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quinta-feira, 27 de abril de 2023

Da Arte Sacra produzida por inteligência artificial



Arte Sacra por Inteligência Artificial


Vou ser breve. Este artigo é um preâmbulo para um estudo maior acerca da Inteligência Artificial, a qual fará parte, inexoravelmente, de nossas vidas. Aqui, tratarei, brevemente, da questão da aplicação da IA na Arte Sacra. 

O primeiro exemplo que vi era uma imagem de Cristo esteticamente “aceitável”, mas se via, nitidamente, que fugia de tudo o que eu já havia visto antes. O estilo é peculiar e inconfundível. Eu disse que era esteticamente “aceitável” porque, a primeira vista, não havia nada de errado com ele, embora algo me incomodasse. Eu não sabia naquele momento que era uma imagem feita por uma IA. O que me incomodava é que havia muitos detalhes que pareciam ser outras coisas, talvez símbolos, mas, vistos de perto, não eram nada disso. Ainda assim... algo me incomodava. As aspas em “aceitável” são porque não achei outra palavra melhor. 

Depois, começaram a “pipocar” imagens semelhantes, com o mesmo estilo peculiar e inconfundível. Foi quando resolvi pesquisar e constatei que não foram feitas por humanos, mas por essas entidades que chamam de IA. Só que essas imagens posteriores não eram perfeitas, sempre havia algo que não ia bem, como seis dedos em uma das mãos ou a boca torta ou olhos esbugalhados. É... a IA não é tão inteligente assim!

domingo, 2 de junho de 2019

Nossa Senhora da Ajuda ou da Defesa

A Virgem Maria entrega o Menino Jesus e enfrenta o demônio,
in "Taymouth Hours", c.1325–40: Yates Thompson MS 13, f. 155v.

NOSSA SENHORA DA DEFESA 



Nossa Senhora da Defesa ou da Ajuda coloca o Menino Jesus em segurança entre os braços de um Anjo enquanto mantém vencido o demônio, no chão.  

Nossa Senhora da Ajuda está sempre armada com um bastão, a Ela é atribuída a tarefa de salvar as crianças dos que destroem a pureza e a vida delas. 


Festa vide aqui.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

A Primeira Missa no Brasil - 517º aniversário

 Primeira Missa no Brasil 
Victor Meirelles (1858-1860), 
Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro



Óleo sobre tela, que mede 270 x 357 cm, foi realizado pelo catarinense Victor Meirelles (1832-1903) em dois anos de trabalho – entre 1858 e 1860. Pintado no exterior, o quadro foi exibido pela primeira vez no Salon da Academia Francesa de Belas-Artes, em 1861, mas apenas no ano seguinte pôde ser visto em solo pátrio na Exposição Geral da Academia Imperial. A obra, restaurada recentemente, deixou o MNBA pela primeira vez em 2007, para percorrer capitais no sul do país.  

Com o advento da fotografia, a reprodução fiel da figura e do mundo na pintura foram alteradas. No Brasil, a arte, no reinado de Dom Pedro II, refletia ainda a influência da escola europeia. Desse período destaca-se a obra de Victor Meirelles, fiel aos princípios da Academia Imperial de Belas Artes. 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

CATEDRAIS CATÓLICAS: a Basílica de Santa Maria de Cracóvia, Polônia

A Basílica de Santa Maria (em polonês Kościół Mariacki) surge no centro histórico (Stare Miasto, ou "cidade velha") de Cracóvia, na Polônia, no lado oriental da grande Praça do Mercado (Rynek Główny, ou "Praça Grande"). É famosa por seu retábulo que retrata cenas da vida da Virgem Maria e também pela trombeta que soa a cada hora do topo da Basílica e pela triste rivalidade de dois irmãos na construção das torres, que culminou em uma tragédia.  

Esta joia do gótico polonês foi completada no século 14. Segundo o cronista Jan Długosz, a primeira igreja paroquial na Praça Grande foi erigida entre 1221-1222 pelo bispo de Cracóvia, Iwo Odrowąż, com o presbitério virado para o leste, como era comum à época. Após sua destruição durante as invasões dos Tártaros, a igreja atual foi edificada em estilo gótico sobre a igreja precedente, de forma divergente da nova orientação da praça, em relação à qual se apresenta oblíqua.  


Esta Catedral lembra vagamente outra Catedral deslumbrante: a Sainte Chapelle de Paris: veja aqui. 

