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sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

MOTU PROPRIO ECCLESIA DEI

Acima, as Sagrações Episcopais de 1988.
Abaixo, Assis I: o "ecumenismo" de João Paulo II
O bispo titular da Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano, Dom Marco Aurélio Gubiotti, em um recente ataque aos católicos de Ipatinga, mencionou um documento que ele mesmo mostra não conhecer, e que nós devemos conhecer, para refutar as mentiras dos modernistas, tanto sobre o Venerável Monsenhor Lefebvre, como sobre a atitude deles mesmos de "proibir" a Missa de sempre e de punir os padres "deles" que a rezam.  

O documento é o Motu Proprio Ecclesia Dei que trata da "excomunhão" de Mons. Lefebvre e demais "envolvidos" no episódio das sagrações episcopais de 1988, que foi um marco divisor que deixou bem claro quem é católico e quem é... morno.  

Nesse documento, João Paulo II excomungou Mons. Lefebvre e outros que nomeia, apesar do estado de necessidade justa e devidamente alegado por todos os tradicionalistas, mesmo por aqueles que depois capitularam e acabaram na prateleira ecumênica das comunidades "Ecclesia Dei", tal como Campos, IBP, a seita do finado Orlando Fedeli e todos os demais adeptos das motumissas(1). E como também planeja fazer Fellay e seu grupo.   

Duas coisas saltam aos olhos claramente, a questão da obediência e a questão de facilitar a Missa Tridentina aos fiéis que a querem

domingo, 26 de janeiro de 2014

Padre Pio e Dom Lefebvre – refutando calúnias

Depois de ler a notícia em espanhol, a procurei em português. Aqui estão ambas. 


Padre Pio e Dom Lefebvre – refutando calúnias



A MENTIRA

 

Está disponível nos Estados Unidos um livro intitulado “Padre Pio Gleanings” (gleanings refere-se às sobras das colheitas que os judeus deviam deixar nos campos para que as viúvas e órfãos pudessem pegar. Algo como “O legado do Padre Pio”) de Pascal Catanco, que foi traduzido para o Inglês. Nas páginas 58 e 59, lê-se a seguinte passagem:
    Entre as muitas pessoas que vieram visitar o Padre Pio esta Dom Lefebvre, o arcebispo que mais tarde apegou-se teimosamente à Tradição Católica, como ele a chamou, questionou a autoridade do Concílio Vaticano II e foi afastado do cargo pelo Papa Paulo VI.

    O arcebispo teve um encontro com Padre Pio, na presença do professor Bruno Rabajotti. Esta testemunha relatou que em um determinado momento Padre Pio olhou severamente para Dom Lefebvre e disse: “Nunca provoque a discórdia entre os seus irmãos e sempre pratique a regra de obediência, sobretudo quando lhe parecer que os erros daqueles que detém autoridade são os mais graves. Não há outro caminho além da obediência, especialmente PARA AQUELES DE NÓS QUE FIZERAM ESTE VOTO.”

    O Padre Pio podia dar esse conselho, porque ele também teve que obedecer a algumas ordens muito questionáveis. Sua atitude foi colocar o problema nas mãos de Deus, pois Ele iria encontrar uma maneira para a verdade triunfar. Parece que o Arcebispo Lefebvre não via as coisas da mesma maneira, mas ainda assim respondeu ao Padre Pio: “Eu vou me lembrar disso, Padre“.

    O Padre Pio então olhou intensamente e, prevendo o que ia acontecer em breve, disse: “Não! você irá esquecer! Você romperá com a comunidade dos fiéis, opor-se-á à vontade de seus superiores e até mesmo irá contra as ordens do próprio papa e isso acontecerá muito em breve. Você vai esquecer a promessa que fez aqui hoje, e toda a Igreja será ferida por você. Não pense que você é um juiz. Não tome poderes que não lhe pertencem e não considere-se como a voz do Povo de Deus, pois Deus já fala com seu Povo. Não semeie a discórdia e a dissensão. No entanto, eu sei que isso é o que você irá fazer!” Infelizmente, a verdade da profecia do Padre Pio é óbvia para todos.

    [tradução livre]


A VERDADE


Em 8 de Agosto de 1990, Dom Lefebvre escreveu uma carta pessoal para um padre da Fraternidade na França que houvera escrito perguntando sobre seu encontro com Padre Pio. Aqui estão partes dessa carta:

sábado, 24 de novembro de 2012

FSSPX: A solução de Bugnini ao "caso Lefebvre"

Quando Bugnini propôs soluções para o “caso Lefebvre”



Yves Chiron é, hoje, um dos nossos melhores historiadores e um leitor atento e escrupuloso de documentos. Acaba de demonstrá-lo na última edição de sua publicação Aletheia: lettre d’informations religieuses. Lá consagra um extenso artigo às Memorie autobiografiche de Mons. Bugnini, o grande ator da reforma litúrgica pós-conciliar, particularmente através do Consilium e da Congregação para o Culto Divino. É muito proveitosa a leitura desse artigo de Yves Chiron, uma vez que se pode aprender muitas coisas. Mas três elementos me impressionaram particularmente:


- Primeiro elemento: A afirmação de Mons. Bugnini sobre Paulo VI, na qual dizia que o papa "viu tudo, seguiu tudo, aprovou tudo" em relação à reforma litúrgica. Yves Chiron comenta: "A expressão é, sem dúvida alguma, excessiva. Mas é certo que, ao contrário de outras questões, Paulo VI acompanhou de perto os arquivos da reforma litúrgica e teve inúmeras sessões de trabalho, tête à tête, com Mons. Bugnini". Em passant, não nos esqueçamos de que Yves Chiron também é o biógrafo de Paulo VI (Perrin, reeditado por Via Romana).

- Segundo elemento: acaba se descobrindo que o ator da reforma litúrgica, tão detestados nos meios tradicionalistas, se mostrou mais aberto do que Paulo VI com eles. Yves Chiron também nos demostra que, após da permissão que foi dada em 1971 aos sacerdotes anciãos para celebrar a Missa de São Pio V e, após do indulto acordado aos bispos ingleses para autorizar, sob certas condições, a celebração da mesma Missa, "Mons. Bugnini sugeriu ao papa conceder uma faculdade idêntica a outras conferências episcopais. O papa se mostrou ‘intratável’ (p. 86) e se recusou a estender o indulto".

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