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quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Sobre o fiel rezar o Rosário durante a Missa

El Rosario
Jose Gallegos Y Arnosa

Sobre o fiel rezar o Rosário durante a Missa


É uma dúvida que alguns neófitos costumam ter: o que faço durante a Missa? Não entendo o latim, não tenho ou não sei usar o Missal/Ordinário da Missa... Posso rezar? 

E temos a resposta: pode, sim! Vejamos o que diz o Catecismo de São Pio X:

667) Impede ouvir a Missa com fruto a recitação do Rosário ou de outras orações durante o Santo Sacrifício?
A recitação destas orações não impede ouvir com fruto a Missa, desde que haja um esforço possível de seguir as cerimônias do Santo Sacrifício. 

E não somente o Rosário ou Terço, mas outras preces.

668) É coisa boa também rezar pelos outros, quando se assiste à Santa Missa?
É coisa boa rezar também pelos outros, quando se assiste à Santa Missa; e até o tempo da Santa Missa é o mais oportuno para rezar pelos vivos e pelos mortos.

Corrobora esta resposta um trechinho da Encíclica "Mediator Dei", do Papa Pio XII:
Não poucos fiéis, com efeito, são incapazes de usar o Missal Romano ainda quando escrito em língua vulgar; nem todos são capazes de compreender corretamente, como convém, os ritos e as cerimônias litúrgicas. A inteligência, o caráter e a índole dos homens são tão vários e dissemelhantes que nem todos podem igualmente impressionar-se e serem guiados pelas orações, pelos cantos ou pelas ações sagradas feitas em comum. Além disso, as necessidades e as disposições das almas não são iguais em todos, nem ficam sempre as mesmas em cada um. Quem, pois, poderá dizer, levado por tal preconceito, que tantos cristãos não podem participar do sacrifício eucarístico e aproveitar-lhe os benefícios? Certamente que o podem fazer de outra maneira, e para alguns mais fácil: por exemplo, meditando piamente os mistérios de Jesus Cristo ou fazendo exercícios de piedade e outras orações que, embora na forma difiram dos sagrados ritos, a eles todavia correspondem pela sua natureza(Mediator Dei, n. 98, de 20 de novembro de 1947.)

É tradição antiquíssima de piedade rezar o Rosário durante a Missa. Como sabemos, o protagonismo dos leigos é inovação pós-conciliar, típica da visão protestante de que o leigo é participante ativo da Missa, uma ideia deformada do Sacerdócio. Tenhamos presente que um Padre sozinho pode rezar a Missa sem que ninguém o ajude ou responda às orações, e que, por outro lado, nenhum leigo tem o poder de celebrar uma Missa, de consagrar uma hóstia ou de ministrar a Comunhão... 

São Leonardo de Porto Maurício, grande apóstolo da Santa Missa e da Eucaristia, assim se expressou sobre o tema em seu extraordinário “O Tesouro Oculto, Méritos e Excelências da Santa Missa”: 
Eis o meio mais adequado para assistir com fruto à Santa Missa: consiste em irdes à igreja como se fôsseis ao Calvário, e de vos comportardes diante do altar como o faríeis diante do Trono de Deus, em companhia dos santos Anjos. Vede, por conseguinte, que modéstia, que respeito, que recolhimento são necessários para receber o fruto e as graças que Deus costuma conceder àqueles que honram, com sua piedosa atitude, mistérios tão santos”. 

Ir à Missa é ir ao Calvário. Estar diante do altar é estar diante da Cruz no alto do Gólgota. E quem estava com Nosso Senhor nesses eventos compartilhando o Seu sofrimento? A Corredentora: “Stabat Mater Dolorosa iuxta Crux lacrimosa”... Em prece e lágrimas, Maria meditava.  

Recorrer a Ela, para melhor participar dos frutos da Santa Missa, não só é útil, como sábio. Então, pode-se com Ela meditar “piamente os mistérios de Jesus Cristo”, no simples e humilde papel de leigo. 

É de se notar, ainda, que a Santa Missa e o Rosário guardam certas semelhanças sutis: ambos contêm repetições que não são as que Nosso Senhor proibia, as vazias de sentido e razão, e que os modernistas pretenderam cortar, por “inúteis” (SIC!).  

Na Missa, repetem-se os beijos no altar, o Confiteor, os Kyrie, os “Dominus Vobiscum” sucedidos pelos “Et cum spiritu tuo”, os inúmeros "Amen", o triplo “Domine, non sum dignus” dito pelo Sacerdote e, depois, pelos fiéis, e os diversos sinais da Cruz, e o ajoelhar/sentar/levantar respeitoso, e o Sacerdote que se vira para o povo e para o altar de novo... Há, nessas repetições todas, a solenidade do culto que se deve a Deus. Já no Rosário, as Ave-Marias se sucedem, uma após a outra, e ainda os Padre-Nossos e os Glórias; não mecanicamente, soltando palavras ocas pela boca, mas harmoniosamente, quase como um canto, um hino, uma poesia. Outra semelhança que guardam, a Missa e o Rosário, é a concentração mental e espiritual nos mistérios que estão se desenvolvendo (na Missa) ou meditando (Rosário), mirando em Nosso Senhor e sua Santa Mãe, e não na plateia eventual. Ambos requerem também método e disciplina, do corpo e da alma. São um exercício de virtudes, sobretudo para vencer a distração, arma do diabo para nos desestimular e afastar nosso pensamento e coração de Cristo. Em ambos também há a parte sensível, física: na Missa, temos o pão, o vinho, a água, o missal... No Rosário, temos as contas e continhas que rolam pelos nossos dedos, e nossos olhos eventualmente se fixam em alguma imagem para vencer a distraçãoA Missa e o Rosário, de igual maneira, atravessaram séculos quase que inalterados, e são de origem sobrenatural: dádivas dos Céus para nosso bemEm ambos, Nossa Senhora é lembrada e honrada: na Missa, mesmo nos dias que não Lhe são particularmente dedicados, Seu Nome é pronunciado algumas vezes. No Rosário, nem se fala... Na Missa, há inúmeras orações, há uma cadência harmônica, repetida, há pausas, há meditações, como no Rosário. E estas semelhanças não são um motivo a mais para, querendo, se rezar o Rosário durante a Missa? 