A igreja foi completamente reconstruída, em estilo gótico, sob o reinado de Casimiro III o Grande, entre 1355 e 1365, por iniciativa dos vizinhos de Cracóvia para rivalizar com a catedral de Wawel, com substanciais aportes do restaurador Mikołaj Wierzynek. O corpo principal da igreja foi terminado entre 1395–1397, quando foi construída a nova abóboda pelo maestro Nicolás Werhner de Praga. Contudo, a abóboda sobre o presbitério desabou em 1442, por causa de um terremoto, que nunca antes nem depois ocorrera em Cracovia. Na primeira metade do século XV, se acrescentaram as capelas laterias. A maioria delas foram obra do maestro Franciszek Wiechoń. Ao mesmo tempos foram erguidas as torres quadradas, acabadas entre os anos 1400 e 1406. No decorrer dos séculos, houve várias modificações que com a influência e vários estilos, até ao Art Nouveau, coexistindo harmoniosamente no interior do edifício. 

domingo, 25 de dezembro de 2016

Contos de Natal: O espinho e o Menino Jesus: uma piedosa lenda de Natal

O espinho e o Menino Jesus: uma piedosa lenda de Natal




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Uma piedosa lenda de Natal conta que o Menino Jesus, sentado num troneto, brincou tecendo uma coroa de espinhos. E um espinho machucou seu dedo indicador da mão direita. Nesse momento, com ciência profética, Ele previu os sofrimentos que haveria de aceitar para redimir o Gênero Humano. 

Em sua doçura de criança e na candura de sua inocência infinita, Ele pressentiu as dores lancinantes de sua Paixão e Morte na Cruz. Contemplou também a glória de sua Ressurreição. Anteviu a Redenção da Humanidade, o triunfo universal da Igreja e da Cristandade.

Na iconografia tradicional, o Menino Jesus do Espinho aparece sentado numa poltrona com braços de madeira, estofada em veludo vermelho, meditando sobre os futuros tormentos da Paixão. 

Numa outra tela do célebre pintor espanhol Francisco de Zurbarán (1598-1664), o Menino Deus contempla o dedo sangrando. O rosto mais sereno parece velado pelo presságio do sofrimento vindouro trazido pela ferida. 

domingo, 11 de dezembro de 2016

Milagre durante a proclamação do Dogma da Imaculada Conceição de Maria

Nota histórica: Na oitava da Festa da Imaculada, queremos lembrar o fato prodigioso ocorrido no dia 8 de dezembro de 1854, durante a proclamação do Dogma da Imaculada.  

O dia estava coberto, e não havia sol: Papa Pio IX estava ao ponto de pronunciar a fórmula solene quando um único raio de sol, rompendo as nuvens, lhe iluminou a face de uma forma tão clara, distinta e precisa, que os presentes restaram fortemente impressionados, muitos choravam.  

O fato foi reproduzido no célebre afresco de Francesco Podesti, pintor pontifício, pintando na Sala dell'Immacolata no Vaticano, com o tema da proclamação do Dogma, o qual não tem nada a dever aos afrescos de Rafael Sanzio. 

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segunda-feira, 11 de abril de 2016

A MÃO DE DEUS

Mestre de Taull, Fresco de São Clemente de Taull
Mão de Deus (detalhe), cerca de 1123,
Museu Nacional de Arte da Catalunha.
O símbolo mais antigo de Deus Pai, é uma mão radiante que sai de uma nuvem. Porque se escolheu a mão como hieróglifo de Deus? Porque a palavra hebreia "iad" significa "mão" e "poder"; em estilo bíblico, "Mão de Deus" é sinônimo de poder divino.  

A mão da justiça que os reis têm como insígnia de sabedoria, com o globo e o cetro, é uma sobrevivência desta muito antiga tradição.  

Esta mão é sempre a direita, a destra (Dextra), que por ser a mais forte tem proeminência. Quando está coberta por uma manga denomina-se dextrocero.

Para significar que se trata de uma mão divina não só apresenta dimensões colossais como está também rodeada por um nimbo cruciforme. Às vezes projeta um raio de luz triplo, em alusão à Trindade, ou aparece surgido de uma fonte de relâmpagos. Em alguns casos, a mão de Deus faz um gesto de preensão (por exemplo, na Ascensão de Cristo ao Céu), de benção, de comando ou de ameaça: é uma mão a falar, que traduz o pensamento e a vontade do Senhor.

Na iconografia do Antigo Testamento, as principais cenas onde figura são:  

- a oferenda de Abel e Caim,  
- a ordem de Noé de construir a Arca,  
- o Sacrifício de Isaac onde interveio para deter a mão de Abraão,  
- a entrega a Moisés das Tábuas da Lei, no Sinai e  
- o arrebatamento do profeta Ezequiel.

Fonte: Iconografia e Simbologia na Arte Cristã.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Um pouco de arte: Iconografia e Simbologia na Arte Cristã

"Paraíso", de Giusto de' Menabuoi,
no Batistério do Duomo de Pádua.
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Iconografia e Simbologia na Arte Cristã



No século XIV, influenciados pela Divina Comédia de Dante, os artistas começaram a criar imagens do Paraíso como uma sequência de círculos concêntricos, também chamados de coros celestes, rodeando o núcleo que contém Jesus, o qual é representado dentro de um escudo dourado, assistido por um Serafim - os anjos que estão mais próximos d'Ele. Abaixo do Filho, no centro das hostes celestes, está uma grande figura de Maria coroada no interior de uma mandorla dourada [1]. Está em posição orante, confirmando a sua aceitação do plano redentor de Deus, no instante em que foi escolhida para ser parte do plano divino d'Ele.

