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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Atualizações

Como devem ter notado, o blog está acompanhando o Advento. Nova imagem e novas páginas no menu superior:



Em vermelho: Os índices, ainda em fase experimental; A Carta aberta aos Católicos perplexos, de Mons. Lefebvre; e a mais nova: a modéstia cristã. Em azul: os outros blogs que administro: sobre os documentos da Fé Católica, os Santos e as orações.

Espero que apreciem e sejam realmente úteis!

Um feliz Advento!

Giulia

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BRASIL: A morte do Imperador do Brasil

Transcrevo o texto de Pedro Corrêa do Lago sobre


O registro da morte do Imperador

D. Pedro II em seu leito de morte, Paris, França, 1891.
Vestido com o uniforme de marechal do exército e condecorado com a Ordem da Rosa,
d. Pedro tem nas mãos um crucifixo, em destaque, sua cabeça elevada, apoiada em um livro.

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Há quase 120 anos, em Paris, no dia 15 de novembro de 1891, um velho brasileiro lembrou-se com tristeza do segundo aniversário da Proclamação da Republica, e pensou em sua terra natal com nostalgia.

Tratava-se do Imperador D. Pedro II, que – prematuramente envelhecido aos 65 anos – vivia modestamente no hotel Bedford em Paris, cercado apenas da atenção de alguns fiéis monarquistas e da família que lhe restara, após a morte da Imperatriz e de sua filha Leopoldina, e do internamento de seu neto Pedro Augusto, que enlouquecera no navio que os levava ao exílio.

A saúde do Imperador dera grandes sustos nos últimos anos, e D. Pedro estivera à morte em pelo menos duas ocasiões. Mas agora sentia-se relativamente bem, fora as mazelas habituais, e preparava-se para a reunião da Academia de Ciências da França, à qual pertencia, dali a uma semana, e para o desfile de conhecidos e amigos que inevitavelmente lhe prestariam homenagem no seu aniversário de 66 anos, na semana seguinte, em 2 de dezembro.

Ocorreu de fato uma romaria nesse dia, mas de outra natureza. D. Pedro já estava quase inconsciente, pois faltavam apenas dois dias para sua morte, na primeira hora do dia 5 de dezembro. O que se verificou nessas 72 horas foi uma procissão ininterrupta de visitantes que já sabiam o Imperador desenganado.

Após ter reinado por quase sessenta anos sobre o Império do Brasil, D. Pedro II morria num modesto quarto de um hotel parisiense de segunda categoria, no qual vivera o ultimo ano de sua vida.

Ao seu lado, nos momentos finais, estava o dedicado Dr. Claudio de Motta Maia, médico que o acompanhara por dez anos e a quem o Imperador por gratidão havia agraciado em 1888 com o titulo de Conde de Motta Maia.

Na hora do falecimento estavam também presentes duas das maiores sumidades médicas da França, acorridas às pressas para tentar salvar o doente ilustre: os professores Bouchard e Charcot, (que batizariam juntos o aneurisma Charcot-Bouchard). Charles Bouchard era considerado o maior patologista de Paris e Jean-Martin Charcot é até hoje célebre por ter sido o mestre de Freud, quando este veio completar seus estudos em Paris no hospital da Salpetrière, em 1885.

Nada puderam fazer, e imediatamente após o falecimento os médicos assinaram juntos o certificado de óbito, na letra de Charcot, aqui reproduzido, e traduzido a seguir:

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"Nós, abaixo assinados, Professores da Faculdade de Medicina e doutores em medicina, certificamos que Dom Pedro II d’Alcantara morreu em 5 de Dezembro de 1891 à meia noite e 35 (da manhã) no hotel Bedford, 17 rue de l’Arcade, em Paris, em consequência de uma pneumonia aguda do pulmão esquerdo.

Paris, 5 de dezembro de 1891

J.M Charcot
C. de Motta Maia Bouchard”


Motta Maia conservou preciosamente o original deste documento, que foi pouco divulgado e reproduzido desde então. Seus bisnetos o venderam há quinze anos ao atual detentor. Assim, num simples papel de carta comum, permanece o registro oficial da morte do chefe de estado que por mais longo tempo governou o Brasil.


Sobre o Blog:
Pedro Corrêa do Lago, nascido no Rio de Janeiro em 1958, é mestre em economia pela PUC - Rio. Interessa-se por manuscritos desde os 13 anos e formou a maior coleção brasileira particular de documentos históricos e literários.

Fonte

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

TRADIÇÃO: Mais uma profissão de fé; esta de 2009!!!

Depois virá a tradução, como sempre.


PROFESIÓN DE FE CATÓLICA DEL PADRE JEAN DE MORGON.


