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Feminismo: o maior inimigo da mulher
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sexta-feira, 21 de março de 2014

FABIO DE MELO: SACRILÉGIO EM UM FUNERAL

A viúva e a filha, enlutadas e desconsoladas
chegam para a "missa" e posam para as fotos
Editado para acrescentar que não foi a única missa, nem o único padre. No Rio de Janeiro, na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, foi rezada pelo Padre Jorjão, que "falou sobre a dificuldade do homem em lidar com a morte, mas também da fé em uma nova vida. 'Essa família é uma referencia a todos: 60 anos de casados. Ele era família, trabalho e . A gente sofre com a perda de um ente querido, mas não como aqueles que não tem esperança e . saudade é uma maneira de descobrir o que a alegria não pode mostrar. Estamos aqui porque conhecíamos e amávamos Paulo, com quem pude passar cinquenta minutos. Ele me falou de vocês, da alegria do trabalho, de filosofia, religião. Foi alguém que brincou com a vida e não brigou com ela', disse deixando todos bastante emocionados" (fonte). A igreja do Rio se encheu, obviamente, por todas aquelas celebridades tidas e conhecidas por sua vida pecaminosa que não fazem questão de esconder, como a senhora que usa o nome artístico de Susana Vieira, a qual acaba de se separar de mais um homem com quem viveu publicamente sem estar casada diante de Deus. Além de um ou dois comunistas, vários abortistas, muitas feministas. Quantos realmente católicos? E quantos, depois da "missa" se converteram ao Catolicismo? 

O Pe. Jorjão deve ter uma noção errada do que seja fé, pois essa família, como dissemos abaixo, pode saber tudo de teatro, mas não sabe nada de FÉ. Esse é outro "padre dos famosos" e está acostumado a escandalizar os fiéis e a ridicularizar a Igreja com suas atitude. Ele, por exemplo, substituiu o Missal (na reportagem feita por um jornalista ignorante é chamado de "Bíblia") por tablets e smartphones. Segundo o mesmo jornalista, "simpático, o pároco mostra que seu celular tem apps de mensagens instantâneas, revistas de entretenimento, portais de notícia, além da Bíblia Sagrada online." E que o padre acredita que, nos dias de hoje, "Jesus Cristo seria fã da internet. 'Se Ele vivesse nos dias atuais, Ele utilizaria a internet, que é um excelente meio de comunicação para transmitir uma boa mensagem de fé. A internet alcança de maneira fácil as pessoas, é uma ferramenta impressionante. A Igreja caminha com a comunicação', filosofa o padre".  Entre os "casais" famosos que ele casou está o ator Marcello Serrado, que já estava em seu terceiro casamento. (Fonte). 

Pe. Jorjão é amigo e ex-companheiro num programa da Rádio Catedral do Pe. Zeca, aquele que criou o movimento "Deus é dez" e que agora, depois de pedir "afastamento" à Arquidiocese do Rio - (mal)comandada pelo Cardeal Tempesta -, vive na balada e depois de ser visto na companhia constante de algumas mulheres, "assume para os próximos o relacionamento com uma mulher recém-separada que estudou gastronomia em Londres". Sobre o padre baladeiro e namorador, Pe. Jorjão diz: "É um grande sacerdote (...). Converso muito com ele, nunca soube que queira se casar." Ou mente, ou o amigo com quem ele conversa muito mente para ele. (Fonte.)

Para completar o escândalo, o Pe. Jorjão deu a Comunhão à viúva, e aos demais pecadores públicos que se fizeram presentes:




São escândalos que não acabam mais. 

Editado em 03/04/2014


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É com desgosto que voltamos a falar deste senhor que se ordenou padre, mas se dedica a destruir o Sacerdócio: Fabio de Melo se superou. Ontem, na  Igreja da Consolação, São Paulo, durante a missa em sufrágio da alma de Paulo Goulart, espírita por mais de 40 anos, falecido na última quinta-feira, dia 13, paramentado de PRETO, o Pe. Fábio de Melo deu a Hóstia Sagrada - Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, um Sacramento - à viúva, a atriz Nicete Bruno, também espírita.




Qual o escândalo? Bom, os católicos fiéis à Tradição bimilenar da Igreja não precisam de maiores esclarecimentos, mas os demais, sim. O escândalo, ou melhor os escândalos aqui são vários: 

1. O "preto". É público e notório que o Pe. Fábio de Melo é um modernista e recusa todo "apego" à Tradição da Igreja, tanto é que não usa batina, pois prefere roupas mais joviais, embora caras e de marca. Mas é curioso que, justamente ontem, tenha resolvido usar um paramento sóbrio e apropriado para a ocasião, como fazem os que são "apegados" à Tradição. Contudo, por não estar afeito às tradições, talvez ele não soubesse que, apesar de ser uma missa em sufrágio de uma alma, ontem foi dia de São José, festa de PRIMEIRA CLASSE, na qual a cor a ser usada é obrigatoriamente o BRANCO. Talvez, tenha "optado" pelo preto por uma questão de respeitos humanos, uma falsa caridade para com a família enlutada. É escandaloso também por isso, porque os respeitos humanos são abomináveis, uma vez que a Missa é adoração a Deus, não exibição ao povo. O consolo à família adviria da esperança do Céu, o que a um espírita morto impenitente... é uma coisa certamente impossível. Nem mesmo se o padre preferir vestir o preto. Ou ainda que usasse o canônico branco. 

