ceia do Senhor - a partir do século quinto que, na África e na Itália), Quinta-feira de Endoenças ou Grande e Sagrada Quinta-feira é a quinta-feira que antecede a celebração da Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. É conhecido esse dia também como Natalis calicis (Natal do Cálice) e Dia da Traição, devido aos acontecimentos do Jardim das Oliveiras. E, também, como Natalis Sacramenti (Natal do Sacramento), por causa da instituição da Eucaristia.


Segundo uma versão, o termo "Endoenças", do Português arcaico, vem do latim "Dies Indulgentiae" (“dias de perdão”), pelas indulgências concedidas na Quinta e na Sexta-feira Santas. Outra versão diz que "Endoenças" quer dizer dores, sofrimento, paixão


Liturgia da Quinta-Feira de Endoenças
 

Os Ofícios da Semana Santa chegam na Quinta-Feira de Endoenças à sua máxima relevância litúrgica. Nesse dia, começa o chamado Tríduo Pascal, que culmina na Vigília que celebra, na noite do Sábado de Aleluia, a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Quinta-feira Santa


Pedro disse: "Tu não vais lavar os meus pés nunca!"
Jesus respondeu: "Se eu não o lavar, você não terá parte comigo."
Simão Pedro disse: "Senhor, então podes lavar não só os meus pés, mas até as mãos e a cabeça."
Jesus falou: "Quem já tomou banho, só precisa lavar os pés, porque está todo limpo.
Vocês também estão limpos, mas nem todos."
(S. João, 13,8-10).

 

Artigos sobre a Quinta-Feira Santa publicados no blog:





quarta-feira, 4 de abril de 2012

Tradições católicas, a visitação dos "SEPÚLCROS" na Quinta-Feira Santa.

A minha família mantém a tradição de visitar os Sete Sepulcros mesmo aqui, em Campo Grande/MS, embora seja uma tarefa árdua por óbvias razões. Assim, nos visitamos as sete igrejas para manter esta tradição familiar (e popular) de piedade. Não sei se as indulgências relativas a esta piedade ainda estão em vigor, mas não podemos nos furtar de visitar Nosso Senhor neste dia, para lhe fazer companhia por algum tempo... GdA


Adoração diante do Altar de Reposição

O rito dos ‘Sepulcros’ é um ato de devoção antiquíssimo e teria se afirmado em Roma, em 1500 (em reação à Reforma Protestante), provavelmente com São Felipe Neri. Este ato de devoção consistia na visita a sete igrejas e também a sete sepulcros: sete como os sacramentos, como as dores de Nossa Senhora. Há lugares em que são cinco visitas, como são cinco as Santíssimas Chagas de Nosso Senhor. Contudo, já desde a Idade Média sentiu-se a necessidade de visitar, durante o tríduo pascal, um lugar onde simbolicamente se pudesse encontrar Cristo e velá-lo. Este costume se transformou em ato penitencial, no século XVI, justamente com a visita a sete sepulcros, e chegou até nós, com a peregrinação que é feita na noite da Quinta-Feira Santa, nas diferentes igrejas, para participar assim, com a oração e a contrição, das últimas horas de vida de Cristo. Na Missa da Quinta-feira Santa, in Coena Domini, há o Lava-pés, ou seja, o sacerdote lava os pés a doze pessoas, sempre homens e católicos, que simbolizam os doze Apóstolos aos quais Jesus quis lavar os pés durante a última Ceia. 


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