SERVANS FIDEI - TRADIÇÃO CATÓLICA: SOMOS FILHOS DE MONS. MARCEL LEFEBVRE - SOMOS A CONTRARREFORMA! A IGREJA "QUE VEMOS" É APÓSTATA, E SUA MISSA É BASTARDA.
Pages
- Início
- QUEM SOMOS
- ABORTO NÃO!
- LEIA ANTES DE COMENTAR!
- O PAPADO
- SÃO PIO X
- MONS. MARCEL LEFEBVRE
- PE. ERNESTO J. CARDOZO
- CONCÍLIO VATICANO II
- CARTA ABERTA AOS CATÓLICOS PERPLEXOS
- MILAGRES EUCARÍSTICOS NA MISSA NOVA - MISSA DE SEMPRE X MISSA NOVA
- 1ª VEZ NA MISSA TRIDENTINA?
- POR QUE NÃO IR À MISSA NOVA
- QUESTÕES ACERCA DA MODÉSTIA
- CRISTIANOFOBIA
- MISSÕES CRISTO REI NO BRASIL
- MISSÃO CRISTO REI DE CAMPO GRANDE/MS
- EDITORA MISSÕES CRISTO REI
- BIBLIOTECA VIRTUAL
- JEJUM E ABSTINÊNCIA NO BRASIL
- QUARESMA
- DOAÇÕES
Pesquisar este blog
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
segunda-feira, 9 de julho de 2007
In memoriam (2007)
Esvai-se o tempo e mais e mais me lembro do que,
para olvidar, luto com afinco,
de um vinte e nove sinistro de novembro,
- mil novecentos e oitenta e nove!
Não consigo esquecer por um momento,
daquele dia que bem longe vai...
em que um vento de morte e de tormento,
para bem longe transportou meu pai!
Assim é a vida: um báratro profundo,
onde o homem se afoga e,
quase louco, se perde nas mentiras deste mundo,
que tanto nos promete e dá tão pouco!
E neste mundo assim, de falso brilho,
guardo a lembrança que de mim não sai:
- de um homem bom que me chamou de filho e,
enternecido, eu o chamei de Pai!
Falar de meu pai é um desafio, porque é uma figura viva ainda em mim, uma ferida aberta... e dói. Sinto sua falta tremendamente porque há tantas perguntas que ficaram sem resposta, há outras tantas que surgem todos os dias... Ele, sim, saberia o que fazer! Quando eu tenho que tomar uma decisão... quando é inadiável dar uma resposta, achar uma solução... Ele saberia!
Nosso amor sempre foi intenso e forte. Ninguém nunca nos separaria... Só a inexorável morte. Mas... por pouco tempo. Eu sei. Temos muitas conversas para por em dia, muitos pores de sol para passar juntos, muitas ideias ainda a debater... Muito carinho para dar e... aceitar. E como sempre foi tão difícil fazê-lo!, porque ninguém te ensina a ser pai, a ser filho, a ser amigo... Felizmente, há ocasiões em que as palavras são absolutamente desnecessárias, basta um gesto, um olhar... E nós tivemos muitos momentos assim! Quantos olhares trocamos cheios de argumentos, sentimentos, indagações, respostas... Quantos segredos guardamos, protegendo-os dos outros, do mundo, de quem não entenderia...
Quanta sabedoria em suas palavras, quanta justiça em suas decisões, quanta segurança em suas ações, quanta firmeza em suas atitudes... Hoje sou mãe e gostaria de crer que talvez - DIGO TALVEZ - ele nem fosse tão sábio, tão justo, tão seguro, tão firme... Talvez ele também tivesse medo, às vezes... Talvez ele também tenha sentido nos ombros o esmagador PESO da responsabilidade de ter uma família... contas a pagar, decisões a tomar, atitudes a mostrar... Como se quisesse nos fazer sentir seguros e protegidos do mundo... mas dentro... dentro talvez... ele tremesse... nesta solidão imensa do nosso interior profundo em que não cabe ninguém; ninguém nos socorre, ninguém nos ouve... E ninguém percebe, à superfície, o que se passa nesse mundo só nosso.
