SERVANS FIDEI - TRADIÇÃO CATÓLICA: SOMOS FILHOS DE MONS. MARCEL LEFEBVRE - SOMOS A CONTRARREFORMA! A IGREJA "QUE VEMOS" É APÓSTATA, E SUA MISSA É BASTARDA.
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segunda-feira, 20 de março de 2023
Modéstia dos olhos — A mortificação da vista
segunda-feira, 6 de julho de 2020
Como tratar as almas que nos procuram
Como tratar as almas que nos procuram
“Foi Ele que nos deu o exemplo! Não fomos nós que morremos pelas almas, mas foi Ele que derramou o Seu divino Sangue. Devemos, portanto, tratar as almas como Ele nos ensinou com o Seu próprio exemplo. Por que devemos humilhar ainda mais as almas que vêm se prostrar a nossos pés(*)? Já não estão suficientemente humilhadas? Por acaso, Jesus humilhou o publicano, a adúltera, a Madalena?” – e abrindo os braços o Santo acrescentou – “E, se o Senhor me censurasse de ser demasiadamente generoso, eu poderia Lhe objetar: “Amo bendito, este mau exemplo mo destes Vós, morrendo na Cruz pelas almas, movido pela vossa divina caridade!”.
São Leopoldo Mandic.
(*) Como não somos um Santo religioso, a cujos pés se prostravam as almas necessitadas de todo tipo de bem, vejamos nisso o caso daqueles que nos procuram para pedir um favor, uma esmola, um conselho, uma ajuda...
terça-feira, 30 de julho de 2019
Da Clemência e da Mansidão
Da Clemência e da Mansidão
Vícios opostos: a Ira, a Crueldade ou a Ferocidade
São duas virtudes, uma destinada a moderar os castigos que hajam de impor-se, para que não excedam os limites da Justiça, e a outra destinada a moderar os movimentos interiores da ira (CLVII, 1)*.
A clemência opõe-se à severidade e a mansidão à vindita?
De maneira alguma, porque não têm o mesmo objeto e também porque, por caminhos distintos, propendem para o mesmo fim (CLVIII, 2 ad 1).
Que vícios se opõem à clemência e à mansidão?
A ira, a crueldade e a ferocidade (CLVIII, CLIX).
I - Que é a ira?
Um movimento do apetite irascível, que nos arrasta a tirar vingança, sem motivo ou contra a ordem e a razão (CLVIII, 2).
Quantas espécies compreende?
Três:
- a cólera dos violentos, que se irritam pelo motivo mais insignificante;
- a dos rancorosos, que guardam por muito tempo a recordação das injúrias;
- a dos obstinados, que não descansam enquanto não tiram vingança (CLVIII, 5).
A ira é pecado capital?
Sim, senhor; porque o seu fim — a vingança — com a aparência de justa reparação, seduz e arrasta com facilidade os homens (CLVIII, 7).
Quais são as suas filhas?
A indignação, o orgulho, a vociferação, a blasfêmia, a injúria e a rixa (CLVIII, 7).
Existe algum vício contrário ao vício da ira?
Sim, senhor; a apatia e a indolência, que se revelam em deixar impunes faltas que merecem corretivo (CLVIII, 8).
II - Que entendeis por crueldade?
A dureza de alma, que se manifesta na imposição de castigos ou penas injustas e irracionais (CLXI, 1).
III - Em que consiste a ferocidade?
Numa alegria e complacência selvagens, brutais e desumanas nos sofrimentos do próximo, não os considerando como castigos merecidos, senão como meios de satisfazer rancores ou objeto de diversão. A ferocidade opõe-se diretamente à virtude da piedade (CLIX, 2).
São possíveis tais excessos?
Ainda que pareça incompreensível, aí está a História para demonstrá-lo. Povos houve, e se contam entre os mais civilizados em aparência, que achavam o mais saboroso prazer nas horripilantes cenas do anfiteatro.
sábado, 15 de novembro de 2014
Sobre o matrimônio cristão
O casamento é um grande sacramento, eu digo, em Jesus Cristo e na sua Igreja, é honroso para todos, em todos, e em tudo, isto é, em todas as suas partes. Para todos: porque as próprias virgens o devem honrar com humildade. Em todos: porque é tão santo entre os pobres como é entre os ricos. Em tudo: porque a sua origem, o seu fim, as suas vantagens, a sua forma e matéria são santas. É o viveiro do Cristianismo, que enche a terra de fiéis, para tornar completo no Céu o número dos eleitos: de sorte que a conservação do bem do casamento é sobremaneira útil para a República; porque é a raiz e o manancial de todos os seus arroios. Prouvera a Deus que o seu Filho muito amado fosse chamado para todas as bodas como o foi para a de Caná; nunca faltaria lá o vinho das consolações e das bençãos; porque se não as há senão um pouco ao princípio, é porque, em vez de Nosso Senhor, se fez vir a elas Adônis e, em lugar de Noss Senhora, se faz vir a Vênus. Quem quer ter cordeirinhos bonitos e malhados, como Jacó, precisa como ele apresentar às ovelhas, quando se juntam para conceber, umas lindas varinhas de diversas cores; e quem quer ser bem-sucedido no casamento, deveria em suas bodas representar a si mesmo a santidade e dignidade deste Sacramento; mas, em lugar disso, dão-se aí mil abusos e excessos em passatempos, festins e palavras. Não é pois de admirar que os efeitos sejam desordenados.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
domingo, 30 de março de 2014
segunda-feira, 3 de março de 2014
ESTOU MELHOR
ESTOU MELHOR
O general Drouot estivera gravemente enfermo. Vendo chegar o médico, disse ,lhe:
- Doutor, estou melhor.
