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terça-feira, 24 de abril de 2018

PIO IX: Os Dogmas da Igreja são imutáveis


No dia 24 de abril de 1870, o beato Papa Pio IX, com a aprovação do Sagrado Concílio Ecumênico Vaticano I, promulga a Constituição dogmática "Dei Filius", sobre a Fé Católica. 

Assim recita o último cânon: "Se alguém disser no futuro que é possível que aos dogmas da Igreja se possa, um dia - no contínuo progresso da ciência - atribuir um sentido diverso daquele que ensinou e ensina a Igreja: seja anátema"

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA AO CÉU DE CORPO E ALMA

Dia 15 de agosto, a Igreja celebra a "Assumptio sanctissimae Dei Genitricis Virginis Mariae", tornando o mês todo uma homenagem à gloriosa Assunção de Nossa Senhora.   

Este dia é um DIA SANTO DE GUARDA! FESTA DE PRIMEIRA CLASSE.  


FESTA DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA AO CÉU DE CORPO E ALMA


Clique para ver mais imagens da Assunção de Maria Santíssima


Com a alma de Maria foi levado ao Céu também o seu corpo. A Assunção de Nossa Senhora em corpo e alma ao Céu foi definida pelo Santo Padre Pio XII, em 01 de Novembro de 1950, quando declarou o Dogma da Assunção de Nossa Senhora, em corpo e alma, ao Céu.

Maria foi exaltada acima de todos os coros dos Anjos, e acima de todos os Santos do Paraíso, como Rainha do Céu e da terra.

Papa Pio XII proclamando o Dogma Mariano
 

A Virgem Maria foi exaltada no Céu acima de todas as criaturas porque é Mãe de Deus, e é de todas as criaturas a mais humilde e a mais santa.

Na solenidade da Assunção da Virgem Maria, devemos:

1) Congratular-nos com Ela pela sua gloriosa Assunção, e exaltação;
2) Venerá-La como Nossa Senhora e nossa advogada junto de seu Divino Filho;
3) Pedir-Lhe que nos alcance de Deus a graça de viver santamente, e de nos preparar-nos de tal maneira para a morte, que mereçamos ser por Ela assistidos e protegidos, e ter parte na sua glória.

Podemos merecer a proteção de Maria Santíssima imitando as suas virtudes, especialmente a pureza e a humildade.

Também os pecadores devem confiar muitíssimo no patrocínio de Maria Santíssima, porque Ela é Mãe de misericórdia e refúgio dos pecadores, para lhes alcançar de Deus a graça da conversão. 


Neste dia, os fiéis costumam rezar 5 Rosários completos (25 Terços), em honra da Festa da Assunção de Nossa Senhora aos Céus. Esta é uma devoção nascida no ambiente piedoso dos fiéis e não sabemos a origem exata. Pede-se uma graça especial, lembrando que ela poderá ser concedida ou não, conforme as disposições da Divina Providência.

Rezemos os 5 Rosários, pois que melhor maneira, depois da Santa Missa, de santificar este dia santo de guarda, sobretudo para os que não têm o consolo da Santa Missa! 

Que Nossa benigna Mãe possa nos alcançar a graça de uma boa morte, amparados pelos santos Sacramentos da Igreja. Assim seja.  



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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não passará? Mas a democracia já está na Igreja de Francisco!

Alguém se lembra daquele questionário com 38 perguntas que Francisco enviou a todos os bispos do mundo, para, em tese, aparelhar melhor o Sínodo Extraordinário sobre a Família em Outubro próximo? Aquele questionário é a prova tangível de um “golpe de Estado” na Igreja, ou seja, a instalação da democracia, o governo do povo.

Outro indício da democracia na Igreja poderia ser o caso da CEI, a Conferência Episcopal Italiana, que pretende modificar seus estatutos e “corrigir uma anomalia histórica” “permitindo” que ela própria eleja seu presidente e seu secretário-geral, pois ambos os cargos eram decididos diretamente pelo Papa, diferentemente do que acontece no resto do mundo. Ou, também, quando nomeou oito cardeais para consultoria pessoal e justificou assim: "este grupo outsider, não é uma decisão simplesmente - sic! - minha, mas é fruto da vontade dos cardeais, tal como foi expressa nas Congregações Gerais antes do Conclave. E quero que seja uma consulta real, não formal". Alguém ainda tem dúvidas sobre a democracia na Igreja de Francisco? 


Mas esse é outro assunto.

Sinais dessa "democracia" começaram a aparecer com a escandalosa divulgação e que Francisco pensa seriamente em permitir o casamento de católicos já casados – ou seja, aqueles católicos que se arrependeram de ter casado com tal cônjuge e resolvem casar com outro – e, pior ainda, permitir-lhes o acesso ao Sacramento da Eucaristia!!! Como se fossem assuntos diferentes, como se pudesse haver dentro da Igreja uma classe de católicos, verdadeiramente católicos, que não pudessem receber os Sacramentos e... tudo bem!

terça-feira, 9 de março de 2010

Sete ordens que Jesus não deveria ter dado.

1 – SER MEMBRO DA VERDADEIRA IGREJA (Mt 16,18-19)


"E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei A MINHA IGREJA.
As portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus:
TUDO O QUE LIGARES NA TERRA SERÁ LIGADO NOS CÉUS, E TUDO O QUE DESLIGARES NA TERRA SERÁ DESLIGADO NOS CÉUS".

Fora da Igreja que Cristo estabeleceu para nossa salvação, a única que ensina todas as coisas que Ele mandou observar, não há Salvação.

2 – OUVIR A PEDRO, O PAPA. (Jo 21.15-17)



"Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu ele: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: APASCENTA OS MEUS CORDEIROS. Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: APASCENTA OS MEUS CORDEIROS. Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: Amas-me?, e respondeu-lhe: Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: APASCENTA AS MINHAS OVELHAS".

Como visto, foi a São Pedro que Nosso Senhor Jesus Cristo deu a missão de apascentar o Seu rebanho, a Igreja que é a Coluna e Firmamento da Verdade (1Tim 3,16).

3 – CONFESSAR OS PECADOS. (Jo 20,23)


O Inferno e o Pecado Mortal

Novíssimos - Introdução sobre:

O INFERNO E O PECADO MORTAL

O INFERNO

DOUTRINA DA IGREJA CATÓLICA

As almas dos que morrem em estado de pecado mortal vão ao Inferno (Verdade de Fé - DOGMA).
«Morrer em pecado mortal, sem arrependimento e sem dar acolhimento ao Amor misericordioso de Deus, é a mesma coisa que morrer separado d'Ele para sempre, por livre escolha própria».
«E é este estado de auto-exclusão definitiva, da Comunhão com Deus e com os Bem-aventurados, que se designa pela palavra "Inferno"». (Catecismo da Igreja Católica, n.º 1033)
«A Doutrina da Igreja afirma a existência do Inferno e a sua eternidade».
«As almas, dos que morrem em estado de pecado mortal, descem, imediatamente depois da morte, aos infernos, onde sofrem as penas do Inferno, "o fogo eterno"».
«A principal pena do Inferno consiste na Separação eterna de Deus, único em Quem o homem pode ter a vida e felicidade para que foi criado e a que aspira». (Catecismo da Igreja Católica, nº 1035)

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