Não se trata de decretar que seja o melhor modo, mas, certamente, é um modo frutuoso de assistir à Santa Missa. Em diversos devocionários e em alguns missais, os autores listam os métodos ou modos de assistir à Missa, como no Manual do Cristão, do Padre Leonard Goffinè, o qual listou sete métodos proveitosos de "ouvir Missa", e o Rosário é um deles, ou, como disse São Leonardo, o "mais adequado". 

Giulia d'Amore
 

terça-feira, 26 de abril de 2016

Da excessiva familiaridade

A excessiva familiaridade é uma das causas dos divórcios, hoje em dia. Os católicos não se divorciam, mas a excessiva familiaridade causa danos às vezes irreparáveis no matrimônio, que é uma fonte de santificação e vem a se transformar, por causa dessa desregrada intimidade, em uma fonte de desgostos e até mesmo de perda do Céu.  

Mas... não deve haver intimidade no matrimônio? Certamente, mas todo excesso é um mal. 

Antigamente, o casal se chamava de "senhor" e senhora". Lembro de um casal de tios que se chamava assim. E isso criava um ambiente encantador até mesmo para os estranhos à relação que conviviam com eles. Fomentava no imaginário das pessoas a saudade de um tempo que foi se perdendo. 

Esta formalidade cria um natural respeito, pois dificilmente quem se chama assim vai tomar a liberdade de ser grosseiro ou, pior, de agredir a outra parte dessa relação sacramental. 

LEI N. 8,424/2016 – LEI “ESCOLA SEM PARTIDO”

Ontem, publiquei um resumo deste texto. É útil para esclarecimento rápido da necessidade de pararmos essa odiosa doutrinação marxista e de gênero nas escolas brasileiras, a partir dos quatro anos de idade. Este texto é mais fundamentado, para quem busca subsídios mais consistentes. Usem à vontade. Leiam, também, o primeiro texto sobre o tema.



LEI N. 8,424/2016 – LEI “ESCOLA SEM PARTIDO”


A Câmara de Vereadores de Campo Grande aprovou, por maioria de votos, com apenas dois contra – portanto, democraticamente – a Lei n. 8.242/2016, que determina às instituições de educação básica do Sistema Municipal e/ou Estadual de Ensino que afixem, nas salas de aula e nas salas dos professores, cartazes informativos com seis “Deveres do Professor”, os quais correspondem a seis DIREITOS dos alunos. Os cartazes terão as dimensões e fontes que especifica, para que a informação resulte bem visível. Nas instituições de educação infantil, os cartazes serão afixados apenas nas salas dos professores. 

A lei não inova, ou seja, não cria direitos nem deveres que já não estejam no ordenamento jurídico brasileiro. Qualquer outra colocação é inverídica e pretende confundir a sociedade com argumentos falaciosos, pois, diferentemente do que alardeiam na mídia, os seis “Deveres do Professor” não foram estabelecidos por esta lei, mas já existem na Constituição Federal (lei máxima do País, à qual todas as demais leis e normas devem estar subordinadas e não podem contrariá-la) e na Convenção Americana sobre Direitos Humanos, também conhecida como “Pacto de San José da Costa Rica”, o qual foi promulgado no Brasil pelo Decreto n. 678, de 6/11/1992. Quando o Brasil firma um tratado internacional é obrigado a cumpri-lo e a adequar toda sua legislação a ele, pois esse tipo de norma se situa logo abaixo da Constituição Federal e acima de qualquer outra lei federal, estadual ou municipal. Na parte que nos toca, o “Pacto de San José” está acima de qualquer lei que trate do ensino e da atuação dos professores, até mesmo da Lei de Diretrizes e Bases da Educação e do Estatuto da Criança e do Adolescente, só para citar dois exemplos. E isto significa que, havendo disposições contrárias, prevalece sempre a Constituição Federal, primeiro, e o “Pacto de San José”, em segundo lugar. Faço questão de frisar que a Convenção, apesar de estar acima da LDBE e do EC, em nada as contraria, pois que seguem na mesma direção: a proteção da criança contra qualquer tipo de abuso, inclusive o abuso ideológico

segunda-feira, 4 de abril de 2016

PORQUE NÃO VÃO À NEO-FSSPX?



-por Marcos Maria, fiel da Missão Cristo Rei de Ipatinga


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Uma grande confusão se criou em meios “tradicionalistas”, inclusive em alguns blogs da chamada “resistência”, por ocasião de uma escandalosa entrevista concedida por parte de Dom Tissier de Mallerais (um dos bispos auxiliares da Neo-FSSPX) em Chicago, no dia 21 de março. Todavia, essa confusão deixou alguns sem entender o que realmente se passa, pois, a poucos dias, Dom Tomás de Aquino (o mais novo bispo “resistente”), deu uma entrevista na qual citou Dom Tissier como um dos “grandes autores antiliberais” e agora, um famoso blog “católico” (Non Possumus) – que publicou a entrevista – posta críticas ao tal bispo. Uma vez mais vemos a contradição destes senhores...