Mas eu creio que ele não fosse assim tão frágil. "Essa" é a minha descrição; desta figura triste que "escrivinha" essas linhas sem rumo. Ele não, ele era um homem seguro! Não tenho a menor sombra de uma dúvida. Já o vi abatido por uma doença, por uma situação crítica em determinado momento... Mas nunca perdeu o "rumo". A dor era só dele. Eu a percebia por essa afinidade que nos aproximava tanto, e tanto nos afastava. Eu tenho a convicção profunda de que nem mesmo minha mãe percebia... Alheia como sempre foi ao mundo ao seu redor, pensando única e exclusivamente em suas pequenas e insignificantes preocupações... Não tinha noção da grandeza desse homem, de sua generosidade, de sua devoção para com ela; ela, a quem ele venerava com todo o seu coração. De sua dedicação extremada à família, de seu desapego ao que passa, de sua noção de valores e de medidas, do que é eterno e verdadeiro. De sua simplicidade altiva, de sua alma franciscana (*) e cigana (**). Um cidadão do mundo. Um viajante, um pioneiro. Um coração aventureiro e destemido. Capaz de grandes ações, de grandes sacrifícios, de abnegação... sem holofotes e glórias terrenas... "Não saiba sua mão esquerda o que sua direita faz...", ele nos dizia! Mas eu sabia... desconfiava... fuçava até descobrir... e calava. Afinal, eu era a sua guardiã fiel; em mim, ele depositava uma confiança que nem sei se algum dia mereci. Ele sabia que eu saberia.
E sei que contava comigo quando ele se fosse... Ma eu não soube corresponder a seus desejos, a suas expectativas. Creio que mereça sua decepção, porque não soube manter unido o bem mais precioso que ele possuía... A diáspora aconteceu, e eu nada pude fazer. Como Cassandra.
Eu sei que onde ele está sabe a verdade e sabe tudo que aconteceu. E acredito que quando a gente morre a venda cai, os olhos se abrem, e a Verdade se faz. Por isso, quanto a isso, nada temo! Ele sabe quem sou, quem fui... e quanto o amei. Que aqueles silêncios diziam tanto. Que aquelas discussões eram fumaça que o vento leva... Que a dedicação era recíproca. O que fiz e porque fiz.
Mesmo assim, este é um dos espinhos mais profundos que meu coração carrega. A felicidade lhe era devida já aqui; assim como a velhice serena, rodeada de netos e bisnetos... deliciando-se dos frutos do que plantou... contemplando o horizonte que conquistou... Não teve tempo.
Este é o espinho que mais sangra.
Beijos e... boa noite.
para olvidar, luto com afinco,
de um vinte e nove sinistro de novembro,
- mil novecentos e oitenta e nove!
Não consigo esquecer por um momento,
daquele dia que bem longe vai...
em que um vento de morte e de tormento,
para bem longe transportou meu pai!
Assim é a vida: um báratro profundo,
onde o homem se afoga e,
quase louco, se perde nas mentiras deste mundo,
que tanto nos promete e dá tão pouco!
E neste mundo assim, de falso brilho,
guardo a lembrança que de mim não sai:
- de um homem bom que me chamou de filho e,
enternecido, eu o chamei de Pai!
+++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
Falar de meu pai é um desafio, porque é uma figura viva ainda em mim, uma ferida aberta... e dói. Sinto sua falta tremendamente porque há tantas perguntas que ficaram sem resposta, há outras tantas que surgem todos os dias... Ele, sim, saberia o que fazer! Quando eu tenho que tomar uma decisão... quando é inadiável dar uma resposta, achar uma solução... Ele saberia!
Nosso amor sempre foi intenso e forte. Ninguém nunca nos separaria... Só a inexorável morte. Mas... por pouco tempo. Eu sei. Temos muitas conversas para por em dia, muitos pores de sol para passar juntos, muitas ideias ainda a debater... Muito carinho para dar e... aceitar. E como sempre foi tão difícil fazê-lo!, porque ninguém te ensina a ser pai, a ser filho, a ser amigo... Felizmente, há ocasiões em que as palavras são absolutamente desnecessárias, basta um gesto, um olhar... E nós tivemos muitos momentos assim! Quantos olhares trocamos cheios de argumentos, sentimentos, indagações, respostas... Quantos segredos guardamos, protegendo-os dos outros, do mundo, de quem não entenderia...
