Recebi por e-mail e publico, para conhecimento e reflexão de todos. O pseudônimo deve ser - imagino, porque não me foi dada explicação - em razão do temor de represálias por parte dos santos & virtuosos que defendem os erros doutrinários de Dom Williamson. Eu publiquei porque há verdade e bom senso, pois, como nos ensinam, o que importa é o que alguém diz, não quem o diz (como o próprio Dom Williamson já disse, certa vez, citando Santo Agostinho, a verdade nos pertence, a nós, Cristão; cf. aqui). Diferentemente do que dizem nossos detratores: que o problema não é o que dizemos, mas como dizemos... Percebem a diferença clara? Eles se preocupam com os "modos" (fofinhos!), e nós com a "essência".
Williamson: o “grande autor antiliberal”.
“Não trate muito com quem os bons não louvam.” São Nilo.
Prezados amigos,
Salve Maria!
É sabido e ressabido o fracasso da obra semi-nati-morta, também chamada “Resistência”, liderada pelo bispo Richard Williamson. Digo semi-nati-morta porque ela não nasceu morta de todo, senão a iniciar pela cabeça, que deteriorou parte dos outros membros. O bispo dizia que não tinha autoridade para tanto e que sua autoridade seria de “suplência”. Ele disse:
Portanto, a menos que esse Papa desse a mim autoridade para liderar a “Resistência”, o que é obviamente inconcebível, eu nunca terei a autoridade católica oficial para estar à frente dos resistentes. Posso eu ter autoridade de suplência devido à emergência? Teoricamente sim, mas a autoridade de suplência é relativamente fraca. (grifos nossos) [1].
Entretanto, como já sabemos que a ambiguidade e a contradição são próprias de modernistas, o mesmo que dizia que outrora não tinha autoridade para erigir qualquer obra, agora passou a ter autoridade para legitimar milagres nos ambientes da igreja nova. Para quem dizia não ter autoridade, agora parece que lhe sobra...
Dom Williamson foi citado por Dom Tomás, futuro bispo, como um dos “grandes autores anti-liberais”[2], senão, vejamos:
Além disso, leiam e procurem entender os grandes autores antiliberais, sobretudo os que melhor entenderam os erros do mundo moderno, como Dom Antônio de Castro Mayer, Dom Williamson e também Dom Tissier, que expôs com precisão a estranha teologia de Bento XVI e que nos deu a biografia de Dom Lefebvre, sem esquecer os antigos autores, cuja lista seria demasiado grande. (grifo nosso).
