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terça-feira, 3 de novembro de 2015

São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos:

Finalmente, encontrei no tesouro da Igreja que é a sua Tradição uma explicação sobre a seita de Maomé, blasfema, herética e ridícula, nas palavras deste grande Santo da Igreja. 


São João Damasceno, Doutor da Igreja, sobre os muçulmanos:



“Até o momento a superstição dos ismaelitas, arautos do Anticristo, continua a enganar os povos.

“São descendentes de Ismael, filho de Abraão e de Agar; os ismaelitas são também chamados comumente de agarianos.

“Eram idólatras, adoravam a estrela Lúcifer e Vênus, que chamavam, Chabar ou grande, até o tempo de Heráclio.

“Então levantou-se entre eles um falso profeta, chamado Maomé, que, havendo encontrado os livros dos Antigo e Novo Testamentos, e tido contato com um monge ariano, formulou uma heresia nova [Atentos! O Islã é uma heresia!!!].

“Conseguido o favor de seu povo por uma aparência de piedade, difundiu o rumor de que os escritos lhe vinham do céu.

“Escreveu um livro eriçado de coisas ridículas, onde expõe a sua religião.

“Estabelece um Deus do universo, que não foi engendrado, nem engendrou nada.

“Diz que Cristo é o Verbo de Deus e seu Espírito, mas criado e servidor que nasceu sem cooperação humana, de Maria, irmã de Moisés e de Aarão, por operação do Verbo de Deus, que nela entrou; que os judeus, havendo querido, por um crime detestável, pregá-lo numa cruz, apoderaram-se dele, mas não crucificaram senão sua sombra: de sorte que Jesus Cristo não sofreu nem a cruz nem a morte, tendo Deus, a quem era todo querido, arrebatado o Verbo aos céus”. [Vê-se logo porque São João Damasceno afirmou que é uma "heresia nova" e "coisas ridículas"! Nem vou comentar!!!]

terça-feira, 8 de setembro de 2015

HOMILIA DE SÃO JOÃO DAMASCENO SOBRE A NATIVIDADE DE MARIA

HOMILIA DE SÃO JOÃO DAMASCENO SOBRE A NATIVIDADE DE MARIA


A Festa da Natividade de Nossa Senhora desde muito cedo que foi celebrada no Oriente, e muitos textos dos Padres o atestam; este, que traduzimos, foi pronunciado em Jerusalém, na Igreja situada sobre o local da “Piscina Probática”, onde Jesus tinha curado o paralítico, e onde a tradição — atestada por alguns apócrifos — situava a casa de Joaquim e de Ana, o que vem a explicar certas alusões feitas ao longo do texto.

É um grande texto panegírico da glória de Maria, por d’Ela ter nascido o Salvador, com expressões que chegam a parecer ter sido produzidas em estado de êxtase. Usando dados do Antigo Testamento, dos Evangelhos e das Cartas, da tradição oral, de outros teólogos e da própria liturgia bizantina, o nosso Doutor passa em revista a importância, para a salvação e para a Igreja, do nascimento de Maria, louvando “en passant” os seus pais, Joaquim e Ana. Um ponto muito importante: chama e afirma — é dos primeiros a fazê-lo — Imaculada à Maria.

Sem deixar de fazer também todo o desfiar das tipologias de Maria presentes no Antigo Testamento, S. João Damasceno consegue louvar Nossa Senhora como poucos o fizeram, fornecendo a base patrística para muitas das afirmações acerca de Maria e do seu lugar no Mistério da Redenção do homem que mais tarde vieram a efetuar-se. A sua influência na Idade Média foi enorme, e pode mesmo se dizer que a intuição de base do Dogma da Assunção Corporal de Nossa Senhora ao Céu está já presente na obra do Damasceno.



DO HUMILDE MONGE E PRESBÍTERO JOÃO DAMASCENO, DISCURSO PARA O NASCIMENTO DE NOSSA SENHORA SANTÍSSIMA, A MÃE DE DEUS E SEMPRE VIRGEM MARIA.





domingo, 8 de setembro de 2013

8 DE SETEMBRO: NATIVIDADE DA VIRGEM

Natividade da Virgem
by B.E.Murillo
domingo, 8 de setembro de 2013

Festa da Natividade de Nossa Senhora desde muito cedo que foi celebrada no Oriente, e muitos textos dos Padres o atestam; este, que traduzimos, foi pronunciado em Jerusalém, na Igreja situada sobre o local da Piscina Probática, onde Jesus tinha curado o paralítico, e onde a tradição – atestada por alguns apócrifos – situava a casa de Joaquim e de Ana, o que vem a explicar certas alusões feitas ao longo do texto.