El Padre Jean es el autor de la Carta que fue filtrada en el 2009 luego de su oposición a los deseos de Monseñor Fellay de reunirse con Roma.
Me han comunicado esta profesión de fe de este mismo Padre Jean que es Capuchino de Morgon. Lo ha hecho a guisa de sermón el 21 de octubre pasado para inaugurar a su manera “el año de la fe” promovido por Benedicto XVI.
Aunque somos simples fieles, deberíamos hacerla también porque nosotros tenemos el mismo combate por la defensa de la fe católica.

Cita :

Domingo 21 de octubre de 2012.

PROFESION DE FE CATOLICA DEL PADRE JEAN


I  PREAMBULO

1) En vista de la presente situación, en el 50 aniversario de apertura del Concilio Vaticano II en el que el Papa Benedicto XVI acaba de inaugurar un “año de la fe”, “consagrado a la profesión de la fe y a su justa interpretación”, y en el cual se incita a los fieles al estudio indulgenciado de las actas del Concilio y a los artículos del nuevo catecismo; este concilio del cual el cardenal Ratzinger escribió 30 años después: “Un abismo corta a la Iglesia entre dos mundos irreconciliables: el mundo preconciliar y el mundo posconciliar” (“Un canto nuevo para el Señor”, Desclée-Mame, 1995, pág. 174)

2) Vista la reciente declaración difundida por el Prefecto de la Congregación de la Fe, Monseñor Müller, quien no ha abjurado verdaderamente de sus errores (por no decir herejías) sobre la Transubstanciación, la Virginidad de María y la pertenencia de los protestantes en la Iglesia, que acusó a los sacerdotes y fieles de la Tradición de estar afuera de la Fe católica afirmando: “Nosotros no podemos abandonar la fe católica en estas negociaciones (con la FSSPX)”. (Entrevista a NDR, 06-10-2012).

MODÉSTIA: Praia e esportes para a mulher.

"MODA PRAIA E ESPORTE"

por Giulia d'Amore di Ugento


foto meramente ilustrativa:
"nostalgismo" não é necessariamente uma virtude!
Ir à praia é uma atividade salutar, uma vez que o ar marinho nos ajuda a respirar melhor. Sei bem disso porque, quando descemos para Bertioga, no litoral paulista, sentimos o delicioso ar marinho quando ainda estamos descendo a Serra, e o mar é ainda uma tênue linha no horizonte! Não que em Campo Grande (MS) se tenha tamanha poluição, mas para irmos a Bertioga passamos uns dias em São Paulo (Guarulhos), e (já imaginou né?) na primeira semana costumeiramente nossas narinas "trancam"; já precisamos, uma ou duas vezes, ir ao hospital para fazermos inalações.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

FSSPX: PHILIPPE d'ASSAC ALERTOU TODOS OS PRIORES DA FRANÇA SOBRE A INFILTRAÇÃO NA FRATERNIDADE

OPERAÇÃO MEMÓRIA: Um alerta que passou “despercebido” ou foi propositalmente ignorado? Qual o papel de Pe. Cellier na FSSPX? E o que dizer da estranha figura de Maximilian Krah, chamado por d'Assac de “He who shall remain nameless”, que me faz lembrar do “L'Innominato” dos “Promessi Sposi” de Manzoni dos tempos do Liceo Classico Dante Alighieri, na Itália: uma figura perversa e que domina toda a história, sem quase aparecer publicamente. Krah parece ser e não ser dentro da FSSPX. Ninguém o menciona. Fazem de conta que ele não existe. E me pergunto como alguns bons padres podem dormir à noite sem se perguntar qual o verdadeiro papel desse senhor na FSSPX, que negócios tem com Menzingen, e por que Menzingen o "blindou" de uma forma inatingível. Well, como diz um desses bons padres, isso vai nos ser revelado no "Dia da Revelação"... Mas vamos ao texto:

OUVIDOS MOUCOS


PHILIPPE d'ASSAC ALERTOU TODOS OS PRIORES DA FRANÇA SOBRE A INFILTRAÇÃO NA FRATERNIDADE.


Em 4 de abril de 2011, o grande católico contrarrevolucionário Philippe Ploncard d'Assac[1] enviou uma carta a todos os priores da França alertando-os do perigo de uma infiltração gnóstico-maçônica dentro da Fraternidade. O autor é filho do conhecido Jacques Ploncard d’Assac, autor do livro “A Igreja ocupada”, que foi muito próximo de Monsenhor Lefebvre.



SOCIEDADE DE FILOSOFIA POLÍTICA
BP 30030; 83952 La Garde Cedex
Tel-fax: 04 94 27 90
Toulon, 4 de Abril de 2011


Estimado Padre:

“He who shall remain nameless”
Diante da gravidade da situação, nos vemos obrigados a lhe informar o que acontece na FSSPX, o que aconteceu e o que atualmente está acontecendo em relação a Roma.