Vejamos o que disse Dom Tomás de Aquino: “Leiam e procurem entender os grandes autores antiliberais, sobretudo os que melhor entenderam os erros do mundo moderno, como Dom Antônio de Castro Mayer, Dom Williamson e também Dom Tissier, que expôs com precisão a estranha teologia de Bento XVI e que nos deu a biografia de Dom Lefebvre, sem esquecer os antigos autores, cuja lista seria demasiado grande.” (Entrevista concedida em março de 2016).

Agora, penso que se faz necessário uma comparação entre o que disse esse suposto “grande autor antiliberal” com a conduta seguida por Dom Lefebvre.

                                                                              
- Dom Tissier de Mallerais: Monsenhor Lefebvre nunca colocou, como condição de nosso novo reconhecimento por parte de Roma, que Roma abandone os erros e as reformas conciliares. (SIC!)
Incluso, se tivessem dito algo assim a André Cagnon em 1990, nunca o havia feito, porque isso nunca havia sido sua linha de conduta, sua estratégia com a Roma modernista. Ele era forte na fé, não cedia em sua posição doutrinal, todavia sabia ser flexível, paciente, prudente na prática. Para conseguir seus fins, sua prudência ditava empurrar ao adversário, acusá-lo, fazê-lo retroceder, convencê-lo, mas sem bloqueá-lo por exigências que todavia se encontram inaceitáveis. Ele não rejeitava o diálogo e estava disposto a aproveitar qualquer porta aberta pelo interlocutor. (Entrevista concedida em Chicago, 21 de março de 2016)

- Dom Lefebvre: Não temos a mesma maneira de conceber a reconciliação. O Cardeal Ratzinger a vê no sentido de reduzir-nos, de trazer-nos ao Vaticano II. Nós a vemos como um retorno de Roma à Tradição. Não nos entendemos. É um diálogo de surdos.
Não posso falar muito do futuro, já que o meu está atrás de mim. Porém, se vivo um pouco ainda, e supondo que daqui à determinado tempo Roma nos chame, que queira voltar a ver-nos, retomar o diálogo, nesse momento seria eu quem imporia condições. Já não aceitarei estar na situação em que nos encontramos durante os colóquios. Isso terminou.
Eu apresentaria a questão no plano doutrinal: Estais de acordo com as grandes Encíclicas de todos os Papas que vos precederam? Estais de acordo com a Quanta Cura de Pio IX, com a Immortale Dei e a Libertas de Leão XIII, com a Pascendi de Pio X, com a Quas Primas de Pio XI, com a Humani Generis de Pio XII? Estais em plena comunhão com estes Papas e com suas afirmações? Aceitais ainda o Juramento Anti-modernista? Sois a favor do Reinado Social de Nosso Senhor Jesus Cristo?
Se não aceitais a Doutrina de seus antecessores, é inútil falarmos. Enquanto não tiverdes aceitado reformar o Concílio considerando a doutrina destes papas que vos precederam, não há diálogo possível. É inútil.
As posições ficariam, assim, mais claras.
Não é algo pequeno o que nos opõe. Não basta que nos seja dito: podem rezar a missa antiga, mas é necessário aceitar isto. Não, não é somente isso o que nos opõe, é a Doutrina. Está claro." (Entrevista concedida a Fideliter Nº 66", novembro-dezembro de 1988)

Comprovando a impossibilidade de colocar-nos de acordo, no dia 02 de junho escrevi de novo ao Papa: inútil continuar com os colóquios e os contatos. Não temos o mesmo propósito. Quereis levar-nos a vós e reconciliar-nos, e nós queremos ser reconhecidos tal como somos. Queremos continuar com a Tradição como já fazemos. (Entrevista concedida um ano após as sagrações episcopais, Fideliter, Nº 70, de julho-agosto de 1989)

Todo sacerdote que queira permanecer católico tem o estrito dever de separar-se desta igreja conciliar. (De seu livro “Itinerário Espiritual”)

Eu fui mais longe do que deveria ter ido. (Fideliter, Nº 79, Janeiro de 1991)


Se lemos que Dom Lefebvre coloca a condição dos modernistas aceitarem todas as encíclicas supracitadas, como um bispo, seu filho, diz que ele não colocou como condição de reconhecimento que Roma abandone os erros e reformas do concílio? É esse realmente um exemplo de bispo antiliberal? 

E agora, fica uma pergunta: Porque não vão à Neo-FSSPX?

Já que as diretrizes tomadas pelos superiores e alguns padres da famosa “resistência católica” são totalmente liberais e modernistas, confesso ficar sem entender o porquê de eles não se juntarem à Neo-FSSPX, visto que seguem os mesmos caminhos. Ora, a Neo-FSSPX se sobressai... É bem mais estruturada, tem seminários de primeira linha, grandes capelas, padres que podem dar-vos Missas com mais frequência... Não faz sentido ouvirem Missas em catacumbas ou, às vezes, até em casas, e com tão pouca frequência, já que os superiores da “resistência” defendem as mesmas coisas defendidas por Dom Fellay!

Dom Tomás, se Dom Tissier de Mallerais é um antiliberal, porque não se juntar a ele e logo, à Neo-FSSPX? É simples de se resolver o problema... E assim, vocês vão todos juntos a Roma para serem abraçados por Francisco...

- Dom Fellay: Se o Papa me chama eu vou logo. Melhor dizendo, vou correndo. (Entrevista à revista “30 Dias”, Nº 9, outubro de 2002);

- Dom Williamson: Se o Santo Padre me autoriza a fundar uma sociedade, eu estaria no próximo avião até Roma. (Post Falls, Idaho, USA, 1º de junho de 2014);

- Dom Faure: Se no futuro fosse convidado a ir a Roma conversar com o Papa, iria com Mons. Williamson. (Entrevista março, 2015);


Caros confrades, a que resistem estes senhores? Ao catolicismo ensinado por Dom Lefebvre e Dom Antônio? Pois isso é o que parece... É incrível vermos homens que deveriam ser os bastiões da Fé cometendo tais asneiras; homens que, ao invés de nos confirmar na Fé de sempre, semeiam confusão na mente dos fiéis.