É um grande texto panegírico da glória de Maria, por dela ter nascido o Salvador, com expressões que chegam a parecer ter sido produzidas em estado de êxtase. Usando dados do Antigo Testamento, dos Evangelhos e das Cartas, da tradição oral, de outros teólogos e da própria liturgia bizantina, o nosso Doutor passa em revista a importância para a salvação e para a Igreja do nascimento de Maria, louvando «en passant» os seus pais, Joaquim e Ana. Um ponto muito importante: chama e afirma – é dos primeiros a fazê-lo - Imaculada a Maria.


Sem deixar de fazer também todo o desfiar das tipologias de Maria presentes no Antigo Testamento, S. João Damasceno consegue louvar Nossa Senhora como poucos o fizeram, fornecendo a base patrística para muitas das afirmações acerca de Maria e do seu lugar no mistério da Redenção do homem que mais tarde vieram a efetuar-se. A sua influência na Idade Média foi enorme, e pode mesmo dizer-se que a intuição de base do Dogma da Assunção Corporal de Nossa Senhora ao céu está já presente na obra do Damasceno.


«Do humilde monge e presbítero João Damasceno, Homilia para o nascimento de Nossa Senhora Santíssima, a Mãe de Deus e sempre Virgem Maria».

Natividade de Maria
Antonio Zanchi - 1671
Santuario della Natività di S. Maria em Sombreno - Itália
1. Vinde, todas as nações, vinde, homens de todas as raças, línguas e idades, de todas as condições: com alegria celebremos a natividade da alegria do mundo inteiro! Se os gregos destacavam com todo o tipo de honras – com os dons que cada um podia oferecer – o aniversário das divindades, impostos aos espíritos por mitos mentirosos que obscureciam a verdade, e também o dos reis, mesmo se eles fossem o flagelo de toda a existência, que deveríamos nós fazer para honrar o aniversário da Mãe de Deus, por quem toda a raça mortal foi transformada, por quem o castigo de Eva, nossa primeira mãe, foi mudada em alegria? Com efeito, uma ouviu a sentença divina: «Darás à luz no meio de penas»; a outra ouviu, por seu turno: «Alegra-te, oh Cheia de Graça». À primeira disse-se: «Inclinar-te-ás para o teu marido», mas à segunda: «O Senhor está contigo». Que homenagem ofereceremos então nós à Mãe do Verbo, senão outra palavra? Que a criação inteira se alegre e festeje, e cante a natividade de uma santa mulher, porque ela gerou para o mundo um tesouro imperecível de bondade, e porque por ela o Criador mudou toda a natureza num estado melhor, pela mediação da humanidade. Porque se o homem, que ocupa o meio entre o espírito e a matéria, é o laço de toda a criação, visível e invisível, o Verbo criador de Deus, ao se unir à natureza humana, uniu-se através dela a toda a criação. Festejemos assim o desaparecimento da humana esterilidade, pois cessou para nós a enfermidade que nos impedia a posse dos bens.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A recompensa da Fé e da oração

A recompensa de São João Damasceno 

 

Este santo, vingador das santas imagens contra os ímpios iconoclastas, foi condenado por Leão Isauro a ter a mão direita decepada.

Logo depois dessa bárbara execução, João foi prostrar-se diante da imagem de Maria, seu recurso ordinário, com o fim de oferecer a Deus, por Maria, seus sofrimentos. Confiado no seu poderosíssimo auxilio, disse a Maria:

"Sabeis, ó Virgem Santa, qual foi o motivo por que me cortaram a mão. Ela era sagrada a vosso serviço. s Rainha dos anjos e dos homens, se não for contrário à vontade de Deus, vossa intercessão me pode restituir de novo a minha mão, a qual, mais do que antes, será vossa".
Enquanto assim rezava, sentiu as dores diminuírem de intensidade até desaparecerem. Durante um sono reparador, Maria restituiu-lhe a mão, pedindo-lhe que escrevesse sempre em defesa da Igreja. Ao redor do pulso, ficou apenas uma simples linha vermelha, como para servir de testemunho da autenticidade do milagre. Tal prodígio, Maria o fez em favor de um homem que, pelas suas palavras e por seus escritos, defendia o culto das santas imagens.

("Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, 1915)

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