Quanta sabedoria em suas palavras, quanta justiça em suas decisões, quanta segurança em suas ações, quanta firmeza em suas atitudes... Hoje sou mãe e gostaria de crer que talvez - DIGO TALVEZ - ele nem fosse tão sábio, tão justo, tão seguro, tão firme... Talvez ele também tivesse medo, às vezes... Talvez ele também tenha sentido nos ombros o esmagador PESO da responsabilidade de ter uma família... contas a pagar, decisões a tomar, atitudes a mostrar... Como se quisesse nos fazer sentir seguros e protegidos do mundo... mas dentro... dentro talvez... ele tremesse... nesta solidão imensa do nosso interior profundo em que não cabe ninguém; ninguém nos socorre, ninguém nos ouve... E ninguém percebe, à superfície, o que se passa nesse mundo só nosso.
Mas eu creio que ele não fosse assim tão frágil. "Essa" é a minha descrição; desta figura triste que "escrivinha" essas linhas sem rumo. Ele não, ele era um homem seguro! Não tenho a menor sombra de uma dúvida. Já o vi abatido por uma doença, por uma situação crítica em determinado momento... Mas nunca perdeu o "rumo". A dor era só dele. Eu a percebia por essa afinidade que nos aproximava tanto, e tanto nos afastava. Eu tenho a convicção profunda de que nem mesmo minha mãe percebia... Alheia como sempre foi ao mundo ao seu redor, pensando única e exclusivamente em suas pequenas e insignificantes preocupações... Não tinha noção da grandeza desse homem, de sua generosidade, de sua devoção para com ela; ela, a quem ele venerava com todo o seu coração. De sua dedicação extremada à família, de seu desapego ao que passa, de sua noção de valores e de medidas, do que é eterno e verdadeiro. De sua simplicidade altiva, de sua alma franciscana (*) e cigana (**). Um cidadão do mundo. Um viajante, um pioneiro. Um coração aventureiro e destemido. Capaz de grandes ações, de grandes sacrifícios, de abnegação... sem holofotes e glórias terrenas... "Não saiba sua mão esquerda o que sua direita faz...", ele nos dizia! Mas eu sabia... desconfiava... fuçava até descobrir... e calava. Afinal, eu era a sua guardiã fiel; em mim, ele depositava uma confiança que nem sei se algum dia mereci. Ele sabia que eu saberia.
E sei que contava comigo quando ele se fosse... Ma eu não soube corresponder a seus desejos, a suas expectativas. Creio que mereça sua decepção, porque não soube manter unido o bem mais precioso que ele possuía... A diáspora aconteceu, e eu nada pude fazer. Como Cassandra.
Eu sei que onde ele está sabe a verdade e sabe tudo que aconteceu. E acredito que quando a gente morre a venda cai, os olhos se abrem, e a Verdade se faz. Por isso, quanto a isso, nada temo! Ele sabe quem sou, quem fui... e quanto o amei. Que aqueles silêncios diziam tanto. Que aquelas discussões eram fumaça que o vento leva... Que a dedicação era recíproca. O que fiz e porque fiz.
Mesmo assim, este é um dos espinhos mais profundos que meu coração carrega. A felicidade lhe era devida já aqui; assim como a velhice serena, rodeada de netos e bisnetos... deliciando-se dos frutos do que plantou... contemplando o horizonte que conquistou... Não teve tempo.
Este é o espinho que mais sangra.
Beijos e... boa noite.
Giulia d'Amore di Ugento
(*) Meu pai era Terciário Franciscano. Eu soube tarde demais.