A infiltração de personagens duvidosos em posições com responsabilidades de destaque, incluído “Aquele que deve permanecer anônimo[2], com origens e convicções totalmente opostas àquelas defendidas por Mons. Lefebvre, e próximos de Dom Fellay há quase dois anos. 

Por anos eu tentei, junto com outras pessoas conscientes do perigo, alertar, primeiro em privado, à hierarquia da Fraternidade, sem sucesso, sobre a infiltração gnóstico-maçônica em seu seio, essencialmente pelos escritos dos padres Cellier[3] e de Tanoüarn[4].

Cellier
de Tanoüarn
Conquanto o padre Tanoüarn tenha ido embora, o Padre Cellier continua em seu lugar, em posições de responsabilidade, e nós não podemos mais do que chamar a atenção para seus escritos “Le Dieu mortel”, “La paille et le Sycomore“, e “Benoit XVI et les Traditionalistes[5], esta última obra editada por Jean-Luc Maxence[6], que é abertamente um maçom!

A crescente importância que atualmente “Aquele que deve permanecer anônimo” tem nos negócios da Fraternidade, a ponto de ter firma conjunta com Dom Fellay, é inédita, com as consequências que isso implica sobre a independência da Fraternidade.

Em sua época, Dom Lefebvre velava pela formação político-filosófica de seus sacerdotes, seminaristas e fiéis leigos, convidando especialistas em Maçonaria, como o professor Bernard Faÿ[7] ou meu pai; agora essa formação acabou, resultando em lacunas em virtude da ignorância sobre o inimigo.

Pior ainda, e tenho a experiência junto com outros, como os cavalheiros Max Barret[8] e Bonnet de Villers[9]. Etienne Couvert[10], Arnaud de Lassus[11] e eu, entre outros, somos os que dão o alarme e que são fustigados e rotulados como inimigos da Fraternidade.

Dr. Philippe Ploncard d’Assac
Dado o agravamento da situação, devido às responsabilidades confiadas a este homem “que deve permanecer anônimo”, não podemos permanecer em silêncio, e é por isso que nos permitimos, sempre que a situação exigir, enviar nossa informação, que, obviamente, não encontrarão no “La Porte Latine” ou em outros sites deste tipo.

É necessário que a cegueira da hierarquia cesse, assim como a passividade de seus comandos, caso contrário se comprometerá o legado de Mons. Lefebvre. É por isso que vamos continuar vigilantes.

Queira considerar, padre, a expressão de meu respeito filial.

AMDG

Dr. Philippe Ploncard d’Assac
Presidente da Sociedade de Filosofia Política e dos Círculos Nacionalistas Franceses.



Fontes: Non Possumus (Espanhol) e Ignis Ardens (Inglês - forum tradicionalista que está sendo alvo de perseguição por parte de Menzingen).
Tradução e notas: Giulia d'Amore di Ugento



