Das obras de S. Pedro Canísio (da incom. Virg. Maria, 1. I; cap. 2.)
Que todos se convençam de Maria é, nas mãos de Deus, o instrumento fora do comum, preferido a todos os eleitos e santos.
É indiscutível que Eva (a primeira mãe) prefigurou Maria e que, com maior razão, é possível atribuir a Maria todos os louvores atribuídos a Eva (se a condenação entra por uma mulher, era necessário que por uma mulher viesse a salvação). Maria é a mulher prometida no Paraíso e esperada durante muito tempo, de quem Deus falou à serpente sedutora do primeiro homem, nestes termos ameaçadores: "Estabelecerei entre ti e a mulher, entre tua descendência e a sua, i estado de hostilidade".
Em Maria, revive a virtuosa Judite, a sábia Míriam (irmã de Moisés), as matriarcas do Antigo Testamento, a dignidade das mulheres hebreias de outrora, a coragem de quem certeza e confiança absoluta em Deus, e disso brotam a paz e a virtude.
Ainda nela revive a rainha Ester, que salva o povo, afastando-o das intrigas do malvado Hamam, e protegendo-o de um decreto cruel.
Que todos se convençam de Maria é, nas mãos de Deus, o instrumento fora do comum, preferido a todos os eleitos e santos.
É indiscutível que Eva (a primeira mãe) prefigurou Maria e que, com maior razão, é possível atribuir a Maria todos os louvores atribuídos a Eva (se a condenação entra por uma mulher, era necessário que por uma mulher viesse a salvação). Maria é a mulher prometida no Paraíso e esperada durante muito tempo, de quem Deus falou à serpente sedutora do primeiro homem, nestes termos ameaçadores: "Estabelecerei entre ti e a mulher, entre tua descendência e a sua, i estado de hostilidade".
Em Maria, revive a virtuosa Judite, a sábia Míriam (irmã de Moisés), as matriarcas do Antigo Testamento, a dignidade das mulheres hebreias de outrora, a coragem de quem certeza e confiança absoluta em Deus, e disso brotam a paz e a virtude.
Ainda nela revive a rainha Ester, que salva o povo, afastando-o das intrigas do malvado Hamam, e protegendo-o de um decreto cruel.
