Para o Dia das Mães, uma data criada pelo feminismo, para expor e valorizar as "conquistas sociais" contra a ordem e o direito natural, proponho uma mãe que santificou a si mesma e à família toda: o marido e os três filhos. Vale a pena ler esta bela página do livro "Novo Manual das Mães Cristãs", do Rev. Padre Theodoro Ratisbona (Vozes. 1938). É uma reflexão oportuna na atualidade quando foi superada, de certa forma, a gênese feminista e se caiu no consumismo vazio, no qual se limitam os filhos a dar presentes às mães. E nada mais. Nem mesmo propósitos de se tornarem melhores filhos, de um lado, e melhores mães, do outro. À leitura, então.
No meado do século IV, venerava-se em Nazianzo uma família da qual todos os membros se inscreveram, cada um por sua vez, no catálogo dos Santos.
A bem-aventurada mãe destes santos se chamava Nonna. Deus lhe havia dado três filhos: São Gregório, São Cesário e Santa Gorgônia. Seu marido, chamado também Gregório e igualmente santo, por seus vastos conhecimentos se tornara ilustre; mas, infelizmente, se havia deixado seduzir pelas seitas heterodoxas que nesse tempo viciavam as igrejas do Oriente.
A sua admirável esposa é que o fez voltar ao bom caminho, não por meio de contínuas exortações, senão pelas suas ardentes preces e pelos encantos da sua piedade. Ela exercia uma irresistível influência tanto sobre a filha e os dois filhos como sobre o marido. Àqueles, desde os mais ternos anos, inspirou ela o horror ao pecado e o amor à virtude e, ao mesmo tempo que lhes aperfeiçoava a vida moral, desenvolvia neles o espírito pela cultura das ciências, das artes e das letras.
O jovem Gregório, todo o tempo que estudava em Atenas, cuja célebre academia era frequentada por um mocidade licenciosa, nutriu bem na alma, sem se esquecer jamais os princípios que sua mãe lhe havia insinuado. Sempre em guarda contra as tentações desta famosa e corrupta cidade, ele soube se conservar íntegro e firme na sua Fé, no meio de uma sociedade essencialmente pagã. Felizmente, a Providência lhe encontrou um jovem companheiro e amigo que também se esforçava por seguir à risca os exemplos de uma santa mãe. Este amigo inseparável também veio a ser santo mais tarde: trata-se do ilustre São Basílio Magno, um dos mais brilhantes fachos da Fé Católica.
A mãe de São Gregório de Nazianzo
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A bem-aventurada mãe destes santos se chamava Nonna. Deus lhe havia dado três filhos: São Gregório, São Cesário e Santa Gorgônia. Seu marido, chamado também Gregório e igualmente santo, por seus vastos conhecimentos se tornara ilustre; mas, infelizmente, se havia deixado seduzir pelas seitas heterodoxas que nesse tempo viciavam as igrejas do Oriente.
A sua admirável esposa é que o fez voltar ao bom caminho, não por meio de contínuas exortações, senão pelas suas ardentes preces e pelos encantos da sua piedade. Ela exercia uma irresistível influência tanto sobre a filha e os dois filhos como sobre o marido. Àqueles, desde os mais ternos anos, inspirou ela o horror ao pecado e o amor à virtude e, ao mesmo tempo que lhes aperfeiçoava a vida moral, desenvolvia neles o espírito pela cultura das ciências, das artes e das letras.
O jovem Gregório, todo o tempo que estudava em Atenas, cuja célebre academia era frequentada por um mocidade licenciosa, nutriu bem na alma, sem se esquecer jamais os princípios que sua mãe lhe havia insinuado. Sempre em guarda contra as tentações desta famosa e corrupta cidade, ele soube se conservar íntegro e firme na sua Fé, no meio de uma sociedade essencialmente pagã. Felizmente, a Providência lhe encontrou um jovem companheiro e amigo que também se esforçava por seguir à risca os exemplos de uma santa mãe. Este amigo inseparável também veio a ser santo mais tarde: trata-se do ilustre São Basílio Magno, um dos mais brilhantes fachos da Fé Católica.