Rezemos e peçamos a Deus e à Santíssima Virgem a graça de permanecermos firmes e dignos neste grande combate por Cristo e pela Igreja.


Nos Sagrados Corações de Jesus e Maria,
Marcos Maria, fiel da Missão Cristo Rei de Ipatinga/MG.

 




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segunda-feira, 14 de março de 2016

Resposta a um comentarista

Resposta a um comentarista

 

Prezado sr. P.D.  (comentário do dia 8/3/16)

Compreendo o pedido para não publicar o comentário para preservar sua identidade e das pessoas mencionadas, mas, como não deixou e-mail ou outra forma de contato, preciso publicar minha resposta, porque seu comentário exige respostas. E as merece. E será útil aos demais leitores que têm as mesmas legítimas dúvidas.

1. Concordo que tudo isso (a crise na “Resistência”) é lamentável, mas a culpa nunca é do mensageiro. O culpado é quem foi imprudente, incorreto, equivocado etc. O Padre Cardozo é o “mensageiro”. O imprudente – e, portanto, o culpado – é Dom Williamson. Basta ler os Comentários Eleison e ouvir os vídeos e áudios de seus sermões para se certificar disso. Simples assim.

2. Onde vai terminar essa confusão? Para quem segue fiel a Cristo? No Céu. Para quem se obstina no erro? Well... acho que sabe a resposta.

3. Não havia outra maneira de resolver isso, simplesmente porque tudo foi tentado antes que isso viesse a público. E quem trouxe isso a público? Eles. Temos a cronologia disso em arquivo.

4. A retratação deles também foi tentada, sem sucesso. A obstinação deles é férrea!!!

5. O que confunde os leigos é a mentira, as meias verdades, os sofismas. E também a ignorância, pois um fiel com o catecismo na cabeça não se confunde. E nem é confundido. Basta ver a quantidade de leigos que compreendeu perfeitamente o problema e se afastou deles. Os leigos que teimam em permanecer com eles o fazem basicamente por afeto/gratidão/sentimentos (etc.) desregrados e/ou por causa da falta de doutrina deles mesmos e dos que os dirigem.

6. Que opções têm os milhares de fieis da “Resistência” no mundo todo? Basicamente, duas opções: seguir Católicos ou seguir a Dom Williamson. Talvez o senhor não tenha presente o panorama mundial da confusão que Dom Williamson começou, mas eu estou em contato com os líderes (padres e leigos), e posso lhe garantir que a Cristandade que resiste a Roma Modernista (e à sua missa bastarda) permanece Católica. "Isto" não começou ontem. Há muitos lugares que não recebem mais Dom Williamson. Há muitos blogs que não publicam os Comentários Eleison há muito tempo. Na verdade, basicamente, quem publica (e nem todos os comentários...) é apenas o Non Possumus (espanhol) e dois ou três blogs no Brasil.

7. Sobre a Missa, a quem deverão recorrer, a qual Sacerdote, a qual Missa... 7.1 Bom, vou repetir mais uma vez: a Fé é mais importante do que a Missa: sem Missa, guarda-se a Fé com a oração (como fizeram os Católicos japoneses por mais de duzentos anos em que o Catolicismo foi proibido no Japão); sem a Fé... de que adianta a Missa? 7.2 Se não tiver Missa? Reze o terço, santifique o dia com as leituras da Missa, a meditação, as obras de caridade. 7.3 Qual Sacerdote? O que tiver doutrina firme. Porque não adianta rezar bonitinho em latim, seguindo todas as rubricas da Missa Tridentina se a doutrina é... confusão. Adianta?

8. Se o Pe. Cardozo vai conseguir atender a todos os Católicos desse mundo? Claro que não!!! E nem pretende. Contudo, o senhor parte da premissa errada de que Pe. Cardozo está sozinho nisso. É evidente que o senhor não é leitor do Pale Ideas como protesta ser, pois se o fosse saberia que há mais Padres “nisso”. E há mais se juntando a “isso”.

9. Se “essa ruptura é mais uma ruptura”? Bom, quem fez a confusão foi Dom Williamson (os demais só amplificaram os fatos), mas quem separa, quem “rompe”, é sempre a Verdade, pois ela não suporta o Erro. Lembre-se que o próprio Nosso Senhor Jesus Cristo disse que o escândalo é necessário, e é necessário porque separa, ainda que temporariamente, o joio do trigo. Cristo também disse: “ai daquele por quem o escândalo vem” (Mat 18,7; Lucas 17,1). Ai de Dom Williamson! Foi ele quem provocou o escândalo. Lembra da fábula “O Rei está nu”? Diga-me, quem provocou o escândalo? O menino que – único na cidade – gritou o óbvio, enquanto os demais de calaram, por “respeito” (humano), servilismo, interesse de bajular o rei para auferir benefícios? Ou o próprio rei andando pela cidade nu, vestido apenas de sua vaidade e soberba? O rei está nu, sr. P.D. Observe os fatos!

10. A responsabilidade pela grande confusão no que restou da Tradição está todinha nos ombros de quem semeou a confusão: Dom Williamson (e de quem, depois dele, continuou obstinadamente a espalhar a confusão). Mais uma vez: lembra da fábula de “O rei está nu”? Pois bem, o Padre Cardozo (o menino desta história) esclareceu, desfez a confusão, restabeleceu a Verdade. Simples assim.