(**) Cigano porque ele brincava que, quando bebê, foi trocado por ciganos, e por isso ele tinha uma alma de viajante, de explorador, de cidadão do mundo. Ele nos dizia que não devemos nos acomodar, mas que devemos sempre estar prontos para ir em frente, que o mundo nos pertence e que todo lugar é nossa casa. Valorizar as raízes, sim; recusar desafios, nunca! Sempre os primeiros e os melhores, em tudo. Sempre sim à vida!
(desconheço o autor do poema e tomei a liberdade de mudar a data - está em vermelho - pela data em que meu pai faleceu - quem souber o autor... me informe).
_
(*) Meu pai era Terciário Franciscano. Eu soube tarde demais.
(**) Cigano porque ele brincava que, quando bebê, foi trocado por ciganos, e por isso ele tinha uma alma de viajante, de explorador, de cidadão do mundo. Ele nos dizia que não devemos nos acomodar, mas que devemos sempre estar prontos para ir em frente, que o mundo nos pertence e que todo lugar é nossa casa. Valorizar as raízes, sim; recusar desafios, nunca! Sempre os primeiros e os melhores, em tudo. Sempre sim à vida!
(desconheço o autor do poema e tomei a liberdade de mudar a data - está em vermelho - pela data em que meu pai faleceu - quem souber o autor... me informe).
_
quinta-feira, 28 de junho de 2007
Ninguém é melhor que ninguém!
Este é mais um aforismo, idealizado por mentes arguciosas, com o fim precípuo de enganar o ouvinte. Como aqueles outros aforismos: o dinheiro não traz felicidade; o trabalho enobrece...
Bem, eu penso que isso não passa de bobagem. É óbvio que ninguém é igual a ninguém, e, por isso, há necessariamente alguém melhor do que os demais...
Quem não vale nem o ar que respira, repete essa frase à exaustão, na esperança que se torne a mais pura verdade; de lambuja, ergue-se - ao menos em sua curta visão - do lamaçal moral em que vive, para se igualar aos que partirão deste mundo deixando um legado memorável de, ao mesmo tempo, humanidade e grandiosidade.
Quem é melhor que os demais... Bem, este, pela humildade que lhe é peculiar, profere singular sentença, na esperança de passar despercebido ao mundo e à mundanidade, pois que assim já teria recebido sua paga - e não é isso que esse precioso tipo de ser humano ambiciona, em sua sublime e singela sabedoria.
Esse tipo de frase, no entanto, é perniciosa, porque mantém cada qual em seu lugar. Os santos nos altares. E os míseros, no infecundo e abominável substrato moral em que vegetam. Uma vez que, após proferirem tão desoladora e angustiante "verdade", continuam suas vidas, em paralelas que, evidentemente, jamais se tocarão.
Seria mais producente, para ambos, vestir-se de simplicidade e reconhecer seu lugar no mundo, para caminhar, esperançosos, para um futuro mais verdadeiro.
Os santos, a bem da verdade, não teriam grandes recompensas, visto que a falta de modéstia os atiraria ao limbo que abominam.
Mas aos "outros", grande maioria de nós, que andamos por essa vida em turvas nuvens, nos beneficiaria sumamente um banho de franqueza e glória, tornando-nos verdadeiramente humanos. Porque humano não é o que nada em sua própria miséria. Humano é o que busca o Divino. E, embora feito a imagem e semelhança do Criador, vive buscando lhe assemelhar. Ou, pelos menos, essa deveria ser sua aspiração primeira.
Bom, eu preciso burilar mais essa minha elucubração a respeito do tema. Desculpem-me, meus dois leitores, minha imensa ignorância e pobre capacidade de expressão.
Giulia d'Amore di Ugento
_
Bem, eu penso que isso não passa de bobagem. É óbvio que ninguém é igual a ninguém, e, por isso, há necessariamente alguém melhor do que os demais...
Quem não vale nem o ar que respira, repete essa frase à exaustão, na esperança que se torne a mais pura verdade; de lambuja, ergue-se - ao menos em sua curta visão - do lamaçal moral em que vive, para se igualar aos que partirão deste mundo deixando um legado memorável de, ao mesmo tempo, humanidade e grandiosidade.
