Notícia antiga (2011), a primeira, mas que merece ser conhecida e que abre uma janela de esperança sobre um País comunista (2ª notícia).
Aos puristas que torcem o nariz porque, evidentemente, se trata da igreja conciliar, gostaria de lembrar que nem todos - creio que 90% - dos que são Tradição hoje são tradicionalistas de berço!!! É preciso compaixão no combate, e manter a porta aberta. Apenas os sectários - e hipócritas - do alto de um imaginário púlpito, batem no peito e condenam essas conversões. Para mim, são o primeiro passo para chegar à verdadeira conversão. Seria ideal se todos se convertessem, de cara, à Igreja Católica, mas como é possível em lugares onde é quase impossível ser cristão e tudo o que eles têm é a Igreja oficial? De grão em grão, a galinha enche o papo: de passo em passo as boas almas voltam à Casa Paterna.
Grifos nossos.
Aos puristas que torcem o nariz porque, evidentemente, se trata da igreja conciliar, gostaria de lembrar que nem todos - creio que 90% - dos que são Tradição hoje são tradicionalistas de berço!!! É preciso compaixão no combate, e manter a porta aberta. Apenas os sectários - e hipócritas - do alto de um imaginário púlpito, batem no peito e condenam essas conversões. Para mim, são o primeiro passo para chegar à verdadeira conversão. Seria ideal se todos se convertessem, de cara, à Igreja Católica, mas como é possível em lugares onde é quase impossível ser cristão e tudo o que eles têm é a Igreja oficial? De grão em grão, a galinha enche o papo: de passo em passo as boas almas voltam à Casa Paterna.
Grifos nossos.
A “bela primavera” descansou em Deus.
Oriunda de estirpes de alta linhagem e célebre pela ferrenha oposição que ofereceu ao Comunismo no Vietnã, aos 86 anos faleceu piedosamente em Roma a indômita Madame Ngô Đình Nhu, cujo nome de solteira – Tran Xuan – significa “bela primavera”. Ela contava 86 anos. Era Domingo da Páscoa, na bela primavera europeia.
Convertida em 1943, Madame Nhu [na foto, de véu assistindo uma Missa] manteve-se militante católica até os últimos anos de sua vida, só saindo de casa para ir à Missa. Esta boa católica incutia tanto medo aos comunistas do Vietnã que estes a chamavam de “Madame Dragão”.
Seus pais – Tran Van Chuong e Nam-Tran Chuong – eram budistas e renunciaram aos postos de embaixador nos EUA e de observadora permanente junto à ONU em protesto pela orientação católica e anticomunista do governo sul-vietnamita de Ngô Đình Diệm (Jean-Baptiste Ngô Đình Diệm), junto ao qual a filha exercia grande influência.