Imagens do Reino Celeste começam a aparecer na Idade Média em conexão com o Juízo Final, e são um tema frequente em afrescos decorando interiores de cúpulas, ábsides das abóbadas e a parede fundeira de igrejas e capelas. Enquanto que as imagens iniciais representavam um maravilhoso jardim rodeado por uma exuberante vegetação, os posteriores sublinham a paz e a harmonia de um mundo povoado pelas almas dos eleitos. A rígida hierarquia de Anjos e Santos e a perfeita simetria das composições são destinadas a transmitir o sentido de serenidade, intrínseco aos lugares sagrados.  


por Sara Almeida Rocha 
Iconografia e Simbologia na Arte Cristã - Facebook.  

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Nota do blog:
1 - "mandorla" (amêndoa, em italiano), ou "vesica pescis" (víscera de peixe, em latim), é a auréola oval que envolve normalmente uma representação de Jesus Cristo. Este símbolo ogival é obtido de dois círculos de mesmo raio que se interseccionam de tal modo que o centro de cada círculo se encontra na circunferência do outro. Elemento decorativo conhecido nas antigas civilizações asiáticas e africanas, como a indiana e a da Mesopotâmia, passa ao Cristianismo como referência a Cristo, evidenciado no "ichthys", o símbolo de um peixe estilizado, formado justamente por duas curvas que partem do mesmo ponto, à esquerda (a cabeça), e se cruzam, então, à direita (a cauda). Na sucessiva elaboração da iconografia cristã, a mandorla é associada à figura do Cristo ou da Virgem em Majestade, e representada em muitas iluminuras e esculturas da Idade Média, e também nos afrescos ou em mosaicos. Nesse contexto, é um elemento decorativo românico-gótico, utilizado para ressaltar a figura sacra representada em seu interior, muitas vezes rodeada externamente por outros sujeitos sacros. Possui dupla valência: 

1. aludindo ao fruto da amêndoa - e à semente em geral - é claro símbolo de Vida e, portanto, natural atributo d'Aquele que é "Caminho, Verdade e Vida";

2. como intersecção de dois círculos, representa a comunicação entre dois mundos, duas dimensões diferentes, ou seja, o plano material e o plano espiritual, o humano e o divino. Jesus, Verbo de Deus, fazendo-se homem, se torna o único Mediador entre duas realidades, o único Pontífice entre o terrestre e o celeste, e como tal é representado no interior da intersecção. A confirmar isso, em algumas miniaturas do período Carolíngio e Otoniano, os dois círculos vinham representados ao redor de Cristo, mas em vertical.




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A página do Facebook acima mencionada se tornará uma "velha conhecida nossa", pois pretendo haurir dessa fonte mais vezes, porque traz informações interessantes e valiosas sobre Arte Sacra, que é o que nos interessa!  

E na esteira dessa informação, que traz estampada uma belíssima obra de Giusto de' Menabuoi, resolvi fazer minhas próprias pesquisas e trazer as imagens do interior do Batistério do Duomo de Pádua, de uma riqueza ímpar. Enjoy yourself! 



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O Batistério da Catedral, dedicado a São João Batista, está localizado ao lado do Duomo (Catedral) de Pádua. Conserva em seu interior um dos mais importantes ciclos de afresco (1375-1376) do século XIV, obra prima de Giusto de' Menabuoi, um pintor italiano da escola de Giotto (embora não haja certeza documental) do começo do Renascimento, nascido em Florença. Na Lombardia, executou o afresco da Última Ceia, na Abadia de Viboldone (Milão). Depois, se mudou para Pádua, onde completou os afrescos da Igreja de Eremitani, da Basílica de Santo Antonio de Pádua e, mais importante, o Batistério da Catedral de Pádua, em 1376. Morreu também em Pádua.   


AS OBRAS DENTRO DO BATISTÉRIO

 clique nas imagens para ampliá-las 



terça-feira, 27 de outubro de 2015

Visitando a igreja onde São Pedro celebrou a primeira Missa na Itália

Visitando a igreja onde São Pedro celebrou a primeira Missa na Itália



A belíssima Basílica românica de San Pietro a Grado, na homônima cidade, é o testemunho mais antigo da difusão do Cristianismo no território de Pisa. 




