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A viúva e a filha, enlutadas e desconsoladas
chegam para a "missa" e posam para as fotos |
Editado para acrescentar que não foi a única missa, nem o único padre. No Rio de Janeiro, na Igreja Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, foi rezada pelo Padre Jorjão, que "
falou sobre a dificuldade do homem em lidar com a morte, mas também da fé em uma nova vida. 'Essa família é uma referencia a todos: 60 anos de casados. Ele era família, trabalho e fé. A gente sofre com a perda de um ente querido, mas não como aqueles que não tem esperança e fé. saudade é uma maneira de descobrir o que a alegria não pode mostrar. Estamos aqui porque conhecíamos e amávamos Paulo, com quem pude passar cinquenta minutos. Ele me falou de vocês, da alegria do trabalho, de filosofia, religião. Foi alguém que brincou com a vida e não brigou com ela', disse deixando todos bastante emocionados" (
fonte). A igreja do Rio se encheu, obviamente, por todas aquelas celebridades tidas e conhecidas por sua vida pecaminosa que não fazem questão de esconder, como a senhora que usa o nome artístico de Susana Vieira, a qual acaba de se separar de mais um homem com quem viveu publicamente sem estar casada diante de Deus. Além de um ou dois comunistas, vários abortistas, muitas feministas. Quantos realmente católicos? E quantos, depois da "missa" se converteram ao Catolicismo?
O Pe. Jorjão deve ter uma noção errada do que seja fé, pois essa família, como dissemos abaixo, pode saber tudo de teatro, mas não sabe nada de FÉ. Esse é outro "padre dos famosos" e está acostumado a escandalizar os fiéis e a ridicularizar a Igreja com suas atitude. Ele, por exemplo, substituiu o Missal (na reportagem feita por um jornalista ignorante é chamado de "Bíblia") por tablets e smartphones. Segundo o mesmo jornalista, "simpático, o pároco mostra que seu celular tem apps de mensagens instantâneas,
revistas de entretenimento, portais de notícia, além da Bíblia Sagrada online." E que o padre acredita que, nos dias de hoje,
"Jesus Cristo seria fã da internet. 'Se Ele vivesse nos dias atuais, Ele utilizaria a internet, que é um excelente meio de comunicação para transmitir uma boa mensagem de fé. A internet alcança de maneira fácil as pessoas, é uma ferramenta impressionante. A Igreja caminha com a comunicação', filosofa o padre". Entre os "casais" famosos que ele casou está o ator Marcello Serrado, que já estava em seu terceiro casamento. (
Fonte).
Pe. Jorjão é amigo e ex-companheiro num programa da Rádio Catedral do Pe. Zeca, aquele que criou o movimento "Deus é dez" e que agora, depois de pedir "afastamento" à Arquidiocese do Rio - (mal)comandada pelo Cardeal Tempesta -, vive na balada e depois de ser visto na companhia constante de algumas mulheres, "assume para os próximos o relacionamento com uma mulher recém-separada que estudou gastronomia em Londres". Sobre o padre baladeiro e namorador, Pe. Jorjão diz: "É um grande sacerdote (...).
Converso muito com ele, nunca soube que queira se casar." Ou mente, ou o amigo com quem ele
conversa muito mente para ele. (
Fonte.)
Para completar o escândalo,
o Pe. Jorjão deu a Comunhão à viúva, e aos demais pecadores públicos que se fizeram presentes:
São escândalos que não acabam mais.
Editado em 03/04/2014
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É com
desgosto que voltamos a falar deste senhor que se ordenou padre, mas se dedica a destruir o Sacerdócio: Fabio de Melo se superou. Ontem, na Igreja da Consolação, São Paulo, durante a missa em sufrágio da alma de Paulo Goulart,
espírita por mais de 40 anos, falecido na última quinta-feira, dia 13, paramentado de PRETO, o Pe. Fábio de Melo deu a Hóstia Sagrada -
Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo, um Sacramento - à viúva, a atriz Nicete Bruno, também
espírita.
Qual o escândalo? Bom, os católicos fiéis à Tradição bimilenar da Igreja não precisam de maiores esclarecimentos, mas os demais, sim. O escândalo, ou melhor os escândalos aqui são vários:
1. O "preto". É público e notório que o Pe. Fábio de Melo é um modernista e recusa todo "apego" à Tradição da Igreja, tanto é que não usa batina, pois prefere roupas mais joviais, embora caras e de marca. Mas é curioso que, justamente ontem, tenha resolvido usar um paramento sóbrio e apropriado para a ocasião, como fazem os que são "apegados" à Tradição. Contudo, por não estar afeito às tradições, talvez ele não soubesse que, apesar de ser uma missa em sufrágio de uma alma, ontem foi dia de São José, festa de PRIMEIRA CLASSE, na qual a cor a ser usada é obrigatoriamente o BRANCO. Talvez, tenha "optado" pelo preto por uma questão de respeitos humanos, uma falsa caridade para com a família enlutada. É escandaloso também por isso, porque os respeitos humanos são abomináveis, uma vez que a Missa é adoração a Deus, não exibição ao povo. O consolo à família adviria da esperança do Céu, o que a um espírita morto impenitente... é uma coisa certamente impossível. Nem mesmo se o padre preferir vestir o preto. Ou ainda que usasse o canônico branco.