- De onde lhe vem esta melhora?
- Doutor, comunguei esta manhã - respondeu o general.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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| General Antoine Drouot (Nancy, 11-01-1774 – Nancy, 1847) |
sábado, 22 de fevereiro de 2014
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
MEIA HORA MENOS
MEIA HORA MENOS
- Como vão seus estudos? - perguntou um sacerdote a seu antigo aluno.
- Muito mal! Estudo o mais que posso e sempre tiro notas baixas.
- Estude meia hora menos - disse-lhe o antigo mestre - e empregue essa meia hora em pedir a Nossa Senhora que o ajude.
O rapaz seguiu o conselho, e após algumas semanas começou a progredir nos estudos, obtendo qualificação honorífica.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
PRIMEIRO IREI A MISSA
PRIMEIRO IREI A MISSA
Refere S. Afonso que três negociantes estavam prontos para partir juntos da cidade de Gúbio. Era domingo, e um deles quis ouvir antes a Missa; os outros, porém, não quiseram nem mesmo esperá-lo. Mas, quando atravessavam a ponto do rio Borfoune, cheio pelas últimas chuvas, caiu a ponte, perecendo afogados os dois negociantes.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
COMO RECEBIA AS INJÚRIAS
COMO RECEBIA AS INJÚRIAS
S. Joana de Orvieto suportava com indizível alegria todas as injúrias de que era alvo. Tinha o costume de rezar duzentas vezes a oração dominical por aqueles que lhe haviam feito mal. Suas amigas diziam: “Se alguém deseja obter as orações de Joana, basta cobri-la de injúrias”.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
RESPEITO AOS MAIS VELHOS: GUIAVA-O
GUIAVA-O
O célebre Cornéio Cipião, por gratidão e respeito a seu pai que ficara cego, guiava-o ele mesmo a toda a parte e tinha para com ele as maiores atenções.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
SERVIA-OS ELE MESMO
SERVIA-OS ELE MESMO
A caridade de S. Luís, rei da França, era prodigiosa. Todas as quartas, sextas e sábados da Quaresma e do Advento dava de comer em seu palácio a treze pobres que ele mesmo servia.
Servia-lhes uma sopa e duas espécies de alimentos. Cortava e distribuía o pão. Punha, além disso, ao lado de cada um dois pães, para que os levassem para casa. Se entre os pobres havia algum cego, lhe punha as coisas na mão e o guiava. Dava, também, a cada um deles uma esmola em dinheiro, conforme as necessidades. Finalmente, aos sábados, fazia separar os três mais pobres e levava-lhes os pés.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
NÃO MURMURAR
NÃO MURMURAR
Santo Agostinho não admitia que, em sua presença, se murmurasse ou ofendesse a honra do próximo. Razão por que mandou pôr sobre a sua mesa esta inscrição: “A esta mesa não se assente quem fala mal do ausente”.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
sábado, 8 de fevereiro de 2014
DEUS EXISTE
DEUS EXISTE
Tornou-se muito conhecido nos Estados Unidos o ateu Whitney. Encontrando-se, ultimamente, num hotel de Baltimore em companhia de alguns amigos, começaram a falar de assuntos religiosos. Whitney negou impiamente a existência de Deus, e acrescentou: “Vou provar-vos claramente que Deus não existe. Exijo que o assim chamado Todo Poderoso me mate imediatamente; não o fará porque não existe”.
Apenas o ateu tinha pronunciado essa blasfêmia e já caiu por terra. Os amigos acudiram, mas em vão. O homem estava morto. A morte trágica desse ateu causou por toda a parte uma terrível impressão (N. Y. H., 1904).
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
O MELHOR CILÍCIO
O MELHOR CILÍCIO
Uma senhora piedosa — ou que o julgava ser — era muito inclinada à maledicência e encontrava defeitos em toda gente. Um dia pediu ao diretor espiritual licença para pôr-se o cilício. O sacerdote, homem de muita experiência, conhecia a fundo a sua penitente. Pôs os dedos sobre os lábios e disse: “Filha, para a senhora o melhor cilício será prestar atenção a tudo o que passa por esta porta”.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
OITO HORAS POR DIA
OITO HORAS POR DIA
S. Alfredo Magno, rei da Inglaterra, consagrava todos os dias oito horas à oração ou à leitura de livros piedosos. Oito horas aos negócios do Estado e oito horas ao descanso e às demais necessidades e ocupações. Levantava-se muito cedo e ia à capela, onde, prostrado por terra, fazia sua oração.
(Tesouros de Exemplos, Padre Francisco Alves, 1958)
Louvado seja N.S. Jesus Cristo!
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| S. Alfredo Magno, rei da Inglaterra |









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