11. A fé de seu grande amigo foi minada não por causa da “privação de Sacerdotes”, da falta de Missa, da distância dos centros de Missa... Ele abjurou a Fé Católica por culpa dele mesmo; em última análise, a culpa é sempre do pecador, sr. P.D. Há excludentes e transferências de responsabilidades por nossos atos apenas em raríssimos casos, mas, ao fim e ao cabo, a decisão é sempre nossa! Estude o catecismo antes de querer tirar conclusões errôneas a respeito das coisas. Repito: os japoneses ficaram mais de duzentos anos (mais de dois séculos!!!) sem Sacerdotes, sem Missa, sem Sacramentos... e não perderam a Fé; e, quando os Padres puderam voltar, porque o novo Imperador permitiu, ficaram impressionados com a QUALIDADE da Fé daqueles Católicos. Então, não me diga que seu amigo, que ficou apenas uns poucos anos (meses?) sem Padre, sem Missa e sem Sacramento, perdeu a Fé por causa disto. Ele a perdeu porque parou de crer na Verdade, por falta de estudo da doutrina. Então, por fim, seu amigo acabou provando que todos os conhecimentos dele eram o que São Tomás de Aquino disse após a visão beatífica com que foi agraciado: PALHA! Não se deslumbre com as aparências que enganam, prezado sr. P.D, pois há muitos por aí, deitados nos louros da fama, posando de doutos e de teólogos, alguns até estudaram de fato, mas que nunca compreenderam a Doutrina Católica e, sobretudo, não a regaram com a oração, e, por isso, vira... PALHA! E os pobres acabam caindo em erros bobos até, e findam por não reconhecer mais a Verdade quando A veem. E, pior, acabam por defender o Erro. É falta de oração, mas também é arrogância, é soberba, é obstinação...

12. Creia-me, não é apenas seu amigo que abjurou a Fé que se crê tradicionalista... Há muitos como ele dentro da Tradição: se vestem como tradicionalistas, falam como tradicionalistas, “rezam” como tradicionalistas... é até um encanto de ver! Mas, por dentro, são sepulcros caiados. E não digo isso zombando ou condenando, não! É com tristeza que constato isso, todo santo dia. E a verdade não muda porque não gostamos dela.

13. O senhor teme pelo futuro da Igreja Católica? Entre na fila. Ademais, porventura
não está na Escritura aquela pergunta tenebrosa: “quando o Filho do homem vier, encontrará Fé na Terra?” (Luc 8,18)? Desde quando Fé tem a ver com números, com quantidade? Na economia de Deus... as contas são outras: “muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mat 22,14). Leia o que diz Santo Atanásio a respeito, em “A verdade e o número”: http://missaosagradafamilia.blogspot.com.br/2015/09/a-verdade-e-o-numero-por-santo-atanasio.html.

14. Esses “tradicionalistas” que o senhor conhece e que tomaram posições e se envolveram com grupos formalmente condenados pela Igreja... não somos nós. Nós somos Católicos, e basta. Nós NÃO fazemos parte de grupos, aceitos ou condenados pela Igreja, NÃO seguimos pessoas – nem leigos, nem religiosos – mas unicamente a Nosso Senhor Jesus Cristo, a Verdade e a Igreja. Por isso que a palavra “Resistência” já não nos basta, porque o resistir é próprio do Cristão, mas não o define. Somos Católicos.

15. Creio que o senhor se confunde quando fala que “não condena a indignação do Pe. Cardozo”, porque não se trata de “indignação”, mas de defesa da Fé e da Verdade. E não se pode negociar a Fé e a Verdade. Não se pode usar de boas maneiras, nem tergiversar. Sim, sim, não, não: sempre e com quem quer que seja.

16. Um Bispo deve ser claro sempre, ainda mais quando fala publicamente, porque o dever dele é nos confirmar na Fé, e não nos confundir. Mesmo que “só” às vezes. Ademais... a confusão não é de Deus, mas do Demônio. E eu minto?

17. E o que mais me preocupa na sua frase: “Eu não condeno a indignação do Pe. Cardozo, pois as vezes o nosso Bispo não é suficientemente claro, às vezes simplesmente pincelar determinados temas mais confunde do que confirma os Dogmas de nossa fé. Isso é prejudicial e eu reconheço, mas na minha humilde opinião, não é motivo de uma separação tão radical” é que está claro que o senhor não compreendeu nada do que está acontecendo e, ainda assim, se sente à vontade de expressar sua “humilde” opinião. Trata o assunto como algo menor, superável com uma boa conversa e um tapinha nas costas. Aqui, sr. P.D., estamos falando de Doutrina, de Dogma, de Verdade, de Fé. Dom Williamson não
apenas disse asneiras (que se pode relevar), mas heresias. E se o senhor não consegue enxergar isso... o que mais posso dizer? Estaria gastando meu teclado à toa.

18. Sim, tem razão quando diz que hoje está tudo mais confuso e que é mais difícil permanecer  Católico, mas para isso tudo tem remédio: para a confusão... estudo; para permanecer Católico... estudo e oração. Simples assim.

19. E, quando for rezar, peça a Deus que lhe dê sabedoria, que lhe permita guardar a Fé e a lucidez, porque o que vemos acontecer bem diante de nós, com pessoas tão ilustres, é certamente algo sobrenatural. A obstinação deles, o agir deles... denuncia isso.
 


Giulia d'Amore 

14/03/2016



  

EN ESPAÑOL
(traducción de Carla d'Amore) 

 
 Estimado Señor P.D. (8/3/16)

Comprendo el pedido de no publicar el comentario para preservar su identidad y de las personas mencionadas, pero como usted no dejó su correo electrónico o otro tipo de contacto, necesito publicar mi respuesta, porque su comentario requiere respuestas. Y las merece. Y será de gran utilidad para los demás lectores que tienen las mismas legítimas dudas.

