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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Carta do Superior Geral reeleito - 16/07/2006

OPERAÇÃO MEMÓRIA: Refrescando a memória, acerca do que "diz e desdiz" monsenhor Fellay. Esta é a primeira declaração, como Superior Geral reeleito, em 2006, que foi publicada no site brasileiro da FSSPX e que salvei em meus arquivos em 17 de novembro de 2012, sem revisões ou alterações. Tomamos a liberdade, no entanto, de grifar as partes que merecem nossa atenção. Como por exemplo sobre o que decidiu o Capítulo, as intenções da Cruzada, e a destemida declaração de "a nossa vontade e a nossa determinação de 'pagar o nosso preço'...".

 

16/07/2006 – Carta do Superior Geral reeleito


Estimados fiéis,

Que me seja permitido começar esta primeira carta agradecendo-vos de todas as vossas preces abundantes para o nosso Capítulo Geral. Durante todo o seu desenrolar, num ambiente sereno e ao mesmo tempo intenso, temos sentido o apoio espiritual que vós nos trazeis.

Eu queria apresentar-vos nesta carta alguns frutos das vossas preces e noticias do Capítulo.

Primeiro quanto às eleições: O Capítulo decidiu me confiar de novo, apesar da sua lonjura, o mandato de Superior Geral. Atrevo-me a vos pedir um suplemento de oração para, com esta preciosa ajuda, dedicar-me o melhor possível ao cumprimento deste cargo, ao mesmo tempo pesado e magnífico.

O Capítulo geral elegeu dois assistentes.

O Padre Niklaus Pfluger é um suíço, a quem anteriormente foram confiadas as funções de Superior dos Distritos da Suíça e da Alemanha e de Superior de seminário (Zaitzkofen), adquiriu assim uma boa experiência tanto na formação sacerdotal como no governo de dois distritos. Além disso, tem dois irmãos e dois sobrinhos que são padres, um terceiro irmão frade, sem contar as duas irmãs religiosas, todos na Fraternidade!

O Padre Alain Nély foi primeiro professor na escola de Saint-Joseph des Carmes, depois prior de Marselha e enfim Superior do Distrito da Itália; adquiriu assim uma sólida experiência com a juventude e com os sacerdotes, bem como com o governo dum distrito.

Os assistentes morarão em Menzingen, na Suíça, onde está a Casa Geral da Fraternidade desde 1993. Vão ser os preciosos colaboradores para o bom andamento da Fraternidade, e terão a ocasião de viajar pelo mundo, assegurando assim um contato ainda melhor entre a Casa Geral e os membros da Fraternidade, bem como com os fiéis.

O Capítulo não se reduz às eleições. É também a ocasião de determinar as coordenadas da situação, de considerar as fraquezas que pedem melhoramentos, de dar as diretivas para que os nossos padres possam viver sempre melhor segundo os nossos estatutos e assim atrair melhor as graças e os dons do Céu. Consideramos também, como é óbvio, o estado do nosso relacionamento com Roma. Com um cuidado de clareza o maior possível, e com o cuidado, também, de evitar todas as falsas esperanças ou ilusões, o Capítulo, por unanimidade, decidiu fazer a declaração que se encontra em anexo¹.

Nesta mesma linha, ele me encarrega de vos comunicar um projeto ambicioso:

A Fraternidade tenciona apresentar ao Sumo Pontífice um “ramalhete espiritual” de um milhão de terços para o fim do mês de outubro, mês dedicado ao Rosário.

Os terços vão ser recitados às intenções seguintes:

Obter para o Papa Bento XVI a força necessária para libertar inteiramente a Santa Missa de Sempre, chamada “de São Pio V”.
Para o regresso da realeza social de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Para o triunfo do Coração Imaculado de Maria.

É, portanto, a uma verdadeira Cruzada que nós vos chamamos. Esta oração tantas vezes recomendada pela própria Santíssima Virgem Maria e apresentada como o grande meio de apoio, amparo e salvação para os cristãos de hoje neste tempo de crise. Desde séculos, desde que o antagonismo entre o mundo e a Igreja se manifesta com mais força, esta oração apareceu como uma arma dada pelo Céu para se defender, santificar-se e vencer.

Nós vos recomendamos, portanto, com instância, começar sem tardar a trazer “rosas espirituais” ao nosso “ramalhete”. Os padres darão em breve indicações necessárias para recolher este tesouro.

Queremos também manifestar, ora às autoridades romanas, ora ao Céu, por este número evidentemente significativo, a nossa vontade e a nossa determinação de “pagar o nosso preço”.