[1] Philippe Ploncard de d’Assac (Paris, 1936) é um ensaísta francês, pertencente ao movimento nacionalista e tradicionalista Francês. Ele é o filho do escritor e jornalista Jacques Ploncard d’Assac, de quem é sucessor de um trabalho de combate aos inimigos da Igreja. Neurocirurgião aposentado, ele era o chefe de clínica do Hospital Universitário de Genebra e ex-professor visitante da Universidade de Bruxelas. Reconhecido como um dos pioneiros da microcirurgia aplicados à neurocirurgia, particularmente microcirurgia vascular cerebral, ele é o autor do “Manual de Técnicas de Microcirurgia”. Passou parte da sua juventude em Portugal, onde seu pai era conselheiro do Presidente António de Oliveira Salazar. Em 1990, foi chamado por Jean-Marie Le Pen (pai de Marine Le Pen, candidata do partido Frente Nacional à Presidência do País em 2012) para retomar o controle do “CFRE - Cercle des Français Résidants à l’Étranger”. Foi membro da Frente Nacional (FN), de onde saiu em 1993, oficialmente por causa da proibição que tem sido feita de falar sobre De Gaulle, a Nova Direita, a Maçonaria, o aborto etc. Abertamente um complotista antissionista e antissemita, Philippe Ploncard d’Assac dá conferências nos meios de comunicação dos simpatizantes do neonazismo francês e dos católicos tradicionalistas. Ao sair da FN, d’Assac fundou os “Cercles Nationalistes Français” (CNF), após seu retorno à França e a publicação de seu livro “Le Nationalisme Français”. Durante algum tempo, teve um espaço na “Radio Courtoisie” de Serge de Beketch, de onde saiu por causa da proibição de falar sobre a Maçonaria. Mudou-se para Toulon, onde dirige os “Cercles Nationalistes Français” e um boletim mensal (apenas para assinantes): “La Politique “, cuja primeira edição foi lançada em abril de 2001. Comanda também a editora “La société de philosophie politique”, que publica seus livros, bem como os do pai, Jacques Ploncard d’Assac. Dedica-se à formação doutrinária, para restabelecer os princípios fundadores da França desde o batismo de Clovis. Sua luta antimaçônica visa, em primeiro lugar, alertar sobre os perigos da Maçonaria como uma sociedade secreta conhecida como a instigadora da Revolução Francesa e da República dos Lobbies. d’Assac se empenha a fazer compreender, sobretudo aos maçons, que foram enganados, e a mostrar o que está por trás da estrutura hierárquica das Lojas. Também vem denunciando, há muito tempo, o clã gnóstico que age dentro da FSSPX, e que inclui os padres Philippe Laguérie (IBP), Grégoire Célier (vide nota relativa), Guilliaume de Tanoüarn (vide nota relativa), que são os principais instigadores da penetração gnóstica e cripto-maçônica nos meios tradicionalistas. Alguns deles deixaram a FSSPX, mas continuam a exercer a sua maléfica influência. O livro “Enquête sur la Nouvelle Droite et ses compagnons de route”, no qual d’Assac alertou sobre essa infiltração, lhe valeu a própria demonização em alguns setores da “Direita Católica”. Vale lembrar que o seu pai, na edição 5 da Revista “Europe-Action”, já havia começado a denunciar a Nova Direita. Em seu livro “ Tradition ou révolution?”, d’Assac amplia e atualiza as advertências feitas por seu pai no “L'Église occupée”, obra fundamental para entender as origens da crise na Igreja.
[2] Refere-se a Maximilian Krah (1977), segundo sua autobiografia, é uma alemão que vive em Dresden, Londres e Nova Iorque, interessado em arte, literatura, filosofia, teologia, política e moda. Casado e com quatro filhos, católico. Em seu blog, não há menção alguma à FSSPX. Ler mais sobre ele aqui.
[3] Padre Grégoire Cellier. Autobiografia em PDF. Entrevista a Olivier Pichon em PDF. Ele assina também como “Paul Sernine” e “Abbé Michel Beaumont” – vide PDF em francês. É membro do GREC. Seu blog.
[4] Padre Guillaume de Tanoüarn fora ordenado padre por Mons. Tissier de Mallerais, no Seminário de Ecône, em 1989. Foi primeiramente professor do Instituto Pio X, em Paris, depois no Gabão. De volta à França, funda as revistas “Pacte” (um boletim mensal) e “Certitudes”, uma antiga publicação mensal da FSSPX que foi suspensa em 2005 e cujo diferencial era ser uma revista com “abertura de espírito” e também mais cautelosa quanto à questão do gnosticismo. Tornou-se uma das figuras mais importantes do movimento tradicionalista católico. Foi pároco de Saint-Nicolas, em Compiègne, de 1991 a 1995. Depois, se tornou, por muitos anos, vigário da igreja de Saint-Nicolas-du-Chardonnet, o principal local de culto da FSSPX, em Paris. Se autointitula maurrassien, ou seja integralista. Em 2004, ele expressou publicamente sua desaprovação quanto à expulsão do Padre Philippe Laguérie da FSSPX. Por causa disso, ele também será expulso. Ele continuará a dirigir as duas revistas, que serão substituídas pela nova publicação “Objections”, em 2005. Sua linha de pensamento está resumida na “Supplique à Sa Sainteté Benoît XVI“. Atualmente é membro do IBP, dirige o Centre Saint-Paul, em Paris, a Revista digital “Respublica Christiana“ e a Revista “Objections”. Seu blog.
[5] De Padre Cellier e Olivier Pichon, um professor, jornalista e político Francês.
[6] Jean-Luc Maxence é um poeta, escritor e editor Francês, da casa editorial “Nouvel Athanor”.
[7] Bernard Faÿ (1893-1978) foi um historiador Francês das relações Franco-Americanas e um inimigo da Maçonaria. Usava também o pseudônimo de “Elphège du Croquet de l'Esq”.
[8] Max Barret, uma figura histórica da FSSPX, líder secular da FSSPX na França e grande amigo do Arcebispo Lefebvre, foi motorista de Monsenhor Lefebvre e diretor da peregrinação de Lourdes, até ser demitido em 2007.
[9] Adrien Marie Bonnet de Viller, também conhecido como Adrien Loubier.
[10] Etienne Couvert escreveu, entre outros títulos, “A Verdade sobre Galileu” (PDF).
[11] Arnaud de Lassus é o autor de “Connaissance élémentaire du Libéralisme catholique, 1988”.

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