1. Estoy de acuerdo que todo esto (la crise en la “Resistência”) es lamentable, pero la culpa nunca es del mensajero. El culpado es quien fue imprudente, incorrecto, equivocado etc. Padre Cardozo es el "mensajero". El imprudente - y por lo tanto el culpado - es Dom Williamson. Basta leer los Comentarios Eleison y oír los videos y audios de sus sermones para asegurarse de eso. Simples así.

2. Dónde terminará esa confusión? Para quien sigue fiel a Cristo, terminará en el cielo. Para quien persiste en el error, bueno... creo que sabes la respuesta.

3. No había otra manera de resolver eso, simplemente porque todo fue intentado antes de hacerse público. Y quien lo trajo al público? Ellos. Tenemos la cronología de eso en archivo.

4. La retractación también fue intentada, sin éxito. La obstinación de ellos es ferrea!!!

5. Lo que confunde a los laicos es la mentira, las verdades a medias, los sofismas. Y también la ignorancia, porque un fiel con el catecismo en la cabeza no se confunde. Y ni es confundido. Basta ver la cantidad de laicos que ha entendido perfectamente el problema y se apartó de ellos. Los laicos que insisten en quedarse con ellos, lo hacen, básicamente, por afecto/gratitud/sentimientos (etc.) desordenados y/o debido a la falta de doctrina de ellos mismos y de los que los dirigen.

6. ¿Qué opciones tienen miles de fieles de la "resistencia" en todo el mundo? Básicamente, tienen dos opciones: seguir Católicos o seguir a Dom Williamson. Tal vez usted no tiene presente el panorama mundial de la confusión que comenzó Dom Williamson, pero estoy en contacto con los líderes (sacerdotes y laicos), y les puedo asegurar que la Cristiandad que resiste a Roma modernista (y a su misa bastarda) permanece Católica. Esto no empezó ayer. Hay muchos lugares que ya no más reciben Dom Williamson. Hay muchos blogs que no publican los Comentarios Eleison hace mucho tiempo. De hecho, básicamente, quien los publica (y no todos los comentarios...) es sólo el Non Possumus (español) y dos o tres blogs en Brasil.

7. Sobre la Misa, a quien deberan recurrir, a cual Sacerdote, a cual Misa... 7.1 Bueno, voy a repetir una vez más: La Fe es más importante que la Misa: sin Misa, se guarda la Fe con la oración (como lo hicieron los Católicos japoneses por más de doscientos años en que el Catolicismo fue prohibido en Japón); y sin la Fe... ¿de qué sirve la Misa? 7.2. Si no hay Misa? Rece el rosario, santifique el día con las lecturas de la Misa, la meditación, las obras de caridad. 7.3 Cual Sacerdote? Lo que tiene la doctrina firme. Porque es inútil rezar hermosito en latín, siguiendo todas las rubricas de la Misa Tridentina si la doctrina es... confusión. É útil?

8. Si el P. Cardozo será capaz de atender a todos los católicos de este mundo? ¡Claro que no!!! Y ni lo quiere. Sin embargo, usted parte de la premisa errónea de que el P. Cardozo es sólo en esto. Es evidente que usted no es lector de Pale ideas como protestas ser, porque si fuese sabría que hay más padres "en eso". Y hay más uniendose a "eso".

9. Si "esta ruptura es más una ruptura"? Bueno, ¿quién hizo el lío fue Dom Williamson (los otros sólo amplificaran los hechos), pero quien separa, quien "rompe", es siempre la Verdad, porque Ella no soporta el Error. Recuerde que Nuestro Señor Jesucristo mismo dijo que el escándalo es necesario, y es necesario porque separa, aunque sea temporalmente, la cizaña del trigo. Cristo también dijo, "¡ay de aquel por quien viene el escándalo." (Mat 18,7; Lucas 17,1). ¡Ay de Dom Williamson! Fue él quien provocó el escándalo. Recuerda la fábula "El rey está desnudo"? Dime, ¿quién causó el escándalo? El niño que - único en la ciudad - gritó lo obvio, mientras que los demás se callaran, por "respeto" (humano), servilismo, interés de adular al rey para obtener beneficios? O el propio rey, caminando desnudo por la ciudad, vestido sólo con su vanidad y orgullo? El rey está desnudo, señor P. D. Observe los hechos!

10. La responsabilidad por la gran confusión en lo que quedó de la Tradición está enteramente sobre los hombros de quien sembró la confusión: Dom Williamson (y de quien después de él siguió propagando la confusión). Una vez más: recuerda la fábula de "El rey está desnudo"? Bueno, Padre Cardozo (el niño en esta historia) aclaró, deshizo la confusión, restableció la Verdad. Simples así.

11. La fe de su gran amigo fue minada no a causa de "privación de Sacerdotes", de la falta de Misa, de la distancia de los centros de Misa... Él abjuró la Fe Católica por su propia culpa; en última instancia, la culpa siempre es del pecador, sr. P. D. Hay excludentes y transferencias de responsabilidad por nuestros actos sólo en casos muy raros, pero, al fin y al cabo, la decisión siempre es nuestra! Estudie el catecismo antes de querer sacar conclusiones erróneas acerca de las cosas. Repito: los japoneses quedaran más de doscientos años (más de dos siglos!!!) sin Sacerdotes, sin Misa, sin Sacramentos... y no perdieron la Fe. Cuando los Padres pudieron volver, porque el nuevo Emperador permitió, quedaron impresionados con la CALIDAD de la Fe de aquellos Católicos. Por lo tanto, no me digas que su amigo, que sólo tenía unos pocos años (¿o meses?) sin Padre, sin Misa y sin Sacramento, perdió la Fe a causa de eso. Él la perdió porque dejó de creer en la Verdad, por falta de estudio de la doctrina. Entonces, en conclusión, su amigo terminó demostrando que todo el conocimiento de él era lo que dijo Santo Tomás de Aquino: PAJA. No se deje deslumbrar por las apariencias que engañan, estimado señor P.D., ya que hay muchos por ahí acostados en las laureles de la fama, haciéndose pasar por estudiosos y teólogos, algunos incluso estudiaran, de hecho, pero sucede que nunca comprendieran la doctrina Católica y, sobre todo, no la regaran con la oración, y por eso, se convierte en... PAJA. Y los pobres terminan cayendo en errores tontos, y terminan por no reconocer más la Verdad cuando La ven. Y, peor aún, terminan defendiendo el Error. Es falta de oración, sino también es arrogancia, es orgullo, es obstinación...