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

A difamação e a calúnia.

Obs.: É lícito expor fato da vida alheia PARA O BEM DAS ALMAS. Ou seja, se vemos alguém que sabemos ser desonesto tentar enganar alguém que não sabe disso, é lícito avisá-lo para que não caia em pecado.

* * *

Por Padre Renato Leite

“Também a língua é um fogo, um mundo de iniquidade. A língua está entre os nossos membros e contamina todo o corpo; e sendo inflamada pelo inferno, incendeia o curso da nossa vida.” (Tiago 3,6)
Quem de nós não poderia contar, ao menos, um caso de alguém que amargou graves prejuízos, vítima que foi da “língua alheia”? Como o vício da detração, que tem na fofoca um dos seus sintomas mais evidentes, é um mal comum e disseminado  entre os maus católicos que, apesar de somados anos de frequência à Igreja, não se corrigem. Queremos, com o presente artigo, baseado na sólida doutrina da Igreja sobre o assunto, oferecer uma advertência aos que não se emendam e, aos que buscam a plenitude da vida cristã, um auxílio doutrinal seguro em vista de uma conformação cada vez maior com Jesus Cristo, cujas palavras são “Espírito e Vida”.




detração é a difamação injusta do próximo, e, para levá-la a cabo, pode-se usar tanto da murmuração (fofoca), que consiste em revelar e/ou criticar, sem  justo motivo, os defeitos ou pecados ocultos dos outros,  como da calúnia que consiste em imputar a alguém defeitos ou pecados que ele não tem, nem cometeu ou simplesmente em exagerar os defeitos dele.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Do esterco de asno e das línguas virulentas

Belíssimo exemplo de retratação. Quem hoje em dia faz isto? Nem mesmo os religiosos, que continuam sendo nossos exemplos. Veja, diante da nobreza de alma do simples fradinho, o  'nobre da ilha de Chipre', por causa da reconciliação dos frades, muda de vida e põe tudo o que é seu a serviço deles!!! Infelizmente, sabemos de fatos que escandalizam mais pelas consequências, tendo em vista que, além de reiteradamente ofender a outros religiosos, ditas pessoas recusam-se a se retratar de fato, que dirá, então, dispor-se a pôr esterco de asno na boca!!! Se bobear, pegariam o esterco para jogar nos outros!!! O que faria hoje aquele 'nobre da ilha de Chipre'? Se colocaria à disposição dos frades... ou fugiria escandalizado? Assim somos nós diante de tanto desrespeito aos sacerdotes por leigos e, pior, por religiosos... Que belo exemplo para as almas que assistem atônitas!!!
Para vossa reflexão...

GdA
DA RETRATAÇÃO
Espelho da Perfeição. Capítulo 51. Como os frades daquele tempo se reconciliavam, quando um perturbava o outro.

Afirmava que, nestes últimos tempos, os frades menores foram enviados (cf. Jd 18; Jo 1,6) pelo Senhor para darem exemplos de luz aos envolvidos pela treva dos pecados. Dizia que [São Francisco] se impregnava de suavíssimos perfumes (cf. Ex 29,18; Jo 12,3) e se ungia da força de um óleo precioso (cf. Mt 26,7), quando ouvia as maravilhas (cf. At 2,11) realiza­das pelos santos frades espalhados pelo mundo.

Uma vez, aconteceu que um frade lançou palavras (cf. Jó 18,2) injuriosas contra outro frade, na presença de um nobre da ilha de Chipre. Quando percebeu que, por isso, seu irmão ficara um pouco ofendido, levado pelo desejo de punir-se, imediatamen­te apanhou esterco de asno, colocou-o na boca e mordeu-o com os dentes, dizendo: “Mastigue esterco a língua que derramou o veneno (cf. Pr 23,32) da raiva no meu irmão!” Vendo isso, o ho­mem, atônito de espanto, foi embora edificado e, desde então, colocou tudo que era seu à disposição dos frades.

Porque todos os frades tinham o costume de, se algum deles dirigisse uma palavra injuriosa ou perturbadora ao outro, lançava-se imediatamente por terra (cf. 2Mc 10,4), beijava o pé do irmão ofendido e humildemente pedia perdão. O santo pai ficava exultante com essas coisas, quando ouvia que seus filhos tiravam exemplos de santidade de si mesmos e cumulava de bênçãos dignas de toda a aceitação (cf. 1Tm 1,15) os frades que, por palavras ou por obras (cf. Cl 3,17), induziam os pecadores ao amor de Cristo; pois, estando ele próprio perfeitamente repleto de zelo (cf. At 5,17) pelas almas, queria que seus filhos fossem verdadeiramen­te semelhantes a ele.

Fonte:
Confraria de São João Batista

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