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terça-feira, 15 de setembro de 2015

Festa de Nossa Senhora das Dores

Festa de Nossa Senhora das Dores 



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  1. COROA DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA: http://precantur.blogspot.com.br/2011/09/coroa-de-nossa-senhora-das-dores.html.
  2. COROA  DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA: http://precantur.blogspot.com/2012/09/coroa-de-nossa-senhora-das-dores-ii.html.
  3. (A) FESTA DAS SETE DORES DE NOSSA SENHORA: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/09/festa-das-sete-dores-de-nossa-senhora.html. 
  4. Graças Prometidas por Nosso Senhor Jesus Cristo aos devotos de Nossa Senhora das Dores: http://precantur.blogspot.com/2012/09/gracas-prometidas-por-nosso-senhor.html. 
  5. Ladainha de Nossa Senhoras das Dores: http://precantur.blogspot.com/2012/09/ladainha-de-nossa-senhoras-das-dores.html.
  6. MEDITAÇÃO SOBRE AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA. De Pe. Bernardes: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/03/manuelbernardes1.html. De Pe. Bernardes.
  7. MEDITAÇÃO DAS DORES DE NOSSA SENHORA. De Pe. Bernardes: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/03/manuelbernardes4.html.
  8. MEDITAÇÃO DAS DORES DE NOSSA SENHORA: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/05/sabado-as-dores-de-nossa-senhora.html. 
  9. MEDITAÇÕES: Compaixão e pranto da Virgem Maria do Beato José de Anchieta: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/06/meditacoes-compaixao-e-pranto-da-virgem.html.
  10. MEDITAÇÕES SOBRE AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/01/carnaval-meditacao-das-dores-de-maria.html.
  11. NOSSA SENHORA DAS DORES: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/03/nossa-senhora-das-dores.html.
  12. NOVENA DE NOSSA SENHORA DAS DORES: http://precantur.blogspot.com.br/2012/09/novena-nossa-senhora-das-dores.html.
  13. Oração a Nossa Senhora das Dores: http://precantur.blogspot.com/2012/09/oracao-nossa-senhora-das-dores.html.
  14. (AS) SETE DORES DE NOSSA SENHORA: http://farfalline.blogspot.com.br/2013/09/setembro-as-sete-dores-de-maria.html. 
  15. SETENÁRIO DAS DORES DE NOSSA SENHORA - http://farfalline.blogspot.com.br/2014/09/setenario-das-dores-de-nossa-senhora.html.
  16. STABAT MATER DOLOROSA: http://farfalline.blogspot.com.br/2014/04/stabat-mater-dolorosa.html.
  17. Terço das Sete Dores da Virgem Maria: http://precantur.blogspot.com/2012/09/o-terco-das-sete-dores-da-virgem-maria.html.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Setenário das Dores de Nossa Senhora Meditado

Esta devoção se originou no século XIII e recorda as Dores que a Virgem Mãe de Deus suportou e a compaixão pelo sofrimento e morte de seu Divino Filho. Nesta Semana das Dores, iremos meditar acerca das Dores de Nossa Senhora. As Dores de Nossa Senhora nos comovem o coração, impulsionando-nos para a prática do bem.


de 8 a 14 de Setembro



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1ª. Dor - Apresentação de meu Filho no templo

Nesta primeira dor veremos como o coração de Maria Santíssima foi transpassado por uma espada, quando Simeão profetizou que o Filho dela seria a salvação de muitos, mas também serviria para ruína de outros. A virtude que aprendemos nesta dor é a da santa obediência. Sejamos obedientes aos superiores, porque são eles instrumentos de Deus.

Quando soube que uma espada lhe atravessaria a alma, desde aquele instante Maria experimentou sempre uma grande dor, mas sempre olhava para o Céu e dizia: 'Em vós confio'. Quem confia em Deus jamais será confundido. Em nossas penas, angústias, confiemos em Deus e jamais nos arrependeremos dessa confiança.  


Quando a obediência nos trouxer qualquer sacrifício, confiando em Deus, a Ele entreguemos nossas dores e apreensões, sofrendo de bom grado por amor. Obedeçamos não por motivos humanos, mas pelo amor Daquele que por nosso amor se fez obediente até a morte de Cruz.

sábado, 6 de setembro de 2014

NOVENA E MEDITAÇÕES SOBRE AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA

Novena a Nossa Senhora das Dores. 


