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terça-feira, 8 de setembro de 2015

HOMILIA DE SÃO JOÃO DAMASCENO SOBRE A NATIVIDADE DE MARIA

HOMILIA DE SÃO JOÃO DAMASCENO SOBRE A NATIVIDADE DE MARIA


A Festa da Natividade de Nossa Senhora desde muito cedo que foi celebrada no Oriente, e muitos textos dos Padres o atestam; este, que traduzimos, foi pronunciado em Jerusalém, na Igreja situada sobre o local da “Piscina Probática”, onde Jesus tinha curado o paralítico, e onde a tradição — atestada por alguns apócrifos — situava a casa de Joaquim e de Ana, o que vem a explicar certas alusões feitas ao longo do texto.

É um grande texto panegírico da glória de Maria, por d’Ela ter nascido o Salvador, com expressões que chegam a parecer ter sido produzidas em estado de êxtase. Usando dados do Antigo Testamento, dos Evangelhos e das Cartas, da tradição oral, de outros teólogos e da própria liturgia bizantina, o nosso Doutor passa em revista a importância, para a salvação e para a Igreja, do nascimento de Maria, louvando “en passant” os seus pais, Joaquim e Ana. Um ponto muito importante: chama e afirma — é dos primeiros a fazê-lo — Imaculada à Maria.

Sem deixar de fazer também todo o desfiar das tipologias de Maria presentes no Antigo Testamento, S. João Damasceno consegue louvar Nossa Senhora como poucos o fizeram, fornecendo a base patrística para muitas das afirmações acerca de Maria e do seu lugar no Mistério da Redenção do homem que mais tarde vieram a efetuar-se. A sua influência na Idade Média foi enorme, e pode mesmo se dizer que a intuição de base do Dogma da Assunção Corporal de Nossa Senhora ao Céu está já presente na obra do Damasceno.



DO HUMILDE MONGE E PRESBÍTERO JOÃO DAMASCENO, DISCURSO PARA O NASCIMENTO DE NOSSA SENHORA SANTÍSSIMA, A MÃE DE DEUS E SEMPRE VIRGEM MARIA.





quarta-feira, 31 de julho de 2013

HOMILIAS E DISCURSOS DE BERGOGLIO NO BRASIL

Publicamos, hoje, a título de memória e conhecimento geral, os discursos proferidos pelo Bispo de Roma, Jorge Bergoglio, alias Francisco, no Brasil, durante a Jornada Mundial da Juventude. Não revisei os discursos, apenas os cataloguei. Para quem quiser baixar o PDF, clique aqui. Penso sejam úteis para testar seus conhecimentos acerca da verdadeira doutrina da Igreja e das heresias contra a Fé Católica. Vivemos tempos obscuros, a negligência com a própria alma é um pecado por si só. Obedecer por obedecer não é virtuoso, pois se o superior nos manda pecar não há virtude na obediência, pelo contrário: é pecado, poi a obediência primeira continua sendo a Deus. E o pecado é mortal ou venial, dependendo da matéria. Em matéria de Fé, é pecado mortal. Todos nós sabemos a diferença entre o bem e o mal, e o Papa não é infalível inclusive quando espirra, mas só quando fala ex cathedra. E para tanto precisa "ser" Papa. O Bispo de Roma, até hoje, não disse expressamente que "é" o Papa atual da Igreja Católica, demonstrando entender que Bento XVI, ainda que emérito, continua "Papa" e ele, o Bispo de Roma (isso, mais claramente é impossível!). E ainda que uns e outros queiram - porque sempre foi assim - que isso seja praticamente a mesma coisa, não se pode obrigar alguém tão cheio de vontades e gostos, numa recusa diária e clara da renúncia de si mesmo, a ser o que ele não quer ser. Bergoglio, embora eleito Papa, quer ser apenas o Bispo de Roma, e assim ele se apresenta e assim ele se refere a si mesmo, quando fala em terceira pessoa - mas nunca no plural majestatis! O uso do nome e da devoção à Virgem Santíssima, a São José e a São Miguel Miguel; a exteriorização de uma pobreza meramente material (forçada às raias da hipocrisia); o falar e agir como um qualquer e não como o representante de Deus na Terra ou, vá lá, o Chefe de Estado de um País diplomaticamente reconhecido; a quebra constante do protocolo, pondo em risco não apenas a própria vida, mas a dos que estão a seu redor; o desprezo e o deboche por tudo que representa uma mínima lembrança da Tradição da Igreja e da Realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo; o falar de improviso o que lhe vai na cabeça - de Luliana memória - provocando confusão entre os que ele deveria confirmar na Fé e derrubando Dogmas, revogando Mandamentos de Deus e alterando normas morais (das Divinas para as meramente subjetivas ao sabor do momento histórico ou da preferência pessoal); a instauração da "religião do amor" à Woodstock; tudo isso faz parte do projeto que teve no Vaticano II seu pontapé oficial, mas que tem raízes mais antigas, e um deus visível (o homem) que quer ser adorado e um deus invisível (o Demônio) que tudo coordena. 

"Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (São João 18,23).

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