12. Créeme, no es sólo tu amigo que abjuró la Fe que se cree tradicionalista... Hay muchos como él en la Tradición: se visten como tradicionalistas, hablan como tradicionalistas, "rezan" como tradicionalistas... es incluso un encanto de ver! Pero en su interior son sepulcros blanqueados. Y no digo eso escarneciendo ni condenando, no! Es con tristeza que constato eso, todos los días. Y la verdad no cambia porque no gustamos de ella.

13. ¿Usted teme por el futuro de la Iglesia Católica? Ponte a la cola. Además, no está, acaso en la Escritura aquella pregunta tenebrosa: "Cuando el Hijo del hombre venga, ¿encontrará Fe en la Tierra?" (Lucas 8,18)?. Desde cuando la Fe tiene que ver con números, con la cantidad? En la economía de Dios... las cuentas son otras: "Muchos son los llamados, pero pocos los escogidos" (Mateo 22,14). Lea lo que dice San Atanasio acerca de "La verdad y el número": http://missaosagradafamilia.blogspot.com.br/2015/09/a-verdade-e-o-numero-por-santo-atanasio.html (português).

14. Estos "tradicionalistas" que usted conoce y que tomaron posiciones y se envolvieran con grupos formalmente condenadas por la Iglesia... no somos nosotros. Somos Católicos, y basta. Nosostros NO somos parte de grupos, aceptados o condenados por la Iglesia, NO seguimos personas - ni laicos ni religiosos - pero solamente a nuestro Señor Jesucristo, la Verdad y la Iglesia. Por eso, la palabra "Resistencia" ya no es suficiente para nosotros, ya que el resistir es propio del Cristiano, pero no lo define. Somos Católicos.

15. Creo que te confunde cuando dice que "no condena la indignación del P. Cardozo" por qué no se trata de "indignación" sino de la defensa de la Fe y de la Verdad. Y no se puede negociar la Fe y la Verdad. No se puede usar las buenas maneras, ni utilizar subterfugios. Sí, sí, no, no: siempre y con todos.

16. Un obispo debe ser claro siempre, aún más cuando habla públicamente, porque su deber es confirmarnos en la Fe, y no confundirnos. Incluso si "sólo" a veces. Además... la confusión no es de Dios, pero del diablo. Miento?

17. Y lo que más me preocupa en su discurso: "Yo no condeno la indignación de Padre Cardozo, porque a veces nuestro Obispo no es suficientemente claro, a veces simplemente cepillar ciertos temas más confunde que confirma los Dogmas de nuestra Fe. Esto es perjudicial y reconozco, pero en mi humilde opinión, no es causa de una separación tan radical", es que está claro que usted no entendió nada de lo que está pasando y todavía se siente cómodo para expresar su "humilde" opinión. Usted trata el asunto como algo menor, superable con una buena conversación y una palmadita en la espalda. Aquí, señor P.D., estamos hablando de Doctrina, de Dogma, de Verdad, de Fe. Dom Williamson no sólo dijo tonterías (que se puede perdonar), pero herejías. Y si usted no puede ver eso... ¿qué más puedo decir? Yo estaría gastando mi teclado para nada.

18. Sí, usted tiene razón cuando dice que hoy en día está todo muy confuso y que es más difícil permanecer Católico, pero para todo eso tiene remedio: para la confusión... estudio; para permanecer Católico... estudio y oración. Simples así.

19. Y al rezar, pida a Dios que le dé sabiduría, que le permita guardar la Fe y la lucidez, porque lo que vemos sucediendo ahora ante nosotros, con personas tan ilustres, es ciertamente algo sobrenatural. La obstinación de ellos, el actuar de ellos... denuncia eso.


sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

ESCLARECIMENTOS

Fazem-se necessários dois esclarecimentos.

1. O post “PODE HAVER MILAGRES FORA DA IGREJA CATÓLICA?” é um comunicado escrito pelo Rev. Padre Cardozo. Esclareço porque alguns desavisados o atribuíram a mim. E isso que dá ir atacando sem ler o texto todo primeiro, ou se fiar nas palavras de outros. O meu modesto parecer a respeito do tema vou dá-lo amanhã, se der. Apesar de não ser nenhuma teóloga, fui abençoada por Deus com um intelecto razoável e faço uso da razão, com base nos meus modestos conhecimentos de doutrina católica. Portanto, posso emitir opiniões, até porque o blog é meu. Quem não quiser ler, não leia.