Não perca! Clique aqui ou na imagem abaixo!

http://precantur.blogspot.com.br/2012/09/novena-nossa-senhora-das-dores.html


VEJA AINDA:
 

MEDITAÇÕES SOBRE AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA I 


MEDITAÇÃO SOBRE AS SETE DORES DE NOSSA SENHORA II

 
  
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Meditaçõe do Pe. Bernardes sobre as Dores da Virgem Maria ao pé da Cruz - Exemplos

Da cruel espada de angústia que transpassou o coração da Virgem ao pé da Cruz e em sua solidão



MAGNA EST VELUT MARE CONTRITIO TUA.
(Lm 2, 13)

A espaçosa e profunda vastidão do mar Oceano, quem a pode medir ou avaliar, ainda que em partes o navegasse ou visse superficialmente? Assim também a grandeza e acerbidade das penas e angústias que atormentaram o piedosíssimo coração da Virgem Santíssima na Sagrada Paixão e Morte de seu Bendito Filho e nosso Salvador JESUS Cristo, são maiores que toda a explicação e conceito que deste objeto podem formar pessoas ainda muito espirituais e ilustradas. Não deve todavia ser isto causa para deixarmos de meditar e ponderar estas penas, desse curto e diminuto modo que alcançamos: assim porque a dignidade da matéria merece ao menos este ínfimo grão do nosso agradecimento, como pelo muito que a Deus e à Virgem é agradável, e a nós proveitosa esta devota memória. E porque o saber qualquer fiel sentir alguma parte destas penas é especial graça de Deus: implorando esta primeiro com humildes e fervorosos desejos, podemos ir discorrendo pelos seguintes princípios.


Exemplos


quarta-feira, 26 de março de 2014

Meditaçõe do Pe. Bernardes sobre as Dores da Virgem Maria ao pé da Cruz - IV

Da cruel espada de angústia que transpassou o coração da Virgem ao pé da Cruz e em sua solidão



MAGNA EST VELUT MARE CONTRITIO TUA.
(Lm 2, 13)

A espaçosa e profunda vastidão do mar Oceano, quem a pode medir ou avaliar, ainda que em partes o navegasse ou visse superficialmente? Assim também a grandeza e acerbidade das penas e angústias que atormentaram o piedosíssimo coração da Virgem Santíssima na Sagrada Paixão e Morte de seu Bendito Filho e nosso Salvador JESUS Cristo, são maiores que toda a explicação e conceito que deste objeto podem formar pessoas ainda muito espirituais e ilustradas. Não deve todavia ser isto causa para deixarmos de meditar e ponderar estas penas, desse curto e diminuto modo que alcançamos: assim porque a dignidade da matéria merece ao menos este ínfimo grão do nosso agradecimento, como pelo muito que a Deus e à Virgem é agradável, e a nós proveitosa esta devota memória. E porque o saber qualquer fiel sentir alguma parte destas penas é especial graça de Deus: implorando esta primeiro com humildes e fervorosos desejos, podemos ir discorrendo pelos seguintes princípios.


Meditação IV


quarta-feira, 19 de março de 2014

Meditaçõe do Pe. Bernardes sobre as Dores da Virgem Maria ao pé da Cruz - III

Da cruel espada de angústia que transpassou o coração da Virgem ao pé da Cruz e em sua solidão



MAGNA EST VELUT MARE CONTRITIO TUA.
(Lm 2, 13)

A espaçosa e profunda vastidão do mar Oceano, quem a pode medir ou avaliar, ainda que em partes o navegasse ou visse superficialmente? Assim também a grandeza e acerbidade das penas e angústias que atormentaram o piedosíssimo coração da Virgem Santíssima na Sagrada Paixão e Morte de seu Bendito Filho e nosso Salvador JESUS Cristo, são maiores que toda a explicação e conceito que deste objeto podem formar pessoas ainda muito espirituais e ilustradas. Não deve todavia ser isto causa para deixarmos de meditar e ponderar estas penas, desse curto e diminuto modo que alcançamos: assim porque a dignidade da matéria merece ao menos este ínfimo grão do nosso agradecimento, como pelo muito que a Deus e à Virgem é agradável, e a nós proveitosa esta devota memória. E porque o saber qualquer fiel sentir alguma parte destas penas é especial graça de Deus: implorando esta primeiro com humildes e fervorosos desejos, podemos ir discorrendo pelos seguintes princípios.

Meditação III


quarta-feira, 12 de março de 2014

Meditaçõe do Pe. Bernardes sobre as Dores da Virgem Maria ao pé da Cruz - II

Da cruel espada de angústia que transpassou o coração da Virgem ao pé da Cruz e em sua solidão



MAGNA EST VELUT MARE CONTRITIO TUA.
(Lm 2, 13)

A espaçosa e profunda vastidão do mar Oceano, quem a pode medir ou avaliar, ainda que em partes o navegasse ou visse superficialmente? Assim também a grandeza e acerbidade das penas e angústias que atormentaram o piedosíssimo coração da Virgem Santíssima na Sagrada Paixão e Morte de seu Bendito Filho e nosso Salvador JESUS Cristo, são maiores que toda a explicação e conceito que deste objeto podem formar pessoas ainda muito espirituais e ilustradas. Não deve todavia ser isto causa para deixarmos de meditar e ponderar estas penas, desse curto e diminuto modo que alcançamos: assim porque a dignidade da matéria merece ao menos este ínfimo grão do nosso agradecimento, como pelo muito que a Deus e à Virgem é agradável, e a nós proveitosa esta devota memória. E porque o saber qualquer fiel sentir alguma parte destas penas é especial graça de Deus: implorando esta primeiro com humildes e fervorosos desejos, podemos ir discorrendo pelos seguintes princípios.