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Em época romana, aqui desaguava no Mar Tirreno um ramo do rio Arno, e foi exatamente junto a esta antiga e desaparecida escala fluvial chamada Grado, do antigo Porto Pisano, que, no ano 44 dC, desembarcou São Pedro [1] durante a viagem que da Palestina o levaria até
Roma. A esta data remonta a celebração da primeira Eucaristia na Itália [2]. Uma vez desembarcado, Pedro teria improvisado um altar utilizando-se de uma porção de coluna encimada por uma prancha de mármore que ainda hoje é conservada no interior da igreja. Daí em diante, este local se tornaria um lugar de culto [3], e, de fato, restos de uma antiquíssima construção, remontante ao século IV, foram encontrados nas numerosas escavações que, no curso dos anos, foram conduzidas no local. Uma segunda igreja foi, sucessivamente, construída, entre o VI e o VII século, provavelmente por causa de um incêndio que danificou gravemente o primeiro edifício. A basílica atual foi construída no séc. X, mas sofreu modificações e ampliações nos dois séculos sucessivos. Está ligada por uma gemelagem singular à Basílica de São Pedro e à tumba do Apóstolo.

domingo, 31 de maio de 2015

A Santíssima Trindade na arte e literatura cristã

Um Domingo após o Domingo de Pentecostes ocorre o Domingo da Santíssima Trindade, em virtude disso, publico um trabalho imenso e ricamente adornado com imagens do blog "Ecclesia.com". Substituí ou retirei algumas imagens porque infelizmente nem todos sabem que as três Pessoas Santíssimas não podem se representadas na forma de três homens iguais.


Santíssima Trindade



Placeat Tibi Sancta Trinitas

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Carpaccio: arte & culinária

O carpaccio é uma iguaria fina servida nas melhores festas e restaurantes mais sofisticados, e, ultimamente, começa a ser consumido também por toda parte. A origem desse prato é disputada entre duas cidades italianas: Veneza e Milão. Particularmente, estou propensa a crer mais na versão veneziana, depois explico melhor. 

Aqui as versões: 

1) De acordo com Arrigo Cipriani, atual dono do "Harry's Bar", em Veneza, o carpaccio foi inventado pelo cozinheiro do bar à época, porque uma senhora, a Condessa Amalia Nani Mocenigo, por ordem médicas, pois sofria de anemia, se via obrigada a alimentar-se de carne crua, mas não consegui engolir a carne em pedaços. Assim, pensou-se em fatiar a carne em lâminas bem finas para que a sensação desagradável fosse melhorada. O prato foi servido com um molho de mostarda, para disfarçar mais ainda o gosto. Deu certo. O carpaccio é uma delícia, com ou sem molho.
O nome se deve ao fundador e dono do "Harry's Bar" à época, Giuseppe Cipriani, que se inspirou nas telas do pintor veneziano Vittore Carpaccio, que estavam sendo expostas em Veneza à época, particularmente por causa da cor vermelho sangue que era costumeiramente usada pelo artista.

domingo, 13 de abril de 2014

Quando a arte é catecismo: Passio Domini - Mestre Hans Memling - 1471

Toda a beleza da Arte Sacra na narração da Paixão de Cristo pelo pintor alemão Hans Memling, em tela de 1471: 

clique para ver melhor


A obra foi encomendada pelo florentino Tommaso Portinari, um banqueiro de Bruges a serviço dos Medici, e pela esposa Maria Baroncelli, retratados em baixo, nos dois lados da pintura: ele à direita e ela, à esquerda.

A obra é excepcional porque, na mesma imagem, o pintor representou simultaneamente todos os episódios da última fase da vida de Cristo, desde a entrada em Jerusalém até à aparição no Lago Tiberíades.

A cidade de Jerusalém domina a composição, que ganha um ar oriental por causa das inúmeras torres e cúpulas. No conjunto, todavia, o aspecto é de uma típica cidade do Quatrocentos tardio do Norte europeu, assim como vários outros elementos, desde particulares decorações às vestes das personagens, aos adornos dos cavalos, tudo isso “atualiza” a narração evangélica, transportando a Antiguidade para o Quatrocentos.

Tudo é concebido como uma representação teatral, na qual o elemento arquitetônico serve de fio condutor para conferir unidade aos diversos momentos da narração. É como se estivéssemos diante de uma grandiosa cenografia formada pode diferentes palcos, sobre cada um dos quais se desenrola simultaneamente cada episódio da última parte da vida de Jesus.

Lugares distantes e próximos, externos e internos, as diversas horas do dia e da noite são apresentados simultaneamente com um extraordinário efeito de unidade, como se uma inteira cidade e seus arredores se abrissem diante de nossos olhos no tempo e no espaço. 