2. Sobre o “acordo que não saiu”, preciso esclarecer por causa do frisson causado nos meios neofratianos. De dizer que eu não afirmei que seria anunciado dia 8, eu apenas disse que o site Cathinfo.org informou com base em uma indiscrição de Dom Atanasio Schneider. De dizer também que, para a Resistência, pouco importa se há um papel assinado e com firma reconhecida, e um vídeo registrando o fato e mostrando Francisco e Fellay juntinhos, uma vez que, na prática, já se vê na Neofrat o estrago que tem sido feito por essa proximidade que Fellay quer com a igreja modernista. Por fim, de dizer SOBRETUDO que, para a Resistência, pouco importa o assunto em si, simplesmente porque não somos nós que andamos de braços dados com Francisco (a que título, se não para fazer parte da igreja do CVII?), enquanto, para consumo interno, ficam bradando: a missa nova é ruim, o papa é ruim, o sínodo é ruim, a comunhão aos recasados é ruim etc. Aparece esquizofrenia... Porque publicamos então? Oras, porque entre nossos leitores há boas almas aflitas que continuam assistindo à Missa nos centros da Neofrat por falta de opção ou por indecisão mesmo, e elas merecem saber o que anda acontecendo, tendo em vista a CENSURA que dizem ter sido imposta interna corporis. Bom, nem todos os leitores em questão são almas boas, algumas vem aqui apenas para fazer relatório aos superiores, ou por mera curiosidade e masoquismo. 

A todos uma Feliz Festa de Nossa Senhora de Guadalupe, amanhã! Que Ela nos proteja e ilumine. Que desperte os dormidos e nos guarde a Fé para não cometermos os mesmos erros dos acordistas. Ou Fé ou nada. Viva Cristo Rei!

Giulia d'Amore  

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Atualidades: A Internet não é "Terra de ninguém"!

Notícia colhida no Reader e compartilhada. Cuidado com os comentários anônimos!!!

A INTERNET NÃO É "TERRA DE NINGUÉM"!

 

 

Brasil 247 condenada a identificar comentaristas que ofenderam Dantas.

A Editora Brasil 247 está obrigada a identificar os leitores que, valendo-se do anonimato, inseriram comentários reputados ofensivos e abusivos ao banqueiro Daniel Dantas. A determinação é da primeira instância da Justiça do Rio de Janeiro, que atendeu pedido do banqueiro em ação contra o jornal eletrônico. Cabe recurso. Na sentença do dia 13 de novembro, o juiz Thomaz de Souza e Melo determinou que a Brasil 247 forneça, em até 15 dias, os dados cadastrais referentes aos protocolos de internet (IPs) de 17 usuários, sob pena de multa diária.

Segundo o juiz, a intenção da legislação é garantir a liberdade de expressão em sua mais ampla dimensão, sem que isso implique no exercício irresponsável deste direito. "A expressão do pensamento é livre, mas se o exercício deste direito gerar injusta lesão a terceiros, poderá ser objeto de reparação. Para tanto, vedou-se o anominato, no intuito de que a liberdade de expressão seja exercida de acordo com o binômio liberdade/responsabilidade", afirmou o juiz.

Melo ressaltou que é saudável o debate por meio de comentários em sites, "porém, não é lícito impedir que o autor, que se sente ofendido com os comentários postados, identifique os supostos ofensores, para exercer, em sendo o caso, o constitucional direito de ação". Ele destacou que não julgou o conteúdo das mensagens, mas o direito da pessoa que se sentiu ofendida de saber quem são as que deixaram aquelas mensagens.

"Manter o anonimato dos autores das mensagens, além de cercear eventual direito de ação, vai de encontro à vontade do próprio legislador constituinte, quando dispõe no artigo 5º, inciso IV da Carta da República: 'é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato'." (Publicado no Consultor Jurídico)

Clique aqui para ler a sentença. 

Comentário: Entenderam os motivos pelos quais alguns comentários não são publicados? É em defesa do blogueiro. E dos próprios comentaristas.
Fonte

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um pequeno esclarecimento

Eu não entendo certas pessoas... 

Como todo blog, este também recebe comentários - que são publicados sob moderação - e agradece. Os comentários são sempre bem vindo porque são um dos termometros de como anda o blog: seus acertos, seus desacertos... 

Aqui também há comentaristas de todo tipo: os sensatos, os maleducados, os de grande conteúdo, os idiotas... Como a publicação depende de permissão, obviamente que aqui a peneira funciona. Não sou do tipo que cai na tentação de publicar um comentário apenas para retrucá-lo! Minha melhor resposta é sempre o silêncio.

Como parece que nem todos lêem as recomendações  que eu, como os demais blogueiros, me dei ao trabalho de elaborar. Nem mesmo o cabeçalho do campo de comentários... Resolvi fazer este lembrete. Quem sabe os comentaristas que eu costumo vetar leiam este post também. E até o fim. Porque o que mais me aparece é comentário deixando claro que não se leu o texto todo: a pessoa limitou-se a ler até onde o "sangue ferveu" e passa a fazer elocubrações estranhas e desinteressantes. Pura perda de tempo. Aqui não publico. 

O que mais me intriga é alguém não-Católico querendo comentar em blog Católico... Puro espírito de contradição (comprovado sua filiação?) ou simples estupidez? Nunca saberei! 
O que sei é que aqui só comenta Católico. Quando muito, um não-Católico sensato, que queira se converter. Aqui não há espaço para diálogo interreligioso ou ecumênico: errou de blog, deveria procurar alguém ligado à CNBB.

O cabeçalho dos comentários:
Este é um blog de assuntos CATÓLICOS ou de interesse CATÓLICO. 
Se você é CATÓLICO e tem dúvida, sugestão ou reclamação, faça-o aqui, educadamente e com espírito de cooperação. Agradecemos vivamente. 
Se vc não é CATÓLICO, pode comentar se não falar abobrinhas.
Apesar de ter deixado aberta a possibilidade de comentar anonimamente, por princípio não publico comentários anônimos, por óbvias razões. Se não quer se expor... pq ainda assim quer dar sua opinião? Isto é algo que me intriga!

Para contato privado, use o formulário aqui. O comentário não será publicado e responderei assim que possível. Se for o caso.

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