FRIZANDO que não seguimos homens, mas a Verdade, e portanto não fazemos, aqui, culto à personalidade de seu ninguém. Se errar, não seguimos! Deus não vai nos cobrar fidelidade a este ou aquele, mas a Ele.
Giulia d'Amore - 09/01/2016.
Quem tem telhado de vidro não deve atirar pedras para o alto.
Os sequazes de dom Fellay aproveitaram um Comentários de Mons. Williamson, o da leitura de Maria Valtorta, para, mais uma vez, execrá-lo publicamente. Contudo, a ignorância que eles têm por mãe, mais uma vez, não lhes permitiu livrar-se da alcunha de perseguidores obsessivos de DW, pois saíram ao ataque, sem dó nem piedade, sem saber que o chefão deles, o “guru de Menzingen”, é quem é realmente dado a fantasiosas apologias à “vidente de calça jeans”, que profetizou, para ele, um papel heroico na História da Igreja: Ó Vaidade! Mãe de tantas tolices e algumas desgraças!
Parece que dom Fellay tem um espírito crédulo demais para comandar uma Instituição. Não devemos ser astutos como a serpente? Sobretudo em determinadas situações e ocupando determinados cargos de comando?
Até agora, que eu sei, ele foi enganado pela vidente suíça e pela Roma modernista. Ate quando Bernard?
Parafraseando aquela atriz global, este blog se une ao coro: “Renuncia, Bernard!”.
A história foi publicada ontem, em Francês, e eu rezava que alguém a traduzisse, pois a Verdade é um bem para o Homem! Meus comentários nas notas de tradução. Os grifos são do original em Francês.