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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Histórias de conversão VIII: Megan Hodder, a moça ateia inglesa que caiu de joelhos diante do catolicismo

Megan Hodder era uma moça padrão. Segundo ela, “a religião era irrelevante na minha vida pessoal”.

Devorava livros de ateus e evolucionistas como Dawkins, Harris e Hitchens, “cujas ideias eram tão parecidas com as minhas que eu empurrava quaisquer dúvidas para o fundo da minha mente”, informa reportagem do jornal “The Catholic Herald”.

Mas ficando um pouco mais culta percebeu que precisava sair da bobice, e começou então a pesquisar as ideias daqueles que ela achava serem os piores inimigos da razão: os católicos. “Foi aqui, ironicamente, que os problemas começaram”.

Quais problemas?

“Eu fiquei colocada diante de um Deus que é o parâmetro de bondade e verdade objetiva e para o qual nossa razão se dirige e no qual ela se completa. Uma entidade que é a fonte de nossa percepção moral, que requer desenvolvimento e formação por meio do exercício consciente do livre arbítrio”.

E iniciou-se nela um debate interno.

Primeiro, a respeito da moralidade. Para ela, a moralidade ateia ou era subjetiva a ponto de ser insignificante ou implicava resultados intuitivamente repulsivos.

Depois, a respeito da metafísica.

“Eu percebi que argumentar contra Deus era um erro”
Crucifixo na catedral católica de Westminster, Inglaterra
“Eu percebi rapidamente que argumentar contra a existência de Deus era um erro: Dawkins, por exemplo, dá um tratamento superficial a Tomás de Aquino e distorce as provas, para variar.

“Informando-me melhor sobre as ideias aristotélico-tomistas, eu as considerei uma explanação bastante válida do mundo natural, contra a qual os filósofos ateus não tinham conseguido fazer um ataque coerente.

“Eu sempre considerei que a sola scriptura [do protestantismo], mesmo com suas evidentes falácias e deficiências, era de certo modo consistente, acreditando nos cristãos que leem a Bíblia. Então fiquei surpresa ao descobrir que esta visão poderia ser refutada com veemência, tanto do ponto de vista católico – lendo a Bíblia através da Igreja e de sua história, à luz da Tradição – quanto do ateu.”

Mas Megan procurava absurdos e inconsistências na fé católica para tentar enganar-se a si própria e recusar o catolicismo.

Na Páscoa “eu não podia mais ficar parada. Eu fui batizada e confirmada na Igreja Católica.”

Na Páscoa “eu não podia mais ficar parada.
Eu fui batizada e confirmada na Igreja Católica.”
Nesse luta ganhou um resto de retidão que havia nela.

A beleza e a autenticidade das partes do catolicismo aparentemente mais difíceis, como a moral sexual, tornaram-se cada vez mais claras para ela.

Megan nunca havia praticado a religião. Nada de oração, hinos ou Missa, tudo lhe soava estranho.

Os livros levaram-na a ver o catolicismo como algo plausível, “mas o catolicismo como uma verdade viva eu só entendi observando aqueles que já serviam a Igreja por meio da vida da graça”.

E o bom exemplo valeu mais do que a montanha de livros.

Na Páscoa de 2013 ela caiu em si.

“A vida da fé começou a fazer bastante sentido para mim, a ponto de eu não poder mais justificar ficar parada. Eu fui batizada e confirmada na Igreja Católica.”

Postado por Luis Dufaur

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