A obra se “lê” a partir do ângulo superior esquerdo, 


vide a sequência:
(todas as imagens são ampliáveis)

  • Sobre um fundo de um sugestivo vislumbre de uma paisagem atravessada por um riozinho, vemos Jesus fazer seu ingresso triunfal em Jerusalém.
  • Caminhando com o olhar para a direita, vemos Cristo expulsando os vendilhões do Templo.
  • Logo abaixo, à esquerda, Judas Iscariotes que vende Jesus aos sacerdotes.
  • Descendo o olhar mais à esquerda, observamos a Última Ceia.

sábado, 1 de março de 2014

La Santíssima Madre de la Luz

Una Virgen para León


Historia

La Madre Santísima de la Luz tiene su origen en la ciudad de Palermo Italia sobre el año 1722, cuando una monja visionó una imagen de la Virgen María sosteniendo el alma de un hombre evitando que caiga en las fauces de un monstruo maligno.

La imagen de esta visión plasmada por un pintor sobre esas fechas de 1722, fue conservada en la ciudad de Palermo hasta 1732, cuando fue sorteada por el padre José Genovesi para el traslado a alguna fundación reciente de la Compañía de Jesús, siendo en suerte trasladada el 2 de julio de 1732 a la iglesia jesuita de León en Guanajuato (México), A partir de entonces, los jesuitas fueron quienes difundieron su culto por el continente americano. Desde el año 2005 es denominada   Basílica-Catedral Metropolitana de Nuestra Madre Santísima de la Luz.

Iconografía

La representación de la Madre Santísima de La Luz es aquella donde muestra a la Virgen María  evitando caer en las fauces de un monstruo maligno, mientras sostiene su alma y al Niño Jesús.

La Virgen María aparece vestida con túnica blanca y su manto azul (semejante al de la iconografía de la Inmaculada Concepción), que simbolizan su pureza y castidad, sobre un fondo de color amarillo dorado.

En los brazos sostiene con su mano derecha la figura de un alma, y con su brazo izquierdo al Niño Jesús, el cual escoge un par de corazones ardientes que un ángel porta y le ofrece en una cesta. Los corazones ardientes simbolizan la caridad y el amor a Dios.

Sobre la cabeza de la Virgen María están un par de ángeles que la coronan como reina del cielo, mientras que a sus pies,  unas llamas que aluden al purgatorio.
Visto em: http://museodeartesacro.org/?page_id=296.

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sábado, 15 de fevereiro de 2014

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

O Cristo de Velásquez


Cristo parece imbuído de uma profunda paz, já tendo passado seu sofrimento. Seu corpo possui uma beleza destacada pelo fundo escuro da composição.

Sua cabeça coroada de espinhos, está tombada para a direita de seu corpo,  enquanto parte de seus cabelos escuros acompanham a mesma direção, cobrindo-lhe metade do rosto. Um lençol branco cinge-lhe uma pequena parte do corpo.

Os pés de Cristo encontram-se apoiados numa base de madeira, onde se encontram afixados com dois grossos cravos. O sangue escorre pelos dedos, pela base e atinge o madeiro. As mãos, também seguras por dois pregos, embebem a cruz com o sangue. Um ferimento abaixo do peito  e os ferimentos ocasionados pela coroa de espinhos respingam sangue pelo corpo.

Buscando maior naturalidade, no processo de execução da obra o pintor mudou a posição das pernas, que inicialmente eram paralelas, com as panturrilhas quase unidas, e atrasando o pé esquerdo dotou a figura de maior movimento, elevando o quadril em um contraposto clássico que faz cair o peso do corpo sobre a perna direita.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

ARTE CATOLICA: O CARÁTER ESSENCIAL DO GÓTICO

Para muitos de nossos contemporâneos, o caráter essencial do estilo gótico reside no emprego da ogiva. A ogiva foi empregada no Oriente, mas a encontraremos em diversos outros lugares, e nada se opõe a que ela tenha nascido espontaneamente na França. Em todo caso, a estrutura dos monumentos góticos é bem diferente daquelas dos edifícios árabes. Por outro lado, ela não é essencialmente a arte gótica. É verdade que nenhum sistema da arquitetura fez uso tão aberto e, sobretudo, tão judicioso deste elemento: o arco quebrado, sendo o mais poderoso e, por consequência, o mais econômico de todos os arcos, impunha seu emprego na construção de edifícios que tendiam a realizar a suprema riqueza das formas no meio de uma grande penúria de meios econômicos.

Mas o arco quebrado não gerou o gótico; em vão perceberemos ogivas nos pesados monumentos da Renascença; eles não seriam góticos por isso.

O gótico não é subserviente à ogiva: ele admite todos os demais arcos, o semi-circular, o abatido, o arco asa de padeiro e mesmo o arco em ferradura, se bem que este aqui seja um absurdo em seu princípio e de um efeito ridículo. Tomemos, por exemplo, Saint-Eustache de Paris, tirando o portal, que é uma infâmia moderna, observemos o corpo da igreja. Ali se procurará em vão o traço da ogiva: as grandes baies[1] laterais são arcos abatidos com reforços, como os do gótico flamejante. Todo o resto está em semi-circulares graciosos, sobretudo no coroamento dos pilares de uma maravilhosa leveza que suportam uma rica abóbada. Quem poderia duvidar por um instante que tudo isso não seja gótico?

