Ipatinga, MG, pertence à Diocese de Itabira-Coronel Fabriciano, cujo bispo é o Dom Marco Aurélio Gubiotti, que, a título de confundir os fiéis de sua Diocese, resolveu, à moda de uns dois ou três bispos italianos, escrever um comunicado ao clero e ao "povo de Deus" da diocese para alertá-los sobre os "excomungados" de Ipatinga.
Logo abaixo o comunicado dele, a seguir a resposta do Reverendo Padre Cardozo e um nosso breve comentário. Em língua espanhola aqui: http://nonpossumus-vcr.blogspot.mx/2014/12/el-obispo-de-ipatinga-brasil-persigue.html.
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| Dom Marco Aurélio Gubiotti |
Logo abaixo o comunicado dele, a seguir a resposta do Reverendo Padre Cardozo e um nosso breve comentário. Em língua espanhola aqui: http://nonpossumus-vcr.blogspot.mx/2014/12/el-obispo-de-ipatinga-brasil-persigue.html.
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RESPOSTA DO REVERENDO PADRE CARDOZO:
Ipatinga 30 dez. 2014
“Não julgueis que vim trazer a paz à Terra. Não vim trazer a paz, mas a espada.” São Mateus X,34.
Ao Sr. Marco A. Bispo Ao Gubiotti
Ciente de uma carta pastoral lida nas paróquias de sua diocese, me permito responder agora à mesma, que padece de vários erros que, seja de formação, seja de informação, não o escusam, dado o cargo que o senhor detém. É verdade o que diz sobre o Concílio Vaticano II e que este mudou a atitude da Igreja, acerca da liturgia e da pastoral, mas esqueceu que tal mudança afetou a própria doutrina, inoculando nela os erros MODERNISTAS do ecumenismo, da liberdade religiosa, da colegialidade, contradizendo o Magistério da Igreja e seus próprios fundamentos: a Sagrada Escritura e a Tradição. Outro erro é o de “dogmatizar” a tal Concílio, quando tanto o Papa João XXIII quanto o Papa Paulo VI insistiram que era apenas PASTORAL, portanto, qualquer católico poderia ou não segui-lo, sem que isso afetasse sua união com a Igreja. Pretender impô-lo como um dogma a mais é um abuso, máxime quando obedecê-lo põe em risco o tesouro da FÉ.
Isto no que diz respeito à sua formação.











