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quinta-feira, 3 de abril de 2014

"Eu sou gay e quero me curar" - a Psicologia diz que é possível! Leia aqui.

Aconselhamento

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Existe um número muito grande de pessoas que voluntariamente buscam algum tipo de ajuda na internet.

Na área sexual o anonimato ajuda pessoas a se abrirem com maior facilidade.

Fakes ou reais, pessoas chegam aos montes e enxergam trabalhos de sexualidade como “consultórios” e ficam a espera de suas receitas.

Esses “consultórios” são de certo modo uma febre, na internet e você sempre encontra um com a porta aberta e a plaquinha de “Boas Vindas”.

Alguns sabendo disso, passam em vários “consultórios” escutando diversos tipos de direção (muitas vezes contrárias entre si) e acabam se confundindo ainda mais. E ao tentar cumprir todas, se perdem por excesso de direção e informações.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Cura Gay: a quem interessa dizer que não é possível?

Aprendendo que Deus Realmente me Ama


Testemunho Rob G
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Eu não escolhi ser gay, nem nasci gay. Pelo contrário, minha atração para outros homens foi algo que desenvolveu no decorrer dos anos, com muitos fatores que contribuíram para seu desenvolvimento.

Quando era uma criança, eu não sabia que meu pai me amava. Ele ficava muito tempo longe no trabalho e eu não o via muito. Minha necessidade por amor e afirmação não foram preenchidas, mas ele não tinha intenção de me magoar; sentia-me rejeitado e me fechei em relação a ele para não ser mais magoado. É claro que isto não resolveu meu problema de não ter minhas necessidades preenchidas – eu ainda estava com um buraco em meu coração. E enquanto sentia que ele não me afirmava em meu desenvolvimento como homem, deixando-o de fora, significava que eu não tinha mais um homem adulto a quem me apegar e com quem me identificar.

Quando era criança, geralmente estava sempre de lado, no que os garotos eram interessados. De certa forma, isso era devido à simples geografia. Do jardim de infância até o colegial eu morava longe de minha escola e dos meus amigos de classe e isso limitava amizades e atividade depois da escola. Na maioria das vezes eu apenas ia pra casa e brincava de "Lego" ou lia livros em meu quarto. Mesmo na escola, devido a minha falta de interesse e habilidade em esportes, acabava brincando fora de campo ou em posição parecida na aula de ginástica. Por causa de frequentes mudanças, fui transferido de escolas cinco vezes, ficando em três delas por um ano, ou menos; era difícil fazer amigos quando todas as outras crianças já se conheciam por muitos anos.

Em outras palavras, o fato de viver na periferia da vida foi devido a uma coisa simples e complexa chamada abuso sexual, que no meu caso aconteceu por ser tocado sexualmente por um homem adulto “amigo da família” quando eu tinha cinco anos, e por ser violentado por três colegas no início de minha adolescência.

segunda-feira, 24 de março de 2014

Homossexualidade Masculina: Está Resolvido?

"Não se curam os homossexuais, a despeito de serem absolutamente curáveis." Jacques Lacan, psicanalista francês.

De acordo com o psicólogo Fabrício Viana, a atração pelo mesmo sexo não faz parte do currículo dos cursos de Psicologia no Brasil. Em seu livro O Armário, o Dr. Fabrício Viana afirma que, durante todos os anos de faculdade, seus professores jamais mencionaram sequer a existência da homossexualidade e dos homossexuais.(1)

Outros profissionais da Psicologia atestam a afirmação do Dr. Fabrício Viana. O professor Fernando Silva Teixeira Filho, Ph.D em Psicologia Clínica pela UNESP, por exemplo, reconhece que “a homossexualidade, ainda hoje, é abordada com pudor, medo, silêncio”. (2) Nesse mesmo sentido, a sexóloga e terapeuta Rinna Riesenfeld, em seu livro Papai, Mamãe, Sou Gay!, afirma que médicos, psicólogos e psiquiatras conhecem muito pouco sobre a homossexualidade.(3)

Ao que parece, muitos especialistas assumem que os profissionais da saúde mental desconhecem a atração pelo mesmo sexo e as vicissitudes do comportamento homossexual. Apesar disso, muitos psicólogos, psiquiatras, psicanalistas e sexólogos aparecem regularmente na mídia afirmando que algumas pessoas nascem homossexuais e que não existe nenhuma droga, cirurgia ou psicoterapia que possa auxiliar aqueles que pretendem se livrar da homossexualidade.

quinta-feira, 13 de março de 2014

Uma abordagem sobre a homossexualidade - Psicóloga Renate Jost de Moraes

O Inconsciente Fala

Amor o Grande Equívoco?


Renate Jost de Moraes

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Amor: palavra desgastada, desfigurada, banalizada. Em nossa atual mentalidade cientificista, o Amor perdeu o seu significado, o seu sentido, o seu lugar. Falar em Amor é motivar o descaso ou levar ao esboço de sorrisos maliciosos de conotação puramente sexual, que destroem a essência para limitar a vivência deste Amor a um "fazer" exteriorizado, vazio, apenas físico. Considera-se o Amor como algo poético, sentimental, próprio do adolescente imaturo, povoado de ilusões, indigno de merecer a "seriedade" de uma abordagem científica, a não ser sob seu aspecto apenas fisiológico, no qual se quer resumir todo este Amor.

Paradoxalmente, essa mesma ciência permite hoje que se chegue à interioridade profunda do ser humano, pela pesquisa de campo inconsciente (ADI), e que se comprove, assim, indubitavelmente, que tudo, todo o segredo de bem-estar, saúde, equilíbrio de humanidade, se assenta sobre uma única pedra fundamental, que é exatamente o Amor. Prova-nos, por outro lado, este inconsciente, que todos os males, as violências, os desatinos, as guerras, as doenças individuais e sexuais, os problemas psicológicos e mentais, se originam em última análise, do desamor.

A mesma ciência fisicista mostra-nos que neste processo de interiorização se encontra uma luz e que esta luz é aconchego e Amor. Mostra, em oposição, a outra face, o desamor, sempre percebido pelo paciente como frio que apavora, que faz tremer e é visualizado como escuridão. Uma vez dentro da luz, o paciente vê a fonte em outra luz maior e, com simplicidade, a identifica com Deus, Deus que é Amor, como diz São João. Assim, o ser humano sente-se amado na primeira instância de seu existir, na concepção, ainda antes da concretização física de si mesmo. E quem assim é amado, é capaz de amar, ainda que outras circunstâncias sejam adversas neste momento ou, ainda, que os pais, ao gerarem o filho, demonstrem não se amar.

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