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sábado, 25 de outubro de 2014

O dever de votar, votar bem, em benefício da Pátria!

Mais considerações sobre as eleições, mais precipuamente sobre o dever de votar, e de votar bem, pelo bem da Pátria.

Em 1921 o Cardeal Léon-Adolphe Amette, Arcebispo de Paris, enviou uma carta pastoral ao seu rebanho sobre tal dever. Posteriormente, em uma Carta conjunta para todos os católicos franceses, a Hierarquia enviou a seguinte mensagem:

"É um dever de consciência, para todos os cidadãos honrados com direito de votar, que votem honesta e sabiamente, com o único objetivo de beneficiar a Pátria. Os cidadãos são sujeitos à lei divina, assim como a Igreja o é. Dos vossos votos, bem como de todas as vossas ações, Deus irá pedir contas. O direito de votar é muito mais vinculante à consciência, porque é de seu bom ou mau exercício que dependem os mais graves interesses do País e da Religião.  
É vosso dever votar. Negligenciar a fazê-lo é uma culpável abdicação de um dever. É vosso dever votar honestamente; isso é, em homens dignos de vossa estima e de vossa confiança. É vosso dever votar sabiamente; ou seja, de tal modo que vosso voto não seja desperdiçado. Será melhor dar o voto para candidatos que, mesmo não satisfazendo completamente todas nossas legítimas demandas, nos levariam a esperar deles uma linha de conduta útil para o País, do que confiar nossos votos a outros cujo programa possa ser mais perfeito, mas cuja derrota quase certa poderia abrir as portas para os inimigos da religião e da ordem social."

Fonte: The Moral Obligation of Voting. Esta parte foi traduzida por Augusto Mendes.  

Algumas considerações recebidas por e-mail, e, ao que parece, da livra do prof. Carlos Nogué: 



1) Disse São Pio X aos católicos italianos: “É vosso dever votar no candidato menos indigno”.

2) E eis minha mesma posição geral quanto a voto, expressa no já antigo artigo “O Católico e os Regimes Políticos em perguntas e respostas”:

“Resposta. Apoiar um mal, menor ou maior, sempre será pecar contra a reta ordem a Deus. Isso, todavia, não quer dizer que não possamos, por exemplo, votar em algum candidato menos indigno, o que não seria apoiá-lo, mas tolerá-lo ou valer-se dele por um bem qualquer. Insista-se: isto é de todo diferente de apoiá-lo.”

3) Pode discutir-se o voto nulo quando o candidato menos indigno não tem a menor chance de vitória. Mas não quando tem efetiva chance de vitória e quando o futuro mais imediato dos nossos está em jogo.

4) Com efeito, diz S. Tomás na Suma Teológica que, por vezes, devemos induzir algum mal para alcançar algum bem, assim como o médico amputa uma mão para salvar o corpo, ou assim como um canceroso terminal pede a chamada quimioterapia de última hora. 

Leia mais: http://borboletasaoluar.blogspot.com.br/2014/02/o-catolico-e-os-regimes-politicos-em.html. 

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