Em Saint-Sulpice, tirando o portal, que tem somente o mérito de ser monumental, apesar da infeliz fisionomia das torres, o corpo do edifício, em belo semi-circulo, é uma construção do sistema gótico, como o plano primitivo da própria igreja, que lhe dá sua leveza de construção e sua perfeita adaptação ao serviço. Em Saint-Nicolas-des-Champs, há outra coisa: o ante-corpo é ogival, mas o coro e a abside são em semi-circulo com colunas unidas ou embutidas. Isso não impede o monumento de ser gótico em seu conjunto.

A ogiva é, portanto, uma característica do estilo gótico. O plano geral da catedral com sua alta e longa nave, seus corredores e suas capelas tão favoráveis ao exercício do culto e ao desenvolvimento do sentimento religioso, é um dos méritos dos edifícios góticos. Notre-Dame não serviu de modelo para a maior parte das outras catedrais. Há exceções. No início, não se faziam capelas laterais; o Midi possui belíssimas catedrais sem corredores, a de Beauvais é um segmento em círculo: Essas diferenças não suprimem o caráter gótico da obra. É verdade, portanto, que o gótico levou à mais alta perfeição o plano da catedral, mas ele recebeu do românico tal princípio, e por isso ele achega ao bizantino.

Uma igreja românica ou bizantina, grega ou romana, pode adotar o plano das catedrais góticas: o Sagrado-Coração de Montmartre será uma prova desta verdade.

Uma característica mais especial, e que o gótico inventou, é o arcobotante, que é tão somente um membro, mas personificado em um novo sistema. O contraforte das igrejas românicas, esse pilar massivo engajado na parte exterior da muralha, bastaria para manter construções de uma elevação medíocre; contudo, para resistir à pressão proveniente da prodigiosa elevação das abóbadas da nave gótica que ele apoiava, o contraforte deveria tomar uma grande distância, se constituindo em massas enormes, deselegantes, cujo peso teria contrastado com o aspecto elegante e leve do edifício; eles teriam terminado, diz Viollet-Leduc, por custar mais caro que o próprio edifício. Essa combinação engenhosa (arcobotante) deve ser vista como a obra-prima da arte nova: ela é de tal poder que, se ela não fosse sabiamente manejada, ela produziria a ruína em sentido inverso e lançaria o muro no interior, no coro e na nave; seu emprego exigia, portanto, uma grande habilidade, bem como a perfeita apreciação das leis do equilíbrio. Entretanto, é preciso notar que o arcobotante só era um expediente, pouco constituindo o caráter essencial do estilo.

A construção desses membros é muito custosa, bem como sua manutenção. Além disso, eles encobrem o entorno da construção, e até mesmo servem como separação das capelas laterais. Disso, perguntamos: qual é então o caráter essencial do gótico? Residiria ele, por acaso, nos ornamentos graciosos dos decoradores? Contudo, esses ornamentos vieram de todas as partes: do grego, do árabe, do romano e da imaginação frequentemente licenciosa dos artistas. O suporte é redondo, quadrado, em losango, entrelaçado; os capitéis são planos, cúbicos, cilíndricos; os baixos relevos de todas os tipos, ou podem não existir; as nervuras, a pedra angular, os tímpanos[2], as gárgulas, tomando as formas mais bizarras. Mas o que importa? É outra coisa que dá ao estilo gótico o aspecto elegante e grave, leve e solene, que faz dele o tipo sem rival do monumento religioso.

O caráter incontestável do estilo gótico reside nos procedimentos de sua estrutura, em seu próprio princípio: é o equilíbrio artificial resultante da oposição calculada das forças e dos elementos. Qualquer que seja o tipo da abóbada, ogiva ou semi-círculo; a forma dos suportes interiores e exteriores, coluna ou pilar, o equilíbrio calculado é seu meio, e a tal ponto que as abóbadas e os membros suportados reforcem os suportes que os sustentam.

É por aí que o estilo gótico obtém sua ousadia inacreditável, sua leveza, sua superioridade. Os outros estilos originaram este princípio de construção, e quando eles o adotaram, a partir de então, eles praticaram o gótico sem sabê-lo.

A proporção do vácuo é realmente considerável, a nave e o coro tão elevados, os suportes tão reduzidos à sua mais simples expressão. O romano exagerou a largura, o gótico buscou a elevação; em um, a impulsão religiosa está em proporção com a massa de materiais e do peso dos membros; em outro, o efeito religioso cresce em razão de sua graça e de sua leveza.

No gótico, tudo concorre para levar ao extremo o sentimento de respeito e de entusiasmo divino. É verdade que o que chamamos de a arte do triunfo vê-se ali de certa maneira. Contudo, não é esse um dos méritos do estilo grego?