Quem é melhor que os demais... Bem, este, pela humildade que lhe é peculiar, profere singular sentença, na esperança de passar despercebido ao mundo e à mundanidade, pois que assim já teria recebido sua paga - e não é isso que esse precioso tipo de ser humano ambiciona, em sua sublime e singela sabedoria.
Esse tipo de frase, no entanto, é perniciosa, porque mantém cada qual em seu lugar. Os santos nos altares. E os míseros, no infecundo e abominável substrato moral em que vegetam. Uma vez que, após proferirem tão desoladora e angustiante "verdade", continuam suas vidas, em paralelas que, evidentemente, jamais se tocarão.
Seria mais producente, para ambos, vestir-se de simplicidade e reconhecer seu lugar no mundo, para caminhar, esperançosos, para um futuro mais verdadeiro.
Os santos, a bem da verdade, não teriam grandes recompensas, visto que a falta de modéstia os atiraria ao limbo que abominam.
Mas aos "outros", grande maioria de nós, que andamos por essa vida em turvas nuvens, nos beneficiaria sumamente um banho de franqueza e glória, tornando-nos verdadeiramente humanos. Porque humano não é o que nada em sua própria miséria. Humano é o que busca o Divino. E, embora feito a imagem e semelhança do Criador, vive buscando lhe assemelhar. Ou, pelos menos, essa deveria ser sua aspiração primeira.
Bom, eu preciso burilar mais essa minha elucubração a respeito do tema. Desculpem-me, meus dois leitores, minha imensa ignorância e pobre capacidade de expressão.
Giulia d'Amore di Ugento
_
domingo, 11 de dezembro de 2005
Aborto, não!
Eu sei que nem sempre temos tempo para 'perder', mas, se aceitar um conselho, ISSO deve ser visto. Para pensar neste Natal e o resto de sua vida...
O vídeo original foi removido e o substitui por este.
Leia mais sobre o aborto: http://farfalline.blogspot.com.br/p/aborto.html.
+
Leia mais sobre o aborto: http://farfalline.blogspot.com.br/p/aborto.html.
+
sexta-feira, 4 de novembro de 2005
Mais um final de semana...
Mais um final de semana... Que tédio! Estar de licença médica tem seus inconvenientes, pois fico a semana toda sem trabalhar... final de semana para que? Meu marido e minha filha têm uma vida lá fora, mas eu vivo reclusa, em casa; boa parte do tempo na cama, mesmo acordada. Não há nada de interessante para fazer, até a net me entedia!!! Queria estar produzindo algo. A bem da verdade nem sei mesmo o que eu gostaria de estar fazendo.
Bom, agora escrevi três postais para mandar: USA, Grécia e Inglaterra. São do grupo do Postcrossing. É legal, pois já recebi alguns postais muito bonitos. Aqui não encontro facilmente postais, nem bonitos!!! É uma pena, tenho que tomar cuidado para não repetir!!!
É uma pena tb que este blog não tenha álbum... gosto de fotografias!
Falta pouco tempo para a formatura de minha filhota. Preciso comprar os vestidos... será uma correria!!! Preciso ver um cabeleireiro... nem sei quem! Assim, de última hora!!!
Carla está melhor... espero que sare logo. Em janeiro, se Deus quiser, estará mais livre para pensar em si.
E por falar em Deus... Embora não me encontre no costumeiro deserto, várias ideias me afligem a mente e o coração... minha busca pela Verdade precisa ser acompanhada de certezas que não encontro. São muitas as vozes, todas querem ser ouvidas e se afirmam as verdadeiras... Ainda continuo fiel à Igreja, sobretudo pq até agora não encontrei razões ou indícios de que a Verdade se encontra FORA dela... Ainda me digo que a Igreja é feita de Deus e dos homens e que a parte humana é falha, sim. Ainda me parece claro que os dogmas e a doutrina católicos são os que mais coerentes têm se mantido ao longo dos séculos; nada parece perturbar a serenidade dela. Mas ainda continuo sentindo que a Igreja daqui está muuuito longe da Igreja de Roma.
