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sexta-feira, 14 de março de 2014

Para tudo tem uma explicação!

Lembram daquele padre que convidou para a Missa no Rotary Clube? Tem nome e sobrenome e uma história. Trata-se, conforme nos informa o blog Non Possumus, do Pe. Alexander Hora, um sacerdote ordenado no Novus Ordo e que seu uniu à FSSPX sem ter sido reordenado sob condição, como é praxe. 

A respeito dos padres oriundos da igreja conciliar, que, obviamente, não receberam a devida formação, dizia Mons. Lefebvre: 

"Eles sabem que eles vão ser padres? Eles sabem o que eles vão fazer quando eles forem padres? Ah! Isso precisamente porque essa união desejada pelos católicos liberais entre a Igreja e a Revolução é uma união adúltera! Dessa união adúltera só pode provir bastardos. E quem são esses bastardos? São nossos ritos. O rito da missa nova é um rito bastardo. Os sacramentos são sacramentos bastardos. Não sabemos mais se são sacramentos que conferem a graça ou que não a conferem. Não sabemos mais se essa missa nos confere o Corpo e o Sangue de Nosso Senhor ou se ela não os confere. Os padres que saem dos seminários não sabem mais eles mesmos o que eles são. É o cardeal de Cincinnati que, em Roma, dizia por que não há mais vocações, porque a Igreja não sabe mais o que é um padre. Então, como ela ainda pode formar padres, se ela não sabe mais o que é um padre? Os padres que saem dos seminários são padres bastardos. Eles não sabem o que eles são. Eles não sabem que eles foram feitos para subir ao altar, para oferecer o Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo, e para conferir Jesus Cristo às almas, e chamar as almas a Jesus Cristo." (Cf. http://catolicosribeiraopreto.wordpress.com/2014/01/10/dessa-uniao-adultera-so-pode-provir-bastardos-homilia-historica-de-dom-lefebvre-em-lille).

Enfim, pelos frutos os reconhecereis!


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terça-feira, 20 de agosto de 2013

NAVEGANDO SOB O COMANDO DO CAPITÃO SMITH

Particularmente, penso que se trate mais do Capitão Francesco Schettino do que do Capitão Smith, pois, embora aquele tenha sido um dos primeiros a abandonar o navio (enquanto, aparentemente, d. Fellay ficou no navio), Smith tinha mais hombridade, afundou junto com o navio por coisas que hoje estão em desuso, como a honra. Aplicando a analogia à nossa cara e desafortunada Fraternidade São Pio X, d. Fellay afundou a instituição por seguir uma quimera, quando ainda se queira falar em boas intenções. Que honra há nisso? Depois, perseguiu todos os que denunciavam seus atos. Que honra há nisso? Depois expulsou um Bispo de Romana Igreja sem o mínimo de legalidade e com o intuito de se livrar daquele que ele pensava ser o principal acusador. Que honra há nisso? Quando, então, por meio do próprio d. Fellay, veio à tona que tudo o que Dom Williamson havia denunciado era verdade, tentou justificar o injustificável, mas não reparou a injustiça com Dom Williamson e os demais que foram punidos, perseguidos e/ou expulsos. Que honra há nisso? Obstinadamente, recusa-se a deixar o comando da obra que ele obstinadamente fez ruir em pouco tempo. Que honra há nisso? 

De fato, assemelha-se bem mais ao Capitão que queria bancar o Leonardo de Caprio com a passageira, deixando de lado a prudência e as normas de segurança estabelecidas para o bem de todos. Deu no que deu! Houve até mortes. 

No caso da FSSPX, quantas almas se perderam nessa "brincadeira" narcisista? Falo dos que morreram nestes últimos tempos, confusos e aflitos, à deriva. E a situação moral dos fiéis e dos padres da Neo-FSSPX? Mas este assunto fica para outro post, porque a lista é longa... mas todos já percebem os "bons" frutos nos centros de Missa e até mesmo nos Priorados.

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