Esse não é o único ponto de contato do grego e do gótico. Essas longas colunatas que, saindo do solo nu, parecem querer escalar o céu, essas grandes aberturas e mil outros artifícios engenhosos desenvolvem a admiração e geram as sensações mais elevadas. Nenhuma proporção entre o conjunto e os acessórios consagrados ao serviço é resultado da ignorância, ou do desprezo pela harmonia; ao contrário, tudo isso é sabiamente calculado.

O arquiteto fez duas partes de sua obra: uma, a parte inspirada pelo sentimento divino, tem por objeto levar ao extremo a proporção do vácuo e de elevá-lo ao céu. A outra, que é a porção humana, se apropria absolutamente nas necessidades diárias.

Deus e o homem estão, assim, constantemente em presença: a fé pode fazer seu ato de humildade diante o símbolo material do poder superior ao qual ela rende homenagem: é um hino silencioso à glória do Eterno.

Tudo o que está a serviço do homem se mede por sua escala de proporções: as grades e os pontos de apoio, os altares e as bacias de água benta, as escadas e as próprias portas de serviço não ultrapassam as dimensões que lhe são dadas em edifícios privados. Rendido à essas impressões habituais, o espectador as compara aos membros essenciais do monumento, ele os acha imensos, gigantescos, e se vê confundido em sua pequenez, na presença de um conjunto tão imponente. Quando entrardes por uma porta de três metros de elevação, sob uma abóbada que sobe à trinta metros, será difícil não se surpreender.

CASTAING, Alph. Le style gothique, ses origines, sa supériorité matérielle et morale. Tradução de: Robson Carvalho. Revue du monde catholique, 1er novembre 1886.

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[1] Baies, fr.: abertura que se deixa nas paredes para ali colocar uma porta ou uma janela, ou qualquer outro objeto.

[2] Tímpanos: espaço geralmente triangular ou em arco, liso ou ornado com esculturas, limitado pelos três lados do frontão.

visto em: http://catolicosribeiraopreto.wordpress.com/2013/11/27/o-carater-essencial-do-gotico/.
 

Vide também:

  1. http://farfalline.blogspot.com.br/2013/08/as-caracteristicas-do-estilo-gotico-na.html 
  2. http://farfalline.blogspot.com.br/2013/11/arte-catolica-sainte-chapelle-de-paris.html. 
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

ARTE CRISTÃ: A GRAVIDEZ DA VIRGEM MARIA NA ARTE CATÓLICA

COMUNICADO AOS LEITORES

Pierre Mignard: The Virgin of the Grapes

Caros leitores de Pale Ideas, eu resolvi retirar as imagens de Nossa Senhora grávida para melhor averiguar sobre a licitude delas. Hoje alertei uma pessoa no G+ que estava publicando imagens de Nossa Senhora grávida nas quais aparece o Menino Jesus no ventre, porque havia lido em algum lugar que o Concílio de Trento havia condenado tais imagens por considerá-las blasfemas. Essa pessoa me questionou sobre isso e se eu tinha alguma comprovação. Daí que lhe respondi que só havia lido a respeito, mas me comprometia a encontrar a resposta. Em seguida, as imagens foram retiradas do G+, de minha parte comecei a pesquisar em site italianos. Havia lido a notícia em um site francês, mas preferi me aventurar em lugares onde se fala um idioma que domino. Dito e feito, encontrei vários sites - praticamente todos de arte ou turismo artístico - nos quais se menciona o assunto. Há alguns sites onde se deplora essa decisão... SIC! Como se alguém pudesse opinar sobre as decisões de um Concílio Dogmático!!! Encontrei até mesmo sites protestantes onde se fala disso, ainda que debochando. Mas fato é que o Concílio de Trento considerou indecorosas tais imagens e uma série de outras como a Platyteras (ícones, onde Jesus Menino aparece dentro de uma forma amendoada), ou a que amamenta (seio nu), ou ainda com Jesus Menino entrando em seu ventre em um raio de luz. A consequência foi que essas representações foram destruídas, não importando quem fosse o autor. Contudo, nem todos obedeceram: os ortodoxos com seus ícones... por óbvias razões; e os "católicos" por desobediência mesmo. Nos últimos anos, parece ter "ressurgido" o interesse por esse tipo de imagem, e muitas dessas "obras" vieram milagrosamente à luz, de novo. Ou restauradas com base em restos encontrados nas paredes, ou redescobertas em reforma para "aggiornar" as igrejas. Pelo que li, parece que os Franciscanos lideram essa sanha. 

Bom, já separei algum material que precisa ser traduzido. Espero em breve poder falar mais a respeito. 