Entendo, tb, que hoje as pessoas estão tranquilas demais, em paz demais com a própria consciência; num comodismo perigoso. Vejo o nome e o rosto de Deus por todo canto, mas tudo cheira a sacrilégio... e a Igreja daqui silencia; há muito dinheiro envolvido nisso, há conceitos tb. Há, talvez, receio e medo de se expor, de se comprometer com o Cristo... é um paradoxo estúpido. Creio que deveria ser proibido estampar Deus nas camisetas, bonés, capacetes, carros e toda sorta de lugar que supersticiosamente pretendem seja protegido por uma imagem, algumas palavras; e não entendem que é inócuo e sacrílego. Vc não vê muçulmanos fazendo isso, nem judeus...
A Igreja daqui se cala sobre muitas outras coisas. Por exemplo, deveria negar a Eucaristia a políticos que são a favor do aborto, do divórcio e de outras formas de agressão à dignidade humana. Tb deveria, de vez, cortar os laços que teima em manter com a maçonaria, a política (de esquerda, de direita e de qqr outro tipo), a elite (não comunisticamente falando)... Recobrar sua independência e sua sacralidade.
Há muito em meu coração, e essas névoas não se vão facilmente. Mesmo os afazeres do dia a dia não afastam isso de minha mente.
Bom, por hoje é só...
Beijokas
Giulia d'Amore di Ugento
_
Bom, agora escrevi três postais para mandar: USA, Grécia e Inglaterra. São do grupo do Postcrossing. É legal, pois já recebi alguns postais muito bonitos. Aqui não encontro facilmente postais, nem bonitos!!! É uma pena, tenho que tomar cuidado para não repetir!!!
É uma pena tb que este blog não tenha álbum... gosto de fotografias!
Falta pouco tempo para a formatura de minha filhota. Preciso comprar os vestidos... será uma correria!!! Preciso ver um cabeleireiro... nem sei quem! Assim, de última hora!!!
Carla está melhor... espero que sare logo. Em janeiro, se Deus quiser, estará mais livre para pensar em si.
E por falar em Deus... Embora não me encontre no costumeiro deserto, várias ideias me afligem a mente e o coração... minha busca pela Verdade precisa ser acompanhada de certezas que não encontro. São muitas as vozes, todas querem ser ouvidas e se afirmam as verdadeiras... Ainda continuo fiel à Igreja, sobretudo pq até agora não encontrei razões ou indícios de que a Verdade se encontra FORA dela... Ainda me digo que a Igreja é feita de Deus e dos homens e que a parte humana é falha, sim. Ainda me parece claro que os dogmas e a doutrina católicos são os que mais coerentes têm se mantido ao longo dos séculos; nada parece perturbar a serenidade dela. Mas ainda continuo sentindo que a Igreja daqui está muuuito longe da Igreja de Roma.
Entendo, tb, que hoje as pessoas estão tranquilas demais, em paz demais com a própria consciência; num comodismo perigoso. Vejo o nome e o rosto de Deus por todo canto, mas tudo cheira a sacrilégio... e a Igreja daqui silencia; há muito dinheiro envolvido nisso, há conceitos tb. Há, talvez, receio e medo de se expor, de se comprometer com o Cristo... é um paradoxo estúpido. Creio que deveria ser proibido estampar Deus nas camisetas, bonés, capacetes, carros e toda sorta de lugar que supersticiosamente pretendem seja protegido por uma imagem, algumas palavras; e não entendem que é inócuo e sacrílego. Vc não vê muçulmanos fazendo isso, nem judeus...
A Igreja daqui se cala sobre muitas outras coisas. Por exemplo, deveria negar a Eucaristia a políticos que são a favor do aborto, do divórcio e de outras formas de agressão à dignidade humana. Tb deveria, de vez, cortar os laços que teima em manter com a maçonaria, a política (de esquerda, de direita e de qqr outro tipo), a elite (não comunisticamente falando)... Recobrar sua independência e sua sacralidade.
Há muito em meu coração, e essas névoas não se vão facilmente. Mesmo os afazeres do dia a dia não afastam isso de minha mente.
Bom, por hoje é só...
Beijokas
Giulia d'Amore di Ugento
_
Assinar:
Postagens (Atom)