Meditação II

 

Outro princípio, pelo qual se pode formar algum conceito do excessivo das penas desta angustiada Mãe, é considerando o altíssimo e perfeitíssimo conhecimento que a Senhora tinha presente da infinita dignidade de seu Filho JESUS Cristo, a quem via desonrado, afrontado e crucificado. Porque acrescenta mais no seu trabalho, quem acrescenta na ciência (Ecle 1, 18): Quis addit scientiam, addit et laborem. De sorte que quando a Virgem Mãe via seu Bendito filho pendente da Cruz entre dois malfeitores, não perdia de vista que este Senhor era o mesmo que no Empíreo reina entre duas Pessoas Divinas; e quando cuspido e esbofeteado seu rosto, tinha presente como nesse mesmo rosto se espelham e são glorificados os Anjos; e assim dos mais tormentos e opróbrios da Paixão do Senhor. Por onde, assim como só a Senhora entre todas as criaturas capazes de sentimento sabia penetrar o abismo da excelentíssima e sempre adorável dignidade de Cristo, só ela por conseguinte podia dar fundo ao sensível e custoso de suas penas e afrontas. E todo aquele cálice de amarguíssima mirra que o Senhor não foi servido beber materialmente (Mc 15, 23): Dabant ei bibere myrrhatum vinum, et non accepit, esgotou a Virgem espiritualmente e lhe repassou toda sua alma. Ai, inocentíssima Virgem! Ai, afligida Mãe! Por isso eu, miserável pecador, não sinto em mim, nem em meus próximos, as ofensas de Deus, porque estou muito longe do conhecimento de que coisa é Deus? E se quem acrescenta a ciência, acrescenta o trabalho; quem, como eu, acrescentava a estultícia, e dobrava a cegueira, que lhe havia de suceder, senão perder o sentimento do mal que fazia, e cauterizar a minha consciência, endurecendo-me aos remorsos dela! Ó, se um pecador dos que o mundo chama honrados, e nele estimam tanto qualquer pontinho de sua vã e triste honrinha, soubesse quem é Deus, a quem tão de assento e tão sem susto nem reparo se põem a desonrar, e a pisar a sua lei, antepondo-lhe a do seu apetite, é certo que enlouquecera, ou rebentara de dor! E pecamos tão facilmente, e com tal repetição, porfia, ingratidão e impudência pecamos? É que perdemos a dor, porque nos sumimos na ignorância, e os pecados, que nos distanciaram do conhecimento de Deus, nos levaram também o pesar deles.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Meditaçõe do Pe. Bernardes sobre as Dores da Virgem Maria ao pé da Cruz - I

Da cruel espada de angústia que transpassou o coração da Virgem ao pé da Cruz e em sua solidão



MAGNA EST VELUT MARE CONTRITIO TUA.
(Lm 2, 13)

A espaçosa e profunda vastidão do mar Oceano, quem a pode medir ou avaliar, ainda que em partes o navegasse ou visse superficialmente? Assim também a grandeza e acerbidade das penas e angústias que atormentaram o piedosíssimo coração da Virgem Santíssima na Sagrada Paixão e Morte de seu Bendito Filho e nosso Salvador JESUS Cristo, são maiores que toda a explicação e conceito que deste objeto podem formar pessoas ainda muito espirituais e ilustradas. Não deve todavia ser isto causa para deixarmos de meditar e ponderar estas penas, desse curto e diminuto modo que alcançamos: assim porque a dignidade da matéria merece ao menos este ínfimo grão do nosso agradecimento, como pelo muito que a Deus e à Virgem é agradável, e a nós proveitosa esta devota memória. E porque o saber qualquer fiel sentir alguma parte destas penas é especial graça de Deus: implorando esta primeiro com humildes e fervorosos desejos, podemos ir discorrendo pelos seguintes princípios.

Meditação I

stabat
E seja o primeiro considerar algumas graves sentenças que os Santos disseram nesta matéria, para que, se a luz não chega a nossos olhos direta, chegue ao menos por reflexos. S. Agostinho e S. Bernardo, alegorizando aquilo de Isaías (Is 33, 7): Angeli pacis amare flebunt: consideram aos mesmos Anjos tomando corpos visíveis para chorarem a Sagrada Paixão e morte do Filho de Deus e, por conseguinte, a paixão e morte espiritual e mística da Mãe de Deus; pois esta com aquela estava intimamente conjunta. Ó alma minha, para e pondera: é possível que os Anjos tomem semelhança de homens para chorarem, e que os homens tomemos semelhança de brutos ou de pedras para não chorarmos! De que vai isto? O javali, revolvendo-se primeiro no lodo grosso, fica impenetrável aos venábulos ou lanças dos monteiros. Estamos tão imersos nos gostos ou pesares das coisas terrenas do mundo que ficamos duros para o sentimento das espirituais e invisíveis que nos propõem a Fé e Piedade (2 Cor 2, 34): Animalis homo non percipit ea, quae sunt spiritus Dei.

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