Confiantes que a Nossa Boa Mãe dos Céus ouve a oração dos seus filhos, que Ela não pode estar indiferente, nem à dureza dos tempos que decorrem, nem à miséria espiritual que nos circunda, e que mais ou menos tarde Ela ouvirá a nossa prece que responde ao seu apelo, confiamos todas as decisões do Capítulo à materna benevolência do Coração Imaculado de Maria e ao amparo do Sagrado Coração de Jesus, para que Ele as abençoe, as torne eficazes para a maior glória de Deus e nossa salvação a todos.

Nos cum prole pia benedícat Virgo Maria.

+ Bernard Fellay
Dia 16 de julho de 2006
Na Festa da Nossa Senhora do Monte Carmelo

Fonte: http://www.fsspx.com.br/exe2/16072006-carta-do-superior-geral-reeleito. Link testado, continua ativo. Publicado em set 19, 2009.
Vide também: http://www.holycrossseminary.com/2006_August.htm, um relato do Capítulo, com fotos e os dois textos: a carta em tela e a declaração do Capítulo. Em Inglês.
 
Nota

+

sábado, 17 de novembro de 2012

FSSPX: 3º Capítulo Geral em julho de 2006

Naquele nosso trabalho de registrarmos perenemente atos e palavras, para que não se diga que não ocorreu, que não se sabia, que não é assim... Aqui vai um interessante comunicado do 3º Capítulo da FSSPX, que se reuniu de 3 a 15 de Julho de 2006. Um Capítulo bem diferente do último, que foi uma vergonha. Só o encontrei no site da FSSPX (vide in fine), nenhum blog o publico. Estranhamente... 



 

16/07/2006 – Comunicado do Capítulo Geral da FSSPX

Para a glória de Deus, para a salvação das almas e pelo verdadeiro serviço da Igreja, por ocasião de seu 3º Capítulo Geral, que teve lugar entre os dias 3 e 15 de julho de 2006, em Ecône, Suíça, a Fraternidade Sacerdotal São Pio X vem a público declarar sua firme resolução de continuar sua ação, com a ajuda de Deus, na linha doutrinária e prática traçada por seu venerado fundador, Dom Marcel Lefebvre. Caminhando sobre seus passos no combate pela defesa da Fé Católica, a Fraternidade toma inteiramente para si as críticas de seu fundador ao Concilio Vaticano II e suas reformas, tais como ele as exprimiu nas suas conferências e sermões, e em particular na Declaração de 21 de novembro de 1974:

“Aderimos de todo coração, de toda nossa alma, à Roma católica, guardiã da Fé católica e das tradições necessárias para a manutenção desta Fé, à Roma eterna, mestre de sabedoria e de verdade. Recusamos, por outro lado, e sempre recusamos, seguir a Roma de tendência neo-modernista e neo-protestante que se manifestou claramente no Concílio Vaticano II e, depois do Concílio, em todas as reformas que lhe seguiram.”

Nas conversas que teve, nestes últimos anos, com Roma, a Fraternidade pode constatar a boa razão e a necessidade dos dois precedentes [A liberdade inteira e sem condições para a Missa tridentina, e retirar o decreto de excomunhão dos bispos da Fraternidade.], por ela colocados, os quais trariam um grande bem à Igreja, restituindo a esta ao menos uma parte de seus direitos à sua própria Tradição. Não apenas o tesouro de graças de que goza a Fraternidade sairia de debaixo da trave, mas também receberia o remédio tão necessário para a cura do Corpo Místico.

Se, uma vez isto realizado, a Fraternidade espera a possibilidade de manter discussões doutrinárias, é ainda com a finalidade de fazer ressoar com mais força, dentro da Igreja, a voz da doutrina tradicional. De fato, os contatos que ela mantém esporadicamente com as autoridades romanas têm por único fim de ajudá-las a se reaproximar da Tradição que a Igreja não pode renegar sem perder sua identidade, e não numa procura de vantagens pessoais para ela própria [FSSPX], ou de chegar a um impossível “acordo” puramente prático. No dia em que a Tradição recuperará todos os seus direitos, “a questão da reconciliação não terá mais razão de ser e a Igreja terá encontrado uma nova juventude”. [Carta de 02 de julho de 1988 de Dom Lefebvre para João Paulo II]

Neste longo trabalho de reconquista, o Capítulo encoraja a todos os membros da Fraternidade a viver, ainda mais intensamente e em conformidade com seus Estatutos, desta graça que lhe é própria: a união à grande oração do Soberano Sacerdote, no Santo Sacrifício da Missa. Que eles estejam certos, junto com seus fiéis, que é neste esforço de uma santificação sempre maior, no coração da Igreja, que se encontra a única solução aos sofrimentos presentes: a restauração da Igreja pela restauração do sacerdócio.

Por fim, meu Imaculado Coração triunfará

Tradução: Permanência
Fonte: FSSPX (com printscreen para evitar que seja alterado)
Grifos nossos. Necessários aos ouvidos moucos.

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