A entrevista foi feita durante a visita do Pe. Cardozo à Missão Cristo Rei de Campo Grande, agora em julho, mas, por causa da viagem dele à Argentina, publicamos somente agora, assim aproveitamos para atualizar as perguntas com os novos assuntos que surgiram nesse ínterim. Grifos nossos.
Reverendo Pe. Cardozo, aproveitando a vossa visita à Missão Cristo Rei de Campo Grande, e porque uma entrevista a um sacerdote é sempre uma oportunidade de catequese e de aprendizado, gostaria de entrevistá-lo e apresentar alguns questionamentos enviados por fiéis.
1. Rev. Padre Cardozo, está em mais uma viagem de visita às Missões Cristo Rei pelo Brasil, como estão as Missões hoje?
Resposta: As Missões hoje estão purificadas. Perdemos algumas, ganhamos outras, mas em geral, e como todas as coisas acontecem para o bem dos que amam a Deus, considero que o que se perdeu, enfim, Deus o permitiu, mas é uma maneira de trabalhar com gente que doutrinalmente está mais capacitada para o combate que levamos. Porque, primeiro, como é possível que estivéssemos trabalhando com gente que, por exemplo, considere a importância dos números sobre a verdade objetiva? Segundo, como é possível que estivéssemos trabalhando com gente que supostamente tome a hierarquia como o elemento mais importante de um católico, quando para o católico o mais importante é a Fé? Então, se, apesar dos quatro anos que estão recebendo catequese, de ter feito retiros espirituais etc., alguns não entenderam e continuam pensando com premissas liberais, é porque ou não entenderam nada ou não querem entender, ou o que seja. E, da mesma forma, quanto aos que permaneceram fiéis à doutrina, para mim é uma satisfação e uma tranquilidade trabalhar com esses fiéis, porque senão alguém sente que está semeando no mar... Com todo o trabalho que temos, não podemos perder tempo! As novas missões são algo que nos entusiasma mais do que pensar que tenho que trabalhar com gente que, todavia, não é sincera na busca da verdade, não é sincera no manifestar a sua fé, sua catolicidade. Quanto àquelas pessoas que ficaram do lado dos três bispos “impolutos”, que fiquem!... E que Deus veja com suas almas. Quanto a mim, pelo menos já sei com quem posso contar.
ENTREVISTA AO PADRE CARDOZO
Reverendo Pe. Cardozo, aproveitando a vossa visita à Missão Cristo Rei de Campo Grande, e porque uma entrevista a um sacerdote é sempre uma oportunidade de catequese e de aprendizado, gostaria de entrevistá-lo e apresentar alguns questionamentos enviados por fiéis.
1. Rev. Padre Cardozo, está em mais uma viagem de visita às Missões Cristo Rei pelo Brasil, como estão as Missões hoje?
Resposta: As Missões hoje estão purificadas. Perdemos algumas, ganhamos outras, mas em geral, e como todas as coisas acontecem para o bem dos que amam a Deus, considero que o que se perdeu, enfim, Deus o permitiu, mas é uma maneira de trabalhar com gente que doutrinalmente está mais capacitada para o combate que levamos. Porque, primeiro, como é possível que estivéssemos trabalhando com gente que, por exemplo, considere a importância dos números sobre a verdade objetiva? Segundo, como é possível que estivéssemos trabalhando com gente que supostamente tome a hierarquia como o elemento mais importante de um católico, quando para o católico o mais importante é a Fé? Então, se, apesar dos quatro anos que estão recebendo catequese, de ter feito retiros espirituais etc., alguns não entenderam e continuam pensando com premissas liberais, é porque ou não entenderam nada ou não querem entender, ou o que seja. E, da mesma forma, quanto aos que permaneceram fiéis à doutrina, para mim é uma satisfação e uma tranquilidade trabalhar com esses fiéis, porque senão alguém sente que está semeando no mar... Com todo o trabalho que temos, não podemos perder tempo! As novas missões são algo que nos entusiasma mais do que pensar que tenho que trabalhar com gente que, todavia, não é sincera na busca da verdade, não é sincera no manifestar a sua fé, sua catolicidade. Quanto àquelas pessoas que ficaram do lado dos três bispos “impolutos”, que fiquem!... E que Deus veja com suas almas. Quanto a mim, pelo menos já sei com quem posso contar.