* * *

Uma notícia de certa forma ligada ao assunto é a que li no Messa In Latino: em um convento de Estigmatinos (Ordem fundada por Gaspare Bertoni, no século XIX), os monges plantaram dentro da "sala de liturgia" - é como andam chamando, à moda dos protestantes, a nave da igreja onde se celebra a missa nova -, ao lado da "mesa", uma estátua de Maria que demonstra bem os tempos em que vivemos: nua, grávida e correndo (???), representando, segundo eles, o Advento. Imediatamente, o site deles foi inundado por uma montanha de emails de fieis furiosos e os monges acabaram retirando a estátua. A contra gosto.  

Não vou publicar, aqui, a foto da estátua porque certamente o Concílio de Trento não permitiria. Não devemos irradiar tais aberrações pós-conciliares. 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

ARTE CATÓLICA: A Sainte Chapelle de Paris, um relicário de luzes e fé

Vamos fazer uma pequena viagem pela arte religiosa católica, com ênfase na arquitetura. Começamos, hoje, pela estonteante 


Sainte Chapelle, em Paris. 



Luis IX, dito São Luis, Rei da França
by Emile Signol
A Sainte Chapelle é uma capela gótica situada na Ilha de la Cité em Paris, construída no século XIII por São Luís (IX) de França - que liderou a Sétima e Cruzada e também a Oitava, onde veio a falecer - para servir de capela do palácio real e guardar as preciosas relíquias que trouxera do Oriente: Coroa de Espinhos de Nosso Senhor Jesus Cristo, obtida do imperador latino de Constantinopla, Balduíno II. A Coroa atualmente se encontra na Catedral de Notre Dame. Foi projetada em 1241, iniciada em 1246 e concluída muito rapidamente, sendo consagrada em abril de 1248. O restante do palácio desapareceu completamente, sendo substituído pelo atual Palácio da Justiça. Depois de terminada, a Sainte Chapelle recebeu as relíquias citadas e também, entre outras relíquias, um fragmento da Vera Cruz e, desta forma, o edifício tornou-se um precioso relicário. A ideia de uma capela palaciana se baseou na Igreja da Virgem de Pharos, anexa ao Grande Palácio de Constantinopla. Consiste de duas capelas sobrepostas, a inferior reservada aos funcionários e moradores do palácio, e a superior para a família real. A primeira é constituída de uma navata, por um teto com voltas cruzadas e por inúmeras pequenas esculturas e pinturas que revestem toda a superfície. Na segunda capela, pode-se ficar literalmente encantados pela elegância e a fineza dos vitrais coloridos, que representam cenas bíblicas, como do Apocalipse. 

Os aspectos mais belos e notáveis da construção, considerados os melhores do seu gênero em todo o mundo, são mesmos os seus vitrais emoldurados por um delicado trabalho em pedra, com rosáceas acrescentadas à capela superior no século XV. Não existe nenhuma menção direta ao arquiteto, mas o nome de Pierre de Montreuil, que reconstruiu a abside da Abadia Real de Saint-Denis e completou a fachada de Notre Dame, é por vezes associado ao projeto. 

Durante a Revolução Francesa a capela foi transformada em escritório administrativo e os vitrais foram tapados com enormes armários. A sua beleza oculta foi assim inadvertidamente preservada do vandalismo que sofreu em outras partes, tendo sido destruídos os assentos do coro e o painel do altar principal, o pináculo do texto foi derrubado, e muitas das suas relíquias dispersas. No século XIX, Viollet-le-Duc restaurou a Sainte Chapelle, e o pináculo atual é obra sua.


FOTOS: 


Todas podem ser ampliada para apreciar melhor.

A preciosa Relíquia da Coroa de Espinhos

Vista da Sainte Chapelle (à direita)

sábado, 2 de novembro de 2013

A nova férula ecológica da nova igreja de Bergoglio I

Para quem propagandeia tanta pobreza material, ostentando um reloginho de plástico de camelô e uma pasta de couro velha, até agora Bergie já desfilou 3 férulas (uma mais "linda" do que a outra),  e...

A medonha férula de Paulo VI, que Bento XVI já tinha aposentado
e substituído por outra com a cruz grega que mandou confeccionar...

... e Bergoglio usou até agora...

...e a de Lampedusa, que, de longe, é a que mais representa
a "Igreja dos Ursinhos Carinhosos" cujo deus não é católico e
faz o estilo "paz & amor" que tanto agrada aos modernistas,
os hippie, os budistas, os protestantes e os idiotas de todo gênero.


... esta semana chega à quarta tentativa... thá, thá, thá, thãããã...

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Tem Murillo no meu PC!!!

Uma tarde de amenidades com um passeio cultural entre os pincéis do talentoso pintor barroco Bartolomé Esteban Murillo. Clique nas imagens para ampliar mais. Enjoy!


ADORAÇÃO DOS MAGOS



ADORAÇÃO DOS PASTORES

clique na imagem abaixo

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