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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Está servido o pós-Charlie: Bebês à la Carte

Connie e Chris Gard com o filho, logo após a sua execução, nos jardins do local de execução


 

TRANSUMANISMO 


Traduzi e acrescentei comentários a mais um texto muito bem elaborado do Radiospada. A questão Charlie Gard ainda vai dar pano prá manga. Pensava-se que se tratava de eutanásia (e toda a aborrecida questão se era eutanásia ou ortonásia ou blá blá blá), mas não era! Esta questão já foi superada, pelo menos na Europa, onde há todo tipo de serviço oferecido, com mais ou menos sofrimento, mas que continua sendo a eliminação artificial de um ser humano vivo, ou seja, assassinato de Estado. A questão sobre a execução de Charlie vai além, já é um passo à frente no caminho diabólico de destruição da sociedade, da família e do indivíduo.  

Segundo o Radioespada, que reproduz um artigo do jornal Dailymail, o pequeno Charlie Gard sofreu uma agonia de 12 minutos por sufocamento. Os médicos haviam garantido "apenas" seis. Caros senhores, tentem ficar seis minutos sem respirar. Pois é. Agora, tentem ficar 12 minutos sem respirar. Essa foi a agonia e o sofrimento da "boa morte" aplicada ao menino por ordem de Moloch e pelas mãos do Estado inglês. Segundo o jornal, Charlie arregalou os olhos em sinal de sofrimento agudo e de uma provável reação adversa.  

terça-feira, 25 de julho de 2017

Charlie Gard e o Santo Ofício

Chega ao fim a história e a vida de Charlie Gard, segundo a vontade do Mundo. Hoje, me parece, sai o veredito definitivo da Corte Inglesa sobre o último pedido dos pais para salvar a vida do inocente. Li que os pais não vão recorrer, li que eles "desistiram", mas, de fato, parece que aos pais foi dada a escolha de decidir se Charlie morrerá sozinho ou na companhia dos pais. É preciso estar nos panos deles para compreender o sofrimento e as razões da decisão deles. Neste caso, sim, não cabe um julgamento. É desumano. Bom, mas se Charlie vai mesmo morrer ou não... quem sabe? O futuro a Deus pertence, precisamos confiar nEle. O que importa é que ele foi batizado. Morrerá católico.  

Posto, hoje, um documento de Santa Romana Igreja acerca da eugenia travestida de eutanasia que está na moda mundo afora e que é a verdadeira razão do assassinato de Charlie Gard. Ele "não serve", é uma vida inviável, sem futuro, um estorvo. Não se encaixa nos padrões estéticos e hedonísticos que o Mundo reclama. Para muitos, nem um ser humano é, pois ainda não tem noção de "existir". Chamam de eutanasia (boa morte, em grego; morte humanitária, hoje em dia) mas não tem nada de bom nisso. É um tipo de morte que costuma ser dolorosa e agônica. A pessoa morre de fome, de sede e de dor. Pode ser rápido - Deus o permita! - , mas pode levar dias, como é público e notório.  

Charlie não é a única criança nessa situação hoje. Nem a última. Moloque exige sacrifícios! Herodes vive. 

E não pensem que no Brasil não se faz, porque se faz. Com crianças e adultos. Sendo informado à família ou não. Assim, por prudência e segurança, façam um testamento biológico no qual possam estabelecer as últimas vontades quando já não puderem falar por si próprios. Falem disso com seus parentes e amigos mais próximos. Um católico deve morrer como católico


DECRETO DO SANTO OFÍCIO SOBRE A EUGENIA: 




“Foi perguntado a esta Suprema Sagrada Congregação se é lícito, por parte da autoridade pública, matar diretamente aqueles que, ainda que não tenham cometido nenhum crime merecedor de morte, todavia, por seus defeitos físicos ou psíquicos, não possam ser úteis à Nação e possam ser para ela um peso, e se estima que possam ser de impedimento a seu vigor e à sua força. Na sessão plenária da Suprema Sagrada Congregação do Santo Ofício, de quinta-feira 27 de novembro de 1940, os Eminentíssimos e Reverendíssimos Cardeais prepostos à tutela da fé e da moral, tendo recebido o voto dos Reverendíssimos Senhores Consultores, assim responderam e decretaram: ‘Não é lícito, por ser contrário à lei natural e ao preceito divino’. 

No domingo seguinte, dia primeiro de Dezembro do mesmo ano, o Santíssimo Senhor nosso Pio pela divina providência Papa XII, na costumeira audiência concedida ao Excelentíssimo Senhor Assessor do Santo Ofício, aprovou a decisão dos Eminentíssimos Padres e ordenou a sua publicação. 

Dado em Roma, junto ao Palácio do Santo Ofício, no dia 2 de dezembro de 1940.” 


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